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Humor &Java &TI André Dourado em 13 ago 2010

Lady Java…

Clip para o JavaZone 2010, parodiando a música de Lady Gaga.

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.NET &Humor &Java &TI André Dourado em 13 ago 2010

A saga .NET x Java em um drama familiar…

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Humor &TI André Dourado em 29 jul 2010

Deletaram a cegonha…

Como contar aos filhos dessa nova geração a mais antiga das questões: “de onde vem os bebês?”

- Pai, como é que eu nasci?
- Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia…
- O que aconteceu foi o seguinte: eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num chat desses da web, para conversar…
- O papai marcou um Interface com a mamãe num Cybercafé e acabamos Plugados no banheiro dele.
- A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Joystick do papai e, quando estava tudo pronto para a Transferência de Arquivo, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco.
- Como era tarde demais para dar o Esc, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois… apareceu você…….. o Vírus…

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CIO &Carreira &TI André Dourado em 06 jul 2010

Pesquisa: redes sociais viram ferramenta para recrutamento de profissionais

Especialista cita os quatro motivos que têm motivado o crescimento da demanda por esses ambientes para busca de talentos

IDG News Service
Publicada em 30 de junho de 2010 às 15h22

Este ano, 92% dos profissionais que atuam na área de recursos humanos pretendem utilizar as redes sociais para contratação. O dado faz parte de uma pesquisa internacional divulgada nesta quarta-feira (30/6) pela Jobvite, empresa norte-americana que atua no mercado de soluções para recrutamento.

A pesquisa indica que esses profissionais consideram as redes sociais como canais interessantes para a seleção de candidatos de qualidade. Um benefício que tem impulsionado o crescimento no número de corporações que pretendem usar os ambientes colaborativos para buscar profissionais.

Do lado dos profissionais, seguem quatro razões que justificam o uso das redes sociais como forma de se tornar mais atraente para possíveis empregadores:

1. As empresas que mais crescem no mercado oferecem oportunidades nas redes sociais

As corporações que estão contratando mais pessoas em um menor período de tempo “são aquelas que estão mais agressivas no recrutamento social”, diz o CEO da Jobvite, Dan Finnigan.

“As companhias com mais oportunidades de emprego estão buscando profissionais melhores e mais capacitados por meio do recrutamento em redes sociais”, complementa.

2. Tenha acesso primeiro às oportunidades

Os resultados da pesquisa da Jobvite mostram que os empregadores preferem usar sites de redes sociais para o recrutamento, porque, além de ser facilmente acessível, ainda é uma ação barata e fácil. Twittar uma nova vaga que precisa ser preenchida não custa um centavo, por exemplo.

3. Empregadores usam cada vez mais LinkedIn, Facebook e Twitter

De acordo com levantamento da Jobvite:

  • 73% dos entrevistados usam sites de redes sociais ou sites de mídia social durante o recrutamento.
  • 92% usam ou planejam recrutar candidatos por meio de redes sociais em 2010
  • 78% usam o LinkedIn para processos seletivos, 55% usam o Facebook (15% superior ao ano de 2009) e 45% usam o Twitter (32% superior ao ano de 2009).
  • Um terço dos entrevistadores sempre verifica o perfil dos candidatos nas mídias sociais
  • 58% dos entrevistados têm obtido sucesso com a contratação por meio de sites de redes sociais.

4. Mudanças nos métodos de divulgação das vagas

Além disso, o investimento nos tradicionais métodos de seleção está caindo. Segundo a pesquisa da Jobvite, 36% dos entrevistados dizem que planejam gastar menos com anúncio de vagas em placas, enquanto 38% gastará menos com empresas tercerizadas de contratação.

Ao todo foram entrevistados 825 prossionais de RH e apenas 3% deles são clientes da Jobvite.
(Meridith Levinson)

Fonte: CIO

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Carreira &Humor André Dourado em 22 jun 2010

O Consultor (velha mas muito boa…)

Um pastor de ovelhas estava cuidando de seu rebanho, quando surgiu, pelo inóspito caminho, uma Pajero 4×4 toda equipada.
Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapatos moderníssimos
bicolores, que disse:
- Senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?
- Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.
Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta, via celular, à Internet, baixa uma base de dados, entra no site da NASA, identifica a área do rebanho por satélite, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa uma tabela do Excel com execução de macros personalizada, e depois de três horas, diz ao velho:
- O senhor tem 1.324 ovelhas, e quatro podem estar grávidas.
O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido, poderia levar a ovelha.
O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero.
Quando estava saindo, o velho perguntou:
- Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a ovelha?

Duvidando que acertasse, o cara concorda.
- O senhor é Consultor, diz o velhinho! . . …
Incrível! Como adivinhou?
- Quatro razões:
- Primeiro, pela frescura;
- Segundo, veio sem que eu o chamasse;
- Terceiro, me cobrou para dizer algo que já sei.
- Quarto, nota-se que não entende porra nenhuma do que está falando:
- Devolve já o meu cachorro!

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Humor &TI André Dourado em 09 jun 2010

ROI (Retorno do Investimento) de Software…

Fonte: Geek and Poke

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Carreira &Curriculo André Dourado em 04 jun 2010

As 13 perguntas mais clássicas de entrevista de emprego

Saiba como responder as questões mais cabulosas durante uma entrevista de emprego

Talita Abrantes, de EXAME.com
03/06/2010 | 11:52

São Paulo – A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.

“Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador”, diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.

Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

1.Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.

“Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação”, afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.

De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa de Carreira do grupo Veris, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.

2.Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.

Nesse contexto, por exemplo, “o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa”, exemplifica Irene. Ou, “admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa”, diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.

3.Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.

“O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções”, diz Irene. “E, a partir disso, saber contar muito bem sua história”.

4.Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. “Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada”, afirma Irene.

5.Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.

6.Quais seus pontos fortes?
Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. “Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades”, afirma Priscila.

7.Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?
Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. “Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito”, afirma Priscila.

Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. “Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize”, diz Priscila.

8.Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. “Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem”, diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.

9.Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. “Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar”, diz Priscila.

10.Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. “Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem”, explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.

11.Qual sua pretensão salarial?
A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. “Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entneder todos os desafios do cargo”, explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.

12.Quais seus planos para o futuro?
Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.

13.Por que devo contratar você?
Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. “O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer”, diz Baccetti, da 2 GET.

Fonte: Exame.com

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CIO &Carreira &TI André Dourado em 30 mai 2010

40% dos executivos querem mudar de emprego em 6 meses

Analista da Robert Half avalia que esse cenário reflete o aquecimento do mercado e o bom momento da economia brasileira

Redação CIO Brasil
Publicada em 27 de maio de 2010 às 08h00

Uma recente pesquisa realizada pela empresa de recrutamento de profissionais Robert Half detectou que 40% dos executivos brasileiros em posições de média e alta gerência pensam em mudar de emprego nos próximos seis meses.

Ainda de acordo com o levantamento, entre esses profissionais interessados em trocar de emprego, 36% mudariam de empresa se recebessem uma oferta mais interessante de trabalho. E apenas 4% deixariam a organização por conta de qualquer oportunidade.

O estudo, que ouviu 3 mil profissionais em 13 países, mostra que, no mundo, a média de profissionais que planejam mudar de emprego nos próximos seis meses é de 30%. E, no geral, o índice brasileiro é o segundo mais alto, só perdendo para a França, onde a porcentagem chega a 45%.

Na análise sobre o estudo no País, o diretor da Robert Half Brasil, Fernando Mantovani, atribuiu essa intenção dos executivos de mudar de emprego ao aquecimento do mercado e à recuperação da economia nacional. Além disso, ele alerta que as empresas locais terão de investir mais na retenção dos profissionais.

Por fim, a pesquisa também avaliou se esses profissionais estavam propensos, ou não, a mudar de emprego no último ano, durante a crise financeira internacional. E 71% dos entrevistados no mundo – 65% no Brasil – afirmam que não analisaram qualquer possibilidade de trocar de empresa nos últimos 12 meses.

Fonte: CIO

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CIO &Carreira &TI André Dourado em 23 mai 2010

Estudo: experiência é o melhor caminho para a liderança

Levantamento revela ainda que 76% dos profissionais de TI que tiveram a oportunidade de conduzir um grande projeto classificam a experiência como crítica para suas carreiras

CIO/EUA
Publicada em 05 de maio de 2010 às 08h00

A experiência prática em gerenciar projetos que envolvam diversas áreas de negócio representa o melhor caminho para quem quer assumir uma posição de liderança. Pelo menos, essa é a constatação de uma pesquisa realizada pela revista CIO norte-americana, a partir de entrevistas com 100 profissionais de TI que estão em busca de uma posição mais alta na organização.

No levantamento, 76% dos profissionais que tiveram a oportunidade de conduzir um grande projeto de TI classificaram a experiência como crítica para suas carreiras. Por outro lado, 52% dos entrevistados se sentem pouco satisfeitos com as oportunidades de desenvolvimento oferecidas pela empresa para formação de líderes. Além disso, eles avaliam que o coaching interno (37%) ou externo (53%) é importante para aumentar a oportunidade de uma promoção.

Outra constatação é que os aspirantes a líderes empresariais enfrentam muitos obstáculos para conseguir evoluir em seus cargos. Entre os motivos apontados, 39% dos entrevistados disseram que não têm tempo para se dedicar ao desenvolvimento de suas carreiras e 19% afirmam não existir apoio por parte da organização. No entanto, 54% acreditam que poderão chegar a cargos mais altos dentro da própria área de TI em até cinco anos, enquanto 29% esperam ter outros papéis de liderança corporativa.

Segundo o diretor-executivo da fabricante de semicondutores de chips Applied Materials, Simon Dunning, o maior desafio para os aspirantes a líderes é estar em um lugar no qual possam realmente crescer profissionalmente. “É uma faca de dois gumes: ele precisa de oportunidades para crescer, mas também deve ser bem-sucedido ao abraçar as oportunidades. Se houver apenas uma falha, ela poderá destruir um ciclo que está em crescimento”, alerta.

Para os entrevistados, ter bom relacionamento nos negócios (78%), saber mudar o comando durante um evento (75%) e ter a capacidade de lidar com o perfil dos executivos (67%) estão entre as habilidades de liderança mais importantes para ser um CIO de sucesso. Na lista de competências mais citadas também aparece promover a inovação dentro da empresa (49%) e sempre se basear no planejamento estratégico (44%).

Carolyn Johnson e Joab Jackson

Fonte: CIO

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CIO &Carreira &TI André Dourado em 23 mai 2010

Relatório mostra competências necessárias a um bom CIO

Imagem do excelente CIO é a de um líder empresarial com visão estratégica, experiência e capacidade de investir em TI para impulsionar negócios sustentáveis

CIO/EUA
Publicada em 20 de abril de 2010 às 16h59

Excelentes CIOs assemelham-se a ótimos CEOs. Esta foi uma das conclusões de uma análise realizada pela consultoria em recursos humanos Egon Zehnder International (EZI), com base em avaliações de mais de 25 mil executivos do C-level – incluindo CEOs, CFOs, CIOs e COOs. Confira a versão completa do estudo em PDF.

Para realizar o levantamento, os executivos consultados avaliaram as competências de cada uma das posições em uma escala que varia de um a sete, a qual foi traduzida como ‘excelente’, ‘bom’ e ‘mediana’.

No caso específico dos CIOs, os pontos considerados como ‘excelentes’ são os mesmos citados para os CEOs, exceto em duas questões que não foram apontadas nos líderes de TI: conhecimento de mercado e foco no cliente.

A imagem que se tem de um excelente CIO é a de um líder empresarial com visão estratégica, alguém com a experiência e a capacidade de investir em tecnologia para impulsionar negócios sustentáveis. Ainda segundo o relatório, o bom líder da área de TI também é capaz de tornar a tecnologia como parte integrante do negócio.

Já na lista dos CIOs medianos aparecem os profissionais que hoje tem uma postura de ‘chefes’, ou seja, atuam para supervisionar e prestar os serviços de TI.

Perfis diversos

O estudo também indica que existem combinações específicas de competências para cada nível de liderança. Por exemplo, os CIOs mais estratégicos se diferem dos demais pela capacidade de desenvolvimento organizacional, gestão de pessoas e liderança de equipe. Ao mesmo tempo, esses executivos não perdem a experiência prática que foi tão importante para alcançar a performance em suas funções anteriores, mas agora precisam engajar um grupo de pessoas por meio de sua experiência no lugar de perseguirem metas.

De acordo com a EZI, conforme o líder de TI avança para o ‘C-level’ há uma mudança radical, que vai além da capacidade de liderar equipes, e segue na direção de competências mais estratégicas, como habilidade para lidar com mudanças, atributos voltados ao negócio e orientação comercial.

Ainda no relatório, a consultoria dá dicas de qual o roteiro para o desenvolvimento profissional do CIO:

Comece cedo: Embora disparidades entre os níveis não sejam intransponíveis, aprimorar competências leva tempo. Não há nenhuma razão para adiar a aquisição de conhecimento de mercado, por exemplo, ou de qualquer outra competência de nível executivo (C-level), embora isso possa não se tornar fundamental durante sua trajetória. Começar cedo pode diminuir consideravelmente esse caminho.

Mire alto: Você deve se comparar não apenas ao CIO excelente, mas ao presidente excepcional, que possui o mais alto grau de combinação das competências exigidas de um líder empresarial. Um líder de TI que é capaz de desenvolver as mesmas habilidades/competências que o presidente será um membro mais valioso da equipe sênior de liderança e, potencialmente, irá além do papel tradicional da liderança de TI.

Assuma o controle: A crença dos executivos que buscam profissionais no mercado é que as pessoas devem conscientemente gerenciar suas carreiras e seu desenvolvimento. Você não pode esperar que o seu empregador, necessariamente, saiba qual a trilha correta para sua carreira. Com um roteiro claro do caminho para futuro, pode buscar as oportunidades de desenvolvimento adequadas.

Fonte: CIO

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