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ERP & Humor & TI André Dourado em 08 fev 2010

O que Lost tem em comum com os projetos de ERP

Descubra como uma das séries de TV mais famosas do mundo apresenta situações similares às vividas durante a implementação dos sistemas de gestão empresarial

CIO/EUA
Publicada em 05 de fevereiro de 2010 às 13h25

Desde que a série de TV Lost teve início, em 2004, ela se tornou uma verdadeira febre ao redor do mundo. Boa parte do sucesso do seriado deve-se ao fato de que ele estimula a sensação de ansiedade, frustração, surpresa, desespero e apreensão. Para os gestores de TI que trabalham com sistemas de gestão empresarial (ERP), todos esses sentimentos podem parecer bastante familiares.

Seguem diversas situações que confirmam a familiaridade do ERP com o seriado Lost:

Estou do lado deles – por enquanto
É difícil entender em que lado todo mundo realmente está ao assistir Lost. Muito disso deve-se ao fato do seriado mostrar cenas do passado, do futuro e do presente. No blog “Exploring the Devil´s Triangle” (Explorando o Triângulo do Diabo), o consultor Michael Krigsman descreve essa falta de clareza na relação entre fornecedores de software, integradores de sistemas e as equipes dos clientes como uma das causas frequentes de falhas nos projetos de ERP.

Existe um paralelo real dessas forças conflitantes no universo de Lost e poderíamos dizer que o tal triângulo do diabo é composto por: o sempre jovem Richard Alpert, o desleal Bem Linus e o lendário John Locke.

O monstro da fumaça aparece sem aviso
“Por que diabos ele esteve aqui?”, perguntam os habitantes da ilha de Lost desorientados e amedrontados depois de ver a fumaça – criatura que assombra as personagens da série há anos e que continua a representar uma incógnita. Nos projetos de ERP, o mesmo tende a acontecer. De forma geral, durante a integração e a customização dos sistemas tendem a ocorrer problemas desesperadores e que, sem dar qualquer aviso, aparecem e aterrorizam as equipes de TI.

Esses números!
Em Lost existe um conjunto de números que sempre aparecem: 4 8 15 16 23 42
Nos projetos de ERP existe um número que sempre aparece: 22% (custo médio para manutenção anual dos sistemas)

Estereótipos
No seriado, por incontáveis vezes vemos Hurley dizendo “Dude” e Desmond “Brotha” – ambos, gírias para se referir à outra pessoa. Da mesma forma, Ben mente sempre para as pessoas e Kate faz o contrário do que ela deveria. Todos eles representam estereótipos e que também podem ser encontrados quando as empresas contratam um ERP. Existe o executivo “avestruz”, o CFO “contador de centavos”, o perigoso usuário do seu poder e muitos outros arquétipos.

A selva é um lugar assustador
Muitos dos misteriosos habitantes da ilha de Lost passam longos períodos de tempo na selva – ouvindo sussuros de pessoas mortas, correndo do monstro de fumaça e de ursos polares ou, ainda, tentando não ser atacados pelos “outros”. Um novo relatório divulgado pelo Panorama Consulting Group mostra uma situação análoga para o mercado de ERP. O documento é batizado de “Welcome to the Jungle: Lessons from ERP Software Implementation Failures (Bem-vindo à Selva: Lições de Falhas na Implementação de Softwares de ERP, em português).

O que a vida na selva tem a ver com o ERP? Cerca de 65% dos projetos falham, de acordo com a pesquisa.

Alguém é confiável? Ninguém, aparentemente
Não existe episódio de Lost no qual alguns dos sobreviventes não aconselhe outra pessoa a não confiar nos demais. Quando os CIOs e sua equipe lidam com os fornecedores de ERP algo parecido acontece. Existe um sentimento de desconfiança e que fica claro quando se discutem questões como a viabilidade dos produtos no futuro, custos totais e clareza na comparação com as soluções dos concorrentes.

O complexo de herói
Em um capítulo, John Locke é o salvador no universo de Lost, no outro, não. Além disso, em uma cena ele está morto e, na sequência, retorna à vida. Toda implementação de ERP tem essa mistura de situações e exige que em alguns momentos existam ‘salvadores’ para recuperar os projetos de falhas eminentes.

O preço do inesperado
No Lost, de uma hora para outro a história passada de um dos sobreviventes inesperadamente ganha força. É quase certo que quando isso acontece alguém irá morrer ou acontecerá algo importante. A mesma coisa acontece com os projetos de ERP. Um executivo sênior qualquer começa a aparecer nas reuniões de projeto (aquele tal avestruz), fazendo perguntas que deveriam ter sido feitas há muito tempo. Esses profissionais também tendem a deixar claro seu status e suas necessidades para todos. O resultado: O projeto muda drasticamente (e falha) ou morre de vez.

Temos de voltar!
No seriado, seis sobreviventes do acidente com o avião Oceanic 815, inexplicavelmente, depois de serem resgatados voltam para a ilha – porque eles queriam. Para as organizações que investem milhões em um ERP, depois de resolver os problemas de integração e fazer com que os usuários se adequem ao novo sistema, eles descobrem que a solução é complicada, cara e depende de atualizações complexas. O que, para muitas companhias significar retornar ao sofrimento e a dor do passado, quando o projeto teve início.

Fonte: CIO

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CIO & ERP & TI André Dourado em 04 fev 2010

ERP: de mocinho a vilão da TI

Insatisfeitos com o alto custo e a dificuldade de gestão e de customização dos sistemas, os CIOs buscam alternativas mais eficientes e baratas

CIO/EUA
Publicada em 04 de fevereiro de 2010 às 09h05

O que parecia ser um dos melhores cenários de negócio do mundo para os fornecedores de ERP tem tirado o sono dos CIOs. Os custos com manutenção e suporte dos sistemas de gestão seguem em uma trajetória ascendente de, em média, 20% a mais por ano. Isso faz com que, esses sistemas – que já foram considerados a verdadeira panaceia dos departamentos de TI – sejam encarados hoje como algo caro demais, de gerenciamento complicado e difícil de customizar.

De acordo com estudos da consultoria Forrester Research, no ano passado, a receita média obtida com novas licenças de ERP caiu 24%. O cenário deixou os fornecedores tensos e estimulou uma rodada de negociação com os clientes, na tentativa de reajustar custos.

Para contribuir ainda mais com a insatisfação dos CIOs, a utilização dos sistemas de gestão nas empresas tem sido pouco eficiente no que tange à geração de novas fontes de receita para as organizações. Como reflexo direto, os próprios departamentos de TI têm buscado alternativas mais eficientes e baratas à utilização do ERP.

Um bom exemplo desse movimento vem da Kennametal, fabricante de ferramentas para o corte de metais. Depois de, nos últimos 13 anos, realizar mais de 6 mil customizações em seu sistema de gestão, gastando cerca de 10 milhões de dólares – fora os custos de manutenção e suporte -, o CIO da companhia, nos Estados Unidos, Steve Hanna, optou pela troca do ERP por uma ferramenta não customizável. Essa mudança, atualmente em andamento, exigirá uma readequação de todos os processos corporativos. O que, de acordo com o executivo, foi positivo na medida que obrigou as áreas de negócio a avaliar a maneira como trabalham e o fluxo de dados da organização.

A mensagem subliminar dessa história é a de que extrair valor dos ERPs no futuro significará gerenciá-los de forma diferente e, principalmente, mais eficazes financeiramente. Isso porque, enquanto as demandas por novas tecnologias aumentarem, os CEOs exigirão dos executivos de TI que todas as mudanças necessárias sejam feitas com os olhos voltados à calculadora.

Nesse sentido, é impossível não mencionar o modelo de cloud computing (computação em nuvem) – o qual promete a redução de custos – e, segundo o professor de inovação da Universidade de Harvard, Clayton Christensen, tem o potencial para tornar-se base dos sistemas de finanças, recursos humanos e processos corporativos, justamente o que os ERPs fazem hoje.

Maryfran Jonhson

Fonte: CIO

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Blog & CIO & Carreira & TI André Dourado em 02 fev 2010

Os cuidados que os profissionais devem ter com blogs pessoais

Para especialista da Forrester, altos executivos só devem manter página na web se forem bons redatores, estiverem dispostos a atualizá-la constantemente e contarem com o apoio da companhia na qual trabalham

CIO/EUA
Publicada em 02 de fevereiro de 2010 às 10h15

A adoção das mídias sociais como ferramentas de trabalho e comunicação com funcionários, clientes e outros stakeholders deixou de ser considerada uma moda passageira e passou a fazer parte da pauta de discussão de executivos de todo o mundo.

No caso dos CIOs, de acordo com a diretora de pesquisa sobre liderança em TI da consultoria Forrester Reasearch, Sheryn Leaver, mais do que perfis no Twitter, LinkedIn e Facebook, é comum encontrar muitos desses profissionais mantendo blogs próprios, por meio dos quais discutem questões como tecnologia, carreira e outras questões.

De acordo com a especialista, isso se dá por dois motivos: o primeiro deles é a familiaridade de tais executivos com novos recursos tecnológicos; e o segundo, o fato de os CIOs possuírem poucas oportunidades de se comunicar com diversas pessoas ao mesmo tempo – tirando as apresentações corporativas, é claro.

Sharyn destaca que muitos gestores até empenham esforços para captar audiência e estabelecer vínculos de comunicação em seus blogs, mas na maioria das vezes, não o fazem da forma correta. “Assim, acabam perdendo tempo na criação dos posts e ficando frustrados depois ao ver os resultados da iniciativa e os poucos acessos gerados”, explica ela.

Segundo a especialista, isso se deve ao fato de que na maioria das vezes o conteúdo publicado não é de interesse geral, as atualizações não são feitas regularmente ou o próprio CIO não tem boa capacidade de comunicação. Para evitar qualquer frustração, ela aconselha que os executivos só assumam o compromisso de ter um blog de acordo com algumas condições.

• Sentir realmente a necessidade de comunicação por meio da palavra escrita e saber se é bom nisso ou não. Para tanto, é aconselhável que o executivo submeta seus textos à aprovação de alguém que entenda de regras gramaticais redação.

• Estar disposto a atualizar o blog pelo menos uma vez por semana. Na internet as pessoas procuram novidades e, quando uma página permanece estática por mais de sete dias, perde grande parte de sua audiência.

• Checar se a organização na qual atua concorda com a iniciativa do executivo de manter um blog. Isso porque, mesmo que o gestor aborde temas pessoais na página, como membro do C-level de uma organização, sua opinião passa a estar vinculada com a imagem da empresa – queira ele ou não.

• Disponibilizar espaços para comentários e discussão por meio do blog. Alem disso, é preciso que o executivo esteja atento à repercussão de seus posts e utilize as críticas e elogios que receber como forma de melhorar a própria imagem perante o público.

Fonte: CIO

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Carreira & TI André Dourado em 01 fev 2010

Seis estratégias para subir na carreira

Saiba como lidar com chefes que falham na gestão de equipes e não conseguem desenvolver futuros talentos.

Por Computerworld/EUA
01 de fevereiro de 2010 – 07h00

Os gerentes de TI, em geral, são vistos como especialistas na função que exercem, com forte perfil técnico. No entanto, quando o assunto é gerenciar pessoas e traçar um plano de carreira para as equipes, a maioria falha. De que forma, então, é possível chegar a eles e mostrar suas ambições profissionais?

Para o executivo Eric P. Bloom, que ocupou posições em empresas como Monster Worldwide, Independence Investments e Fidelity Investments, a saída é ter uma postura proativa. Ele lembra da história de um profissional que queria trabalhar na área de programação, mas tinha dificuldades em ocupar espaço na empresa, já que seu gerente não era forte no desenvolvimento da equipe. Foi quando decidiu ir à luta.

No momento em que seus colegas encontraram erros em novos programas, ele percebeu o quanto poderia ajudar nas correções. Nesse processo, acabou se tornando um bem precioso tanto aos olhos de seu gerente quanto aos da pessoa que coordenava a equipe de programação da companhia.

Bloom, agora fundador e presidente da empresa de gestão Mecânica Manager LLC, com sede em Massachusetts (EUA), afirma que a história reflete bem a realidade de muitos líderes de TI que não conseguem identificar talentos e ajudar no desenvolvimento de suas equipes. “O fato é que eles foram promovidos porque eram tecnicamente bons, mas não necessariamente porque tinham fortes habilidades interpessoais ou perfil de liderança”, avalia.

Pode ser que você se depare com um chefe legal e ao mesmo tempo pouco ou nada preparado para ajudar sua equipe a progredir. A boa notícia é que a menos que você esteja em uma organização sem perspectivas de futuro, certamente conseguirá entrar em grandes projetos, ter a chance de ser notado e, em algum momento, receber uma promoção sem interferência de chefe direto.

O que fazer para chegar lá pode ser simples. Computerworld traçou seis estratégias que podem ajudá-lo a crescer profissionalmente, quando seu chefe não lhe ajuda.

1. Seja claro sobre o que você pode oferecer
A maioria das pessoas não consegue mostrar o valor pode criar para a empresa. Sempre que possível deixe claro que competência você possui e como ela pode ser aplicada para ajudar na obtenção de resultados. Ser visto como alguém que faz a diferença pode levá-lo a futuro candidato a promoções.

2. Peça o que você deseja
Mesmo que seu gestor não tenha demonstrado apoio até o momento, você deve sentar-se frente à frente com ele e expor suas ambições. Deixe que ele saiba que você precisa dele e esteja pronto para ouvir que seu chefe precisa de você. Esteja preparado também para articular o que você pode fazer por ele e como suas habilidades podem ajudar a organização. Não esqueça que seu chefe é a pessoa mais próxima a se tornar um defensor seu.

3. “Comprometa-se” com o sucesso do seu chefe
Pode parecer estranho, se você está sobrecarregado e insatisfeito. Mas se quiser ter sucesso, fixe sua mente no comprometimento com o sucesso de seu chefe. Assim, você se torna parte do trabalho dele e tem a chance de apontar saídas para erros ou problemas com fornecedores. Assim você se destacará pelo potencial que possui.

4. Faça conexões
Quanto mais você construir relacionamentos em toda a organização, melhor posicionado estará na hora de ser considerado para futuras oportunidades. Não comece por olhar para fora de seus interesses, mas aprenda a tentar conhecer um pouco mais sobre as outras pessoas que estão ao seu redor na empresa. Sempre que possível, almoce com alguém que você conheceu recentemente.

5. Faça o trabalho que você quer eventualmente
“Se você quiser se destacar, vá em frente, demonstre o que você é capaz de fazer”, diz o vice-presidente de marketing da AT&T, Von Wright. “Você precisa fazer o trabalho que quer e para isso tem que começar a fazê-lo hoje mesmo”, aconselha.

Por exemplo, se você é um gerente sênior da área de tecnologia, mas pretende levar os projetos às equipes responsáveis pela definição das estratégias, arregace as mangas traduzindo os projetos em métricas de negócio.

Claro que estar de olho em uma promoção não descarta a tarefa de continuar cumprindo com todas as suas obrigações. Mas você estará usando suas competências para esforços que no futuro podem ser reconhecidos na hora da empresa destacá-lo para a uma nova função, a qual você deseja ocupar um dia. “Você não pode perder a oportunidade de demonstrar suas habilidades na frente de líderes que não são, necessariamente, o seu chefe”, diz.

6. Acredite e mantenha a esperança
Tanto Wright quanto outros especialistas em carreira aconselham a agir como se já fosse o profissional pronto que você quer se tornar. Se o seu chefe não é solidário aos seus esforços, tenha fé, acredite que alguém será. “Todo bom líder está sempre procurando as pessoas certas”, afirma Wright. “E, quando perto de pessoas que têm as qualidades certas, começará a trabalhar para conseguir que o indivíduo se destaque na equipe”.

Fonte: Computerworld

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CIO & Gestão & TI André Dourado em 01 fev 2010

Como escolher um gerente dos contratos de terceirização

Em um ambiente corporativo global e complexo como o de hoje, os gerentes são os responsáveis por transformar a estratégia do departamento em ações coordenadas e voltadas à geração de resultados

CIO/EUA
Publicada em 01 de fevereiro de 2010 às 10h25

A antiga definição de médio gerente – aquela pessoa que cuida apenas de detalhes operacionais, não tem poder de decisão e reporta-se ao CIO – é muito limitada para o papel que esses profissionais desempenham atualmente, de acordo com a professora de tecnologia e globalização e diretora da unidade de terceirização da Escola de Economia de Londres, Leslie Willcocks.

Ela defende que em um ambiente corporativo global e complexo como o de hoje, os CIOs precisam eleger gerentes responsáveis por transformar a estratégia do departamento em ações coordenadas e voltadas à geração de resultados. Para a fundadora do segmento de estudos sobre outsourcing da escola, Catherine Griffits, quando o assunto é o gerenciamento de contratos de terceirização, o papel do profissional responsável pela tarefa tem de ser ainda mais determinante.

Segundo ela, a falta de gerentes capacitados no comando dos acordos com prestadores de serviços pode gerar muitas dores de cabeça aos CIOs. “Além da falta de controle rígido dos custos e dos níveis de serviços, o mau gerenciamento faz com que fornecedores pensem que podem relaxar no cumprimento de suas obrigações contratuais”, afirma ela, que complementa: “Quando se trata de offshore, esses profissionais precisam ser ainda mais qualificados já que, além de questões de negócio, são obrigados a lidar com as diferenças culturais entre os países.”

São poucos os líderes, no entanto, que reconhecem o valor de um gerente. “Isso só acontece quando o profissional deixa a companhia e os contratos, bem como a prestação dos serviços de outsourcing começa a degringolar”, explica Leslie. Outro caso clássico, segundo ela, é quando um profissional mediano assume a função e o CIO percebe diferenças de resultado em relação ao executivo que atuava anteriormente no cargo.

Para preparar profissionais para a gerência, os diretores de TI precisam entender exatamente quais são os papeis desses colaboradores durante a contratação de fornecedores, gerenciamento de contratos e prestação de serviços. De acordo com Leslie e Catherine, seis são as principais atribuições de um bom gerente de outsourcing e que precisam ser valorizadas pelos CIOs:

• Monitorar e proteger – por meio da mitigação e gestão de riscos de segurança em relação às funções que serão terceirizadas e da adequação dos contratos às normas regulatórias que devem ser seguidas pela companhia.

• Facilitar – a partir do poder de tomada de decisões rápidas, os gerentes devem resolver problemas corriqueiros e que podem atrapalhar as metas de geração de resultados do departamento.

• Organizar – os gerentes devem planejar processos e criar métricas de desempenho, bem como trilhas de auditoria e backups de dados que podem ser necessários no futuro – por questões estratégicas ou de segurança.

• Desenvolver relacionamentos – esses profissionais devem criar vínculos de confiança, respeito e cooperação entre os membros da equipe e os parceiros.

• Empreender – por meio da busca incessante pela inovação, melhorando a eficiência da operação e gerando melhores resultados em longo prazo.

• Observar – o gerente deve estar por dentro de tudo o que acontece no departamento e na empresa fornecedora para detectar possíveis fissuras no relacionamento.

Stephanie Overby

Fonte: CIO

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Carreira & Curriculo & TI André Dourado em 25 jan 2010

Mercado de TI busca profissionais com inglês fluente

Empresas de Tecnologia da Informação enfrentam dificuldades de recrutar profissionais que falam o idioma fluentemente, por isso Englishtown cria curso com conteúdo específico para esta área

Considerada um diferencial no mercado de trabalho, a fluência no inglês é essencial na área de Tecnologia da Informação (TI). Antigamente, as empresas de TI priorizavam a especialização técnica de seus profissionais. Hoje, com a globalização do mercado e o intercâmbio comercial entre os países, dominar uma língua estrangeira, especialmente o inglês, é fundamental. No entanto, recrutar profissionais que tenham esta qualificação é um desafio para as empresas da área.

De olho neste mercado, a Englishtown oferece um conteúdo específico para a área de TI. No curso, além de aprender o idioma, o aluno tem contato com termos técnicos da área e vivencia a experiências da rotina da área de tecnologia. Segundo a consultoria brasileira de TI, TOPMIND, é comum, neste mercado, que as empresas prospectem clientes em outros países. No entanto, elas não conseguem suprir suas necessidades de contratação de pessoal devido à dificuldade em encontrar profissionais preparados. Além disso, boa parte dos programas e softwares de tecnologia exige a compreensão do inglês. Sendo assim, o idioma é tão necessário na área operacional, quanto na executiva.

Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a fluência no inglês é um imperativo para que o mercado brasileiro seja competitivo. “A oferta de profissionais com fluência em inglês é fundamental para a competitividade de um País no que se refere aos serviços de TI. Porém, no Brasil, o número de trabalhadores bilíngües ainda é insatisfatório”, diz o executivo. Por outro lado, o cenário é animador para os profissionais que dominam o idioma. Estimativa aponta que aqueles que falam inglês ganham 25% a mais do que os profissionais que não têm fluência no idioma, segundo a TOPMIND.

Fonte: www.englishtown.com.br

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Carreira & Gartner & TI André Dourado em 22 jan 2010

Gartner prevê 4 novos perfis de profissionais na TI

De acordo com relatório, por uma pressão das empresas, os CIOs deverão ter 40% de suas equipes provenientes de outras áreas da companhia ou sem experiência em tecnologia

Redação da CIO Brasil
Publicada em 20 de janeiro de 2010 às 08h00

Por conta de um envolvimento cada vez maior da TI com questões relacionadas ao negócio, o CIO precisará diversificar sua atual equipe. A constatação faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Gartner e no qual são identificados quatro novos perfis de profissionais que devem ser incorporados à área de tecnologia da informação, mas que não têm conhecimentos técnicos.

O relatório do Gartner faz uma previsão de que, até o final de 2010, 40% das pessoas que se reportam à área de TI – seja de forma direta ou indireta – terão um foco bastante direcionado ao negócio ou não apresentarão um perfil tecnológico.

Focados em questões legais
Segundo o Gartner, 20% das duas mil maiores companhias do mundo devem incorporar a seus organogramas a função de gestor de suporte legal. O número fica bem acima dos 5% registrados em 2005.

As atribuições desse profissional contemplam a criação de políticas para a estruturar parcerias, a adequação operacional a normas regulatórias e a mediação das relações entre as áreas de TI e departamento jurídico. Em vez da contratação desses profissionais, as empresas podem optar pelo treinamento de executivos de segurança da informação em legislação.

Focados em arquivos digitais
Arquivistas digitais serão necessários para organizar e preservar arquivos digitais corporativos para fins legais e regulatórios. De acordo com as expectativas do Gartner, até 2012, 15% das empresas terão em seus quadros de pessoal funcionários responsáveis pelo arquivamento eletrônico de documentos. Em 2009, a presença desses profissionais não foi detectada em nem 1% das companhias.

Quanto ao perfil de quem pode ocupar essa posição, estão pessoas com formação em biblioteconomia ou antigos funcionários já em fase de aposentadoria.

Focados em gestão das informações de negócio
Com base em pesquisa realizada pelo Gartner de junho a agosto de 2009, 20% dos gestores de negócios classificaram como “pobres” as informações que recebem dos departamentos de TI. Assim, os CIOs cada vez mais serão cobrados por, dentro de suas equipes, criar uma área específica para gestão de dados.

Ainda de acordo com a consultoria, até 2013, 20% das organizações já devem ter criado essa função.

Focados na arquitetura de dados corporativos
Assim como acontece na TI, as áreas de negócios também precisarão de profissionais responsáveis por questões como taxonomia, modelos de documentos e templates de apresentação. No entanto, a principal atribuição desse colaborador será de desenvolver maneiras para a utilização dos dados – estruturados ou não – armazenados nos data centers da companhia. Em alguns casos, o arquiteto de informação pode ser a mesma pessoa que assumiu a gestão dos dados.

Fonte: CIO

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CIO & Carreira & Curriculo & TI André Dourado em 17 jan 2010

CIOs estão menos preocupados com alinhamento entre TI e negócios

Os dados do estudo ‘The State of the CIO 2010′ mostram também que, neste ano, aumentou o número de gestores com perfil operacional

CIO/EUA
Publicada em 15 de janeiro de 2010 às 09h05

linhar TI e negócios continua a ser a principal preocupação dos CIOs. Contudo, o estudo The State of the CIO 2010 – levantamento realizado com 594 líderes da área de tecnologia da informação de médias e grandes empresas de todo o mundo – mostra que, nos últimos dois anos, caiu de 82% para 64% o volume de gestores que apontaram essa como sua principal atividade.

Para o vice-presidente da área de TI e comunicação da agência de viagens BCD Travel, Hilton Sturisky, uma das justificativas para que os profissionais se sintam menos pressionados a alinhar tecnologia e negócios está no fato de que, nos últimos anos, eles passaram a não olhar apenas para dentro da organização e começaram a se preocupar também com os clientes.

A percepção de Sturisky se confirma no The State of the CIO. O estudo deste ano mostra que dos 62% de executivos que tiveram de postergar ou cancelar projetos de TI, a maioria cita que a ação foi motivada pelo fato de que a iniciativa não traria resultados em termos de aumento de vendas e receita para a organização.

A crise financeira também teve efeitos diretos na postura dos gestores de tecnologia, os quais tiveram de se envolver mais com atividades operacionais do que antes. Enquanto que, no estudo de 2009, 52% dos CIOs usavam a maior parte do tempo para atividades relacionadas à transformação, neste ano, essa porcentagem caiu para 45%. Por outro lado, cresceu de quase 30% para 34% o volume de executivos que passaram a dedicar a maior parte do dia a iniciativas consideradas operacionais.

(Kim S. Nash)

Fonte: CIO

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CIO & Humor & TI André Dourado em 14 jan 2010

Os oito perfis de profissionais que atuam na área de TI

Uma visão divertida das pessoas que hoje compõem a equipe comandada pelos CIOs e os motivos que as levam a ser consideradas diferentes dentro da organização

Computerworld/EUA
Publicada em 13 de janeiro de 2010 às 12h30

De forma geral, os profissionais da área de TI são vistos como um grupo à parte dentro da organização. Os assuntos com os quais eles lidam e a dificuldade de se comunicar com o restante da organização faz com que a equipe comandada pelo CIO se afaste do resto da companhia.

Como forma de mapear hoje o perfil das pessoas que optam pela área de TI, o Computerworld criou um guia divertido e que pode ajudar o gestor de TI a identificar e entender melhor os profissionais de sua equipe.

1. O terno vazio
Cargos: Gerente de TI e analista de negócios
Perfil: Contratado para ser uma ligação entre a gestão de alto nível e os técnicos. Atua como um intermediário durante as visitas de clientes. Decorou a maioria das siglas importantes e domina a arte de assentir conscientemente em reuniões e, em seguida, navegar pela Wikipedia para descobrir sobre o que se estava falando. Em alguns casos, pode ter um diploma ou certificado de alguma instituição online duvidosa.

Hobbies: Controlar os novatos
Último livro lido: “O Manifesto ClueTrain”
Maior realização: Perder propositalmente jogos de golfe para os demais executivos da companhia
Traços marcantes: Imitações baratas de roupas
Ídolo: Michael Dell
É parecido com: Michael Scott (Steve Carrel) da série de TV “The Office”

2. O assustador administrador de sistemas
Cargos: Administrador de rede e administrador de bancos de dados.
Perfil: A companhia não funciona sem sua presença – e esse profissional sabe disso. Felizmente, ele gosta mais de lidar com máquinas do que com pessoas, então o restante da empresa pode ficar tranquilo e confiante, porque ele gasta mais tempo do que o necessário para manter os sistemas ativos.

Hobbies: Ganhar certificados, escrever subrotinas de segurança para redes em código binário para proteger dados do setor
Último livro lido: “O Livro Completo de Truques Sujos” (Get Even: The Complete Book of Dirty Tricks, en inglês)
Maior realização: Manteve toda a rede refém ao se recusar a fornecer as senhas para o “Terno Vazio”
Traços marcantes: Algemas e um macacão laranja
Ídolo: Terry Childs (ex-administrador de redes nos EUA que ganhou notoriedade ao bloquear o acesso a uma rede em São Francisco, Estados Unidos)
É parecido com: Terry Childs

3. A barricada humana
Cargos: Desenvolvedor de software, arquiteto empresarial e administrador de sistemas.
Perfil: Independentemente do projeto ou tarefa apresentados, a “barricada humana” sempre responde da mesma forma: não é possível. A resposta é seguida por uma lista dolorosamente detalhada de todas as razões pelas quais o projeto custará muito, terá baixo rendimento ou não poderá ser integrado no tempo necessário. E, é claro, foi uma má ideia desde o começo.

Hobbies: Reclamar
Último livro lido: “Odeio Esse Lugar: O Guia da Vida para o Pessimista” (I Hate This Place: The Pessimist’s Guide to Life, em inglês).
Maior realização: Não ter realizado nada desde 1979
Traços marcantes: Camisesta com gola polo, calça cáqui e ainda carrega uma régua de cálculo
Ídolo: O personagem Eeyore – o burrinho do desenho animado o “Ursinho Pooh”
Mais se parece com: O androide paranóico Marvin, de “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy”

4. O zangão irritado do suporte
Cargo: Técnico de suporte
Perfil: Contratado para andar de mesa em mesa consertando computadores de pessoas que parecem não valer o seu tempo. Fará o que você pedir e nada a mais. Sabe mais do que você em relação a computadores – algo que ele consegue provar em todas as conversas – mas não está interessado em compartilhar informações úteis.

Hobbies: Armas, tiroteios e atos de violência aleatórios
Último livro lido: “Qual a Cor do Seu Paraquedas?” (What Color is Your Parachute?, em inglês)
Maior realização: Morte tripla jogando Halo
Traços marcantes: Carranca permanente e tênis Nike de 1982
Ídolo: William “D-fens” Foster (Michael Douglas) em “Um Dia de Fúria”
Mais se parece com: Milton Waddams (Stephen Root) em “Office Space”

5. O Supernerd
Cargos: Engenheiro de softwares e programador sênior.
Perfil: Inteligente, lógico e anti-social ou, em outras palavras, o que a maioria das pessoas pensa de um profissional de TI. O Supernerd pode ser classificado como introvertido, com pensamento intuitivo e julgador de caráter. Se ele precisar se comunicar com seres de inteligência inferior (exemplo: você), prefere fazer isso por e-mail.

Hobbies: O que são essas coisas chamadas hobbies?
Último livro lido: “Código: A Linguagem Oculta de Hardware e Software de Computadores” (Code: The Hidden Language of Computer Hardware and Software, em inglês)
Maior realização: Reescrever completamente e analisar cada linha do código de um sistema sem ninguém ter percebido
Traços marcantes: Algumas vezes confunde a vida real com Second Life ou digita no ar sem perceber
Ídolo: Mr. Spock
Mais se parece com: Dr. Sheldon Cooper (Jim Parsons), da série de TV “The Big Bang Theory”

6. O fã de sistemas operacionais
Cargos: Help desk, técnico de suporte, programador.
Perfil: Há apenas um caminho verdadeiro – e, mais importante, apenas um sistema operacional verdadeiro – para essa pessoa. Todos aqueles que não acreditam nisso são tolos, cujas necessidades tecnológicas serão ignoradas. Apesar de, na maioria dos casos, associados aos produtos da Apple, algumas vezes também gostam das plataformas Windows ou até mesmo Linux. Todas as conversas terminam com justificativas sobre as razões pelas quais o sistema operacional dele é melhor, apesar da companhia não utilizá-lo.

Hobbies: Retrucar comentários de artigos online que criticam o sistema operacional de sua escolha
Último livro lido: Nenhum; apenas lê blogs sobre o seu sistema operacional favorito
Maior realização: Crackear o iPhone, manter-se aliado ao Windows Vista, controlar todas as editorias da Ubuntu wiki
Traços marcantes: Botões de orelha branca, camiseta original estilo Microsoft Bob, um pinguim empanado
Ídolos: Steve Wozniak, Bill Gantes, Linus Torvalds
Mais se parece com: Steve Ballmer

7. O promessinha
Cargos: Outbound de vendas, desenvolvedor de negócios
Perfil: Não há nada que essa pessoa não diga para fechar um negócio. Você quer recursos que o produto original não tem? Fechado. Se precisa de algo em seis meses, o “promessinha” conseguirá em três. É claro, ele não tem que entregar nada – esse é um trabalho para os desenvolvedores. Atrasos, gastos excessivos e recursos extras serão a dor de cabeça de outra pessoa.

Hobbies: golfe, Michelob Ultra
Último livro lido: “A Arte da Guerra” (Sun Tzu)
Maior realização: Fechar um negócio de software corporativo de milhões de dólares usando uma versão de demonstração baixada da internet
Traços marcantes: Sorriso de vendedor de carros usados.
Ídolo: Blake (Alec Baldwin) em “O Sucesso a Qualquer Preço”
Mais se parece com: Jack Donaghy (Alec Baldwin) em “30 Rock”

8: O vulto
Cargos: Desconhecidos
Perfil: Não é problema meu, não é meu trabalho, não é culpa minha – esse é o slogan do Vulto que, de alguma forma, consegue ocupar espaço no departamento de TI (e receber um pagamento) sem preenchê-lo. Ninguém sabe ao certo o que o Vulto faz, sempre porque ele ou ela se tornou um expert em não fazer quase nada. Com o tempo, o Vulto pode receber responsabilidades de gestões, para depois evoluir para a “barricada humana”.

Hobbies: Vender hardware não usado pela empresa no eBay durante o almoço
Último livro lido: “Ninjutsu: A Arte da Invisibilidade” (Ninjutsu: The Art of Invisibility, em inglês)
Maior realização: Tirar um mês de férias sem que o chefe percebesse
Traços marcantes: Nenhum
Ídolo: Sargento Schultz (John Banner) em “Hogan’s Heroes”
Mais se parece com: Uma célula não identificada na folha de pagamento

(Dan Tynan)

Fonte: CIO

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Carreira & Curriculo André Dourado em 12 jan 2010

Saiba como se preparar para uma entrevista de emprego em inglês

Há maneiras de evitar possíveis engasgos na hora de se apresentar. G1 preparou dicas que ajudam no preparo. Confira.

Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo

Quem está com o inglês um pouco “enferrujado” ou não domina completamente o idioma sabe: passar por uma entrevista de emprego na língua estrangeira dá aquele friozinho na barriga. Segundo especialistas, não adianta mentir na hora de colocar o nível do inglês no currículo, pois o entrevistador descobrirá a verdade. Há, porém, maneiras de se preparar e evitar possíveis engasgos, treinando com antecedência como se apresentar no idioma.

De acordo com coordenador de processos pedagógicos da rede de escolas de inglês CNA, Jaime Cará Júnior, é importante que o candidato treine os termos em inglês da área de atuação. Conhecer sobre a empresa e saber como falar sobre a companhia em inglês é outra questão importante.

Uma linguagem rica em adjetivos e sem gírias também é bem vista, afirma o especialista. De acordo com Cará Júnior, as entrevistas em inglês costumam fazer com que os candidatos se expressem na língua e não apenas respondam as perguntas com “Yes, I do” e “No, I don’t” (que significa sim e não).

Mesmo que o candidato responda uma frase curta, o entrevistador forçará a pessoa a se expor, seja fazendo uma nova pergunta, seja pedindo para ele explicar melhor a situação.

Por isso, quando treina com antecedência, o candidato consegue dar respostas mais completas e evita futuras perguntas do entrevistador, afirma Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico da rede de escola de idiomas Cultura Inglesa. “O candidato não é pego de surpresa”, diz.

Segundo Lizika, outro benefício de estudar em casa é que o candidato vai à entrevista seguro e corre menos riscos de travar na hora de falar em inglês. Segundo ela, mesmo que o profissional não tenha um idioma afiado, ele pode causar boa impressão só pelo fato de estar tranqüilo e ter boa desenvoltura. “O ideal é não ter medo de estar enferrujado e mostrar confiança. A primeira impressão é a que fica”.

Por no papel

Cará Júnior, da CNA, indica ainda que o candidato treine escrevendo sobre si mesmo, sobre o trabalho e sobre experiências profissionais em inglês. “Ao escrever, a pessoa terá a necessidade de usar certas palavras e estruturas que não seriam lembradas ao falar”, explica. Segundo ele, a escrita já é uma forma de estudar. “Não adianta abrir o livro de inglês e achar que está estudando. É preciso ter foco”, diz.

Procurar rotas diferentes para explicar situações também é uma forma de não travar na hora da entrevista. Se o candidato não lembra como dizer determinada estrutura, o ideal é dizer a mesma coisa de maneira mais simples, fazendo-se compreensível.

Tempos verbais

Segundo Cará Júnior, é importante atentar-se aos tempos verbais. Se a pergunta é sobre planos e objetivos, é importante lembrar quais são as expressões usadas para falar sobre o futuro. Se a questão é sobre experiências profissionais, vale relembrar as estruturas usadas para falar sobre o passado. Responder as perguntas em voz alta e olhando para espelho são dicas para treinar a pronúncia.

Seleção

De acordo com Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, empresa que seleciona jovens para programas de trainee e estágio, os selecionadores costumam pedir que os candidatos falem de seu histórico profissional, façam uma apresentação e digam sobre a profissão que escolheram. “A entrevista não sai muito disso”, diz.

Ela afirma que é valido o candidato treinar antes da entrevista, uma vez que, quanto mais se preparar para a seleção, mais chances o profissional terá. “Ao treinar, o candidato ficar mais tranqüilo e na hora mostra o inglês que tem. Ele deve se preparar para falar sobre ele”, diz.

Na Cia de Talentos, porém, os candidatos passam por testes online de inglês antes de serem chamado para entrevista, o que já seleciona pessoas que têm o nível desejável para a vaga.

Interesse

De acordo com Cará Júnior, a partir do nível intermediário de inglês o candidato já consegue participar de uma entrevista no idioma, desde que seja um bom aluno.

O importante, porém, segundo os especialistas, é nunca mentir o nível e sempre mostrar interesse em aprender. Renata, da Cia de Talentos, diz que um candidato ganha pontos se, ao assumir que não tem um bom inglês, demonstrar ter vontade de aprimorar o idioma. “Se a vaga não exige o inglês com urgência, o candidato pode ser considerado”, disse.

Fonte: G1

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