Arquivo Mensalagosto 2008
TI &Tech André Dourado on 30 ago 2008
Ex-Googlers criam novo serviço de busca
Reuters
Segunda-feira, 28 de julho de 2008 – 08h50

MENLO PARK- Ex-engenheiros do Google estrearam um buscador que promete superar o Google em páginas indexadas.
Uma start-up comandada por ex-executivos do Google revelou no domingo (27/07) um mecanismo de busca na internet que pode superar o líder do mercado em abrangência da rede.
O Cuil (pronuncia-se “cul”) é um novo serviço de pesquisa, disponível no www.cuil.com, capaz de indexar mais rapidamente e de forma mais barata uma quantidade de conteúdo maior do que a oferecida pelo Google.
A tecnologia utiliza técnicas conhecidas, que se baseiam em links e em padrões de tráfego de audiência, mas que também analisam o contexto de cada site e os conceitos relacionados a cada pesquisa do usuário.
“Nossos avanços na tecnologia de busca online nos permitiram indexar muito mais, colocando quase que todo o material da rede ao alcance dos internautas”, disse Tom Costello, co-fundador do Cuil e CEO, em comunicado.
Danny Sullivan, analista de busca online, disse que o Cuil deve explorar as reclamações dos usuários do Google – os quais afirmam que os resultados favorecem sites já populares.
“A hora para surgir um concorrente é agora”, alertou Sullivan, “Mas competir com o Google ainda é uma tarefa assustadora, como a Microsoft pode lhe comprovar”.
A líder mundial dos softwares ocupa o 3º lugar no mercado de buscas online e tem fracassado em unir forças com o Yahoo!, segundo lugar, para combater o Google.
Fonte: Info On-Line
Blog &TI &Tech André Dourado on 30 ago 2008
Divulgação de Blogs sobre Tecnologia no Orkut
Nesse início de vida de blogueiro, comecei a procurar formas de divulgar o blog. Li em algum artigo sobre divulgação, que as redes sociais são uma forma interessante de divulgação.
Achei no Orkut diversas comunidades que tem o objetivo de divulgar endereços de blogs, porém no mesmo lugar que eu tento divulgar meu blog, há blogs de teenagers, de cerâmicas artísticas, de roqueiros…enfim, blogs de tudo que se possa imaginar. Eu com minha mente de analista de sistemas fico meio perdido nesse mundo não classificado e desorganizado.
Criei uma comunidade no Orkut para aqueles que como eu, se sentem meio perdidos na hora de divulgar seu blog de tecnologia. A comunidade se chama: “Blogs de Tecnologia”.
Se o assunto de seu blog é algo em torno de: internet, sistemas operacionais, metodologias de desenvolvimento, ambientes de programação, hardware, software, ERPs, Bancos de Dados e tudo mais relativo à nossa área, sinta-se em casa.
Nada contra os demais blogs, apenas para tentar organizar um pouco mais a comunidade blogueira.
Participem.
Projetos André Dourado on 29 ago 2008
Por que seu gerenciamento de projetos falha
CIO (EUA)
Publicada em 28 de agosto de 2008 às 19h29
De acordo com a responsável por pesquisa sobre o tema na Forrester, é preciso flexibilizar o escritório de gerenciamento de projetos
Práticas de gerenciamento de projetos de TI estão em uma encruzilhada, e estão minando a habilidade de os departamentos de TI entregarem projetos com sucesso. Essa é a conclusão de uma pesquisa recente da Forrester, “Fortalecendo os Músculos de seu Gerenciamento de Projetos”, publicada em julho.
Mary Gerush, autora do relatório (e ex-gerente de projetos de TI), nota que a disciplina de gerenciamento de projetos não caminhou no mesmo ritmo das mudanças dos departamentos de tecnologia da informação ou do negócio.
Gerush escreve que enquanto os departamentos de TI adotaram arquitetura orientada a serviços e práticas de desenvolvimento ágil para se tornarem mais ágeis para responder às necessidades do negócio, a disciplina se manteve focada na metodologia. E as metodologias tradicionais têm se mostrado muito rígidas e burocráticas para o nível de competitividade dos negócios de hoje. De fato, nota Gerush, essas metodologias podem trabalhar contra os departamentos de TI.
A razão pela qual as metodologias de gerenciamento de projetos tradicionais mais atrapalharem que ajudarem a TI é porque exigem muito rigor. Por exemplo, diz Gerush, gerentes de projeto devem seguir scores ou processos pré-definidos e passos, e devem entregar rios de documentos em cada fase do projeto – sendo que cada uma delas torna lento cada um deles.
“Há tanto rigor e normalmente tanta documentação e tantos processos para seguir a metodologia que os tornam lentos de forma que não pode mover-se tão rápido quanto precisa o negócio ou tão rápido quanto a tecnologia possibilita”, diz ela.
O remédio: Gerenciamento Flexível de Projetos
Para manter o passo com o negócio e com o resto da TI, escritórios de gerenciamento de projetos precisam tornar suas práticas mais flexíveis. Gerush oferece quatro medidas para os times aplicarem e melhorarem o tempo de resposta.
1-Adote um framework. Um framework é uma coleção de várias peças da funcionalidade de um gerenciamento de projetos, diz Gerush. Quantos passos são necessários para um projeto e não todos os passos de uma metodologia.
2-Descubra o que realmente precisa entregar. Para projetos de curta duração, um relatório por e-mail da situação pode ser mais apropriado que um documento formal, a formalidade e requisitos de um documento pode ser a morte de alguns projetos, escreve ela. Por isso, aconselha que os gerentes de projeto customizem as entregas de acordo com as necessidades de cada um deles.
3-Meça a eficiência de um projeto de forma diferenciada. Gerenciamento de projetos baseia-se em entregar projetos no prazo e dentro do orçamento, e claro, confia-se na metodologia para fazer isso acontecer. Mas se pretende que o gerenciamento de projetos seja mais flexível, precisa encorajar um novo comportamento. Então recompense a equipe quando eles se adaptam de forma rápida as necessidades de mudança do negócio, mesmo se o prazo e o orçamento tiverem alguns deslizes.
4-Treine gerentes de projetos para serem líderes, mais do que malucos por controle. Gerentes de projeto podem confiar na habilidade analítica para completar projetos. “Mas o gerenciamento flexível não é uma questão exata, preto ou branco”, escreve. Requer uma visão mais completa, compreensão e exercício de liderança adaptativa ao invés de comando e controle.
5-Continue melhorando as praticas de gerenciamento. Sua abordagem deve envolver TI e o negócio. Solicite aos gerentes de projetos e parceiros de negócio idéias sobre como fazer sua prática de gerenciamento de projetos mais responsiva.
Fonte: CIO
TI &Tech André Dourado on 28 ago 2008
Multi-touch: o futuro da computação está na ponta dos seus dedos
Por Daniela Moreira, editora assistente do IDG Now!
São Paulo – Conheça a tecnologia que está revolucionando a comunicação com as máquinas e que, cedo ou tarde, chegará às suas mãos.
No início, era o teclado. Para “conversar” com os computadores, digitávamos comandos na linguagem das máquinas – lembra do C:/ piscando na tela? – e recebíamos respostas igualmente complicadas, no jargão próprio dos programadores. Então vieram as interfaces gráficas, que substituíram os comandos no teclado pelo mouse. A providencial flechinha, que nos permite clicar em qualquer ponto da tela, selecionar, arrastar, movimentar objetos, parecia a solução definitiva para todos os problemas.
Porém, estamos testemunhando o nascimento de uma nova forma de interagir com as máquinas, muito mais intuitiva e natural: os múltiplos toques – ou multi-touch, como foi batizada a tecnologia.
As telas que respondem ao tato em si não são novidade. Desde o hoje pré-histórico Palm, que reconhecia a escrita na tela, aos terminais de atendimento bancário, com seus já familiares botões virtuais, já sabíamos que era possível comandar pelo toque.
O multi-touch, no entanto, vai muito além destes usos que já se tornaram comuns para nós. Não estamos mais falando de tocar um ponto pré-definido na tela, apertando um botão ou selecionando um número qualquer.
Por meio de uma combinação entre software e hardware e do uso de técnicas como sensibilidade ao calor, à pressão dos dedos, luz infravermelha, captura óptica e captura de sombra, a tela multi-touch é capaz de perceber e interpretar diversos toques em pontos diferentes de uma tela simultaneamente e transformá-los em comandos.
Na prática, significa poder tocar em um objeto na tela e arrastá-lo; girar, aumentar e diminuir imagens; virar páginas virtuais; navegar por mapas, aproximando e afastando as imagens; traças linhas e desenhar formas – tudo isso usando as pontas dos dedos.
Multi-touch entra em cena
Se este pacote de recursos lhe soou familiar, não é mera coincidência. Todos eles ganharam fama pela primeira vez com o arrasa-quarteirão da Apple, o iPhone, lançado em 2007. “O multi-touch é a grande revolução do iPhone”, reconhece Fábio Ribeiro, engenheiro de sistemas da Apple Brasil.
De lá para cá, o multi-touch vem se tornando cada vez mais conhecido e ganhando outras aplicações comerciais. A onda começou com o Surface, computador-mesa da Microsoft, apresentado pouco depois de Steve Jobs fazer a primeira demonstração do iPhone.
Bill Gates demonstra o Touch Wall:
O Surface é uma mesa que pode funcionar como um centro multimídia da casa, na qual várias pessoas podem interagir juntas com fotos, vídeos e mapas, assim como no telefone da Apple. Além das dimensões e da colaboração, a novidade introduzida no dispositivo é o reconhecimento e a interação com dispositivos posicionados sobre a superfície.
Se você coloca uma câmera com comunicação sem fio sobre o Surface, imediatamente ele abre as fotos salvas na máquina e você pode interagir com elas na tela. O mesmo vale para um MP3 player, como o Zune, também da empresa de Bill Gates.
Conheça o Microsoft Surface:
Dos laboratórios às prateleiras
Embora tenham levado a fama, nem a Apple nem a Microsoft foram as precursoras da tecnologia. No início da década de 80, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, e do Bell Labs, nos Estados Unidos, já experimentavam com o multi-touch. Outros acadêmicos, como Jefferson Y. Han, da Universidade de Nova York, fizeram progressos impressionantes com os sistemas multi-touch mais recentemente – vale a pena visitar o seu site, onde cenas que parecem tirados do filme “Minority Report” mostram exatamente como a tecnologia funciona.
O que explica então o tardio aparecimento das interfaces multi-touch no mercado? A resposta é simples: preço. “O Surface já existe desde 2000. A barreira comercial era o custo do hardware”, admite Galileo Vieira, gerente de novas tecnologias para consumidor final da Microsoft.
“Hoje o custo é menor, especialmente em telas pequenas”, afirma Walter Duran, diretor de tecnologia da Philips. “Mas isso vai chegar às telas maiores. No prazo de dois a três anos, muitas telas já sairão de fábrica com o recurso”, aposta ele.
Na área de dispositivos móveis, as previsões também são otimistas. “O multi-touch resolve um problema que surgiu com o uso multimídia dos celulares: a necessidade de uma tela grande. Como ele elimina o teclado, sobra mais espaço para todo o resto”, explica Andre Varga, gerente de produtos da Samsung. “Sem dúvida, é uma tendência forte para os portáteis”, ele completa.
Isso significa que, a tecnologia pode ter demorado a decolar comercialmente, mas daqui para frente o ritmo de adoção deve ser cada vez mais acelerado. Bill Gates em pessoa anunciou que a próxima versão do Windows – o sistema operacional mais utilizado do mundo – terá suporte a multi-touch. A expectativa é que o Windows 7, com suporte à tecnologia, seja lançado no mais tardar em 2010.
Outros produtos multi-touch já estão invadindo as prateleiras. A Apple já ampliou o portfólio, incluindo trackpads (área do notebook que substitui o mouse) sensíveis a múltiplos toques no Macbook Air e no MacBook Pro. Os concorrentes não ficaram atrás. Dell e HP já anunciaram computadores com telas multi-touch e Samsung e Nokia já preparam suas ofensivas na área de celulares.
A Microsoft foi além e apresentou o protótipo de uma tecnologia, o LaserTouch, que pode transformar qualquer superfície plana – como uma parede em branco – em uma tela multi-touch, por meio de uma combinação de infravermelho, sensores e câmeras. “No futuro, qualquer superfície poderá ser multi-touch”, antecipa Vieira, da Microsoft.
Aplicações possíveis
A tecnologia por si só é impressionante, mas o que determinará o sucesso do multi-touch enquanto interface serão as aplicações criadas sobre ele. À primeira vista, a grande vocação do multi-touch é o entretenimento.
“Os testes que realizamos revelam que as atividades preferidas estão ligadas à diversão. O legal é virar fotos, aumentar, diminuir, navegar por um vídeo”, relata Duran, da Philips. “Tem o timing certo para divertir as pessoas coletivamente”, ele acrescenta.
Um dos protótipos da Philips usando multi-touch, o InTouch, é uma tela de 42 polegadas que permite ao morador da casa do futuro ditar recados de voz ou escrever mensagens de texto diretamente na “parede” e enviar a um contato, simplesmente tocando na sua foto. Já a Microsoft demonstrou aplicações de jogos em dupla usando o Surface.
Além da manipulação de objetos gráficos e da colaboração, a consultoria Gartner elenca no relatório “Aplicações da Indústria para a Computação de Superfície” outros benefícios das interfaces de superfície, como a seleção direta de tarefas a partir de opções pré-definidas – que é mais intuitiva, atendendo aos usuários sem familiaridade com o computador – e a navegação por mapas e mundos 3D.
Com estas características, o multi-touch certamente não ficará restrito à sala de estar. O próprio Surface já foi negociado para aplicações comerciais. Lojas da AT&T que vendem telefones celulares nos Estado Unidos já estão testando o uso da superfície multi-touch como mostruário nas lojas. Se o cliente quiser saber mais sobre um produto, ou compará-lo com outro item, basta colocá-los sobre a superfície e as informações são exibidas imediatamente.
Já o Rio All-Suite Hotel & Casino, do grupo Harrah’s, está testando o Surface em uma aplicação ainda mais inusitada: como uma plataforma de diversão, jogos, personalização de drinks e até como um canal para a paquera, permitindo a comunicação entre os clientes que freqüentam a casa.
Entre os possíveis usos comerciais da tecnologia, o Gartner cita ainda cardápios interativos em restaurantes, vitrines de lojas inteligentes (a Philips já registrou patente para esta aplicação), quiosques bancários mais ricos em funções e com menos telas para navegar, displays em hospitais – que podem ser usadas por médicos e pacientes para consultar e interagir com prontuário, manipular imagens de exames, permitir a colaboração entre especialistas -, entre outras.
Dentro das empresas também haverá espaço para o multi-touch. Segundo a consultoria, seu uso faz sentido em projetos de colaboração interna, salas de reunião, design conjunto de produtos e apresentações.
Porém, nas tarefas do dia-a-dia de um escritório começam a aparecer as limitações. A falta de precisão nas seleções e cortes é uma delas, segundo o Gartner. A entrada de novas informações, como textos e números, também é restrita – embora isso possa ser resolvido com alternativas como reconhecimento de fala, teclados virtuais (que já aparecem em produtos como o iPhone) e escrita manual, como nos tablets.
Utopia ou realidade?
A visão do multi-touch como uma possível interface predominante entre homem e máquina não é unânime. Para o professor João Zuffo, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – autor do livro “Flagrantes da vida no futuro” -, o multi-touch está sendo superestimado. “É apenas uma das formas de interação possíveis. Teremos coisas muito mais avançadas, como interação pela voz, pelos movimentos do corpo e pelo próprio pensamento”, ele antecipa.
“Como qualquer tecnologia, o multi-touch não funciona para tudo, embora seja ideal para muitas aplicações”, reconhece Ribeiro, da Apple. Obviamente, os milhões de computadores que utilizam estes dispositivos não sumirão ou deixarão de ser usados de uma hora para outra.
Está claro, contudo, que a fronteira cruzada pelo multi-touch é sem volta. Seja em maior ou menor escala, ao gosto dos entusiastas ou no ritmo dos conservadores, a tecnologia será uma das formas importantes de nos relacionarmos com as máquinas em um futuro nada distante.
Em um relatório com o profético título “Computação por Gestos: O Fim do Mouse”, que cita o multi-touch como um dos divisores de águas para um novo paradigma de interfaces, o Gartner sentencia: “Em 2011, quando olharmos para trás, provavelmente vamos identificar 2008 como o ponto de virada na transição do mouse e teclado para a computação por gesto”. Portanto, é hora de colocar a mão na massa – ou na tela – e abraçar a evolução.
Fonte: IDG Now
Gestão André Dourado on 28 ago 2008
Nunca é tarde demais para gerenciar tempo
Você não pode ser um bom gerente até aprender a gerenciar seu próprio tempo. Não espere mais
CIO (EUA)
Publicada em 28 de agosto de 2008 às 16h19
Cargos de liderança deveriam vir com um aviso: “esteja atento a tarefas sem sentido travestidas de alguma importância”. Como caso em questão, conheça o Sam. Olhando para ele, você não acreditaria que ele está sendo gerenciado por seu emprego. Ele é brilhante, agressivo e orientado por resultados com uma boa lista de sucessos. Como recompensa por suas conquistas, a ele foi dado recentemente uma função cerca de dez vezes maior em escala do que a que vinha exercendo. Ele chega ao escritório às sete horas da manhã e sai às oito horas da noite. Sua mesa é uma bagunça, seus e-mails não são respondidos a tempo e seu calendário está lotado. Sua esposa e filhos sentem sua falta e seu chefe quer uma estratégia.
Sam é um cara ocupado. Infelizmente, ele está tão ocupado fazendo as coisas erradas que não pode pensar nas coisas certas. Muitos de vocês estão na mesma situação que Sam – trabalhando muitas horas e sem tempo para parar e encontrar uma forma melhor de realizar as tarefas. Psicólogos dizem que algumas pessoas abusam de forma crônica do tempo porque têm necessidades profundas de controle ou aprovação ou medo de serem avaliados. Para outros, o motivo por traz da confusão entre o bom gerenciamento de tempo está amarrado a certa insegurança e necessidade de agir de acordo com o julgamento alheio.
Enquanto todos temos nossas neuroses pessoais, minha experiência mostra que a maioria das pessoas não gerenciam de forma ativa seus trabalhos porque foram engolidos pela ilusão de estarem muito ocupados. Uma ilusão gerada pela quantidade de e-mails, reuniões, relatórios, apresentações, orçamentos e chamadas telefônicas que constituem o modo de vida corporativo.
Para ganhar controle sob seu trabalho e vida (inclusive pessoal), você deve ganhar controle do seu calendário. Deve eliminar distrações sem sentido e focar seus esforços onde realmente importa. Geralmente, isso significa criação de estratégia, influência informal, delegação efetiva e monitoração.
Assim como obter o controle de suas finanças, gerenciar seu tempo requer compreensão de para onde você está indo, sublinhar suas prioridades, definir um orçamento de tempo e um plano, mudança de comportamento e monitoração dos resultados.
Para onde vai seu tempo? Analise seu calendário pelas últimas quatro a oito semanas e descubra onde gasta seu tempo. Sam, por enquanto, estava gastando dez horas por semana no gerenciamento de dois grandes projetos, dez horas discutindo projetos menores, e outras dez horas respondendo e-mails e visitas que aparecem em sua porta.
Conheça a si mesmo. Identifique como você quer alocar seu tempo respondendo às perguntas: Quando e quanto eu quero trabalhar, o que pretendo alcançar em meu emprego, quais atividades são essenciais para meu sucesso e quais atividades eu desprezo? Isso pode soar como ordinário, mas responder isso requer uma boa compreensão de sua função; a existência de um plano de longo prazo para dirigir seus objetivos táticos e consciência do que você deve continuar fazendo e o que deveria delegar. Se você é novo em seu emprego ou não tem um pleno de longo prazo, aloque tempo em sua escala para promover esse tipo de raciocínio. As metas de Sam incluem:
- Deixe o escritório às 18hs30
- Faça exercícios três vezes por semana
- Reúna-se com pares a cada duas semanas
- Circule diariamente
- Café e almoço com clientes sêniores e executivos três vezes por semana
- Devote um dia da semana para o planejamento de longo prazo
- Devote nada mais que um dia por mês para desenvolver e analisar métricas operacionais e financeiras
Faça a matemática. Defina um orçamento de tempo traduzindo suas metas em horas diárias e semanais. Compare seu orçamento à análise de seu calendário para determinar a distância entre ambos e que precisa ser diminuída. Por exemplo, Sam precisa reduzir seu volume de trabalho semanal em sete horas e meia, enquanto encontra quatro horas adicionais para se reunir com pares e oito horas para planejamento.
Faça acontecer. Desenhe um pano para diminuir a distância entre a atual e a futura organização do tempo. Sam pretende resolver a questão das vinte horas de distância por meio de:
- Redução de seu envolvimento nas iniciativas maiores, delegando apropriadamente funções
- Consolidação das discussões de projetos menores nas reuniões individuais semanais com relatórios
- Redução das visitas inesperadas por meio de almoços – assegurando que estará disponível, mas em sua escala de horário e não na dos demais
- Delegando a maioria de seus e-mails para sua assistente e trabalhando com sua equipe para modificar o atual modelo de utilização de e-mails
Inicie um grupo de suporte. Implemente e monitore as mudanças do calendário envolvendo mais pessoas no seu plano. Seu assistente e reportados diretos são participantes essenciais porque seu plano requere que eles tomem tarefas que você não pode mais suportar. Garante que eles entendam suas responsabilidades, suas expectativas e a “forma correta” de gerenciar você. Reúna-se com seu/sua assistente semanalmente para revisar como você vai indo em relação ao seu calendário modelo e modifique o que for necessário para manter-se no plano.
Muitas pessoas têm dificuldades em gerenciar por meio desse processo sozinhas, então encontram conselheiros confiáveis que ajudam na compreensão das implicações da análise da agenda. Sam e outros que passaram por esse processo entendem que o resultado vale o esforço. A atenção a agenda e a criação de metas, regras e disciplina, fez com que tenham diminuído a correria, aprendessem novas habilidades e criaram o próprio ritmo para governar os dias.
Fonte: CIO
Carreira &Gartner &TI André Dourado on 28 ago 2008
Especialistas, Generalistas ou Versatilistas?
Jogando nas onze em TI
Nem especialista, nem generalista: a tendência é que o mercado procure cada vez mais os “versatilistas”, profissionais com qualidades dos dois perfis
Por Aline Brandão
A velha discussão “especialistas X generalistas” parece estar com os dias contados. Pelo menos é o que insinua o estudo do Gartner Unlocking the Business Value of People: Building Versatility (“Desvendando o Valor de Negócio das Pessoas: Construindo Versatilidade”). De acordo com o o trabalho, a demanda pelos especialistas em TI deve diminuir em 40% até 2010; enquanto isso, já é possível notar uma procura cada vez maior pelo que o estudo chama de “perfil versatilista”.
Mas afinal, quem é e o que faz um versatilista? A palavra é nova, mas o conceito é um velho conhecido – especialmente para os brasileiros. Na definição do Gartner, o versatilista é alguém com conhecimentos profundos em um escopo de situações e experiências progressivamente maior.
“Em bom português, ele é ‘o cara que joga nas onze’ – define o gerente de recrutamento da CASE Consulting, Luís Felipe Castro. Luís dá um outro exemplo. Digamos que o especialista ponha todas as suas “fichas” numa única tecnologia, enquanto o generalista distribui suas “fichas” igualmente entre todas. O versatilista seria o meio-termo: ele escolhe três ou quatro áreas para se dedicar mais, sem fechar os olhos para o que está em volta.
Seguindo a maré do mercado
Em países como os Estados Unidos, a idéia causa mais estranheza do que aqui no Brasil. Isso acontece por conta das diferenças culturais: lá, a divisão entre especialistas e generalistas sempre foi bem definida. Além disso, os americanos não estão acostumados a realizar tarefas que estejam fora do job description – algo que os brasileiros, graças ao famoso “jeitinho”, conhecem bem.
“Nos EUA, as pessoas têm uma educação que os leva a ser especialistas ou generalistas; elas criam essa opção de escolha. Aqui não existem as mesmas opções, o profissional acaba optando pelo que o mercado exige no momento – afirma a Analista de RH da Triad Systems, Iara Lordelo.
Mas se nós já temos uma tendência cultural à versatilidade, outros fatores dificultam a formação de um versatilista. Segundo o diretor da Publiweb Marketing Digital, Conrado Adolpho, como ele precisa se aprofundar mais do que os generalistas, é preciso estudar mais – e nem sempre há tempo para isso. “É complicado porque o brasileiro tem que estudar e trabalhar, as faculdades são caras, os impostos são altos. Mas a pessoa tem que se esforçar, mesmo indo contra a corrente, para ser versátil. A responsabilidade é mais delas do que da sociedade ou do governo – justifica.
O Gerente de Marketing da Digitron, Sérgio Amaral, cita o exemplo da própria carreira para explicar o caminho de um versatilista. “No início da carreira, quando me formei em Engenharia da Computação, esse era meu único interesse. Comecei trabalhando na área técnica, mas acabei sendo direcionado para o marketing; fiz pós-graduação em Marketing por demanda da empresa. No passado você podia ter a formação específica e não abrir o leque. Hoje você tem que estar aberto para isso – diz.
Para Sérgio, o ideal é começar como especialista, focado numa área ou tecnologia, para depois se aprofundar em outras áreas relacionadas à primeira. Já Conrado Adolpho acha que isso depende de como cada um assimila conhecimentos: há quem prefira se especializar e depois olhar em volta, enquanto outros optam por obter uma visão macro e depois escolher as áreas a que pretende se dedicar mais.
Não é de hoje que as empresas procuram profissionais com mil e uma utilidades. Ter um leque amplo de habilidades sempre foi valorizado; o problema é que, há dez anos, o número de pessoas trabalhando em TI (e, conseqüentemente, o número de candidatos a vagas) era menor. Hoje, embora as pesquisas demonstrem que o mercado ainda pode acomodar muita gente, a exigência das empresas quanto à qualidade dos profissionais é maior. Isso acontece porque a TI, hoje, está cada vez mais envolvida nas decisões de negócio.
“Há uns dez anos a gente tinha três pessoas concorrendo a uma vaga. Hoje são cem, duzentos currículos – diz Iara. No momento da seleção para um emprego, ter mais de uma área de conhecimento acaba fazendo a diferença. Passa para a frente da fila de currículos aquele profissional que, além de preencher os requisitos básicos da vaga, também entende de negócios, fala mais de um idioma ou tem experiência em outras áreas da TI.
Procura-se super-homens
Pode surgir a impressão de que o mercado está em busca de um super-profissional – alguém capaz de desenvolver o sistema, implantá-lo, vendê-lo, gerenciar a equipe, prestar suporte, criar o site da empresa… tudo ao mesmo tempo. Nas palavras do Principal Systems Engineer da BEA Systems, Ricardo Urresti, algumas solicitações de emprego parecem verdadeiras “listas de Papai Noel”.
“É algo recorrente. Por mais de uma vez, já tive que devolver solicitações para as consultorias, porque tinham exigências fora do escopo. O mercado procura pelo ‘super-homem’, sim; mas eu o vejo mais como o generalista, como alguém que possa falar sobre qualquer coisa por cinco minutos. O versatilista não fala sobre qualquer coisa, mas pode falar por duas horas sobre aqueles assuntos que ele conhece melhor – explica.
Quem tenta ser o super-homem acaba correndo um risco: o de abrir demais o foco. Na hora de elaborar o currículo, é preciso definir uma estratégia e destacar as qualidades mais relacionadas ao interesse do futuro empregador. Do contrário, em vez de vender a imagem de um profissional versátil, o candidato se mostra simplesmente alguém confuso. “É preciso haver uma linha filosófica, estar dentro de categorias. No currículo de um candidato que já foi ator, analista de sistemas e veterinário, não há uma linha lógica – exemplifica Iara.
Como ser um versatilista
Afinal, qual é o segredo para ser um versatilista? Dentre as qualidades, o profissional versátil precisa de rapidez de aprendizado, curiosidade e flexibilidade. Um ponto é unânime: comece com uma boa formação.
“O primeiro grande ponto é ter uma formação acadêmica sólida, para dar a base da sua linha de conhecimento. A partir daí, ele vai seguir as oportunidades que surgirem na empresa, ou correr atrás por interesse pessoal – diz Ricardo.
Para Conrado Adolpho, o ideal é que haja um equilíbrio entre o lado especialista e o generalista. “Muitas vezes o profissional decide se dedicar a uma formação especializada e esquece de ler o jornal, de conversar com os colegas. Para trazer inovação para o seu trabalho, você precisa fazer analogias, fazer relações entre coisas que não necessariamente têm a ver com a sua área de atuação – explica.
Fonte: Revista TI – TI Master
TI André Dourado on 27 ago 2008
ASP.Net MVC Preview 4 disponibilizado
Está disponível no Codeplex desde 16/07/2008, o quarto preview do ASP.Net MVC. Com novidades de todos os tipos, como novos filter interceptors, output cache, endereçamento de erro, autorização, AJAX e mais um monte de novidades.
Como os caras da Microsoft não dormem, já tem comentário de boa parte do time que o está desenvolvendo, começando pelo ótimo Scott Guthrie (que escreveu ainda antes do lançamento), Scott Hanselman (esse não dorme mesmo), Phil Haack, e Rob Conery. O mais completo é o do ScottGu.
Phil Haack no MVC Preview 4 no “The Continuum Show” do Channel 9 do MSDN.
O conteúdo completo da entrevista está disponível no Channel 9
Fonte: .NET Unplugged
TI André Dourado on 27 ago 2008
Microsoft ASP.NET MVC
Mas afinal o que é então o ASP.NET MVC ?
O ASP.NET MVC é uma implementação da arquitetura MVC para o ASP.NET em um framework com o objetivo de criar aplicações WEB no padrão MVC e fornecer uma alternativa ao modelo WebForm do ASP.NET disponível até então. O framework ASP.NET MVC fornece um ambiente robusto e leve que esta integrado aos recursos do ASP.NET como master pages e membership sendo definido no namespace System.Web.Mvc e apresenta os seguintes componentes:
- Models – Os objetos Model (modelo) são as partes da aplicação que implementam a lógica o domínio de dados da aplicação e retornam e armazenam o estado do modelo em um banco de dados.
- Views – As views (visões) são os componentes que exibem a interface do usuário e em geral é criada a partir do modelo de dados.
- Controllers – Controllers (controladores) são os componentes que tratam com a interação do usuário, trabalham com o modelo e selecionam uma visão para ser exibida; Em uma aplicação MVC uma view somente exibe informação , o controller trata e retorna a entrada do usuário e a interação.
Como eu posso usar o ASP.NET MVC?
Para usar o ASP.NET MVC você precisa instalar a ASP.NET MVC Preview 3 (May 2008) release (faça o download aqui : Microsoft ASP.NET MVC page) ; você vai precisar ter a .NET Framework 3.5 instalada e o Visual Studio 2008 ( a versão RTM não suporta o MVC).
Quando usar o ASP.NET MVC?
Como tudo na vida é uma questão de bom senso, e você deverá pesar bem os prós e contras antes de decidir se vai implementar o padrão MVC através do ASP.NET MVC na sua aplicação Web ou continuar a usar o modelo WebForm (sim ele vai continuar a existir). Lembre-se que o framework MVC não veio substituir o modelo Web Forms ele veio ser uma opção a mais a ser considerada.
Quais as vantagens e desvantagens envolvidas no ASP .NET MVC?
Vantagens :
- Como o modelo MVC gerencia múltiplos visualizadores usando o mesmo modelo é fácil manter , testar e atualizar sistemas múltiplos;
- É muito simples incluir novos clientes apenas incluindo seus visualizadores e controles;
- Torna a aplicação escalável;
- É possível ter desenvolvimento em paralelo para o modelo , visualizador e controle pois são independentes;
- É mais fácil gerenciar a complexidade da aplicação dividindo-a em modelo, visualizador e controlador (MVC);
Desvantagens:
- Requer uma quantidade maior de tempo para analisar e modelar o sistema;
- Requer pessoal com conhecimento especializado;
- Não é aconselhável para pequenas aplicações;
Existe somente o Framework MVC da Microsoft?
Não , o projeto Castle disponibiliza o Framework web MVC MonoRail (Inspirado no Ruby on Rails) que pode ser baixado gratuitamente no site : http://www.castleproject.org/monorail/index.html
O MonoRail é um projeto anterior ao MVC da Microsoft e neste momento possui mais documentação e exemplos, vale a pena conferir.
Fonte: Macoratti.net – ASP.NET – MVC – Model-View-Controller – Introdução
Carreira André Dourado on 27 ago 2008
TV Ideal
O que é?
O Ideal é um canal de TV por assinatura com 24 horas de programação dedicadas ao executivo brasileiro. O Ideal fez sua primeira transmissão no dia 1º de outubro de 2007 às 20h30min.
Qual a programação?
Informação e entretenimento é a fórmula do Ideal para atrair uma audiência formada por profissionais que vivem o desafio diário de mostrar bons resultados para a empresa, manterem-se competitivos no mercado de trabalho e ainda ter tempo para a vida pessoal. A grade de programação é formada por três núcleos de programas: gestão de negócios, gestão de carreiras e bem viver. Com isso, o Ideal se insere no segmento, conforme definição recente do jornal inglês Financial Times, de “business television”, nicho televisivo que está se tornando altamente popular na Europa e Estados Unidos. A grade inicial possui 18 programas de produção própria, além de outros comprados de produtoras nacionais e internacionais (inclusive BBC).
A quem pertence?
O Ideal faz parte da unidade de negócios Canais Abril, do Grupo Abril (www.abril.com.br), que já lançou o Fiz (www.fiztv.com.br), primeiro canal 100% feito pela audiência. A Abril é a maior empresa de revistas da América Latina. Publica mais de 40 títulos, tais como Veja, Exame, Você s/a, Claudia, Playboy e Contigo.
Como assistir?
Em São Paulo e Rio de Janeiro, pelo Canal 70 da TVA (colado no Warner e na Sony) e canal 367 da Telefonica. Nas praças de Curitiba (cabo analógico), Camboriú, Foz do Iguaçu e Florianópolis pelo canal 80. Existem alguns vídeos de alguns programas no YouTube. Eu recomendo.
Quer saber mais sobre a TV Ideal? Clique aqui
Olá! Desde que coloquei o site 

