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Sem categoria André Dourado em 23 out 2008

LinkedIn conecta 25 milhões de profissionais

A rede social oferece desde contas gratuitas até as pagas para empresas em busca de candidatos

Eric Costa, da INFO
21 de outubro de 2008

Um dos precursores das redes sociais com perfil de trabalho, o LinkedIn continua sendo o carro-chefe da categoria. Traz os melhores recursos e o principal atrativo nesse tipo de serviço: uma grande massa de usuários, que passou de 22 milhões em maio. Há contas pagas e gratuitas no LinkedIn. Para os profissionais, não há vantagens em passar para uma modalidade paga, já que os recursos extras fazem mais sentido para empresas em busca de candidatos. As contas LinkedIn Business e Business Plus, com preços desde 20 dólares ao mês, permitem enviar e-mail a profissionais com determinado perfil (com conhecimentos de programação numa linguagem, por exemplo), mesmo que não estejam na rede de contatos do usuário.

Para quem quer procurar emprego ou fazer networking, o LinkedIn é o endereço certo para não perder tempo e ir direto ao ponto. A começar por sua interface, simples e intuitiva. Basta se logar para conferir de cara na home Page as atualizações da sua rede. A ferramenta de busca funciona bem e é o atalho mais rápido para levar você à turma com quem já trabalhou em outras empresas, com pesquisa pelo nome da companhia. Quer chegar até alguém que você não conhece pessoalmente? Clique na ferramenta Introductions para ver quem de sua lista pode apresentá-lo.

O LinkedIn também é famoso pelos endorsements, as recomendações, que indicam as qualidades de uma pessoa e ajudam a verificar sua competência, especialmente se o texto veio de uma fonte idônea e experiente. Outro ponto forte do LinkedIn é oferecer uma URL curta, que pode ser enviada como um adicional ao currículo, trazendo informações extras, contatos e as recomendações recebidas. O serviço pode, ainda, divulgar o perfil de seus usuários nas buscas do Yahoo! e do Google, apesar de isso ter uma eficácia duvidosa. O ponto fraco do LinkedIn está no sistema de comunidades, que fica atrás dos concorrentes em recursos e em participação.

Texto publicado originalmente na revista INFO de junho de 2008

Fonte: Info

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