Arquivo Mensaloutubro 2008
TI André Dourado on 27 out 2008
Seu próximo data center será o Google?
Conceito de cloud computing está mudando a maneira como os departamentos de TI são vistos pelo mercado e como a TI se organiza nas empresas
Computerworld, EUA
Publicada em 24 de outubro de 2008 às 19h06
A equipe de cinco pessoas do CIO Jonathan Snyder na Dreambuilder Investments não está na organização de TI tradicional.
A empresa nova-iorquina, que compra e vende hipotecas residenciais, utiliza Salesforce.com como plataforma de serviços financeiros. O serviço hospedado MozyPro, da EMC, faz backup dos dados. O servidor da companhia é hospedado pela RackForce Networks, no Canadá, e o e-mail é entregue pela Apptix, também canadense.
Tudo bem, a Dreambuilder Investments foi fundada há cinco anos e não possui infra-estrutura de TI gigantesca. Mas, na visão de Snyder, o core business da companhia é hipoteca e não manutenção de servidores e backup de discos. “Se o core business de outros é lidar com um servidor Exchange, eles que façam isso”, diz Snyder.
Não são apenas as pequenas e médias empresas que estão seguindo Snyder. Em 2013, pelo menos um quinto da carga de trabalho de TI corporativa será gerenciado em ambientes de cloud computing, segundo Mike West, analista da consultoria Saugatuck Technology.
Cada vez mais, as grandes empresas estão entregando suas atividades de infra-estrutura de TI a empresas de serviços como a IBM e Hewlett-Packard e até a recém-chegadas no mercado como a Amazon.com e a Boomi. A meta é reduzir os custos, acessar funcionalidade aprimorada, solucionar o problema de escassez de mão-de-obra qualificada e reduzir o espaço ocupado pelo data center.
Além do mais, as empresas estão reconhecendo que criar ou instalar aplicativos “commoditizados” ou serviços de infra-estrutura de TI que não proporcionam vantagem competitiva “é cada vez menos interessante”, diz John Dutra, CTO da Sun IT, uma divisão Sun Microsystems que está se preparando para lançar a network.com, plataforma de computação hospedada para desenvolvedores.
As empresas não comprarão mais artefatos de tecnologia, como os sistemas ERP, prevê Thornton May, colunista do Computerworld e futurologista. “Elas recorrerão a um serviço.”
Os benefícios de cloud computing – a capacidade de armazenar arquivos e dados em uma rede remota utilizando a internet – incluem infra-estrutura menos onerosa e mais velocidade. Isso é muito tentador para os líderes de TI. Estudos mostraram que algumas empresas precisariam gastar milhões de dólares para instalar e configurar seus próprios ambientes de servidor e storage virtualizados, explica West.
Com serviços de TI hospedados, observa West, “você não tem que comprar o hardware e o software, basta fazer uma assinatura. Não há grande desembolso de capital. O atrativo é enorme”.
Além disso, fornecedores de serviços hospedados como Google e Amazon estão tornando os preços extremamente transparentes. Por exemplo, o Google Apps (que inclui e-mail, processador de texto, planilha, apresentação e agenda) custa US$50 anuais por usuário, compara Matthew Glotzbach, diretor de produto do Google.
O Simple Storage Service da Amazon é explicado com clareza no site e sai a 15 centavos de dólar mensais por gigabyte. “Eliminamos grande parte do atrito porque somos transparentes em relação ao preço e não necessitamos de longos contratos e negociações”, explica Adam Selipsky, vice-presidente de gestão de produto e relações com o desenvolvedor na Amazon Web Services.
“Embora a imensa maioria dos clientes seja constituída de pequenas empresas, a Amazon Web Services também tem grandes clientes como a Bolsa de Valores Nasdaq e o New York Times, conta Selipsky. Na realidade, a adoção por parte de clientes corporativos “aconteceu um pouco mais rápido do que imaginamos”.
“As opções de atividades de TI que realizamos internamente ou podemos terceirizar continuam melhorando”, diz Beach Clark, CIO do Georgia Aquarium. O web farm do aquário, incluindo dois web sites, é hospedado em outro lugar por uma empresa que também hospeda os servidores web. Como outros CIOs, porém, Clark acredita que as atividades de TI essenciais para a missão de uma empresa continuarão sendo exercidas internamente.
A equipe de cinco pessoas de Clark, por exemplo, lida com a maior parte do suporte à compra de entradas online para o aquário e com uma grande parcela do trabalho de business intelligence (funções que ele considera vitais para a organização), mas um pouco da programação em si é terceirizado. E Clark não vislumbra mudanças neste cenário tão cedo.
A migração das organizações de TI corporativas para serviços de infra-estrutura de TI hospedados é real, enfatiza Paul Major, diretor de TI da Aspen Skiing. Mas, apesar de achar sedutora a perspectiva de terceirizar o suporte à infra-estrutura de TI, Major tem dúvidas.
“Minha preocupação é o que acontece se o modelo de negócio do fornecedor de serviços fracassa por algum motivo e alguém o compra”, revela. “Como poderei obter meus dados e formatá-los? Prefiro mantê-los localmente e sob controle.”
Por estas e outras razões, Vincent Franceschini, chairman da Storage Networking Industry Association, acredita que existirão “muitos tons de cinza” em se tratando de cloud computing em grandes organizações.
As indústrias química e de aviação, por exemplo, têm processos de negócio e workflows de dados extremamente diferentes. Mas o “coração” destes dois setores é a propriedade intelectual “que eles querem muito controlar”, diz Franceschini. Por isso, apesar de vislumbrar empresas terceirizando algum nível de atividades rotineiras de infra-estrutura de TI, levará algum tempo para que aplicativos do core business – particularmente os que contêm propriedade intelectual – saiam das instalações.
“Se tem uma coisa que pode retardar a adoção de serviços gerenciados por clientes corporativos é a preocupação com a proteção dos dados”, ressalta Nick Sharma, vice-presidente sênior de serviços de infra-estrutura gerenciados da Satyam Computer Services.
Há outras razões para muitos CIOs ainda resistirem ao modelo de serviços de TI hospedados. “Acho que veremos uma volta a um modelo mais tradicional de suporte de TI on-premise porque os departamentos de TI estão percebendo que os usuários querem interfacear com um ser humano real em inglês”, diz Carmen Malangone, diretora de TI da Coty, fabricante de perfumes e produtos de beleza.
“É uma área em que estes serviços gerenciados são escassos”, observa, aludindo ao uso de representantes de serviços offshore com habilidades não muito uniformes no idioma Inglês.
E estes não são os únicos fatores que inibem a expansão. “Uma das maiores barreiras é a própria organização de TI”, acredita Dutra, da Sun. “Existe um histórico cultural de criar coisas.” Existe também um preconceito entre alguns clientes corporativos que se acostumaram a ter organizações de TI que “possuem e operam” sistemas, acrescenta Dutra.
“Há diferentes graus de avanço no caminho dos serviços hospedados”, explica Bryan Doerr, CTO da Savvis, fornecedora de serviços de infra-estrutura de TI. “Um percentual das empresas não acredita que uma solução virtualizada lhes servirá.”
Fonte: CIO
Humor &TI André Dourado on 26 out 2008
O Nerd Náufrago
Um nerd ficou preso em uma ilha deserta uns dez anos, depois de um naufrágio. Um belo dia ele avista um ponto brilhante no horizonte e fica acompanhando com o olhar.
De repente, sai das águas uma loira escultural, vestida com uma roupa de mergulho.
Ela encontra-se com o nerd e pergunta:
- Quanto tempo faz que você não fuma um bom cigarro?
- Uns dez anos…
Ela abre um bolso no interior da roupa de mergulho, que é impermeável, e lhe dá um cigarro. O nerd que era fumante convicto:
- Meu Deus, que bom que isto é!
- Quanto tempo faz que você não toma um bom whisky? – Pergunta a loira.
- Pelo menos 10 anos – Responde o nerd.
Então ela abre outro bolso interior, tira uma garrafinha de whisky. Ele bebe tudo de uma só vez, mesmo sem acreditar muito no que estava acontecendo, mas muito, muito feliz.
Então a loira começa a baixar o zíper da roupa de mergulho e pergunta:
- E quanto faz que não você não se diverte de verdade?
Então o nerd náufrago endoida de vez. Começa a pular e grita, louco de felicidade:
- Não Acredito! Não vai me dizer que aí dentro você tem um notebook com acesso internet de alta velocidade 3G?!
Fonte: Família Capeloni
Carreira &Projetos &TI André Dourado on 26 out 2008
Podcast – Certificação CAPM do PMI
Neste podcast Ricardo Vargas fala sobre a certificação CAPM, os requisitos para obtê-la, a importância e o diferencial que uma certificação faz no currículo do profissional. Ele comenta também que as empresas reconhecem esta certificação e muitas a estão exigindo como conhecimento básico das melhores práticas de gerenciamento de projetos.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Fonte: Portal GP
Carreira &Projetos André Dourado on 26 out 2008
CAPM – Certified Associate in Project Management. Você já ouviu falar nessa certificação?
Da mesma forma que o gerenciamento de projetos tem crescido ao redor do mundo em importância e reconhecimento, assim também o é com a carreira e certificação em gerenciamento de projetos.
A certificação CAPM® foi criada para membros de equipe e gerentes de projeto que estão começando na profissão. Estudantes com o ensino médio (2º Grau) completo também podem se certificar.
Esta certificação beneficia profissionais de todas as áreas, pois demonstra o interesse do profissional no ganho de conhecimentos em processos e terminologias de gerenciamento de projeto. Profissionais com habilidades em gerenciamento de projetos rumam a caminho da liderança, e a certificação CAPM é uma das melhores formas de alavancar a carreira.
Você pode se certificar CAPM se for:
- Membro de uma equipe de projeto;
- Praticante de gerenciamento de projetos com pouca experiência, ou recém-iniciado nas atividades de gerenciamento de projetos;
- Estudante de graduação ou pós-graduação que tenha interesse em gerenciamento de projetos.
Para estar apto a realizar a prova de certificação o candidato deverá preencher os seguintes requisitos:
- Ter pelo menos o 2º grau completo e experiência mínima de 1500 horas como membro de equipe de projeto; OU
- Ter participado de pelo menos 23 horas de treinamento formal em gerenciamento de projetos.
Informações sobre o Exame de Certificação
O exame CAPM é composto por 150 questões de múltipla escolha. Dessas 150 questões, 15 são retiradas do exame como “pré-teste”. Essas questões não são pontuadas e servem como base para evolução do próprio exame.
Existem 2 formas de realizar o exame: Paper-based (em papel) ou Computer-based (no computador) – esta é opção mais utilizada no Brasil. O custo da prova é de:
- US$ 225,00 para membros do PMI®
- US$ 300,00 para não-membros
Os profissionais que não passarem no exame poderão refazer o exame até duas vezes dentro do período de um ano de elegibilidade enviando um formulário de re-exame e pagando a taxa correspondente (US$ 150,00 para membros e US$ 200,00 para não-membros). Após a terceira tentativa sem sucesso o candidato precisa aguardar um ano contando a partir do último exame antes de tentar novamente.
No site do PMI (www.pmi.org) você encontra informações detalhadas sobre:
- Visão Geral da Certificação (CAPM Credential Handbook)
- Código de Ética e Conduta Profissional do PMI (PMI Code of Ethics and Professional Conduct)
- Inscrição online para o Exame de Certificação CAPM (Online Application)
- Locais de Realização dos Exames (Exam Locations & Scheduling)
- Respostas para Perguntas Freqüentes (Certification FAQ)
O Processo de Re-certificação
Os candidatos que passam no exame CAPM estarão certificados pelo período de cinco anos. Após o final desse período os profissionais que conquistaram a credencial CAPM têm a opção de refazer o exame CAPM ou, caso sejam elegíveis, eles podem procurar obter a credencial PMP®.
Esta certificação é a certa para mim?
Se você responder “sim” a todas as questões abaixo, é possível que a certificação seja própria para você:
- Você tem o Ensino Médio (2º Grau) completo?
- Você é um membro de uma equipe de gerenciamento de projetos com pouca experiência?
- Você tem 1500 horas de experiência como membro de uma equipe de projeto?
- Você tem pelo menos 23 horas de curso de gerenciamento de projetos?
- Você conhece (e já leu) o PMBOK® Guide?
Observação: Se você já é um PMP você não pode se certificar como CAPM.
Fonte: PMI Chapter São Paulo
Carreira &TI André Dourado on 26 out 2008
Quais certificações valem o seu tempo?
Network World (EUA)
Publicada em 10 de dezembro de 2007 às 12h05
As certificações em gerenciamento de projeto estão na moda, as certificações técnicas nem tanto, mas segurança e armazenamento têm influência
Durante anos, o primeiro e mais importante passo para iniciar uma carreira de profissional de rede foi obter uma certificação Cisco, Microsoft ou outra certificação técnica qualquer. Agora, porém, a demanda por certificações focadas em hardware e software está diminuindo, dizem CIOs, recrutadores de TI e especialistas em remuneração.
As empresas estão em busca de profissionais de TI com certificações voltadas ao negócio em áreas como gerenciamento de projeto e Six Sigma, uma técnica estatística para melhoria de qualidade que está sendo adotada por um número crescente de corporações de TI.
“A certificação do Project Management Institute (PMI) é a mais importante para nós”, afirma Jack Harrington, co-fundador e diretor da Atlantic Associates, empresa de recursos humanos em TI.
“Vemos alguma demanda por Six Sigma, mas não tanto quanto por PMI. Se eu tivesse uma recomendação a fazer a funcionários de TI sobre crescimento profissional, seria obter uma certificação PMI porque ajuda a desenvolver habilidades amplas, que podem ser aplicadas a tecnologias e indústrias verticais.”
A maioria das certificações técnicas está perdendo valor em termos de remuneração, observa David Foote, presidente da Foote Partners, que conduz pesquisas sobre salários em TI ao redor dos Estados Unidos. A Foote rastreia regularmente 159 habilidades certificadas e 156 habilidades não certificadas para ver quais afetam mais os salários.
“As certificações de rede perderam 4,1% do seu valor no ano passado e 9% nos últimos dois anos. Isso é terrível. É ainda pior do que a perda média de todas as certificações de TI”, lamenta Foote. “O valor das habilidades de rede e comunicação não certificadas aumentou 2,8% no ano passado.”
Segundo Foote, a tendência é de uma grande reviravolta. “Durante um tempo, os funcionários com certificações ganharam mais do que aqueles que possuíam habilidades não certificadas”, diz Foote. “A última vez que as habilidades não certificadas se mostraram mais valorizadas do que as certificações foi no terceiro trimestre de 2001.”
Os especialistas concordam que algumas certificações técnicas ainda merecem investimento de tempo e esforço. Isso inclui Cisco Certified Internetwork Expert (CCIE), EMC Technology Architect e certificações em SAN (storage-area network) de empresas como a Brocade.
“Em termos de rede, um dos segmentos mais importantes é o de storage-area network”, afirma Foote. “As empresas não estão demandando certificações em SAN, mas querem pessoas que conheçam SAN e o papel que ela desempenha na corporação.”
As certificações em segurança estão em alta, principalmente Certified Information Systems Security Professional (CISSP) e Certified Information Systems Auditor (CISA).
“Segurança certamente é uma área quente”, enfatiza Matt Colarusso, gerente de sucursal da Sapphire National Recruiting. “Nossos clientes estão em busca de pessoal técnico prático que conheça firewalls, setups VPN e controles de roteador.”
Investindo em certificação técnica
As certificações técnicas continuam valiosas o suficiente para a maioria dos CIOs reembolsar os funcionários que as obtêm.
Jeff Ton, vice-presidente de processos, informação e tecnologia corporativos do Lauth Property Group, iniciou recentemente um programa de certificação para sua instalação de TI composta de 25 pessoas.
“Para engenheiros de sistemas e técnicos de desktop, é um meio de crescimento pessoal”, revela Ton. “Ajudamos a pagar as certificações. Se eles obtêm a certificação, ganham um bônus. Isso é importante porque valorizamos o funcionário.”
Na Blue Shield da Califórnia, 25% da verba para treinamento em TI é gasta com certificações técnicas, diz Bob Veeneman, diretor de planejamento integrado de TI.
“Investimos pesado nisso”, conta Veeneman. “É bom para nós e contribuímos para que as pessoas desenvolvam seu conhecimento e sua capacidade.”
De olho no futuro, a Blue Shield da Califórnia está enfocando certificações voltadas ao negócio. A empresa está treinando 50 dos seus diretores e gerentes no modelo de processo de negócio Information Technology Infrastructure Library (ITIL) versão 3.0.
Durante sete anos, a Blue Shield da Califórnia exigiu certificações PMI para todos os seus gerentes e diretores de projeto. “A certificação orientada ao negócio é um adendo — não um substituto — à certificação técnica”, ressalta Veeneman.
As certificações técnicas são mais úteis para posições entry-level e juniores, acreditam os especialistas. Nos postos mid-level e seniores, a experiência prática no emprego sobrepuja as certificações, apontam os especialistas.
“A maioria dos empregadores diria que as certificações se comparam a um ótimo histórico acadêmico: você é notado e vai para a pequena pilha de currículos que estão sendo cogitados, mas será contratado em função dos papéis que desempenhou e do trabalho que realizou em seus empregos anteriores”, explica Colarusso.
As certificações técnicas podem ajudar você a ser contratado, mas a “experiência é mais importante”, sentencia Henry Eckstein, vice-presidente sênior e CIO do York Insurance Services Group.
“As pessoas podem se esforçar e obter suas certificações. Mas o que importa não são simplesmente as certificações, e sim há quanto tempo estas pessoas têm as certificações e como as utilizaram. As certificações técnicas têm menos valor do que a experiência.”
Foote conclui que “na hora da contratação, se você tem todo o resto, isto é, experiência com clientes, experiência funcional, e não é certificado, quem liga? Muita gente nunca foi atrás de uma certificação porque estava ocupada demais com implementações”.
Carolyn Duffy Marsan-Network World, EUA
Fonte: CIO
TI André Dourado on 24 out 2008
As melhores aplicações para servidores
ColdFusion, Apache e WebLogic forma os mais bem pontuados por seus usuários, segundo pesquisa da Evans Data
CIO (EUA)
Publicada em 23 de outubro de 2008 às 20h17
A escolha dos usuários para aplicações de servidores, de acordo com mais de 700 desenvolvedores de software, inclui dois dos mais, digamos, maduros – e um relativamente novo. Desenvolvedores ranquearam o ColdFusion da Adobe, o sistema de open-source da Apache, Geronimo, e o WebLogic Server da Oracle, entre suas opções favoritas, de acordo com um relatório “livre” distribuído por Evans Data.
Desenvolvedores de softwares corporativos são, talvez, muito familiarizados com aplicativos para servidores: softwares baseados em servidores podem ser chamados de client application. Servidores web são um segmento a parte que lida exclusivamente com requisições http; em contraste, aplicações de servidores podem usar qualquer tipo de protocolo para servir à programas de lógica de negócio.
A Evans Data entrevistou mais de 700 desenvolvedores, pedindo para que pontuassem as 21 características das aplicações de servidores que pessoalmente usavam. Entre as características e capacidades a listar estavam desempenho, características de segurança, conectividade à base de dados, escalabilidade, suporte, diagnósticos, lista de eventos e valor versos custo.
Nessa pesquisa, o WebSphere da IBM, o JBoss da Red Hat e o Microsoft Windows Server 2003 também foram bem pontuados pelos usuários. O NetWeaver da SAP e o Java System Applications/GlassFish da Sun também foram avaliados por seus respectivos nichos de usuários.
O mais bem colocado no ranking, o ColdFusion da Adobe tem uma longa história. Originalmente introduzido pela Allaire, foi adquirido pela Macromedia, que se tornou parte da Adobe em outra aquisição. O ColdFusion versão 8.0 foi lançado em julho de 2007, como parte da Microsoft.NET integration, integrado com o Adobe Acrobat e melhorou seu desempenho. O ColdFusion pontuou melhor com desenvolvedores por sua escalabilidade, suporte e segurança.
Como o ColdFusion, o WebLogic é o filho de muitas aquisições. Originalmente fundada em 1995, a WebLogic Inc. foi adquirida pela BEA; a BEA foi adquirida pela Oracle este ano. A última interação, verão 10 R3, foi anunciada em agosto. Diz o relatório, “ao longo dos dez anos que a BEA publicou o WebLogic, ele evoluiu do primeiro aplicativo de servidor Java para uma das mais capacitadas aplicações desenhada para arquitetura SOA de grandes companhias”. Os desenvolvedores valoraram bem o WebLogic da Oracle por sua escalabilidade, desempenho e infra-estrutura de servidor, de acordo com a pesquisa.
Apesar do WebLogic ainda figurar entre as dez mais bem pontuadas aplicações de servidor, os desenvolvedores não valorizam essas características com o mesmo fervor do passado. Na versão de 2006 do relatório, a Weblogic da BEA ficou com o mais alto posto, mas hoje, todas as pontuações do sistema estão abaixo dos resultados de 2006. A Evans Data julga que esse é o resultado da aquisição pela Oracle (que aconteceu enquanto a pesquisa era realizada), o que resultou em certa incerteza sobre o futuro dos produtos. No curto prazo, essa é uma oportunidade para os concorrentes, conclui.
Parte dessa competição virá da comunidade open-source. O candidato mais bem colocado é o Geronimo, do Apache Software Foundation. “Por ser um programa open-source, na pontuação do Geronimo pode ter pesado a percepção entre os usuários de que falta suporte”, diz o relatório, porque o open-source geralmente é criticado pelos desenvolvedores por suas qualidades de suporte tecnológico (ou a falta dele).
“Entretanto, esse não é o caso do Geronimo, e muito disso tem a ver com a IBM. A IBM proveu suporte em uma variedade de formas ao Geronimo e para a Apache Software Foundation, incluindo suporte técnico”. Como resultado, o Geronimo ficou com a segunda melhor marca pela qualidade do suporte, logo atrás do WebSphere da IBM. Ele ainda tem boas marcas por desempenho e conectividade com base de dados.
Outro sucesso do open-source, o JBoss, ficou com a nota mais alta para valor versos custo, a melhor compatibilidade com outros softwares e a melhor segurança – tudo o que importa para os desenvolvedores corporativos.
Fonte: CIO
Sem categoria André Dourado on 23 out 2008
A etiqueta dos headhunters
Especialistas em selecionar executivos revelam seus métodos de trabalho e o que fazer para chamar a atenção deles
Por Renata Avediani

O telefone toca e do outro lado da linha há um headhunter com um convite para você. Sem revelar o nome do empregador, quase sempre uma empresa de grande porte ou então uma start up com investimentos polpudos, ele lhe oferece uma barbada: ótimo salário, oportunidade de progressão na carreira e um bônus estratosférico. Quem já passou por isso provavelmente fi cou se perguntando como o headhunter chegou até seu nome. A você s/a ouviu diversos especialistas em recrutamento de executivos para saber o que chama a atenção deles, para o bem ou para o mal. Revelamos também as estratégias que os caça-talentos usam para chegar aos melhores candidatos. A primeira descoberta é que o informante do headhunter pode estar bem ao seu lado. A maioria dos caça-talentos costuma manter contato regular com profi ssionais experientes e de confi ança dentro de grandes empresas, que podem dar dicas valiosas sobre um determinado executivo.
CULTIVE SEUS CONTATOS
As empresas de seleção possuem em sua base de dados os organogramas das grandes companhias. Dependendo do perfi l da vaga, os recrutadores miram imediatamente profi ssionais de determinadas organizações, que têm cultura semelhante à da empresa que os contratou. Além disso, os caçadores de talentos mapeiam o mercado, pedindo indicações, ouvindo sugestões e fazendo perguntas. Por isso, quem tem uma rede de relacionamentos ativa possui mais chances de ser encontrado. Ou seja, manter bons relacionamentos sempre ajuda. Mandar o currículo diretamente para o caçador de talentos pode ser um tiro n’água. Extremamente requisitados, eles tendem a ser ariscos aos contatos de desconhecidos. Ricardo Rocco, diretor da Russell Reynolds, diz que recebe cerca de 20 currículos por dia. O grande problema, segundo os headhunters, é que muita gente entra em contato sem a preocupação de analisar se tem um perfi l alinhado ao dos profi ssionais procurados. Antes de enviar o currículo para um headhunter, avalie para que setores e níveis hierárquicos esse profi ssional costuma recrutar. “Não desperdice energia com contatos infrutíferos”, diz Ricardo. Mas, se você se considera dentro do perfi l para uma determinada vaga, não fi – que inibido, mande seu currículo.
COMPORTAMENTO É TUDO
Os recrutadores selecionam candidatos com base no pedido da empresa que os contrata. Além da capacitação técnica, eles fi – cam atentos à personalidade do executivo. “Nem sempre o escolhido é o melhor profi ssional, mas o que tem as habilidades emocionais e comportamentais mais alinhadas ao perfi l da companhia e do cargo”, diz Jeff rey Abrahams, diretor da Abrahams & Associates, de São Paulo. Para encontrar informações sobre características comportamentais, os caça-talentos procuram ex-chefes, ex-colegas de trabalho, clientes ou antigos subordinados. “De início, as pessoas hesitam em criticar, mas com jeito conseguimos boas informações sobre o profi ssional”, diz Augusto Carneiro, diretor da Zaitech, empresa de busca de executivos do Rio de Janeiro. Claro, uma boa formação é fundamental para a escolha de um executivo, ainda mais para altos cargos. Mas, isoladamente, não impressiona um recrutador. Além do comportamento, os headhunters verifi cam a experiência profi ssional. “Olho o antes, o durante e o depois das realizações de um candidato em cada empresa e o cargo pelo qual passou”, diz Jeff rey. Ou seja, invista na formação, mas saiba que sozinha ela não garante uma colocação. Você será avaliando também pela sua experiência na prática.
MENTIR JAMAIS
Ganha pontos na avaliação do headhunter quem reconhece os próprios erros. Aprender com os tropeços é uma habilidade valorizada por eles. Não minta para encobertar um fracasso. “A mentira, se descoberta, comprometerá a credibilidade”, diz Iônio Mello, diretor da Stanton Chase International, de recrutamento de executivos, com escritórios em 14 cidades brasileiras. Numa entrevista, conte sua trajetória de carreira sucintamente. Destaque pontos importantes, que mostrem, por exemplo, como você reagiu a situações difíceis e o que aprendeu com elas. “Saber identifi car os marcos da carreira revela maturidade e boa capacidade analítica”, diz Jeff rey Abrahams. Ao receber uma proposta, avalie muito bem se a nova posição colabora para o desenvolvimento de sua carreira e se ela está alinhada aos seus planos de vida. Se depois disso você resolver não aceitar, seja transparente e diga os seus reais motivos ao caçatalentos, deixando as portas abertas para as próximas oportunidades. Agindo assim, você demonstra coerência e controle sobre a carreira. Imperdoável mesmo é concluir o processo, aceitar a oferta e mudar de idéia às vésperas de começar na nova empresa. “Isso demonstra instabilidade e falta de comprometimento. Quem vai querer arriscar novamente?”, diz Augusto Carneiro.
Fonte: Você S.A.
Sem categoria André Dourado on 23 out 2008
LinkedIn conecta 25 milhões de profissionais
A rede social oferece desde contas gratuitas até as pagas para empresas em busca de candidatos
Eric Costa, da INFO
21 de outubro de 2008

Um dos precursores das redes sociais com perfil de trabalho, o LinkedIn continua sendo o carro-chefe da categoria. Traz os melhores recursos e o principal atrativo nesse tipo de serviço: uma grande massa de usuários, que passou de 22 milhões em maio. Há contas pagas e gratuitas no LinkedIn. Para os profissionais, não há vantagens em passar para uma modalidade paga, já que os recursos extras fazem mais sentido para empresas em busca de candidatos. As contas LinkedIn Business e Business Plus, com preços desde 20 dólares ao mês, permitem enviar e-mail a profissionais com determinado perfil (com conhecimentos de programação numa linguagem, por exemplo), mesmo que não estejam na rede de contatos do usuário.
Para quem quer procurar emprego ou fazer networking, o LinkedIn é o endereço certo para não perder tempo e ir direto ao ponto. A começar por sua interface, simples e intuitiva. Basta se logar para conferir de cara na home Page as atualizações da sua rede. A ferramenta de busca funciona bem e é o atalho mais rápido para levar você à turma com quem já trabalhou em outras empresas, com pesquisa pelo nome da companhia. Quer chegar até alguém que você não conhece pessoalmente? Clique na ferramenta Introductions para ver quem de sua lista pode apresentá-lo.
O LinkedIn também é famoso pelos endorsements, as recomendações, que indicam as qualidades de uma pessoa e ajudam a verificar sua competência, especialmente se o texto veio de uma fonte idônea e experiente. Outro ponto forte do LinkedIn é oferecer uma URL curta, que pode ser enviada como um adicional ao currículo, trazendo informações extras, contatos e as recomendações recebidas. O serviço pode, ainda, divulgar o perfil de seus usuários nas buscas do Yahoo! e do Google, apesar de isso ter uma eficácia duvidosa. O ponto fraco do LinkedIn está no sistema de comunidades, que fica atrás dos concorrentes em recursos e em participação.
Texto publicado originalmente na revista INFO de junho de 2008
Fonte: Info
TI André Dourado on 23 out 2008
Nove dicas para controlar sua carreira em meio a demissões
Thomas Wailgum, CIO (EUA)
Publicada em 22 de outubro de 2008 às 17h45
Com taxas de desemprego altas e demissões sendo anunciadas, os profissionais estão ansiosos e precisam se mover para não virarem estatísticas
Se você trabalha em TI em uma companhia de serviços financeiros, provavelmente está se sentindo inseguro sobre seu emprego. A firma de consultoria Janco Associates relatou no dia 15 de setembro que a bagunça em que se encontra a indústria – junto com o anúncio de que a HP vai demitir 24,6 mil funcionários nos próximos três anos – iria engolir o mercado de empregos em TI.
Mas, de fato, há uma série de medidas que você pode tomar agora para domar sua ansiedade e tomar as rédeas e controlar o rumo de sua carreira.
John Estes, vice-presidente da firma Robert Half International, e John Baschab, vice-presidente sênior da Technisource, um fornecedor de serviços de gerenciamento e contratação de pessoal em TI oferecem algumas dicas para os que estão preocupados em perder seus empregos por conta da tormenta econômica em Wall Street e as demais economias do mundo.
1-Faça as perguntas certas. Se você está preocupado com as demissões ou efeitos de uma possível fusão, Estes aconselha os trabalhadores de TI a questionarem os superiores as seguintes coisas: Como isso vai afetar meu emprego? Existem outras oportunidades na companhia para a qual eu poderia me inscrever? Caso eu seja demitido, a companhia oferecerá um serviço de recolocação?
2-Lembre-se: Você tem as habilidades. Pessoas de TI de empresas de serviços financeiros geralmente têm as habilidades mais preciosas neste momento, especialmente no que diz respeito a segurança e confiabilidade, nota Baschab. “Isso combinado com o nome de uma grande marca no currículo, pode facilitar a busca por uma vaga”, acrescenta.
3-Arrume seu currículo. É sempre uma boa idéia estar preparado com um currículo atualizado, aponta Estes. “Você nunca sabe quando uma oportunidade pode parecer, ou quando uma mudança inesperada ocorrerá na organização”, diz ele. “Quanto mais cedo você colocar seu currículo no mercado, melhor suas chances de ganhar essa competição.”
4-Tente na sua rede de contatos. Estes aconselha as pessoas de TI a escrever uma lista de todos que conhecem e que poderiam estar em uma posição para ajudá-lo a descobrir uma nova oportunidade de emprego. E considere todos: família, amigos, associados de negócio, clientes ou fornecedores, colegas de curso, grupos e redes de profissionais e tudo o mais que puder pensar. “Seus contatos podem ser uma fonte inestimável de dicas de empregos,” diz ele, “então não deixe nenhuma delas inexplorada”.
5-Reúna-se com recrutadores de TI. Um recrutador especializado em TI “não só pode te ajudar a encontrar um emprego – ele ou ela podem oferecer feedbacks a respeito de seu currículo e como se apresentar em entrevistas”, diz Estes.
6-Pense além da sua indústria. Baschab diz que experiência em operações e infra-estrutura é importante para qualquer indústria – por enquanto, servidores de e-mails são basicamente o mesmo em qualquer lugar. “Isso quer dizer que quem tiver essa qualificação pode conduzir atividades em uma gama ampla de mercados”, diz ele.
7-Não passe por cima de companhias pequenas com grandes oportunidades. Agora pode ser uma boa hora para alcançar uma posição mais alta em uma companhia menor, diz Beschab, tal como um banco de varejo regional. “Poderia ser uma boa oportunidade para ajudá-los a construir um departamento de TI usando as habilidades aprendidas em ambientes corporativos maiores”, acrescenta.
8-Evidencie suas habilidades funcionais. “Analistas de aplicações e de negócios podem também fazer movimentos laterais para as áreas de finanças ou contabilidade, ao ampliar a busca por vagas em outras áreas funcionais das companhias”, nota Baschab.
9-Talvez seja hora de mudar. “Se sente que suas oportunidades realmente são limitadas em seu mercado, se pergunte se a mudança para uma nova cidade ou estado é uma opção viável” diz Estes. “Considerando todos os fatores, poderia ser uma mudança bem-vinda.”
Baschab evidencia que os salários de TI na indústria financeira têm sido, historicamente, bem mais elevados quando comparados com os de outras indústrias; mas também têm um custo alto de vida. “Essa poderia ser a oportunidade para se mudar para outra geografia”, acrescenta, “e aceitar um salário mais baixo, mas também um custo mais baixo de vida.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 23 out 2008
Terceirização : namoro, casamento e/ou divórcio
BLOG – Sérgio Alexandre Simões
21/10/2008
Ultimamente o que mais se ouve falar são as analogias entre a terceirização e o casamento. Desde referências ao período de “lua de mel” que ocorre logo após a assinatura do contrato, passando pelas chamadas “crises conjugais” nos episódios de conflitos entre cliente e fornecedores durante o seu exercício, até a renovação (ou não) dos “laços de ternura” ao final do período de vigência deste.
Na prática, algumas dessas analogias realmente fazem sentido e nos remetem a analisar mais holisticamente os contratos de longo prazo (de 4 até 10 anos) da terceirização de atividades das empresas.
Durante o período de namoro algumas empresas decidem que chegou finalmente a hora de se casar, pois já se consideram maduras o suficiente para tanto. Acreditam que já esgotaram processos internos na busca de eficiência, e que a oportunidade de estabelecer uma parceria de longo prazo com outra empresa que tenha por objetivo principal o de fornecer serviços específicos poderá trazer maior qualidade e menor custo ao negócio.
Definidos os pretendentes, inicia-se o período conhecido pelos americanos como “beauty contest”, e através de um desfile das competências de cada pretendente será definido aquele com quem será estabelecida parceria. Alguns critérios são previamente definidos, porém muitas vezes esses são deixados de lado durante o período de negociação comercial ou influenciados por posicionamento pessoais ou de poder dentro das organizações. É aqui que muitas empresas buscam apoio de um terceiro que age de forma independente e que garante a lisura, transparência e aderência aos objetivos de negócio estabelecidos de ante mão.
Escolhido o parceiro, inicia-se a definição do “pre-nup” (contrato pré-nupcial muito usado no mundo “civilizado”) que definirá as regras de convivência e principalmente os termos que serão utilizados no caso de uma separação. É este o objetivo de qualquer contrato.
O período de “lua de mel”, como na vida, é rápido. Logo os primeiros problemas e expectativas frustradas irão aparecer. Alguns dizem que nem se lembram se tiveram tal período em suas relações comerciais, pois as discussões do contrato foram tão acaloradas que já contaminaram os inícios dos trabalhos conjuntos.
Após um período inicial de adaptação, conhecido como de transição ou de “objetivos de níveis de serviços” (em inglês, SLO), passa a valer o que foi acordado e documentado entre as partes no contrato para os níveis de serviço (em inglês, SLA).
Caso as crises tornem-se freqüentes, a deterioração do relacionamento acontece rapidamente. O escalonamento de problemas chega ao nível da alta administração do cliente e do fornecedor, e os questionamentos de ambas as partes se foi tomada a decisão correta de parceria ocorrem com freqüência. Neste momento, algumas empresas buscam empresas especializadas para pesquisas de benchmarking.
A definição do encerramento antecipado de um contrato é uma decisão difícil e politicamente complicada para ambas as partes. Definido o posicionamento, é mais do que crucial a maturidade executiva de ambas empresas para lidar com a situação. Para o fornecedor a passagem do serviço “de volta” para o cliente ou para outro fornecedor é o maior teste do profissionalismo de sua equipe. Para o cliente, o menor impacto possível ao negócio através da garantia da manutenção dos níveis de serviços e o ônus político (e algumas vezes financeiro) da decisão são importantes fatores a serem gerenciados. Neste momento, algumas empresas também buscam apoio de consultorias especializadas em resolução de conflitos comerciais e que podem evitar um custoso “divórcio litigioso” entre as partes.
Como na vida, são as relações que rapidamente se adaptam as mudanças das condições que constituem as reais parcerias de longo prazo e podem chegar mais perto de um real “happy ending!”.
Sérgio Alexandre Simões – Líder das práticas de IT Sourcing e IT Governance da PwC, Sérgio Alexandre é mestrando em Inovação Tecnológica pela UNINOVE e engenheiro eletrônico pela FEI. Possui a certificação CISM e é coordenador de MBA na FIAP além de co-autor de livros como Governança de TI – FGV, 2006 e Segurança em Banco Eletrônico – FEBRABAN, 2000. É um profissional com mais de 15 anos de experiência no estabelecimento de estratégias corporativas de TI e nos últimos 5 anos tem focado sua atuação em projetos de Sourcing de TI.
Fonte: IT Web – Blogs
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