Arquivo Mensalnovembro 2008
Carreira &Notícias &Projetos André Dourado on 27 nov 2008
Comunicado PMI sobre Cronograma de Certificações para 2009
by Carlos Henrique on November 4, 2008
Com os lançamentos programados pelo PMI para o último dia deste ano (4a Edição do PMBoK e 2as versões dos padrões OPM3®, Standard for Program Management e Standard for Portfolio Management), muitas pessoas que desejam obter alguma certificação no próximo ano (inclusive eu) têm dúvidas sobre como ficarão os exames à partir do dia 31 de dezembro.
Pensando nisso, o PMI emitiu um certificado oficial aos REPs (Registered Educational Provider) que a Projectlab publicou em seu blog traduzindo ao estilo de uma FAQ. Veja abaixo as respostas às principais dúvidas:
P: Quando será o lançamento do Guia PMBOK® – 4a Edição e das 2as versões dos padrões OPM3®, Standard for Program Management e Standard for Portfolio Management?
R: O Guia PMBOK® – 4a Edição está programado para publicação no dia 31 de dezembro de 2008, assim como as 2as versões dos outros padrões mencionados.Todos serão publicados na mesma data, pois representam as disciplinas chave para a profissão do gerente de projetos: gerenciamento de projetos, programas, e portfólio no âmbito da organização. O alinhamento dos quatro padrões ajuda a garantir que a profissão use como referência os mesmos termos e entendimento, promovendo a harmonia entre os padrões.
P: Como as atualizações do Guia PMBOK® – 4a Edição vai afetar o exame de certificação PMP?
R: Quando um padrão como o Guia PMBOK® – 4a Edição é lançado, os exames de credenciamento são também atualizados para refletir as mudanças. Existe uma tabela de datas de quando as atualizações serão totalmente incorporadas:
Credencial Exame Atualizado
PMP® 30 de junho de 2009
CAPM® 31 de julho de 2009
PMI-SPSM 31 de agosto de 2009
PMI-RMPSM 31 de agosto de 2009
PgMP® 31 de agosto de 2009
Lembrem-se que padrões são apenas umas das referências contidas no corpo de conhecimento de gerenciamento de projetos, por isso não haverá uma mudança súbita no exame.
P: Quando estudando para um dos exames de certificação acima, qual edição dos padrões é recomendado para o estudo?
R: Até as datas de atualização dos exames descritas acima, recomenda-se o uso do Guia PMBOK® – 3a Edição, sendo no caso do PgMP® também a 1ª edição do Standard for Program Management. Após as datas referidas, recomenda-se as novas edições para estudo.
P: Quando estarão disponíveis as traduções para Guia PMBOK® – 4a Edição, inclusive o Português?
R: O Guia PMBOK® – 4a Edição será traduzido para 10 idiomas, incluindo o português do Brasil. No dia 31 de dezembro de 2008 está programada a disponibilização no site do PMI para seus filiados uma versão em PDF não revisada das traduções, sem layout ou formatação usada na versão publicada, como um pré-lançamento, que não pode ser vendido ou distribuído. Versões oficiais já devidamente revisadas são esperadas para o dia 31 de março no site. Cópias impressas serão disponibilizadas em meados de 2009.
Fonte: UniversoGP.com
TI André Dourado on 27 nov 2008
Assista TV pelo Hulu (ou qualquer outro canal americano)
Ha alguns dias, eu e Rosa estávamos procurando bons sites que oferecessem vídeos/seriados/filmes para assistirmos. Na minha busca, achei o Hulu, um dos mais famosos (senão o mais famoso) sites de conteúdo de TV dos EUA. Infelizmente ele é US-only, isto significa que se você estiver fora das terras do Tio Sam, então você não pode ver os vídeos do site.
Pois seus/nossos probremas se auto se acabaram-se!!!
Fiz um apanhado de passos pra você conseguir acessar o Hulu e ver seus vídeos de qualquer lugar do mundo!
Na verdade, eu vi um vídeo/tutorial no LifeHacker, mas como muita gente tem preguiça (ou a internet é ruim) pra ver vídeo, eu fiz uma sequência textual de passos que você deve tomar para assistir tranquilamente o Hulu (e acessar quase todos os sites US-only).
1) Baixe o programa Hotspot Shield no site oficial deles.
2) Instale ele no seu computador (ele dará a você um endereço IP de algum lugar dos EUA).
3) Na instalação ele tenta instalar um monte de softwares, dê agree apenas no Termo de licença.
3) Depois de instalado ele vai se auto-configurar, e depois abrirá seu browser e fará uma conexão.
4) Após aparecer um escudo VERDE na sua barra do windows vá em www.cmyip.com e veja que ele indica que você está nos EUA (rá!).
5) Acesse qualquer site US-only (o Hulu é um deles) e você estará na América pra eles!
Simples né?
A única chatisse é que o Hotspot Shield coloca uma propaganda no topo de suas páginas. Mas isso é somente enquanto ele está ativo. Justo ne? =p
Outros sites como o pandora devem funcionar também ne!
Fonte: Nerds na Van
Carreira &TI André Dourado on 27 nov 2008
Certificações quentes em TI em 2009: prepare-se para ganhar mais
nov.25, 2008
As previsões quanto às demandas tecnológicas que poderão afetar a vida dos profissionais de TI no 1º mundo podem ser aplicadas aqui também, graças à globalização, então que tal tomarmos vantagem disso e começar a nos mexer já?
O instituto norte-americano de pesquisas, Foote Partner, efetuou uma pesquisa com mais de 22.000 profissionais de TI abrangendo 170 certificações em TI e chegaram a conclusão de que as certificações nas áreas de Arquitetura e Segurança são as mais valiosas, com destaque às certificações da CISCO e Microsoft.
Eis as 5 certificações top que podem render melhores salários, segundo a pesquisa:
- IT Certified Architect (ITCA/OPenGroup)
- Certified Information Security Manager (CISM)
- InfoSys Security Architecture Professional (ISSAP/CISSP)
- Microsoft Certified Systems Administrator: Messaging (MCSA)
- Cisco Certified Network Professional (CCNP)
A onda de Cloud Computing (Computação em Nuvem) demanda novas arquiteturas de sistemas, algo que deve explodir em breve. A crise econômica sugere também a valorização dos arquitetos. Os reponsáveis pela pesquisa salientam a característica de pensador dos arquitetos, como profissionais que vão além da parte técnica e integram negócios à TI, serão cada vez mais valorizados no futuro.
Certificação PMP (Project Management Professional) e outras relacionadas ao Project Management Institute (PMI) também são destaque na pesquisa, afinal projetos eficientes, que são produtos de profissionais melhores preparados, significa redução de gastos, o que em tempos de turbulência econômica, é sempre bem vindo.
Outro ponto importante é que certificações consideradas puramente técnicas, seja em bancos de dados, desenvolvimento web, redes, e outras áreas, não são consideradas tão importantes quanto eram para o processo de seleção e contratação, embora ainda estejam com alta demanda. Na rota contrária dessas certificações estão às voltadas para a área de Segurança da informação e as da CISCO (em especial a certificação CCNP e as voltadas para VOIP).
E você, atua em algumas dessas áreas? já é certificado ou ainda tem dúvidas sobre qual certificação escolher? Que tal ficar atento às demandas do próximo ano e começar a planejar um upgrade na sua carreira?
Veja a reportagem, na íntegra, em inglês, na InfoWorld
TI André Dourado on 27 nov 2008
Procon: empresas não estão preparadas para lei de call centers
Segundo pesquisa do órgão em São Paulo, as organizações mais bem preparadas não atingiram índice de adequação maior do que 70%. Entre os exemplos, NET e Telefônica têm média de 40% e 30%, respectivamente.
Redação do IDG Now!
Publicada em 26 de novembro de 2008 às 10h56
Há menos de uma semana para entrar em vigor a lei que estabelece novas regras para o atendimento dos consumidores por meio de call centers. Ainda assim, a maioria das companhias responsáveis pelos serviços de SAC não está preparada para as novas exigências. Pelo menos, é o que indica uma pesquisa feita pela Fundação Procon-SP, que presta serviço de defesa do consumidor.
A fundação enviou questionários para 68 empresas do Estado de São Paulo com 14 perguntas objetivas (“sim” ou “não”). Cada companhia teve cinco dias úteis para responder ao questionário. Os resultados não são nada animadores: as empresas que estão mais bem preparadas atingiram índice de adequação de 70%, segundo o Procon.
A NET e a Telefônica, por exemplo, registraram índices de adequação de 40% e 30%, respectivamente. Para a fundação, o resultado preocupa pois essas empresas têm números altos de usuários no Estado. A Telefônica lidera há anos o ranking de reclamações fundamentadas em São Paulo.
Além disso, várias das empresas consultadas ignoraram o questionário. Entre as companhias que sequer responderam às perguntas estão a Azul Linhas Aéreas, Ocean Air, Itaú Saúde, Pró-Saúde, Blue Life, Porto Seguro, Cartão da Casa, Losango, Panamericano, Finasa, Bradesco, Mercantil, PSA, Banco Ford, Banco GM, CTBC, Caixa Econômica Federal (CEF) e Vivo.
Outra parte enviou o questionário fora do prazo e teve suas respostas consideradas inválidas. São elas: Banco BMG, Cartão Carrefour, Eletropaulo, Golden Cross, Trasmontano e Unimed. No total, isso significa que 35,3% das empresas consultadas não responderam ao levantamento.
Os dados da pesquisa feita pelo Procon foram enviados ao Ministério da Justiça, que vai acompanhar o atendimento prestado por essas empresas a seus clientes assim que as novas regras de atendimento em call centers entrar em vigor.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 26 nov 2008
Os 10 mitos sobre a telepresença
Imagine que você está em uma reunião na sua empresa e o seu chefe olha bem nos seus olhos e agradece por sua participação em determinado evento. Só que você está no Brasil e o seu chefe está nos Estados Unidos! Como isso é possível?

Se a história acima pareceu impossível, saiba que ela já é possível e é comercializada aqui mesmo, em terras tupiniquins. A tecnologia envolvida nisso tudo é o da Telepresença, um conceito que envolve som e vídeo em tempo real, através da internet. A representação da pessoa é feita em tamanho natural e mostrada em telas de alta resolução, o que dá a perfeita noção de que elas estão presentes no local.
Difícil de acreditar? Dê mais uma olhada na foto acima e veja que as quatro pessoas que estão na parte superior da imagem estão sendo mostradas em telões de plasma! Mas esta nova tecnologia é cercada de mitos. Neste artigo, 10 deles são esclarecidos:
1. A telepresença é uma tecnologia completamente nova
As soluções de telepresença estão no mercado há mais de uma década. Mesmo que não seja algo novo, é correto afirmar que a telepresença está recebendo mais atenção agora do que antes. Isso acontece em razão da melhora da qualidade conseguida pela tecnologia HD da videoconferência e a entrada no mercado de grandes empresas que oferecem soluções de telepresença.
2. A telepresença é uma tecnologia completamente separada da vídeo conferência
A telepresença constitue uma nova evolução da vídeo conferência, dirigida a proporcionar una experiência natural e de alta qualidade similar a da vida real. A diferença pode ser facilmente notada entre uma experiência em telepresença e uma vídeo conferência, mas as tecnologias utilizadas e os conceitos são basicamente os mesmos.
3. A telepresença é uma marca específica de uma empresa
O termo “telepresença” se refere às soluções que estão no mercado há mais de uma década e que são distribuídas atualmente por vários provedores.
4. Você não pode obter uma experiência verdadeira de telepresença utilizando as soluções mais comuns de comunicação visual
Vários provedores têm soluções de telepresença imersiva baseadas em padrões disponíveis hoje em dia que cumprem ou até mesmo ultrapassam a experiência disponível em soluções patenteadas. Estas soluções de telepresença imersiva também são completamente interoperáveis com os sistemas de vídeo conferência baseados em padrão que são utilizados atualmente, ao redor do mundo.
5. As soluções de telepresença são realmente caras
É verdadeiro porque alguns sistemas têm realmente preços elevados, mas torna-se falso quando avaliamos a redução dos custos operacionais das empresas. Estudos iniciais sobre a telepresença mostram que os sistemas de telepresença são 10 vezes mais utilizados que os sistemas de videoconferência tradicionais. Com isso, podem-se reduzir os custos de uso por hora desses sistemas.
6. Todas as soluções de telepresença imersiva proporcionam a mesma experiência
Atualmente existem dois termos utilizados para a telepresença imersiva. O primeiro é o que chamamos de telepresença imersiva “do outro lado da mesa”, criado para fazer com que as pessoas sintam como se estivessem sentadas do outro lado da mesa, em frente aos seus colegas de outros lugares. Este é o mais comum, hoje em dia. O segundo tipo de solução oferecida é aquela que chamamos de telepresença imersiva “na mesma sala”, exclusividade da Polycom. Utilizando monitores de cinema com vídeo de alta-definição, essas soluções oferecem uma imagem completa das outras salas em proporções similares a da vida real para que as pessoas possam parar e caminhar ao redor da sala e, mesmo assim, interagir de forma dinâmica com os demais participantes.
7. As soluções de telepresença de diferentes provedores não podem conectar-se entre si
É uma dúvida simples, mas com uma resposta complexa. Ela depende da definição da telepresença e porque há diferentes estratégias assumidas por alguns provedores que se aderem ou não a padrões já estabelecidos.
8. A telepresença exige um melhoramento considerável da infra-estrutura da rede
Para os clientes que estejam usando a vídeo conferência com sucesso, a implementação de soluções de telepresença é relativamente fácil. Contudo, os compradores devem ficar atentos às possíveis plataformas distintas de algumas empresas que fornecem telepresença para evitar surpresas.
9. A telepresença exige que a rede tenha uma banda considerável
É correto dizer que as soluções que utilizam vídeo em HD exijam um tamanho de banda larga mínimo de 1Mbps (se recomenda 1.5 Mbps) por codec para qualidade de vídeo HD, mas na realidade o tamanho da banda larga necessária para as soluções de telepresença depende do nível da resolução HD e da eficiência da tecnologia de coding de vídeo que é utilizada.
10. A telepresença é indicada apenas para salas de reuniões
Existe uma ampla variedade de soluções de telepresença disponíveis hoje em dia que cumprem diferentes aplicações e necessidades de espaço. As soluções de telepresença também oferecem muito mais do que “cabeças que falam” permitindo às pessoas compartilhar conteúdo multimídia durante uma reunião de telepresença.
Assista à reportagem do SBT sobre a Futurecom 2008 em São Paulo, onde a Cisco apresentou sua solução.
Leia também: Volta ao mundo em 1 080p
Referências:
PC Magazine Brasil
Guanabara.info
TI André Dourado on 25 nov 2008
IBM oferece consultoria para implementação de cloud computing
Por IDG News Service/ EUA
Publicada em 24 de novembro de 2008 às 16h11
Atualizada em 24 de novembro de 2008 às 19h30
Boston – Estratégia pode impulsionar adoção do modelo que ganhou destaque recentemente, mas ainda tem sua confiabilidade questionada.
A IBM lançou, nesta segunda-feira (24/11), um pacote de consultoria a empresas para a implementação de serviços em cloud computing, estratégia que pode impulsionar a adoção do modelo.
O cloud computing ganhou destaque nas últimas semanas após a Microsoft anunciar o Azure, versão do Windows em ‘nuvem’, além de outros anúncios da empresa sobre versões online de aplicativos como o Exchange e SharePoint – além do próprio pacote Office.
Mesmo assim, há questionamentos sobre a confiabilidade deste tipo de hospedagem quando as empresas a comparam à infra-estrutura tradicional.
Para eliminar este ‘preconceito’, a IBM lança serviços de assessoria para a avaliação do total custo da implementação de cloud computing, assim como para suas operações.
Além disso, a IBM está iniciando um esforço para aumentar a segurança ‘nas nuvens’. A empresa criou o programa “Resilient Cloud Validation”, que oferecerá certificações para os fabricantes, que terão um logo “Resilient Cloud” em seus materiais.
Sob críticas da indústria, a IBM comenta a iniciativa afirmando que ainda é cedo para identificar as melhores práticas em cloud computing. “Ainda é muito experimental. É muito difícil saber sobre custos, incluindo ‘o que’ e ‘por que’”, afirma o analista da Redmonk, James Governor.
Mesmo assim, “como a IBM mostrou com o Linux, sua ‘autoridade religiosa’ pode levar as empresas conservadoras a darem o braço a torcer, em uma perspectiva relacionada a este tipo de adoção”, opina outro analista da Redmonk, Stephen O’Grady.
Chris Kanaracus, editor do IDG News Service, de Boston
Fonte: IDG Now
TI André Dourado on 25 nov 2008
TCU criará “lista negra” de projetos de TI para evitar repasses de dinheiro público
:: Luiz Queiroz
:: Convergência Digital :: 24/11/2008
Depois de criar a Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação (Sefti), de realizar uma pesquisa junto a 250 órgãos federais e concluir que além da falta de “Governança de TI”, também há falta de Governança Corporativa em diversas áreas dos Poderes da República, o Tribunal de Contas da União tomou a decisão de adotar alguns procedimentos profiláticos. O mais duro deles será a criação de uma relação dos projetos de TI que consumiram grandes somas de dinheiro público e não foram plenamente executados ou, pior: Foram detectados indícios de irregularidades.
Essa espécie de “lista negra” será remetida ao Congresso Nacional, como já é feito com as “obras Inacabadas” na Construção Civil. O TCU recomendará à Comissão Mista de Orçamento, para que não libere recursos no exercício seguinte para esses projetos, até que se concluam auditorias e julgamento de responsabilidades administrativas dos gestores não apenas de TI, mas dos escalões superiores dos ministérios, órgãos vnvulados, Fundações e Autarqias em geral. Até mesmo empresas estatauis poderão ser apontadas nesses relatórios.
Há uma expectativa de que no Orçamento de 2009, segundo o Ministro Sherman, os gastos com TI fiquei mais claros, atraés de rúbricas indicando para onde o dinheiro está sendo destinado. Seguneo ele, de 2002 a 2006, o TCU através de pesquisas no Siafi constatou, que houve um crescimento nos dispêndios dessa área que passou de R$ 4,2 bilhões, para algo em torno de R$ 6 bilhões.
“É possível que, com as novas medidas, venhamos a descobrir que esses gastos são muito mais elevados”, disse Augusto Sherman.
Essa decisão foi a principal conclusão anunciada no final do seminário: Tecnologia da Informação – Controle Externo em Ação”, realizado nos últimos dias 20 e 21 de novembro no Tribunal de Contas da União. O portal Convergência Digital cobriu todo o evento e apresenta nesta segunda-feira um balanço geral das palestras ocorridas durante os dois dias de evento, que reuniu cerca de 500 gestores públicos, além de alguns diretores de Relações Governamentais de empresas fornecedoras para o governo.
Na abertura do evento na última quinta-feira (20), o futuro presidente do TCU, Ministro Ubiratan Aguiar (toma posse no opróximo da 10 de dezembro) também anunciou que pretende buscar maior “sinergia” entre os diversos órgãos de controle e repressão federais (Controladoria geral da União, Ministério Público Federal, Coaf, Polícia Federal, Abin, entre outros).
Segundo ele, uma integração das bases de dados e de ações desses órgãos, propriciarão ao País combater a corrupção e a lavagem de dinheiro. As áreas de TI, como atividade meio, segundo Ubiratan, dispõem dessas infomações necessárias ao combate desses ilícitos e, por conta disso, serão mais fiscalizadas preventivamente.
Mas a palavra final para os gestores de TI federais, que trouxe tranquilidade para uma área que vive sob constante tensão de errar aos olhos do órgão fiscalizador, foi dada tanto por Ubiratan quanto o ministro Sherman. O TCU pretende colaborar, ajudar os gestores de TI a promoverem boas práticas de governança. E atuar cobrando dos escalões superiores maior participação nas estratégias governamentais, onde a Tecnologia da Informação será exigida.
Em outras palavras, o foco agora será avaliar o todo e não somente a parte. A Governança Corporativa será plenamente investigada, para se evitar que amanhã apenas os “pequenos” acabem punidos por erros cometidos por aqueles que ocupam altos cargos de confiança no Governo Federal.
O portal Convergência Digital filmou todo o evento, que marcou o lançamento oficial da TV Convergência Digital (CDTV). Por meio dela, aqueles que não puderam participar do seminário do TCU poderão ver e ouvir no Youtube, os principais pontos das palestras de técnicos do tribunal além do Governo e do Judiciário.
Assista, por exemplo, ao vídeo do anúncio feito pelo Ministro/Auditor, Augusto Sherman, sobre a nova “lista negra dos projetos de TI”.
Fonte: Convergência Digital
TI André Dourado on 25 nov 2008
Gestão de contratos esbarra na falta de profissionais capacitados
De acordo com a TGT Consult, boa parte dos acordos ainda são gerenciados por pessoas técnicas, mas que, na maior parte das vezes, não apresentam as competências necessárias para o relacionamento com os fornecedores.
Marina Pita, da CIO
Publicada em 24 de novembro de 2008 às 15h55
O conceito de um centro de competência para gestão de contratos ainda é muito recente no País. Assim, apesar das empresas começarem a ter profissionais dedicados ao assunto, na prática, as iniciativas podem ser consideradas incipientes e não orientadas a seu principal objetivo, segundo Ronei Silva, diretor da TGT Consult.
Um dos primeiros problemas detectados por Silva diz respeito ao perfil dos profissionais responsáveis pela gestão de projetos e que, em sua maioria, são gerentes técnicos. “É natural que isso ocorra, já que as primeiras áreas terceirizadas foram aquelas mais operacionais, como infra-estrutura de help desk e data center”, explica Silva.
Nesse sentido, o especialista acredita que as corporações precisam reavaliar os responsáveis pela gestão de processos, uma vez que o tema tende a ganhar mais complexidade com a tendência do modelo de torres de serviços, no qual as companhias lidam com um maior número de fornecedores. Assim, o diretor da TGT cita que, em alguns casos, em vez de um profissional técnico, as organizações deparam-se com a necessidade de ter um profissional com bom conhecimento de finanças para gerenciar os contratos de TI.
“O mar de fornecedores que se abre diante das possibilidades abertas por cloud computing e SaaS significa aumento exponencial da complexidade de terceirização”, defende Silva. Para ele, o mercado deve se pulverizar ainda mais nos próximos anos.
Assim, é hora de ter uma equipe que vá além das habilidades técnicas tradicionais. Será preciso, segundo análise do diretor da TGT, criar um time com conhecimentos para desenhar a estratégia de terceirização, selecionar os serviços e provedores que vão colocar essa estratégia em operação e ainda cuidar do dia-a-dia da operação.
Para cobrir todos esses aspectos, o CIO, por sua vez, deve buscar profissionais que se adequem a essas novas demandas. “Pois cuidar de terceiros requer uma gestão do relacionamento e não só do serviço prestado”, elenca Silva, que acrescenta: “Isso significa que o comportamento para lidar com o fornecedor passa a ser tão importante – ou mais – que as habilidades técnicas”.
Na prática, o diretor sugere que a área de gestão dos contratos seja constituída pelas empresas de maneira formal, com papéis e responsabilidades bem definidas. Além disso, deve-se ter uma preocupação em detectar os profissionais mais habilitados a fazer o gerenciamento dos serviços e do relacionamento com os diversos fornecedores.
Um dos caminhos para buscar esse gerente de contratos, analisa Silva, é capacitar o profissional técnico, para que ele consiga desenvolver as habilidades de relacionamento. “Mas talvez ele não queira desenvolvê-las e vá buscar emprego no provedor”, avisa o diretor, citando assim que há uma falta de especialistas nessa nova função.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 25 nov 2008
Os seis hábitos do líder eficiente
Silvia Balieiro, da Info CORPORATE
19 de novembro de 2008
Estudo da Mckinsey indica ações que os executivos devem ter para aumentar a produtividade da empresa
Nos anos 80 a Toyota desenvolveu um sistema de produção de automóveis mais eficiente. Batizado de “lean production” (algo como produção enxuta), a intenção era tornar a linha de montagem mais eficiente e despender um menor esforço para gerar grande valor para a companhia.
A prática, que colocou a Toyota no topo do ranking das montadoras de veículos, pode servir também para os executivos de TI. A McKinsey divulgou um estudo, no qual lista os seis hábitos dos líderes eficientes (Six habits of lean leaders).
Veja abaixo quais são esses seis hábitos listados pela consultoria:
1. Foco nos processos: os executivos que têm um nível sênior precisam desenvolver formas de tornar visível para sua equipe a importância dos processos e a padronização das atividades.
2. Atacar os problemas na raiz: em vez de tentar encontrar soluções imediatas para os problemas, procure usar as situações críticas como oportunidade para ensinar a equipe como agir nesse tipo de situação.
3. Deixar claro as expectativas: tente deixar claro a todos os funcionários, de todos os níveis, quais são as metas a serem atingidas e como está sendo visto seu rendimento.
4. Alinhamento com a liderança: a melhoria dos processos da empresa não pode se restringir às atividades operacionais. É preciso que isso seja totalmente alinhado ao negócio.
5. Senso de propósito: relacionar o trabalho do dia-a-dia com as aspirações de longo prazo torna mais fácil o alcance das metas.
6. Estímulo para as pessoas: todos os funcionários, de todos os níveis, devem ser encorajados e instruídos a tomar decisões.
Fonte: Info Corporate
TI André Dourado on 24 nov 2008
Parceiros da SAP oferecem 75 vagas para estagiários e trainees
Por Redação do Computerworld
Publicada em 21 de novembro de 2008 às 13h23
Atualizada em 21 de novembro de 2008 às 13h24
São Paulo – Seleção ocorre erograma tem início em 2009 nos Estados de São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Goiânia.
Parceiros da SAP têm 75 vagas para estagiários e trainees certificados em soluções da empresa. As oportunidades são para cidades em cinco Estados do País: São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Goiânia.
As vagas serão oferecidas aos alunos certificados na academia SAP Business All-in-One, treinamento de capacitação técnica no aplicativo para gestão de negócios de médias empresas. Os processos de seleção serão abertos a partir do final do mês de novembro e elaborados de acordo com a política interna de cada uma das empresas que integram a parceria com a SAP.
Os programas de estágio e trainee terão início em 2009, com duração prevista de seis meses. Os participantes poderão ser efetivados e há chances de reembolso do investimento feito no curso. O valor da bolsa-auxílio varia de parceiro para parceiro.
Os canais participantes da iniciativa são: Apply (Recife), Gplux (Rio de Janeiro e Belo Horizonte), HB (São Paulo, Campinas, São José dos Campos, Brasília, Goiânia, Fortaleza e Curitiba) e Unisinos (Porto Alegre).
Fonte: IDG Now
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