Arquivo Mensaldezembro 2008
Agile &Projetos &TI André Dourado on 25 dez 2008
PMI abordando o tema Agile
Por André Dourado
Neste post traduzirei o artigo sobre a filosofia Agile, publicado no site PMP Passport do PMI: “Agile Software Development Projects Enable Adaptability and Success“.

Pra quem não leu, meu conselho é que leia a versão original em inglês, que certamente é bem melhor que a minha tradução. Se por acaso alguém achar que a tradução não ficou boa, e quiser deixar alguma sugestão, será muito bem vinda nos comentários.
Projetos Ágeis de Desenvolvimento de Software Possibilitam Adaptabilidade e Sucesso
Agile pode ser a cura para projetos de desenvolvimento de software atrasados e com alto custo.
Nos últimos anos o número de projetos de desenvolvimento de software entregues no prazo, dentro do orçamento e com requisitos atendidos, tem aumentado, de acordo com o “The 2006 Chaos Research”, um estudo bianual sobre os resultados de projetos de software, realizado pelo Standish Group, uma empresa de pesquisa e análise de projetos de TI, localizada em Boston, Massachusetts, USA.
O Standish Group atribui este aumento ao gerenciamento ágil de projetos. Embora não esteja completamente em conformidade com o A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK® Guide), a filosofia Ágil, que é um consórcio de diferentes metodologias que estimula mudanças e estabelece práticas como: iterações curtas, documentação leve, foco em testes e interação contínua com o cliente para atender a mudanças proativamente.
Um lado positivo é que o time e projeto permanecem flexíveis às mudanças iterativas. O lado negativo é que o escopo pode sair do controle, diz Bill Martiner, PgMP, presidente da empresa VenturePM, localizada na Philadelphia, Pennsylvania, USA
“Como você está atuando sob a idéia que o escopo será definido enquanto o projeto está em andamento, é mais difícil fazer qualquer planejamento a longo prazo em projetos maiores”, diz Martiner.
Diferente da metodologia tradicional, a metodologia ágil requer que os gerentes de projeto, tenham uma abordagem diferente no gerenciamento de escopo e planejamento do projeto.
“Um planejamento cuidadoso tem um impacto significativo para o sucesso do projeto. Minimiza o risco durante sua execução e auxilia a manter o projeto sob controle.”, diz Panini Deshpande, PMP, gerente corporativo de operações globais da Aztecsoft, localizada em Pune, Maharashtra, Índia.
Anthony Akins, PMP, diretor de desenvolvimento de software da BRS Labs, localizada em Houston, Texas, USA, pratica a metodologia ágil. Seu time monitora o progresso do projeto diariamente e em sprints mensais como segue:
Diariamente: O time participa de Stand-up Meetings (reuniões em pé) de 15 minutos, onde cada integrante do time reporta o que fez no dia anterior, o que fará durante o dia e informa possíveis empecilhos ao progresso do projeto.
Mensalmente: Em duas reuniões de duas horas, o time planeja a próxima iteração do projeto. Durante a primeira reunião, o time do projeto seleciona os items de mais alta prioridade do backlog, trabalhando neles na reunião de planejamento mensal. Durante a segunda reunião, o time quebra os itens já identificados para o mês, trabalha nas estimativas, discute sobre o projeto em relação à conclusão de itens específicos do mês.
Apesar da flexibilidade trazida com as interações, gerentes de projeto devem estar certos que os processos ágeis são indicados a suas empresas ou clientes e seus times de projeto.
Agile não é necessariamente efetiva para organizações com ambientes formais, regimentais ou controlados, diz Martiner. Adicionalmente, desenvolvedores sênior ou gerentes de projeto com experiência prévia em processos ágeis, poderiam ter melhores resultados com sua implementação.
Qualquer que seja a cultura na qual você tente implementar processos ágeis, o resultado parece ser o mesmo: projetos bem sucedidos.
“Estamos convencidos que Agile pode atacar qualquer domínio de problema, tão logo a cultura do negócio esteja pronta para trabalhar com ela. Metodologias tradicionais de desenvolvimento de software foram contruídas para um mundo onde o desenvolvimento de software é caro e consome muito tempo… Assim que as ferramentas de desenvolvimento se tornarem mais ágeis, faz sentido utilizar uma metodologia ágil,” diz Darryle Poore, PMP, consultor em gestão do grupo PSC de Schaumburg, Illinois, USA.
Pronto para ser Ágil?
Aqui 5 sugestões para aqueles que estão pensando em usar metodologias ágeis:
- Assegure a compatibilidade entre a metodologia e a cultura da empresa;
- Se a empresa inteira não está pronta para uma mudança completa para uma abordagem ágil, inicie implementando em um único departamento ou um único projeto;
- Entenda desde o início o envolvimento de seu stakeholder;
- Lembre-se de permanecer flexível nas mudanças de requisitos;
- Mantenha o foco na entrega de recursos que agreguem valor para a empresa.
TI André Dourado on 24 dez 2008
Usando uma “Cobra na Parede” para quantificar impedimentos
Traduzido por Douglas Masson
18 Dez 2008 10:44 AM
Kevin Schlabach postou recentemente no seu blog Agile Commentary sobre como utilizar um “Cobra na Parede “, uma abordagem leve ele utiliza para ajudar sua equipe a identificar as coisas que estão retardando seus processos de desenvolvimento.
Pendurar os cartões ou post it na parede para acompanhar o trabalho atual da equipe é provavelmente uma das técnicas mais simples e eficazes do desenvolvimento ágil. Kevin Schlabach sugere usar uma técnica similar para manter sua equipe a par dos impedimentos durante o desenvolvimento diário; Finalmente uma técnica para ajudar a reduzir os misteriosos “drags” que a equipe sente mas não consegue apontá-los totalmente.
A técnica “Snake on the wall“, como ele a chama, especifica que membros da equipe adiciona um post it na parede cada vez que eles sentem ou notam que estão atrasados:
Cada vez que um membro da equipe sente que a tarefa pela qual ele é responsável está atrasada, ele escreve o atraso da tarefa em um post-it. A nota inclui o tempo inicial perdido (comparado à estimativa inicial), aquilo que foi afetado, o motivo e suas iniciais. Eles pegam a nota e adiciona no “final da cobra” que é uma linha crescente de post it na parede.
A cobra em seguida representa explicitamente um radiador de informação para a equipe e os gerentes que a usam para entender melhor, qualificar e remover as coisas que estão em seu caminho. Impedimentos são registrados quando eles acontecem dando a equipe uma maior oportunidade de notar coisas quando ainda estão frescas em suas mentes e com mais informações disponíveis.
Como Schlabach declara, a cobra pode ser priorizada semelhante a um backlog típico de iteração e pode ser usado na retrospectiva da iteração. O tamanho da cobra pode ser usado como um indicador rápido e constante da equipe e de gerentes quão eficientes (ou ineficientes) são seus projetos.
Schablach destaca os benefícios de se fazer isso:
O que ela faz?
- ela valida problemas reais
- ela mata falsas opiniões e reclamações equivocadas
- ela qualifica o impacto dos impedimentos
- ela cria transparência para gerentes que não acreditam no que você diz
- ela fortalece a equipe
- ela é imediata
- ela se auto-prioriza
- ela descobre surpresas
Quantas vezes você esteve em uma retrospectiva não se lembrando perfeitamente de todas as coisas que entraram em seu caminho durante a iteração, mas sabendo que elas estavam lá? Você tem problema para qualificar quanto tempo sua equipe está gastando realmente com essas coisas, quais são os problemas reais?
Você acha que uma “Cobra na parede ” poderia ajudar?
Fonte: InfoQ
TI André Dourado on 24 dez 2008
Cetip se prepara para terceirizar testes de software
Por Ceila Santos
23/12/2008
Um dos focos da Cetip-SA – Balcão Organizado de Ativos e Derivados – para o ano de 2009 é investir em desenvolvimento de novos produtos. O processo de desenvolvimento é feito tanto dentro de casa (60 a 70 profissionais) quanto fora ( 15 profissionais), mas os testes ainda são atividades exclusivas da equipe de TI da Cetip. Motivo?
Carlos Paraizo, gerente de qualidade, segurança e produção da Cetip, responde que “ainda está desenvolvendo os parceiros para testes”. A idéia é de que tais prestadores de serviços de fábrica de testes sejam, inclusive, treinados com as ferramentas e metodologias existentes hoje no ambiente interno da Cetip. É bom lembrar que a empresa é considerada bastante avançada na área de gerenciamento e qualidade, utilizando, por exemplo, soluções da BMC, HP e CA, há quase oito anos. Além de ter adotado também políticas de governança.
Para se ter uma idéia, a Cetip já desenvolveu 2 mil scripts na ferramenta de teste, implementada desde 2003 na instituição, para que o re-teste seja executado após a interação do analista de TI. “Todas as funcionalidades que tenho no meu ambiente de aplicações já foram mapeadas e são testadas pela ferramenta de forma automática após interação humana”, conta. Parece natural, mas é bom lembrar que essa automação só acontece em função da experiência de quase cinco anos de uso da ferramenta da HP, que foi aprimorada cada vez mais para tornar-se tão eficiente e pró-ativa. “Ao longo desses cinco anos, todos os novos projetos foram construídos usando este ferramental e hoje tenho certeza que faço um teste completo da minha aplicação”, reforça.
Paraizo explica que o desafio agora é não gerar impacto na produção. Ou seja, os processos de testes e a taxa de excelência das ferramentas de testes tornaram tão eficientes que podem afetar o prazo do desenvolvimento de novos produtos. “É justamente pelo desafio de produzir no tempo certo que a gente tem esse processo de conceber a ferramenta a partir da interação do usuário. Hoje a ferramenta simula o comportamento do usuário final, reduzindo assim as falhas futuras quando a aplicação estiver no ar”, explica.
Fonte: Decision REPORT
TI André Dourado on 24 dez 2008
Scrum: uma breve introdução
Esta apresentação, criada por Igor Macaubas e por Marcos Pereira, dá uma geral no Scrum. Boa para entender os “porquês” e “comos” do Scrum, esta apresentação serve como um bom ponto de partida para entender o Scrum!
Updated: Esta apresentação está disponível para download lá no Slideshare. Para baixar, infelizmente é preciso se cadastrar. Link direto para download aqui.
Fonte: Scrum Brasil
TI André Dourado on 23 dez 2008
10 empresas usando SCRUM + CMMI/MPS.BR
A empresa de consultoria SWQuality inicia programa inovador em Maringa/PR. Ana Rouiller e Boris Gloger desenvolveram em conjunto uma metodologia para auxiliar o aumento da capacidade das empresas usando CMMI/MPS.BR e SCRUM que promete revolucionar os atuais processos da industria nacional, principalmente nas pequenas organizações de software.
No inicio de Dezembro, duas empresas de Maringá (SG Sitemas e DB1) começaram a receber orientações, e segundo os patrocinadores do projeto em menos de 2 semanas já começam a observar os resultados. As outras 8 empresas de Maringá iniciarão os trabalhos em Janeiro de 2009.
A SWQuality estará durante o mês de Janeiro/2009 visitando empresas situadas no Porto Digital e região, que estejam interessadas no mesmo programa. Segundo Ana Rouiller, a idéia é iniciar a orientação de um grupo de 10 empresas no inicio de Fevereiro. A metodologia que está sendo adotada não está focada em certificação, mas sim em aumentar a qualidade e produtividade da organização. A avaliação MPS.BR ou CMMI será conseqüência de um trabalho desenvolvido com foco principalmente no desenvolvimento da empresa de software.
Após o início dos trabalhos, Boris Gloger comentou:
O Brasil realmente me impressiona. Nesta última semana, iniciamos trabalhos de consultoria mesclando SCRUM e CMMI em um grupo de empresas no interior do Paraná, na cidade de Maringá. O mais incrível foi que após apenas 8 horas de consultoria nas empresas elas já começaram a utilizar SCRUM. Hoje Ana Rouiller, minha parceira neste trabalho, ligou para as empresas em busca de entender o andamento do projeto e segundo ela, wow! – Acreditem, já temos os primeiros bons resultados. Fico impressionado com a facilidade das empresas brasileiras de aceitarem novas idéias e realizar a mudança cultural necessária para seu desenvolvimento e crescimento. Realmente, o Brasil me impressona. (Boris Gloger)
Fonte: Scrum Brasil
TI André Dourado on 23 dez 2008
Cinco maneiras de melhorar a confiança nos investimentos e o retorno em ativos de TI
Stewart Buchanan, do Gartner
22 de dezembro de 2008

Para o Gartner, a administração dos investimentos em TI deve ser contável, completa, atual, competitiva e atrativa. Saiba como atingir e mensurar os bons resultados
Tratar os investimentos em ativos de TI e os contratos de vendedores com a abordagem “ajuste e esqueça” é inadequado. O ideal é tornar todo o gasto em TI mais confiável através da medição e do aperfeiçoamento dos gastos levando em conta os objetivos do negócio e os ciclos de vida de ativos e contratos.
Descobertas chave
- A confiança no investimento em TI depende muito do sucesso nos projetos iniciais. Após entrar em produção, um projeto requer uma gestão, relatórios e aperfeiçoamento contínuos.
- Aquisições de novos projetos e ativos de TI resultam em relações de longo prazo com vendedores e comprometimentos de custos contínuos que prosseguem no decorrer de todo o ciclo de vida do contrato e dos ativos.
- A pressão para a obtenção de fundos ou para o alcance de economias de baixo custo tende a aumentar os custos gerais de TI, prejudicando a confiança dos negócios em TI
- As organizações que aliam sistematicamente os custos de TI com objetivos de negócios podem melhorar de maneira significativa seu acesso a fundos e sucesso em investimentos de ativos.
Recomendações
- Envolva especialistas em compras de TI e gestão de ativos para assegurar que as projeções de custo do projeto inicial e os estudos de viabilidade sejam realistas e precisos.
- Direcione os estudos de viabilidade e métricas para a produção, para que sejam mantidas e medidas levando em conta os indicadores chave de custo e os indicadores chave de risco. Não apenas indicadores chave de desempenho.
- Mantenha e atualize o estudo de viabilidade para cada projeto, trabalhando com acionistas e titulares de orçamento para aperfeiçoar suas posições de ativos em resposta às diferentes condições e objetivos de negócios.
- Reporte todos os ativos de TI e seus custos, e não apenas investimentos em projetos. Os indicadores chave são mais efetivos quando possibilitam aos gestores aliarem custos de ativos com métricas de desempenho relacionadas.
Cinco Princípios de Medição
Administrar os custos com relação aos objetivos requer fatores que sejam contáveis, completos, atuais, competitivos e atrativos.
- Contável é uma suposição — assumimos que os custos são contados. A maior parte das organizações conta seu gasto, mas não seus custos. Isto requer preparação e planejamento cuidadosos. Seu orçamento operacional ou modelos de custo podem não refletir o que cada ativo realmente custa.
- Completo é o princípio mais importante na contribuição para a confiança nos negócios ao se evitar custos não orçados. A metodologia de custo total de propriedade (TCO) do Gartner proporciona um modo compreensivo de se capturar os custos totais dos ciclos de vida.
- Dados Atuais são necessários. Atual se refere ao trabalho com acionistas e titulares de orçamento para atualizar os estudos de viabilidade e objetivos em relação aos quais os investimentos de ativos são medidos.
- Competitivo é um princípio chave, pois a organização de TI freqüentemente compete por fundos e orçamentos operacionais limitados. A competitividade também é um importante objetivo de negócio, mesmo no setor público, no qual as organizações são contabilizáveis por gastar dinheiro público.
- Atrativo significa que seus números e métricas devem ser claros e sem ambigüidade. Suposições, margens de erro e riscos também devem ser contabilizados em modos verificáveis, com indicadores chave de custo e de risco, assim como KPIs.
Fonte: INFO Corporate
TI André Dourado on 23 dez 2008
Pesquisa aponta que CIOs lidam com excesso de ferramentas de BI
Estudo da Forrester mostra ainda que mais da metade das empresas utiliza três ou mais soluções de business intelligence
IDG News Service, EUA
Publicada em 22 de dezembro de 2008 às 14h53
Segundo levantamento realizado pelo instituto Forrester, mais de 40% dos tomadores de decisões no setor de TI dizem que suas empresas usam entre três a cinco ferramentas de Business Intelligence (BI), apesar dos esforços empregados nos últimos anos para a consolidação das soluções. Cerca de 10% dos pesquisados chegam a utilizar seis ou mais ferramentas.
A pesquisa não surpreende executivos como Steve Hirsch, diretor de informação corporativa da NYSE Euronext. “Nós temos quase tudo o que foi lançado em ferramentas de BI nos últimos 10 anos”, afirma.
Uma das razões é o histórico da empresa em fusões e aquisições, o que resultou em um número muito grande de ferramentas para diversas áreas da empresa. “Ainda estamos em um longo processo de consolidação”, diz Hirsch.
O levantamento ainda constatou que os usuários finais de dois terços das empresas pesquisadas têm dificuldade para aprender como usar as ferramentas. Mais da metade deles voltou para suas velhas ferramentas, como as tradicionais planilhas, por não terem conseguido utilizar as aplicações de BI.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 23 dez 2008
Outsourcing e offshoring: as promessas para 2009
No próximo ano, os CIOs correm o risco de, por conta da necessidade de terceirizar recursos, incorrerem nos mesmos erros do passado.
Stephanie Overby, CIO
Publicada em 22 de dezembro de 2008 às 17h34
Tudo leva a crer que 2008 foi um ano relativamente estável para o setor de serviços de TI. Apesar de uma tendência das empresas fecharem acordos menores e mais curtos, eles cresceram em número.
Além disso, pelo menos até o momento, os provedores de serviços na área de outsourcing e offshoring parecem ter passado incólumes pela crise financeira internacional. “Vai demorar, pelo menos, dois trimestres até que a recessão afete os resultados financeiros dos provedores”, afirma Eugene Kublanov. CEO da NeoIT – consultoria especializada em serviços.
Ainda segundo Kublanov, a necessidade das empresas cortarem custos e aumentarem a eficiência dos parques de TI têm favorecido a busca por contratos de outsourcing e offshoring.
Apesar desse cenário, os especialistas consideram que, em 2009, os prestadores de serviços de TI tendem a enfrentar alguns desafios. O principal deles, em relação à negociação dos contratos.
De volta para o futuro: mais – não melhores – acordos de outsourcing
De acordo com Linda Cohen, analista do Gartner, em períodos nos quais aumentam os cortes de funcionários – como o momento atual – há uma tendência de maior demanda por terceirização de processos e recursos. “As organizações querem cortar custos o máximo possível. E os CFOs estão obrigando os CIOs a pensar em offshore e outsource”, complementa a especialista.
“As condições econômicas irão empurrar as companhias mais do que antes a considerar o que pode ficar ‘em casa’ e o que deve ser deixado nas mãos de terceiros”, concorda Kublanov.
Os CIOs tendem a buscar rápidas soluções para corte de custo. Nesse sentido, Cohen cita que pode existir uma ‘amnésia conveniente’. “Os líderes de TI podem esquecer todas as lições que eles já aprenderam com maus contratos de outsourcing”, relata a analista. Nesse sentido, ela afirma que há uma tendência dos executivos não analisarem, de forma adequada, os contratos com novos provedores e, por conseqüência, vão pagar o preço desse problema, no futuro.
Contratos ruins podem gerar uma degradação na performance dos serviços e gerar um aumento dos custos.
Queda das margens para os provedores
Do lado dos fornecedores de serviços de TI, deve existir uma corrida desenfreada pelo fechamento de novos contratos de outsourcing e offshore. O que tende a reduzir a margem de lucro dessas companhias.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 22 dez 2008
Comunidade no Orkut “Manifesto Ágil”
Criei uma comunidade no Orkut, que visa reunir os interessados nas metodologias ágeis aqui no Brasil, bem como servir como um canal na construção e disseminação de pensamentos e experiências sobre desenvolvimento de software, liderança de equipes e práticas ágeis.
Se você tem interesse em discutir assuntos relacionados a Agile, XP, SCRUM, Crystal etc, este é seu lugar. Participe. O link para a comunidade é:

Olá! Desde que coloquei o site