Arquivo Mensaljaneiro 2009
Agile &Desenvolvimento &TI André Dourado on 26 jan 2009
Pesquisa sobre o uso de ferramentas de gerenciamento de projetos Scrum
O blog “Scrum Breakfast” realizou uma enquete sobre ferramentas de gerenciamento de projetos Scrum, nos moldes da realizada pela lista do Yahoo “Scrumdevelopment” no final de 2006. Comparou o resultado entre as duas e os reproduziu em gráficos. Traduzi o artigo referente aos resultados da pesquisa. Segue a tradução:
Resultados da Enquete sobre Ferramentas de Gerenciamento de Projetos Scrum: Se afastando dos cartões?
postado por Peter Stevens, Zürich, Switzerland
em 5 Julho 2008
A enquete sobre o uso de ferramentas Scrum/Agile realizada pelo blog Scrum Breakfast foi a mais popular até hoje: 100 repostas, das quais 63 respondentes utilizam uma ferramenta dedicada de gerenciamento de projetos ágeis. Um líder de mercado parece estar emergindo no espaço de gerenciamento de projetos ágeis.
Eu finalmente tive a chance de comparar os resultados desta pesquisa, com a realizada na enquete da lista do Yahoo “Scrumdevelopment” de Dezembro de 2006. O resultado indica mudanças significativas, em relação a quais ferramentas os times ágeis estão utilizando para gerenciar seu trabalho.
Quis que os resultados fossem comparáveis com a pesquisa da “Scrumdevelopment”, portanto os respondentes deveriam escolher uma única ferramenta. Então mesmo que eles utilizassem diversas ferramentas, teriam que escolher qual a mais importante.
Os dados indicam uma tendência significativa em relação ao uso de softwares dedicados ao gerenciamento de projetos ágeis (de 7% para 63%), longe das planilhas (que reduziram de 38% para 9%) e wikis e outros softwares caseiros (que juntos reduziram de 33% para 6%) e uma menor utilização de cartões (reduziram de 36% para 18%).
Soluções open source e softwares tradicionais de gerenciamento de projetos (com 4% dos respondentes) não parecem ter um papel significativo nesse mercado. Fornecedores dominantes? Em relação a fornecedores comerciais, o “VersionOne” foi o melhor no ranking das respostas (54% daqueles que votaram em ferramentas comerciais), seguido pelo “ScrumWorks” com 17% e o “TargetProcess” e “Scrum for Team System” (8% cada).

Uma questão surgiu nos comentários, se um fabricante poderia ter orquestrado uma alta taxa de respostas. É difícil saber ao certo, mas não acredito. Três razões:
- Representantes de dois outros fornecedores, que não o vencedor, deixaram comentários no blog, enquanto a pesquisa estava em andamento, demonstrando preocupação em relação aos resultados. Se eles tivessem a intenção de orquestrar uma campanha de votos, eles poderiam ter feito (possivelmente fizeram).
- Coloquei um lembrete sobre a enquete na lista “Scrumdevelopment”. Produziu um pequeno ou nenhum efeito.
- Conforme fui observando o progresso da votação, parecia orgânica: o padrão foi estabelecido cedo e a votação subsequente não alterou muito o percentual.
Interessante ver como estes resultados estão em comparação ao estudo do “VersionOne”, que será publicado no próximo mês.
Fonte: Scrum Breakfast
Agile &Desenvolvimento &TI André Dourado on 25 jan 2009
Documentação Ágil
Por Vinícius Teles
em 01 Agosto 2008
Documentação é assunto que as pessoas vivem me perguntando nas palestras sobre XP. Por exemplo, como fica a documentação em um projeto XP, ou em qualquer metodologia ágil?
O vídeo abaixo é uma tentativa de responder esta questão.
Documentação Ágil from Vinicius Teles on Vimeo
Fonte: Blog da Improve IT
Agile &Desenvolvimento &TI André Dourado on 24 jan 2009
Eclipse Process Framework
Por Sidney Galeote
em 27 Jul 2008
Um dos grandes desafios para as equipes de desenvolvimento de sistemas que desejam elevar o nível de maturidade do seu processo de desenvolvimento, é necessariamente definir qual é o seu processo de desenvolvimento, ou seja: quais são os papéis, atividades, tarefas, passos, artefatos e resultados existentes no seu processo de desenvolvimento.
Embora definir um processo de desenvolvimento, possa parecer uma atividade simples e rápida, pois temos no mercado uma vasta gama de processos de desenvolvimento comerciais, como o RUP, XP, SCRUM, etc…, geralmente essa não é uma tarefa simples se a sua equipe de desenvolvimento tiver aproximadamente 100 desenvolvedores, divididos em grupos de 10 a 15 pessoas, e desenvolverem sistemas com características distintas: programas on-line, batch, plataforma mainframe e plataforma distribuída (open).
Ainda que exista no mercado uma série de metodologias de desenvolvimento "prontas", sempre será necessário customizá-la para a realidade de cada empresa, e de cada equipe de desenvolvimento. Essa customização deve preferencialmente ser feita com a participação de representantes das equipes de desenvolvimento, de forma a se definir um processo que represente as necessidades reais das equipes de desenvolvimento e para que também seja "aceito" pelas equipes, para que possa ser praticado, e não se torne um adereço sem utilidade.
Definido o processo para a equipe de desenvolvimento, o próximo passo é publicar e comunicar esse processo. Para isso, recomendo conhecer a ferramenta EPF (Eclipse Process Framework) disponível em http://www.eclipse.org/epf/. O EPF é um projeto da comunidade Eclipse (http://www.eclipse.org) que tem dois principais objetivos:
1) prover uma ferramenta para elaboração de processos de engenharia de software (figura 1), abrangendo autoria de métodos e processo, gerenciamento de bibliotecas de processos, configuração e publicação de processos;
2) prover conteúdos de processos de gerenciamento e desenvolvimento de sistemas (figura 2), com foco em desenvolvimento iterativo, agil, incremental aplicáveis a diversas plataformas de desenvolvimento.(incluir figuras do site)
Figura 1 – Exemplo da ferramenta de autoria de processo
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Figura 2 - Exemplo de conteúdo de processo de desenvolvimento: OpenUP
Tenho acompanhado a evolução do EPF desde suas versões iniciais, e vale a pena conhecer esse produto. Atualmente está disponível no site a versão 1.2.0.4 e os conteúdos de processos para OPENUP, XP e SCRUM. Pode ser um boa alternativa para pequenas e médias empresas que desejam definir, documentar e comunicar o seu processo de desenvolvimento, e assim buscar um melhor nível de maturidade tanto do processo quanto do produto de software.
ps.: A IBM é patrocinadora desse projeto, e comercializa o produto denominado Rational Method Composer, derivado do EPF.
Fonte: Qualidade de Software Ltda
Agile &Humor &TI André Dourado on 24 jan 2009
Envolvimento X Comprometimento…
A tirinha sobre porcos e galinhas, acho que todos conhecem:

Baseados nesta historinha, costumamos dizer que existem dois tipos de pessoas em projetos Scrum:
Galinhas: Apenas envolvidas com o projeto
Porcos: Totalmente comprometidos com o projeto
Na visão Dilbert:

Carreira &TI André Dourado on 24 jan 2009
O MIT ao alcance do mouse
Maurício Moraes , de INFO Online
23 de janeiro de 2009
O que dá para estudar em universidades internacionais de grife sem gastar nada
O analista de sistemas Luiz Fernando Capitulino, de 28 anos, nunca visitou os Estados Unidos, mas aprendeu a desenvolver um sistema operacional no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Ele não precisou ser aprovado em um difícil processo seletivo, não pagou nada, nem mesmo teve de se mudar para o exterior. Bastou se sentar na frente do computador e estudar. O curso funcionou como um complemento à graduação que faz na Universidade Tuiuti do Paraná, em Curitiba. Capitulino também aplica os conhecimentos em seu dia-a-dia no trabalho, que envolve a manutenção do kernel do Mandriva Linux.
De alguns anos para cá, várias universidades internacionalmente reconhecidas estão compartilhando com todo o mundo o conteúdo de seus cursos de graduação na web. Muitos são voltados para a área de TI e estão em inglês. Encarar o desafio de acompanhá-los é uma bela chance de dar um upgrade na carreira. Dá para aprender até sobre robótica e inteligência artificial. Além do MIT, há material disponível de Stanford, Berkeley e das inglesas Oxford e Cambridge, só para citar alguns exemplos. Formar-se em um desses lugares pode custar mais de 200 mil reais.
No MIT, um dos pioneiros na área, a iniciativa faz parte do programa OpenCourseWare (OCW), criado em 2003. Só em TI, há mais de 40 cursos disponíveis para download. Desse total, seis podem ser assistidos na íntegra em vídeo e contam com material de apoio completo, enquanto os outros trazem desde as anotações e os resumos usados pelo professor até a bibliografia completa, exercícios e provas. Há também o Webcast.Berkeley e o recém-anunciado Stanford Engineering Everywhere
Em qualquer um dos casos, seguir as aulas exige dedicação e disciplina, porque não há interação com outros alunos ou com os professores responsáveis pelas matérias. Se surgir uma dúvida, você terá de procurar a resposta sozinho. O acesso ao conteúdo é tão livre que não é necessário nem mesmo se inscrever na home page. Basta acessar o endereço, escolher o que estudar e seguir no seu ritmo.
Vídeos pelo itunes
Os vídeos das aulas podem ser baixados pelo serviço iTunes U, na iTunes Store — são centenas de cursos, seminários e palestras do mundo todo —, ou vistos nos canais das universidades no YouTube. E há um extenso material também nos portais Videolectures.net (http://videolectures.net) e no OCW Consortium (http://www.ocwconsortium.org).
Não há como receber um certificado para comprovar o tempo dedicado aos cursos e colocá-los no currículo, mas o analista do Mandriva nem se importou com isso ao mergulhar no curso de sistemas operacionais do MIT. “Foi positivo”, diz Capitulino. “O curso é muito bem organizado, mas é hardcore. Eu me matava lendo os manuais.” Embora não haja vídeos das aulas para a disciplina, ele pôde baixar as anotações do professor, os exercícios de laboratório (com scripts para conferir se o código está funcionando), as listas de tarefas e todas as provas aplicadas, com as respostas.
Simulações em Java
Os cursos de TI têm atraído até mesmo quem não trabalha no setor. Acostumado a acompanhar disciplinas de diferentes áreas, o aluno de Ciências Moleculares da Universidade de São Paulo (USP) William Massami Kurita, de 22 anos, seguiu a disciplina de Estrutura e Interpretação de Programas de Computador, também do MIT.
Hoje, ele faz estágio na área de finanças e usa a linguagem Java para cálculos e simulações. “As vantagens são a qualidade do ensino e as referências que eles dão para você”, afirma. “Acompanhar as aulas é como saber o que está acontecendo no mundo.” O conteúdo da home page do OCW também costuma ser usado por ele para consultas. Sempre que tem dúvidas de matemática e química, Kurita entra no endereço e busca respostas no material disponível.
Brasileiros no top-10
Por ter sido uma das primeiras universidades a colocar suas disciplinas na internet, o MIT tem um dos serviços mais populares. Desde que o programa teve início, a página do OCW já recebeu mais de 70 milhões de visitas. Uma pequena parte dos cursos já foi inclusive traduzida para o português pelo portal Universia (http://www.universia.com.br/mit). “O Brasil está entre os dez principais países que acessam o site e é responsável por cerca de 20 mil visitas por mês”, afirma Steve Carson, diretor de relações exteriores do OCW.
Segundo ele, as disciplinas de TI mais acessadas são as de Introdução aos Algoritmos e Circuitos e Eletrônica. “O material é indicado para quem já teve alguma experiência em uma faculdade, e dois terços dos nossos usuários são formados”, diz. “Mas qualquer pessoa com interesse deve se sentir à vontade para acessar o conteúdo.”
A escola de engenharia da Universidade Stanford colocou no ar em setembro seis cursos de TI. O Brasil é o segundo país em número de visitantes do site depois dos Estados Unidos. O campeão de downloads é Metodologia da Programação, seguido por Introdução à Robótica. “Parte de nossa missão é desenvolver o ensino público”, afirma David Orenstein, gerente de relações públicas da Stanford School of Engineering. Com tantas opções gratuitas, aprender com os maiores especialistas só depende de você.
| Universidade | Curso | Descrição | Total de horas | Site |
| MIT | Introduction to Algorithms | Ensina a criar e analisar algoritmos e aplicá-los em situações práticas | 34 | http://ocw.mit.edu |
| MIT | Computer System Engineering | Discute sistemas integrados de software e hardware | 21 | http://ocw.mit.edu |
| MIT | Principles of Digital Communications I | Explica a teoria e a prática por trás dos sistemas de comunicação | 32 | http://ocw.mit.edu |
| Stanford | Programming Methodology | Reúne as técnicas que devem ser seguidas para se criar um software | 23 | http://see.stanford.edu |
| Stanford | Programming Abstractions |
Discute programação avançada, como análise de algoritmos, usando C++ | 23 | http://see.stanford.edu |
| Stanford | Introduction to Robotics |
Dá instruções básicas para desenhar, planejar e controlar robôs | 18 | http://see.stanford.edu |
| Berkeley | The Structure and Interpretation of Computer Science | Mostra técnicas que devem ser adotadas para dominar as linguagens de programação | 36 | http://webcast.berkeley.edu |
| Berkeley | Data Structures | Discute a criação de programas complexos e sua manutenção | 32 | http://webcast.berkeley.edu |
Fonte: Info Professional
Agile &Notícias &TI André Dourado on 24 jan 2009
PUC-SP tem curso de Engenharia de Software com Processos Ágeis
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 23 de janeiro de 2009 às 19h22
São Paulo – Inscrições estão abertas para os módulos Processos Ágeis, Programação com Objetos para a Internet e Engenharia de Requisitos.
A Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (COGEAE), da PUC-SP, oferece o curso “Engenharia de Software com Processos Ágeis”, a partir de 6 de fevereiro.
Visando aprofundar o conhecimento dos profissionais da área de Ciência e Engenharia da Computação, o curso aborda tanto o desenvolvimento de aplicações para a internet quanto a utilização de processos ágeis, preparando o aluno para realizar projetos de aplicações de software para a web.
Dividido em 8 módulos de 30 horas cada, tem matrículas abertas para os módulos Processos Ágeis , que tem início em 6 de fevereiro; Programação com Objetos para a Internet e Engenharia de Requisitos – ambos começam no dia 7 de fevereiro. O aluno pode escolher os módulos e a ordem em que eles serão cursados.
As aulas acontecem às sextas-feiras, das 19h30 às 22h30 para o módulo Processos Ágeis, aos sábados das 9 às 12 horas para o módulo Programação com Objetos para a Internet e aos sábados das 13 às 16 horas para o módulo Engenharia de Requisitos, na Unidade COGEAE Consolação (Rua da Consolação, 881 – Consolação – São Paulo).
O investimento é de 780 reais, com a possibilidade de parcelamento e descontos em pagamento à vista. Mais informações e inscrições pelo telefone (11) 3124-9600, no site www.pucsp.br/cogeae ou pelo e-mail infocogeae@pucsp.br.
Fonte: IDG Now
TI André Dourado on 23 jan 2009
Faça caridade com o MSN Messenger
Essa é uma notícia bastante antiga (2007), mas como só soube agora e pelo objetivo da campanha, acho que vale a pena postar.
A Microsoft teve uma boa idéia. Cada usuário do MSN Messenger pode fazer uma “boa ação” com uma simples conversa com um amigo. A campanha, que se chama I’m Making a Difference, conta com os usuários do Windows Live Messenger a partir da versão 8.1, para apoiar nove causas sociais de organizações americanas.
O processo é fácil. Cada instituição possui um código que, ao ser adicionado ao nickname do usuário junto a um asterisco, gera um “emoticon secreto”. O sistema computará sua ação para à instituição escolhida e você ainda ajudará a divulgar a campanha, levando seus amigos a também “fazer a diferença”.
Trocando em miudos, a cada conversa iniciada, a Microsoft fará uma doação à organização escolhida pelo usuário por meio do seu programa de publicidade.
De acordo com o site oficial da campanha, infelizmente a campanha ainda é valida somente no território estadunidense. De qualquer forma, na hora em que você clicar em ‘Join’, o site perguntará qual o seu País. A gente aqui acredita que, com isso, eles vão guiar a abertura de novas frentes pelo mundo, em diferentes países.
Confira a lista das instiuições que podem ser ajudadas:
American Red Cross = *red+u
Sierra Club = *sierra
Boys and Girls Clubs of America = *bgca
ninemillion.org = *9mil
Susan G. Komen for the Cure = *komen
National Multiple Sclerosis Society = *mssoc
UNICEF = *unicef
National AIDS Fund = *naf
StopGlobalWarming.org = *help
Se você já tem o Windows Live Messenger instalado, siga as instruções a seguir.

Site da campanha: I’m MAKING A DIFFERENCE
Humor &TI André Dourado on 23 jan 2009
Sistema Operacional do Casamento…
Pergunta ao Suporte Técnico
Prezado Técnico,
Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado [Bebê.exe] que ocupa muito espaço no HD.
Por outro lado, o [Esposa1.0] se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo.
Aplicativos como [Cerveja_Com_A_Turma 0.3], [Noite_De_Farra 2.5] ou [Domingo_De_Futebol 2.8], não funcionam mais, e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente.
Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (vírus) chamado [Sogra 1.0] aparece, encerrando Abruptamente a execução de um comando.
Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0] quando estou rodando meus aplicativos preferidos.
Sem falar também que o programa [Sexo 5.1] sumiu do HD.
Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o [Noiva 1.0], mas o comando [Uninstall.exe] não funciona adequadamente.
Poderia ajudar-me? Por favor!
Ass: Usuário operacional
Resposta
Prezado Usuário,
Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão [Noiva 1.0] para [Esposa 1.0] com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário.
Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema!
É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão [Noiva 1.0], porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1.0], como o [Filhos. dll], que não poderiam ser deletados, também ocupam muito espaço, e não rodam sem o [Esposa 1.0].
É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao [Noiva 1.0] porque [Esposa 1.0] não foi programado para isso.
Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar a [Noiva Plus] ou o [Esposa 2.0], mas passaram a ter mais problemas do que antes. Leia os capítulos ‘Cuidados Gerais’ referente a ‘Pensões Alimentícias’ e ‘ Guarda das crianças’ do software [CASAMENTO].
Uma das melhores soluções é o comando [DESCULPAR.EXE /flores/all] assim que aparecer o menor problema ou se travar o programa. Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar). Para melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0], aconselho o uso de [Flores 5.1], [Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3].
Os resultados são bem interessantes! Mas nunca instale [ Secretária_De_Minissaia 3.3], [Antiga_Namorada 2.6] ou [Turma_Do_Chopp 4.6], pois não funcionam depois de ter sido instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis ao sistema.
Com relação ao programa [Sexo 5.1], esqueça! Esse roda quando quer.
Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o [ Esposa1.0] a orientação seria: NUNCA INSTALE O [ESPOSA 1.0] sem ter a certeza de que é capaz de usá-lo!
Agile &Desenvolvimento &TI André Dourado on 22 jan 2009
Testes de Aceitação Orientados a Exemplos
Postado por Vikas Hazrati, traduzido por Paulo R. C. Siqueira em 22 Jan 2009 06:49 AM
Testes são considerados parte integral do desenvolvimento. Código e casos de teste são artefatos importantes de um Projeto Ágil. No entanto, em diversas equipes Ágeis testes unitários e de integração são mais proeminentes do que testes de aceitação. Gojko Adzic e Lisa Crispin sugerem maneiras para incluir testes de aceitação eficientemente como parte do desenvolvimento.
Gojko foca na necessidade de se ter um workshop de escrita de exemplos para apoiar testes de aceitação. Segundo ele, antes do início da próxima iteração, a equipe deveria ter uma idéia básica do que deveria entrar nela. Sem atrapalhar a iteração atual, alguns membros da equipe deveriam fazer um workshop de escrita de exemplos. Este workshop deveria focar em exemplos realistas que possam ser convertidos em testes de aceitação. Segundo Gojko,
O objetivo do workshop é construir uma compreensão compartilhada entre desenvolvedores, pessoal de negócios e testadores sobre os objetivos para as próximas duas semanas de trabalho. Um resultado mais tangível do workshop são exemplos realistas que podem ser convertidos em testes de aceitação.
…
Já que exemplos realistas são discutidos e escritos, inconsistências e buracos deveriam ser fáceis de identificar naquele momento e nós teríamos uma base sólida para o desenvolvimento. O workshop termina quando todos os envolvidos concordam que há exemplos suficientes e que tudo está claro o suficiente para começar o trabalho. Enquanto isso, para uma iteração em andamento os testes de aceitação para ela deveriam ser continuamente simplificados e organizados.
Lisa Crispin também foca na importância de exemplos na definição dos testes de aceitação. No entanto, ela pondera que ir muito fundo nos detalhes poderia ser contra-produtivo. Segundo Lisa, sua estratégia de testes funciona assim
- Reunião de previsão com o PO + Condições de Satisfação – faça perguntas, obtenha exemplos, divida histórias grandes
- Planejamento da Iteração
- Testes de Aceitação de alto nível & outras tarefas preparatórias como obter dados de teste e mais exemplos
- Casos de teste detalhados
- Escrever testes FitNesse automatizados (testes encarando o negócio que guiam o desenvolvimento)
- Testes exploratórios, testes de fumaça da GUI
Os passos 4 a 6 são feitos para cada história do usuário.
Portanto, testes de aceitação deveriam ser parte integral do desenvolvimento para cada iteração. A chave está em envolver a equipe de negócios e de desenvolvimento desde o começo e ter exemplos realistas o suficiente para criar testes de aceitação úteis.
Fonte: InfoQ
Carreira &TI André Dourado on 21 jan 2009
Profissionais de TI bem qualificados sentem pouco a crise, dizem especialistas
Com mercado carente de pessoas bem formadas, profissionais de TI no Brasil não devem sofrer com ondas de demissões, apostam especialistas.
Por Rodrigo Afonso, do COMPUTERWORLD
21 de janeiro de 2009 – 07h00
Os profissionais de TI estão temerosos com a crise financeira. Anúncios de demissões em massa estão todos os dias nos noticiários.
De acordo com especialistas em carreira no Brasil, este cenário não vai necessariamente se refletir no País, pelo menos no primeiro semestre de 2009.
Por enquanto, não existe expectativa para cortes em massa no Brasil. Pelo contrário, as empresas estão contratando, já que o mercado sofre com um déficit de profissionais especializados e bem qualificados. Por conseqüência, também não há risco imediato de queda nos salários.
Mas o que um profissional pode fazer para garantir seu espaço? Os especialistas em carreira apontam a formação acadêmica como fundamental.
“Os profissionais razoavelmente qualificados não correm o risco de ficar fora do mercado. A crise pode desacelerar a criação de novas vagas, mas mercado não vai faltar”, afirma Eduardo Sakemi, Superintendente de Tecnologia da Educação e da Informação do CIEE.
Shuji Shimada, diretor da People Consulting, acredita que o momento continua bom para a TI, pois a TI é fundamental para organizar processos. “Embora o orçamento mundial de TI possa cair um pouco, o gasto com recursos humanos não deve ser afetado no Brasil. Pelo contrário, as vagas vão continuar surgindo”, diz.
Algumas áreas específicas apresentam oportunidades melhores. Rodolfo Ohl, diretor da Monsterbrasil.com, vê boas perspectivas em áreas relacionadas com bancos de dados e telecomunicações. “Combina com a tendência de crescimento dos data centers e da utilização de Voz sobre IP”, diz.
Já Robert Andrade, especialista em recrutamento da Robert Half, ressalta as opções profissionais em sistemas integrados, como o ERP, para aqueles que se especializarem na área.
Por onde começar em TI
Quem busca ingressar no mercado de TI costuma ficar perdido. São muitos cursos, com dezenas de denominações, diversas certificações, várias siglas e caminhos. Como começar?
“Quem quer ser profissional de TI precisa ter uma coisa em mente: é preciso saber do geral, mas ter uma especialização. Por exemplo, combinar bons conhecimentos em TI com excelência em administração de redes”, afirma Shimada. Para chegar à decisão sobre sua área ideal, defende, o profissional deve avaliar o que gosta de fazer e com o que se identifica mais.
Depois disso, vem outra questão. Qual graduação escolher? Rodolfo Ohl recomenda uma boa investigação sobre as opções. “Vale conversar com os coordenadores, com professores, com quem já está se formando, enfim, estudar a fundo o curso”, aconselha.
É comum que cursos com o mesmo nome em universidades diferentes tenham currículos distintos. Por isso é fundamental investigar cada faculdade separadamente.
O profissional já graduado, mais experiente, deve manter-se focado em buscar reciclagens frequentemente. “Eu diria que logo após terminar a graduação, essa busca deve ser iniciada. O mercado muda muito rapidamente”. Parar de estudar por um ou dois anos pode fazer com que o profissional perca um tempo precioso, difícil de ser recuperado.
Obrigatoriedade do inglês
O mercado de tecnologia fica difícil para quem não domina o idioma oficial do universo de TI. “Outros idiomas acrescentam, mas não importam tanto. Inglês é fundamental. São poucos os profissionais que o dominam realmente, então ele acaba sendo um bom diferencial”, afirma Robert Andrade. Para o vice-presidente de serviços da Unisys, o Brasil perde competitividade por que os profissionais de TI não falam inglês.
Depois, vêm as certificações de fornecedores de TI. Muitas vezes elas não são essenciais para conquistar uma vaga, mas aumentam oportunidades, pressionam salários para cima e garantem empregabilidade.
Segundo Andrade, as certificações ajudam a dar um foco ainda melhor à carreira. “Para os mais técnicos, aquelas que envolvem Java estão entre as mais quentes, mas as da Microsoft, da SAP e da Oracle devem ter uma demanda crescente”.
Relacionamento
No futuro, quando estiverem em cargos mais altos, os profissionais provavelmente vão qualificar-se com MBAs, certificações focadas em gerência etc. No entanto, todos os profissionais de TI devem tomar cuidado com o relacionamento pessoal.
Segundo Eduardo Sakemi, do CIEE, essa é uma preocupação que deve começar cedo na carreira. “Uma forma de desenvolver esse lado é participar ativamente dentro de trabalhos coletivos dentro da universidade: empresas júnior, diretório acadêmico, serviços à comunidade, todos são oportunidades para ganhar atitude e desenvolver a comunicação verbal”, afirma.
Com essas ações, além de aprender a se comunicar melhor, o estudante pode desenvolver características de liderança, essencial para crescer em TI.
Fonte: Computerworld

Olá! Desde que coloquei o site