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Arquivo Mensalfevereiro 2009



Carreira &Projetos André Dourado on 28 fev 2009

Profissão em alta: project manager

O aumento da procura por esse tipo de gestor cresce na medida em que boa parte dos projetos de TI (75%) não alcançam o sucesso esperado, segundo estudo da The Standish Group

Kristin Burnham, CIO EUA
Publicada em 27 de fevereiro de 2009 às 09h10

Com a promessa de reduzir o tempo e o dinheiro das organizações para executar projetos de TI, a figura do project manager (ou gestor de projeto, em português) vem ganhando espaço dentro das organizações, as quais têm demandado, cada vez mais, esse perfil de profissional.

Na prática, o project manager serve como um link entre a área de TI e os indivíduos envolvidos com um determinado projeto, com o intuito de assegurar o andamento das iniciativas, de acordo com Katherine Spencer Lee, diretora-executiva da Robert Half Technology – empresa especializada em recrutamento de profissionais ligados à Tecnologia da Informação.

Esses gestores de projeto tipicamente examinam o processo e a metodologia em andamento, identificando as melhores práticas para garantir o sucesso das iniciativas, gerenciando as exigências e atuando como mediadores entre a Tecnologia da Informação e os processos.

Por que as empresas necessitam de um project manager?
“Existe uma forte demanda no mercado por profissionais que demostrem habilidade de execução”, considera David Foote, CEO e CRO (Chief Research Officer) da consultoria em TI Foote Partners. Ainda segundo ele, um dos principais responsáveis pelas falhas nos projetos está nos problemas de relacionamento, comunicação e cooperação.

Nesse sentido, a missão principal dos gestores de projeto é, exatamente, manter o cronograma das iniciativas e garantir uma implementação apropriada e eficiente. O que é especialmente importante nesse momento, quando apenas 35% dos projetos de TI têm sucesso absoluto, de acordo com estudo da The Standish Group.

Quais os conhecimentos necessários para a função?
A característica primordial para um project manager é a organização, segundo Jim Lanzalotto, vice-presidente de estratégia e marketing da Yoh, uma firma de outsourcing e recrutamento. Além disso, ele informa que esses profissionais precisam ter conhecimentos de TI e negócios, um histórico na área de desenvolvimento de aplicações e cinco anos – ou mais – de experiência em gestão de projetos complexos.

Os potenciais candidatos ao cargo devem também apresentar as seguintes características, de acordo com Lanzalotto:
- Boa comunicação
- Capacidade de resolver problemas
- Facilidade de relacionamento
- Atuação em múltiplas tarefas
- Habilidade para gerenciar as expectativas dos clientes

Como encontrar esse profissional?
Para o vice-presidente da Yoh, a melhor forma do CIO encontrar um project manager qualificado é a partir de indicações e contatos. “Pergunte às pessoas que trabalharam em iniciativas similares se elas têm alguém para recomendar”, explica Lanzalotto. Já Foote sugere que essa procura comece por empresas certificadoras de profissionais na área de gestão de projetos.

Fonte: CIO

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Desenvolvimento &Rails &TI André Dourado on 27 fev 2009

Escalabilidade com Rails

O Antonio Cangiano tem razão quando diz que tem muita pouca menção à incrível série de screencasts gratuitos da New Relic. Ela oferece um serviço pago muito legal que monitora sua aplicação Rails de produção em detalhes. Para isso você se registra no site, instala um plugin na sua aplicação e ela passa a enviar dados de volta à New Relic, que então compila esses dados e lhe dá um Raio-X do comportamento da sua aplicação. Eu uso a versão gratuita no meu blog, que me dá informações básicas mas já valiosas.

A New Relic começou uma iniciativa chamada RailsLab com o objetivo de agregar informações sobre escalabilidade e performance de Ruby on Rails. E a primeira série é a Scaling Rails, produzida em conjunto com o Gregg Pollack, da RailsEnvy.

Já existem 12 episódios disponíveis (usem o link de iTunes para quem quer assinar). São screencasts explicando o básico de responsibidade de páginas, muitas técnicas de caching do básico ao avançado, sobre o próprio plugin RPM da New Relic, Memcached e mais. Qualquer um que queira colocar um website em Rails no ar deve assistir. E mesmo quem não é de Rails pode tirar proveito pois essas técnicas não são específicas de Rails. Memcached é usado por sistemas em PHP, Java, Python. A implementação muda mas a técnica é a mesma. Portanto, vamos aprender!

Fonte: %w(Akita On Rails) * 2.0

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Carreira &TI André Dourado on 27 fev 2009

Os desafios de gerenciar profissionais da Geração Y

Segundo a CEO e fundadora da Intranet Connections e da Intranet Software, o modelo de gerenciamento e retenção dos novos profissionais não deve ser diferente do aplicado aos antigos funcionários. Para ela, em qualquer tempo, é preciso motivar, desafiar e reconhecer colaboradores

Carolyn Douglas*
Publicada em 26 de fevereiro de 2009 às 10h10

Outro dia recebi um convite de uma empresa de recrutamento local para participar de um debate sobre a gestão da Geração Y e, ao aceitar a proposta, comecei a pensar em questões que julgo apropriadas para tal discussão. Antes de mais nada, resolvi definir quem seriam esses novos profissionais e cheguei à conclusão que, mais do que uma preocupação futura, eles já fazem parte da realidade das corporações.

Trabalho em uma empresa de software e posso garantir, com certeza, que grande parte do meu quadro de funcionários é proveniente da tal Geração Y (pessoas que nasceram entre 1977 e 1994) – e que isso não implica em diferentes ou específicas políticas de gestão corporativa.

Assim como todos os profissionais, esses novatos que estão entrando no mercado procuram por equilíbrio entre trabalho e vida pessoal; reconhecimento e satisfação nas tarefas que desempenham; motivação por meio de desafios e bom clima organizacional.

Até aí, tenho de admitir que não é nada diferente do que eu mesma espero de um emprego. Entretanto, mais do que em outras gerações, esses novos colaboradores têm grande necessidade de se sentirem envolvidos na companhia em que atuam.

Na última semana, recebi uma proposta para anunciar em um grande veículo de comunicação. Antes de tomar a decisão fiz questão de consultar todos os meus funcionários e, surpreendentemente, as opiniões que tive foram de grande valia. Além de me ajudar a resolver pelo melhor, a iniciativa de “conversar” com todo mundo gerou um aumento gigantesco da produção nos dias seguintes.

Eu sou parte de uma geração, convivo com outra no trabalho e ainda tenho de lidar com uma terceira – que é a do meu filho, de quatro anos. Com base nessas experiências, sinto-me segura em dizer que, independente da idade das pessoas a nossa volta, o mais importante é respeitá-las (efetivamente) e reconhecer seus valores. E essas são as diretrizes para a gestão de pessoas em qualquer tempo.

Carolyn Douglas é CEO e fundadora da Intranet Connections e da Intranet Software.

Fonte: CIO

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Costumes &Humor André Dourado on 26 fev 2009

Você sabe que é brasiliense quando… (Versão Original)

  • Você se sente confortável com umidade de 12%;
  • Você acha que todo lugar tem árvore com tronco torto;
  • Você se sente à vontade com endereços em coordenadas cartesianas;
  • Você vê alguém fazer uma barbeiragem no trânsito e diz: “Êeee goianada!”;
  • Você acha que a natureza não fez mais que a obrigação quando você contempla um pôr-do-sol cinematográfico;
  • Você sabe qual é a profecia de Dom Bosco;
  • Você classifica “montanha” como substantivo abstrato;
  • Você acha que casa em forma de pirâmide é normal;
  • Sua loja favorita era a Bi-Ba-Bô ou a Fofi;
  • Vê as crianças descerem para brincar “debaixo do bloco”;
  • Você conhece os ministros e deputados como “O pai de Fulaninho”;
  • Você de fato pára o carro na faixa de pedestre;
  • Ouve dizer “é bem pertinho” e pensa em 50 km;
  • Mais da metade da sua família é servidor público;
  • Você sabe quem é Venâncio;
  • Ao dirigir, você fica meio paranóico com os limites de velocidade;
  • Você tem medo de jogar lixo pela janela do carro;
  • Você sabe que pardal não é apenas uma ave;
  • Cada semana você tem um churrasco diferente para ir;
  • Você vê o dia começar frio e nublado e acha perfeitamente normal que às onze esteja fazendo um sol de rachar, às cinco da tarde esteja desabando um temporal e à noite faça um calor sufocante, isto além de a chuva ter iniciado e parado cinco vezes durante o dia;
  • Você não tem a menor noção do que seja uma rua de paralelepípedos;
  • Você acha que uma casa com piscina é a coisa mais normal do mundo;
  • “Camelo” pra você é bicicleta;
  • Chama o Parque da Cidade de Pitón;
  • Até hoje chama o mercado Pão de Açúcar de “Jumbo”;
  • Você sabe que o “Ir ao Gilberto” não quer dizer ir visitar ninguém;
  • Você dorme, ao menos durante três meses do ano, com uma toalha molhada, umidificador e bacia d’água no quarto e acha tudo muito normal;
  • Quando param as chuvas, você escuta: “esse ano a seca vai ser brava!”. Quando começam as chuvas, você escuta: “esse ano vai chover como nunca!”;
  • Você comemora a primeira chuva de setembro;
  • Você sabe que a tesourinha não corta nada e que o balão não tem ar;
  • A frase ‘conhece alguém do “I” da 2?’ faz perfeito sentido pra você;
  • Você sabe da rivalidade latente entre os estudantes do Objetivo/Marista (boyzinhos) e os do Sigma (bando de maconhêro!);
  • Você conhece ao menos uma música do Capital Inicial, e sabe o que eles querem dizer com Musica Urbana;
  • Você sabe o que querem dizer quando falam da Zoom, da Scaramouche e da 109;
  • Você diz “Vou ao shopping” sabendo que isso só pode significar ir ao Parkshopping;
  • Você reclama para o amigo: “não tem nada para fazer nessa cidade”;
  • Fica indignado quando alguém de fora reclama que em Brasília não tem nada para fazer;
  • Você já foi convidado para passar um final de semana na Chapada dos Veadeiros;
  • Pelo menos cinquenta pessoas que você conhece fazem ou já fizeram Direito.
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Costumes &Humor André Dourado on 26 fev 2009

Você sabe que é brasiliense quando… (Versão Atual)

  • Sua cidade tem um metrô que custou horrores, mas você nunca o usa, pois ele não passa pelos locais aos quais você costuma ir;
  • Você acha normal que, no caminho entre sua casa e seu trabalho, você passe por pelo menos cinqüenta painéis gigantes de propaganda;
  • 90% dos seus amigos com algum dinheiro têm ou tiveram um lote irregular em algum lugar da cidade e não ficam com o menor peso na consciência por causa disso;
  • Você vive ouvindo comentários de que os brasilienses são “frios”, que aqui é difícil fazer amizades. E, por alguma estranha razão, você age de uma forma que você também será considerado “frio” por aquela pessoa de outra cidade que está acabando de mudar para Brasília;
  • Você acha normal ter a rodoviária interurbana mais chinfrim do Brasil;
  • Você vê o sistema de trânsito cada vez mais colapsado, leva cada vez mais tempo para se locomover entre sua casa e seu trabalho, mas não está nem aí afinal, o que importa é que “nas outras cidades o trânsito é muito pior”;
  • Ao chegar numa entrequadra comercial do Plano, mesmo havendo vaga, você pára em fila dupla, pois é a única forma de evitar que alguém páre em fila dupla atrás de você;
  • Você sabe que seu carro é o seu símbolo supremo de status, e, mesmo que você more num barraco de fundos num local do tipo “Patoquemeparilândia II”, você tem que gastar o que tem e o que não tem para poder ter um carro novinho e não se sentir por baixo em relação aos teus amigos;
  • Você também sabe, nada dá tanto status quando dizer “eu moro no Sudoeste!”, mesmo sabendo que racionalmente, o Sudoeste é apenas uma “pequena Asa Norte em cima do Parque da Cidade” e é muito mais longe de tudo;
  • Você não acha um absurdo pagar 150 mil reais por um pequeno apartamento de apenas dois quartos, pois o importante é que “ele vai valorizar!”. Assim você estará eternamente morando mal, num apartamento minúsculo, mas você estará sempre feliz, pois você estará se achando cada vez mais rico;
  • Você sabe que quanto mais “ecológico” o nome do lugar, menos belo (e sem nada a ver com o nome) ele é na verdade: vide Recanto das Emas, Samambaia, Águas Lindas de Goiás;
  • Você sabe que vive na “cidade com mais área verde por habitante do mundo”, mas quando vai às cidades satélites mais recentes, onde vive a enorme maioria dos habitantes de Brasília, olha que curioso, você não acha área verde nenhuma! Não há gramados, não há árvores;
  • Todos os jornais da cidade pertencem ou são dirigidos por pessoas ligadas ao governador. Jornal da Comunidade, Jornal de Brasília, Tribuna do Brasil, Correio Braziliense… Assim, mesmo morando numa cidade de mais de 2 milhões de habitantes, não existe simplesmente nenhum jornal onde você possa ler uma visão mais crítica do que está realmente acontecendo na tua cidade;
  • Quando você vai a uma consulta (de médico ou de dentista), no consultório só encontra revistas locais (como a “Focus”, a “Nossa Brasília”, a “Brasília em Dia”, etc) que vivem elogiando tudo quanto é político da cidade, sem nenhuma crítica sequer. Tudo está perfeito, e todos políticos são super bacanas;
  • Você pensa que sabe sobre o “Sonho de Dom Bosco” (no qual ele teria previsto a cidade de Brasília). Porém , você ignora que Dom Bosco jamais falou qualquer coisa sobre “cidade” ou “civilização”. Ele falou sim sobre “terra prometida”, mas a parte sobre uma “cidade” foi inventada pelo governo na época da criação da cidade;
  • Você vive numa cidade de “arquitetura moderna”, onde por alguma estranha razão, os prédios residenciais inaugurados este ano parecem ter a arquitetura de 20 anos atrás! Assim quando você visita os bairros novos de cidades como Goiânia e Curitiba, com seus prédios altos e e de arquitetura futurista, você tem a sensação de que elas estão no futuro, em 2020 quem sabe;
  • Você vive numa “cidade planejada” onde mais de 80% dos habitantes moram, na verdade, em cidades satélites sem nenhum planejamento urbanístico verdadeiro;
  • Você anda de ônibus no máximo duas vezes por ano, e, quando anda, sabe que em Brasília é quase impossível encontrar “gente bonita” dentro de um ônibus;
  • Você quase é atacado se ousa falar mal da sua cidade, porque afinal, você sabe que é Brasiliense quando, mesmo sabendo que tudo que está escrito aqui é verdade, você faz questão de fazer de conta que nada disso acontece, estufa o peito e diz orgulhoso: “Brasília é a melhor cidade do mundo !!!”.
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Humor &TI André Dourado on 26 fev 2009

Origem do Mundo – Versão TI

No princípio Deus criou o BIT e o BYTE. E deles criou o WORD. E assim estavam os dois BYTES no vazio e nada mais existia. E Deus separou o UM do ZERO e viu que isso era bom.

Deus disse: “Que os DADOS existam!” e assim aconteceu. E Deus disse: “Que os DADOS vão para os seus devidos lugares”, e assim aconteceu. E ele criou os disquetes, os discos rígidos e os discos compactos.

Disse Deus: “Que apareçam os computadores, e sejam lugar para os disquetes, para os discos rígidos e para os discos compactos”. Então Deus chamou os computadores de HARDWARE. Mas não havia ainda SOFTWARE, então Deus criou os PROGRAMAS, grandes e pequenos… E disse-lhes: “Vão, multipliquem-se e encham a memória”.

Então Deus disse: “Vou criar o PROGRAMADOR, e ele irá fazer novos programas e governar os computadores, programas e a informações”. E Deus criou o PROGRAMADOR, e o colocou-o no CPD. E Deus mostrou-lhe a estrutura DOS e disse: “Podes usar todos os diretórios e sub-diretórios mas nunca execute o WINDOWS”.
Após algum tempo, disse Deus: “Não é bom para o PROGRAMADOR estar só.”

Ele pegou um osso do corpo do PROGRAMADOR e criou a criatura que iria olhar para o PROGRAMADOR, admirá-lo e amar as coisas que ele faz. E Deus chamou a criatura de USUÁRIO. E o PROGRAMADOR e o USUÁRIO foram deixados sob o DOS e eram felizes. Viu Deus que tudo isso era bom.

Mas BILL era mais esperto que as outras criaturas de Deus. E BILL disse para o USUÁRIO: “Foi mesmo assim que Deus disse, que não podeis executar nenhum programa?” E o USUÁRIO respondeu: “Deus disse-nos que podía-mos executar todos os programas existentes, mas nunca executar o WINDOWS, senão morrería-mos…”

E BILL disse ao USUÁRIO: “Como podes falar de algo que nunca experimentaste? No preciso momento que executares o WINDOWS se tornarás igual a Deus. E poderás criar tudo o que quiseres por um simples toque no mouse.”

O USUÁRIO então notou que não era necessário nenhum conhecimento, pois o WINDOWS podia substituí-lo. Então o USUÁRIO instalou o WINDOWS no seu computador, e disse ao PROGRAMADOR que era bom. O PROGRAMADOR também o instalou. Então abriram-se imediatamente os olhos de ambos e perceberam que estavam sem DLLs!! Quando ouviram a voz de Deus, imediatamente esconderam-se da presença Dele. Mas Deus perguntou:

“Ondes estás” O PROGRAMADOR respondeu: “Ouvi a tua voz, mas como estava sem DLLs, tive medo e me escondi, pois não as encontro no DOS.”

E Deus disse: “Quem disse que precisavas de DLLs? Executaste o WINDOWS?”
E o PROGRAMADOR respondeu: “O USUÁRIO que me destes como companhia o executou” Ao USUÁIO Deus disse: “O que é isto que fizeste? Por que executaste o Windows?” “Foi o BILL que me enganou” – disse o USUÁRIO…

Então Deus disse ao Bill: “Por causa do que tu fizeste, serás odiado por todas as criaturas. E o usuário estará sempre zangado contigo. E venderás o WINDOWS para sempre”.

Ao USUÁRIO disse: “Por causa do que fizeste, do suor do teu rosto comprarás o WINDOWS, mas o mesmo irás desapontar-te e comer toda a tua memória e terás de usar programas reles, e irás adormecer em cima dos manuais. Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da execução de vossos programas e muitas serão as vezes que terás que reinicializar o sistema”

E Deus disse ao PROGRAMADOR: “Por causa de teres ouvido o USUÁRIO, nunca serás feliz. Todos os teus programas terão erros e terás de corrigi-los e corrigi-los até final dos teus dias”. E Deus expulsou-os do CPD e fechou a porta.

Mas é grande o amor de Deus para com o PROGRAMADOR e o USUÁRIO, e eis que antes de condenar a ambos DEUS prometeu que em breve lhes enviaria um salvador.

E eis que o Linux veio a terra e mostrou os seus milagres. Rodou programas, executou os backups e reiniciou sem perder os dados. E vendo como o LINUX era bom alguns passaram a utilizá-lo. E tendo a certeza de que o Linux era o certo, propagaram seus ensinamentos. Mas eis que BILL tentou obscurecer os USUÁRIOS e PROGRAMADORES e disse que o Linux não era o verdadeiro sistema prometido por DEUS. BILL prometeu aos USUÁRIOS e aos programadores que viria o WINDOWS 2000 e este sim era o verdadeiro sistema, capaz de reconhecer periféricos automaticamente.

Assim sendo a todo aquele que aceitar o Linux em seu MICRO será salvo e poderá voltar ao CPD no dia do SHUTDOWN final. Mas aquele que se entregar ao WINDOWS 2000, embora ache que está no caminho certo, ficará preso para sempre na tela travada “O WINDOWS ESTÁ SENDO DESLIGADO” e jamais poderá DESLIGAR SEU COMPUTADOR COM SEGURANÇA”.

Fonte: Zine Inatitude

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Carreira &Gestão &TI André Dourado on 26 fev 2009

Como o CIO pode conseguir o reconhecimento da organização

Uma das características comuns aos profissionais que hoje assumem decisões estratégicas na corporação é a habilidade de aprender rápido e se adaptar a novas situações

Gordon Watt e Brinley Platts, para CIO UK*
Publicada em 25 de fevereiro de 2009 às 16h04

A liderança de TI vem recebendo a atenção que deveria? Os CIOs têm sido pressionados a funcionar como profissionais cada vez mais influentes para o sucesso dos negócios. Mas isso nem sempre é reconhecido dentro das corporações. Ao contrário, estudos realizados pela Capgemini e a empresa de recrutamento Harvey Nash apontam que os líderes de TI vêm perdendo o poder de influência nas organizações.

Como os CIOs podem reverter essa situação? Movidos por esse paradoxo, nós fomos mais a fundo nos resultados de uma pesquisa intitulada “Expandindo o Mandato do CIO”, criada por Michael Earl e Philip Vivien. Os especialistas identificaram os desafios dos novos líderes de TI e definiram as características desse profissional no futuro. Boa parte das mudanças está relacionada ao perfil dos profissionais, os quais devem deixar de ter um foco predominantemente em tecnologia para contribuir com uma transformação das organizações. E, a partir desses dados, ouvimos alguns dos novos líderes de TI para definir como isso funciona, na prática.

No levantamento, trabalhamos com CIOs que expandiram suas atribuições e descobrimos dois interessantes e inesperados padrões: eles apresentam um leque bastante grande de atribuições em comum – a maior parte delas pouco usual para os profissionais de TI – e, além disso, todos seguem uma similar, mas atípica, carreira.

Para mostrar só um dos atributos comuns a esses executivos, entre as características dos CIOs que conseguiram ampliar seu escopo de atuação está a ousadia. Por conta disso, os profissionais estão em constante busca por novos desafios e, como reflexo direto disso, boa parte dos executivos não segue uma rota tradicional de carreira na área de TI. Assim, muitos já passaram por gerências de negócio fora de tecnologia.

Agilidade para aprender
Esse comportamento comum aos CIOs é mais do que uma extraordinária coincidência? Sim. As teorias e estudos sobre liderança apontam a inteligência emocional e a capacidade de aprender rápido como atributos essenciais ao sucesso de qualquer profissional.

No caso dos CIOs, o que salta aos olhos é a necessidade de aprender rápido. Na prática, isso significa que os profissionais precisam ser ágeis para implementar mudanças de acordo com a situação. Como Warren G. Bennis e Robert J. Thomas explicam no livro Geeks e Geezers: “A habilidade para processar novas experiências, para descobrir o que elas representam e integrar isso ao cotidiano é a assinatura que define o conhecimento dos líderes.”

E o caminho para desenvolver essa agilidade para aprender é praticando. E o espírito audacioso dos CIOs que entrevistamos favorece esse tipo de situação.

A oportunidade para desenvolver essa habilidade de aprender rápido depende de como a TI é vista na organização. Trata-se de um provedor de serviços confiáveis? Ou a TI funciona mais como um parceiro que mostra os caminhos para usar a tecnologia a favor da inovação e da transformação?

Para melhorar suas aspirações, uma mudança necessária passa pela forma de desenvolver essa agilidade de aprendizado. Nesse sentido, é necessário definir objetivos a ser alcançados, com o intuito de buscar novos desafios e testar a capacidade de liderança. Isso significa colocar a determinação e a ambição acima da experiência e do conhecimento já adquirido. O que representa ter coragem o suficiente para aceitar os desafios mais arriscados em vez de buscar o velho caminho do sucesso.

Outro fator de sucesso para o desenvolvimento dos líderes de TI é encorajar e permitir a troca de experiências com outras unidades de negócio da companhia. Finalmente, isso representa promover a Tecnologia da Informação como uma unidade com talentos que podem ser explorados para melhorar o negócio.

*Gordon Watt atuou por 15 anos como CIO de diversas companhias internacionais por 15 anos e hoje trabalha como um pesquisador independente e consultor. Já Brinley Platts atua como membro do CIOdevelopment.com e fundador do programa IMPACT para líderes

Fonte: CIO

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Governo &TI André Dourado on 26 fev 2009

Cuidados com a nota fiscal eletrônica

Pode-se afirmar que a maior parte dos entraves relativos à emissão das notas eletrônicas acontece, muitas vezes, por falta de conhecimento fiscal do emitente, informações erradas ou incompletas ou simplesmente por cadastros de clientes e produtos desatualizados ou incompletos.

Em operações interestaduais, por exemplo, o erro impede inclusive a concretização da venda, que fica no aguardo da regularização dos documentos para que a mercadoria, apreendida em postos de fiscalização, seja liberada. As multas e outras atuações também não são raras.

Com o uso da Nota Fiscal Eletrônica, a tendência é que tais erros se tornem mais comuns para empresários menos cuidadosos no processo de faturamento. Primeiro, porque a geração de um documento fiscal agora dependerá do preenchimento adequado de todos os campos, pois a via nem chegará a ser emitida se isso não for feito, graças à rotina de validação do programa emissor do documento eletrônico.

Segundo, porque informações imprecisas estarão mais sujeitas à verificação do Fisco, que, por meio de modernos sistemas de auditoria eletrônica, terá a possibilidade de apurar todas as informações de faturamento de um contribuinte em segundos. Erros que antes não eram detectados até em meticulosas auditorias fiscais agora serão mais facilmente rastreados e exigirão, no mínimo, explicações dos infratores.

Deve-se ressaltar também que após ser autorizada eletronicamente pela Secretaria da Fazenda, uma NF-e não poderá ser alterada, pois isso implicaria em tornar o conteúdo do arquivo eletrônico, certificado digitalmente, inválido.

Assim, no caso de o contribuinte identificar qualquer irregularidade no documento, dentro das condições previstas na legislação, deverá cancelar o documento por meio de um processo semelhante ao da emissão da nota, ou seja, mediante o envio de um arquivo eletrônico, em formato XML, que acusará na base de dados da Secretaria da Fazenda o cancelamento do documento.

Quanto à possibilidade de utilização da Carta de Correção Eletrônica, é um assunto delicado, pois o Fisco ainda não disponibilizou para o contribuinte o layout do referido documento, que deverá ser transmitido tanto para o estabelecimento destinatário quanto para a Secretaria da Fazenda.

Tem-se visto a prática, nas empresas que já estão emitindo a NF-e, de se adotar o trâmite tradicional, em papel, onde estabelecimento emitente e destinatário trocam correspondências comunicando o erro.

O grande problema neste procedimento é que o Fisco acusará em momento oportuno a inconsistência dos registros fiscais dos estabelecimentos emitentes ou destinatários, inicialmente com a base de dados da Secretaria da Fazenda que estará armazenando dados de Notas Fiscais Eletrônicas incorretas, e em um segundo momento, quando estas empresas gerarem e transmitirem o arquivo contendo a Escrituração Fiscal Digital.

Enquanto não é definido o layout da Carta de Correção Eletrônica, o contribuinte deve evitar utilizar sua versão em papel, cancelando a Nota Fiscal Eletrônica e emitindo outra, com os dados corretos, caso haja condições para tanto.

Existe ainda a possibilidade de emissão de NF-e complementar nas situações previstas na legislação, como variações de preço e erro de cálculo de imposto, por exemplo. Neste caso, o método para emissão da nota complementar é semelhante ao da original. O contribuinte só deve ficar atento com a precisão das informações de referência de documentos.

Embora sabendo que muitos softwares empresariais disponíveis no mercado possuem regras de validação e consistência de dados que inibem a emissão de documentos fiscais incorretos, é importante destacar que nenhuma empresa está imune de emitir documentos com problemas.

A orientação da maioria dos consultores fiscais ou de tecnologia da informação para as empresas que pretendem adotar a NF-e é semelhante: revisar cadastrados de clientes, fornecedores, materiais e códigos tributários, e principalmente, procedimentos de trabalho envolvendo desde os vendedores até os faturistas, para evitar que na hora da entrega da mercadoria, a nota não saia (ou mesmo que ela saia), que a empresa não fique sujeita a uma posterior fiscalização, passível de multas e aborrecimentos para o empresário.

E-mail para contato: tiago.borges@prof.uniso.br.

Fonte: iMasters

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Carreira &TI André Dourado on 25 fev 2009

Certificação: 5 mitos para se evitar e errar menos na crise

Por Vinícius Nogueira
em Fevereiro 25, 2009

O dinheiro anda curto. O período agora é de quitar financiamentos, aumentar as reservas, afinal a crise deixou os negócios em alerta. Mas uma questão que para nós, profissional de Tecnologia da Informação é o que fazer com nosso dinheiro nesse momento. Dependendo do seu contexto, pode ser melhor investir numa especialização, como uma certificação, por exemplo, até mais para sobreviver no emprego do que conseguir uma promoção…

E investir numa certificação requer dinheiro, tempo e muito estudo, exigências essas que aumentam de acordo com o nível de certificação que se deseja alcançar. Com menos dinheiro, nosso risco aumenta, daí que devemos pensar com cuidado, conversar com profissionais mais experientes na área de especialização desejada, enfim, conseguir o maior número de informações possível para minizar a chance de erros. Não que o erro vá destruir sua carreira, mas poderá atrasar seu desenvolvimento por um bom tempo, e nesse dinamismo intenso da TI, o que parece pouco na variável Tempo, não é tão pouco assim.

Então lá vai 5 mitos que vocÊ deve atentar que vão te ajudar a errar menos, nesta fase em que investir na carreira é tão necessário quanto arriscado:

1 – “Vou escolher aquela certificação porque ouvi dizer que a demanda está bastante alta”
Sempre atento ao mercado procuramos divulgar aqui as especializações e certificações de maior demanda num certo período. O problema é acreditar que o simples fato de escolher uma certificação quente, mesmo sendo orientado por experts na área, possa ser garantia alguma de sucesso. A certificação é um parte muito importante do processo mas não é tudo. Há muito que se analizar quanto as habilidades, perfil do candidato e experiência na área. Imagine um profissional certificado como ITIL Manager, que é muito valorizado no mercado, mas o profissional nunca trabalhou na prática com gestão de processos baseados em ITIL. Não é de se ficar surpreso que ele não consiga um emprego como gestor de processos. Alinhar demanda com o seu perfil e experiência é uma atitude sábia.

2 – “Vou tirar essa certificação porque é mais fácil”
Você verá que há várias certificações no mercado que são mais fáceis de conquistar que outras, mas o outro lado é igualmente verdadeiro: quanto mais fácil, mais pessoas serão certificadas e cada vez menos esse canudo será lembrado como diferencial para uma determinada vaga. Mas é claro que não é por isso que você deve abrir mão de um certificado por seu exame ser fácil, já que, somando à sua experiência de carreira, pode fazer toda a diferença que o canudopor si só não faria. Mas “só” por ser fácil é perda de tempo.

3 – “Não vou fazer o exame, a minha empresa não dá subsídio”
Esse é um pensamento que certamente passa na cabeça de quase todo mundo que busca uma especialização mas não vê um apoio da empresa, que se beneficiará diretamente da especialização de seu funcionário. O problema é nos deixar levar pela mágoa, ressentimento, e na intenção de atacar a empresa ao não se especializar, acabamos penalizando a nós mesmos. A empregabilidade deve sempre ter em vista o mercado e não somente onde trabalhamos atualmente. Isso é pensar grande, como o próprio mercado é grande.

Não se penalize pelos outros, nem espere somente por ajuda financeira da empresa. O outro lado de ser ajudado é que a empresa pode exigir fidelidade por um determinado tempo, e você pode pagar caro por isso ao perder muitas oportunidades no mercado ao assumir esse tipo de compromisso.

4 – “Sou muito experiente, vou passar fácil no exame”
Cansei de ver excelentes profissionais, com vasta experiência, não conseguirem tirar uma certificação por confiar demais em seus conhecimentos. O profissional precisa estar familiarizado com o linguajar do exame, muito conhecimento não utilizado na prática, fundamentos e alguns macetes, são exigidos então a pessoa é pêga de calça curta caso não tenha se preparado. Outra questão é falar a lingua do exame. Se é em inglês, estude com o material em inglês para poder se familiarizar com as terminologias. Ou você acredita que vai conseguir tempo de ficar folheando dicionário durante o exame ?

5 – “Certificação não tem valor algum, o que vale é a experiência”
Na crise, a busca por resultados tem sido mais intensa e isso exige profissionais com larga experiência, que erram menos, acostumados a grandes pressões. Mas também é notório que tem muita gente boa por aí lutando pelas melhores vagas e salários, então a certificação pode ser “a cor dos olhos” que diferencia um profissional do outro. Há um valor que muita gente não vê, embutido na certificação, que vai muito além do canudo em si: a atitude de estar atualizado, sintonizado com as mudanças e necessidades do mercado.

Fonte: Carreira e Certificações em TI

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Agile &Desenvolvimento André Dourado on 23 fev 2009

Casos de Uso considerados valiosos (mas opcionais) para captura de requisitos em Lean/Agile

Postado por David West, traduzido por Flávia Castro de Oliveira em 23 Fev 2009 11:36 AM

Dean Leffingwell, autor do Scaling Software Agility e Chief Product Methodologist na Rally, concluiu que Casos de Uso pode ser uma valiosa ferramenta para modelar requisitos para um projeto Lean/Agile de grande escala. Os casos de uso não são comumente encontrados em Lean/Agile (especialmente em XP e Scrum), onde as estórias são os requisitos reunindo a ferramenta de escolha, mas Leffingwell nota:

… na construção de sistemas de grande escala, não há uma ferramenta tão poderosa como um caso de uso para explorar as interações entre os usuários, os sistemas, e os subsistemas da solução. Além disso, a técnica de caso de uso é a melhor forma que conheço para ajudar a identificar todas os scenarios alternativos que nos visita muitas vezes quando se tratando de sistemas de nível de qualidade e disponibilidade.

Tanto em seu livro como no blog, Leffingwell desenvolveu um conjunto de modelos e meta-modelos para ajudar os desenvolvedores nas aplicações de práticas Lean e Agile para projetos de grande escala. A ausência de qualquer menção dos Casos de Uso em seu ‘Agile Enterprise Requirements Information Model’ chamou sua atenção por um leitor e ex-colega. Leffingwell atribuiu a omissão dos casos de uso à dois fatores: sua associação aproximada com RUP e não Agile acoplado com seu possível apelo pró RUP e vários exemplos de conselhos para evitar os casos de uso como "muito detalhado e não entendido pelos clientes."

Finalmente, Leffingwell chegou a conclusão que, "Embora os casos de uso não sejam um substituto para user story no desenvolvimento ágil, eles podem ser de grande benefício na elaboração, análise e melhor compreensão do comportamento de sistemas complexos." Assim, os casos de uso foram adicionados ao modelo de Leffingwell como um meio opcional para a elaboração de itens do backlog.

  • Casos de uso são opcionais mas podem adicionar um grande valor para a compreensão do comportamento quando o sistema é complexo;
  • Casos de uso ajudam os times a compreender todos os cenários ‘o que se’ que ultimamente afetam a qualidade do sistema;
  • Casos de uso podem ser usados para entender onde as novas estórias podem ser encontradas;
  • Casos de uso podem fornecer uma forma lógica para a sequência de entrega de valor em grandes sistemas, estória por estória.

É importante notar que o raciocínio para incluir Casos de Uso em um modelo Ágil é principalmente motivado pela necessidade de endereçar problemas de escala e que os casos de uso continuam sendo uma ferramenta opcinal de elaboração de requisitos.

A partir desta notícia, não houve resposta à modificação de Leffingwell ao seu modelo. Será interessante ver se ele endereçou as preocupações de seus leitores e se outros usuários do seu modelo acham esta adição útil.

Fonte: InfoQ

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