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Arquivo Mensalmarço 2009



Carreira &Humor André Dourado on 19 mar 2009

Entrevista de emprego…

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Agile &Projetos &TI André Dourado on 19 mar 2009

Scrum em ambientes PMBok. Qual caminho a ser seguido?

Na sua empresa quando se fala em gerenciamento de projetos todos pensam em PMBok. Você acha que Scrum pode ajudar seus projetos mas não consegue enxergar como fazer isso em um ambiente completamente tradicional de projetos. O que fazer? Onde foi parar o Gerente de Projetos? E o PMO, como fica? Tenho práticas ágeis que se equivalam às áreas de conhecimento do PMBok? Nesta palestra a filosofia ágil é apresentada de forma a fazer entender como Scrum pode ser aplicado nestes ambientes, e qual o caminho a ser seguido pelos Gerentes de Projeto acostumados com práticas PMI para conseguir serem bem sucedidos em projetos Scrum.

Palestra do Alexandre Magno para o Falando em Agile 2008.

Assista a palestra aqui.

Fonte: Falando em Agile 2008

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Agile &Projetos André Dourado on 18 mar 2009

Gregory Balestrero, CEO do PMI sobre Scrum…

Ontem foi o primeiro dia da primeira edição de 2009 do Scrum Gathering. Organizado pela Scrum Alliance, este é o maior e principal evento de Scrum do mundo.

Durante o almoço aconteceu um pequeno pronunciamento de Gregory Balestrero, Presidente e CEO do PMI – Project Management Institute.

Gregory mostrou bastante bom senso ao falar do que a comunidade Scrum tem feito:

“Vocês tem mostrado ao mundo como obter bons resultados em projetos. Encorajo PMPs a buscarem conhecimento e certificações na área de Scrum, pois realmente acreditamos nisso.”

Fonte: aXMagno

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Agile &Desenvolvimento &TI André Dourado on 17 mar 2009

Workspaces para Agilidade Efetiva

Postado por Shane Hastie, traduzido por Flávia Castro de Oliveira em 17 Mar 2009 11:22 AM

O Autor e consultor Agile, Mike Cohn recentemente escreveu um post em seu blog resumindo um capítulo do seu novo livro "Succeeding With Agile" falando sobre o workspace Agile ideal. Ele chama a atenção para as coisas que precisam ser visíveis no espaço que o time Agile trabalha ajudando-o a ser mais efetivo.

Cohn considera útil os seguintes itens:

  • Grandes Gráficos Visíveis: radiadores de informação que transmitem o estado do projeto para qualquer um que estiver interessado.
  • Dispositivos de Feedback adicionais: luzes, sirenes ou outras ferramentas para indicar o estado dos elementos críticos, tais como o lava lamp que se acende quando um build automatizado falha.
  • Todos no Time: o espaço deve ser configurado de forma que os membros do time possam ver uns aos outros, sem ter de se levantar e andar.
  • O Sprint Backlog: idealmente na forma de uma task board mostrando o estado atual de cada pedaço de trabalho no sprint atual
  • O Product Backlog: exibindo o backlog coloca o sprint atual no contexto e ajuda a prevenir o sentimento isolado do time dentro do sprint
  • Whiteboards: um lugar central para ter as discussões
  • Espaço silencioso, Privado: nem tudo o que fazemos é trabalho em equipe – algumas vezes um membro do time precisa ficar longe do espaço comum para pensar em um problema ou fazer uma ligação telefônica.
  • Comer e Beber: alimentação quando as pessoas precisarem, sem a necessidade de interromper o fluxo de trabalho.
  • Uma Janela: luz natural e conexão com o mundo fora do projeto.

Inspirado nesta discussão, Derek Neighbors postou um vídeo de que examina a composição do workspace no Integrum. No vídeo Derek recomenda várias coisas adicionais sobre um workspace Agile ideal tais como um área de jogos com vídeo games, mesa de bilhar, dardos, etc. e ter alguns novatos para uma experiência mais diversificada.


Integrum Agile Workspace from Integrum Technologies on Vimeo.

Seria interessante ver vídeos de workspaces usados por outros times. Eles são efetivos? Quais são os itens mais recomendados?

Fonte: InfoQ

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Carreira &TI André Dourado on 16 mar 2009

Ficar fora do mercado por mais de um ano diminui a empregabilidade

Depois de três meses atrás da recolocação profissional, executivos enfrentam o dilema de aceitar, ou não, propostas para assumir cargos de nível hierárquico inferior aos que desempenhavam

Meridith Levinson, CIO
Publicada em 16 de março de 2009 às 09h05

Quando a busca pela recolocação profissional ultrapassa os três meses de duração, alguns desempregados começam a considerar se seria válido aceitar propostas para atuar em níveis hierárquicos inferiores como garantia para contar com um salário todo mês.

É um questionamento comum e bem difícil de resolver: ninguém pode ficar sem receber um salário fixo por muito tempo, mas trabalhar tanto para “subir” na carreira e depois dar um passo para trás é uma rasteira no orgulho de qualquer um.

Em conversas com consultores especializados ouvi muitas recomendações para que executivos não aceitem ofertas de cargos inferiores aos que costumavam ocupar. No entanto, é bem complicado seguir esse conselho quando o profissional tem uma família e um padrão de vida a manter.

Assim, não é surpreendente a opinião de Steve Watson, presidente do conselho da empresa de executive search Stanton Chase International. Para ele, os profissionais devem, sim, aceitar propostas para assumir postos mais baixos, principalmente se isso evitar que fiquem mais de 12 meses desempregados.

Para balizar sua opinião, Watson conta que em 2002 muitos CEOs voltaram a seus antigos cargos de CFO ou CIO, e que isso não influenciou em nada o brilho de suas carreiras. “Pessoas talentosas e competentes sempre se destacam e são reconhecidas; não importa em que nível hierárquico estejam”, diz o consultor.

De fato, ficar fora do mercado por muito tempo pode ser mais danoso em termos de carreira do que dar um passo atrás no que diz respeito ao posto ocupado. “Se o executivo está em busca de uma posição de CIO, é normal que a recolocação leve de três a nove meses… até um ano. Mas se passar mais de 12 meses sem trabalhar, o profissional arruína sua imagem e empregabilidade”, afirma Watson.

Fonte: CIO

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Carreira &TI André Dourado on 14 mar 2009

A Famosa pós!

Publicado em 26/08/2008 por Bruno
para o Blog Carreira e Sucesso

No post de hoje quero falar sobre uma das opções mais clássicas de quem acaba de se graduar e descobre que a coisa aqui fora é bem mais complicada do que parecia na universidade. O trecho a seguir foi extraído de meu e-book “Concluí a faculdade, e agora?” (editora lebooks), e espero que possa ajudar o leitor a se decidir sobre este importante passo na carreira.

Fazer uma pós-graduação costuma ser uma opção bastante corrente entre os que acabam de se graduar. Seja porque realmente já sonhavam com isto antes da formatura, seja porque acabaram ouvindo por aí que é algo indispensável nos dias de hoje.

Apenas para esclarecer, gostaria de enfatizar que o que chamamos de “cursos de pós-graduação” são programas de estudos de longa duração que qualificam o graduado em determinada área do saber, e se dividem em duas categorias: Lato Sensu e Stricto Sensu. Talvez você já saiba disso, mas há quem não saiba__ e não são poucos.

A sua decisão de fazer uma pós-graduação pode ser justificada a partir de diversos fatores, entre eles: aprofundar seus conhecimentos; construir novas oportunidades de atuação profissional ou de ascensão na carreira; aumentar sua empregabilidade; desenvolver o pensamento crítico e reflexivo; preparar-se para a carreira acadêmica e para concursos públicos, ou ampliar relacionamentos profissionais e acadêmicos (networking).

A Pós-Graduação que chamamos Lato Sensu abrange exclusivamente os Cursos de Especialização e destina-se ao aprofundamento dos conhecimentos obtidos na graduação e ao preparo do aluno para iniciar a vida acadêmica na docência e/ou pesquisa. Há também os cursos de especialização que se direcionam para o mercado de trabalho, e são intitulados de especialização profissionalizante. O MBA, do qual vamos falar à frente, é um exemplo de pós-graduação Lato Sensu, voltada principalmente para o mercado de trabalho.

Quando ouvimos por aí as pessoas dizerem__ “Vou fazer uma pós para melhorar minhas chances no mercado” __ geralmente estão falando da pós em nível de especialização, que é, digamos assim, o primeiro nível após a graduação. Entretanto, você não precisa fazer a pós em nível de especialização. Se quiser, pode partir direto para uma pós em outro nível, a Stricto Sensu.A Pós-Graduação Stricto Sensu divide-se em programas de Mestrado e de Doutorado. O Mestrado é tradicionalmente voltado para a formação de docentes, exigindo defesa de dissertação em determinada área do conhecimento que revele completo domínio sobre algum tema.

Já o doutorado objetiva a formação de pesquisadores, que também podem ser docentes, exigindo defesa de tese em determinada área do conhecimento que represente uma contribuição original para a Ciência. O mestrado pode ser requisito para o doutorado ou não, dependendo do curso e da instituição em que você o fizer.

Mas enfim, será que você deve fazer uma pós-graduação? (especialização)

Boa pergunta! Depende dos seus planos. Fazer uma pós para dizer que fez uma pós não vai adiantar muita coisa. Na verdade não vai adiantar quase nada. O importante mesmo é o que você vai fazer com esta pós-graduação, como ela se encaixa nos seus planos e no que você quer alcançar no futuro.

Não faça uma pós-graduação porque muita gente — ou todo mundo — está fazendo, nem faça também “aquela pós do momento”. Descubra seus reais motivos, imagine como a pós-graduação poderá complementar sua formação e em que aquele conhecimento vai ser útil a você.

Segundo uma pesquisa realizada em 2002, pela Dra Sônia Maria Guedes Gondim, que trata das perspectivas profissionais a partir do ponto de vista de alunos universitários de diversos cursos, muitos recém formados tem escolhido a pós-graduação como uma espécie de remédio para o despreparo profissional, imaginando que isto automaticamente lhes trará melhores chances de sucesso no mercado. O que não é necessariamente verdade.

Hoje um diploma de pós-graduação não faz muita diferença em relação a um diploma de graduação. O que importa não é o diploma, mas o conhecimento e como você o usa. É claro que o seu currículo melhora um pouco; assim como você expande sua visão sobre determinada área de conhecimento. Mas a atuação é que faz a diferença. Se você procurar fazer uma pós sem atentar para isto, a única coisa que vai conseguir é mais um monte de informação para encher sua cabeça.

Algumas perguntas que sugiro a você fazer: “Em que eu posso aplicar os conhecimentos adquiridos nesta pós-graduação, de maneira prática?”. E principalmente: “O que eu poderia fazer com um diploma de pós-graduação que eu já não posso fazer agora, com o diploma da graduação”?Muita gente que termina uma pós acaba se frustrando, pois percebe que, embora tenha conseguido mais informação, ainda não sabe exatamente como transformá-las em resultados.

Outros fazem a pós em busca de segurança, pensando: “Quando acabar esta pós, eu realmente saberei o que fazer da vida, ou me darão um emprego”. Ledo engano. Se você não possuía uma estratégia antes de entrar na pós, é pouco provável que saia dela com uma. A não ser que seja uma pós em estratégia, claro!

Portanto, pense bem nos reais motivos de ingressar numa pós, pois de repente você poderia estar investindo seu tempo e dinheiro em algo que “efetivamente” possa fazer diferença em sua vida neste momento.

Fonte: Carreira e Sucesso

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Carreira &TI André Dourado on 14 mar 2009

Bom ambiente de trabalho gera lucro para as empresas

São Paulo – Indicadores do Great Place to Work mostram que melhores empresas para trabalhar crescem mais do que o mercado.

Por Rodrigo Caetano, repórter do Computerworld
13 de março de 2009 – 08h20

Ninguém duvida que um bom ambiente de trabalho é um diferencial em termos de retenção de talentos e produtividade. Mas, até que ponto as melhores práticas de recursos humanos contribuem para o bom desempenho financeiro da empresa?

De acordo com pesquisas feitas pelo instituto Great Place to Work (GPTW), existe uma relação direta entre fazer parte da lista das melhores empresas para se trabalhar e o crescimento dos negócios das companhias. Ruy Shiozawa, CEO do GPTW, explica que, muitas vezes, os gestores não enxergam a relação.

“O principal resultado da pesquisa é que o ambiente de trabalho impacta s fortemente no desempenho da empresa”, afirma Shiozawa. Como forma de demonstrar o fato, o instituto criou alguns indicadores comparando o desempenho das companhias que fazem parta da lista das melhores empresas para se trabalhar, com os números gerais do mercado.

No primeiro, é feito o acompanhamento das empresas que fazem parte da lista que possuem ações em bolsa, comparando os números com indicadores tradicionais, no caso o S&P 500 e o Russel 3000. “Pegando desde 1998, o desempenho médio dos indicadores tradicionais tem ficado em 6%. O desempenho médio anual das companhias que entraram na primeira lista, no mesmo ano, sobe para 9%”, relata Shiozawa.

Para ter certeza do resultado, a consultoria criou outro indicador. “É um cesta de ações em que, todo ano, nós incluímos as empresas que entram na lista e excluímos as que saem. Neste caso, o desempenho é de 12% ao ano”, afirma o CEO. O valor é o dobro do apresentado pelos indicadores tradicionais. “Fica muito evidente a relação entre você construir um bom ambiente de trabalho e o resultado financeiro da empresa”, completa Shiozawa.

Débora de Toledo, diretora de RH da Totvs, afirma que, certamente, cuidar da satisfação de todos os funcionários é um pré-requisito para que a empresa tenha um bom desempenho. “Mas, para isso, não é só a satisfação do funcionário que conta”, ressalta Débora.

“Para nós, que somos uma empresa de capital aberto, existe sim o componente do bom ambiente, mas também existem componentes de mercado, de competitividade dos produtos, de controle de custos, além de uma efetiva comunicação com o mercado. A combinação de tudo isso é que leva a companhia a ter um bom resultado financeiro”, afirma a diretora.

O diretor de operações da Chemtech, Flávio Guimarães, explica que um bom ambiente de trabalho gera um ciclo de ganhos que reflete, no final, em um bom desempenho, além de garantir a fidelidade dos clientes.

“Se existe orgulho do que faz, a conseqüência é um produto de melhor qualidade. Dessa forma, o cliente se sente satisfeito e acaba tendo um relacionamento de longo prazo. Mesmo que um projeto não esteja trazendo ganhos imediatos, mantendo sempre a mesma qualidade, com o tempo o resultado vai aparecer”, afirma o executivo.

Manter os funcionários por mais de 10 anos na empresa, como acontece na Chemtech, também é de fundamental importância. “No nosso negócio, a gestão do conhecimento é primordial. A gente consegue resolver vários problemas em projetos novos por ter na equipe pessoas que já passaram pela mesma situação”, relata Guimarães.

Melhores empresas

O COMPUTERWORLD e o GPTW realizam este ano a quarta edição do prêmio “Melhores Empresas para se Trabalhar – TI e Telecom”. Em julho, será divulgado o ranking com as 50 melhores empresas do setor para se trabalhar. Participe! As inscrições estão abertas até o próximo dia 31 de março. Para mais detalhes, clique aqui.

Ruy Shiozawa, CEO do GPTW, e Débora de Toledo, diretora de RH da Totvs, falam sobre a relação entre as melhores práticas de RH e o desempenho financeiro das companhias.

Fonte: Computerworld

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Tech &TI André Dourado on 12 mar 2009

O sistema operacional vai para a web

Maurício Grego, da INFO
12 de março de 2009

Micro, servidor, smartphone… e nuvem. A mais recente adição à lista de plataformas computacionais começa a ser palco de competição feroz. A Microsoft, com o Windows Azure, e o Google, com o App Engine, são os nomes mais conhecidos nessa disputa. Além de oferecer aplicativos online prontos, as duas empresas criaram ferramentas para quem quer desenvolver os próprios programas na nuvem. Fora do circuito das grandes empresas, sistemas alternativos como o eyeOS oferecem soluções de código aberto que também permitem rodar e construir aplicativos — ainda que não sejam sistemas operacionais no sentido estrito dessa expressão. A onda atual da computação em nuvem teve seu impulso inicial mais importante com os serviços online da Amazon.com, que começaram a ser oferecidos em 2002. No início, a empresa basicamente vendia tempo de processamento em seus servidores. Depois, foi incorporando mais e mais serviços ao pacote. Sua plataforma Elastic Compute Cloud (EC2), que começou a operar em 2006, permite desenvolver aplicativos e hospedar sites. No ano passado, a EC2 saiu da fase beta e ganhou a opção de rodar Windows Server e SQL Server nela. Isso permite portar para a nuvem, sem grandes dificuldades, programas desenvolvidos originalmente para a plataforma da Microsoft. A Amazon.com não tem um software chamado de sistema operacional de nuvem. O que ela oferece é um conjunto amplo de ferramentas que gerenciam aplicativos, armazenamento de dados e recursos de hardware. Em seu conjunto, cumprem funções de um sistema operacional.

O Google chegou
Considerando toda a força que tem em serviços na web, o Google demorou para oferecer uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos online. Ela veio na forma do Google App Engine, anunciado em abril de 2008. Por enquanto, o serviço, ainda em fase beta, é gratuito. Quem o utiliza conta com até 500 MB de armazenamento para seus aplicativos. O Google diz que a banda e o poder de processamento são suficientes para manter um site com 5 milhões de page views por mês. Em seu estágio atual, o App Engine tem mais restrições ao que pode rodar nele do que outras plataformas da nuvem. Aceita apenas programas desenvolvidos em Python, com armazenamento de dados no Datastore, variante do sistema de banco de dados BigTable, usado internamente pelo Google. A empresa diz que, no futuro, pretende oferecer versões pagas do serviço, presumivelmente com mais recursos.

No ano passado, o anúncio mais barulhento nessa área foi feito pela Microsoft. A empresa quer conquistar espaço na nuvem com o Windows Azure, sua plataforma para desenvolver e rodar aplicativos na web. A Microsoft conta com produtos conhecidos, como o servidor de bancos de dados SQL Server, que ganhou uma versão disponível como serviço online, o SQL Services. Também se apóia nas ferramentas de desenvolvimento da série Visual Studio. Um desenvolvedor já familiarizado com esses programas pode usá-los para criar aplicativos para a nuvem. A Microsoft oferece, reunidos sob a marca Live Services, uma série de serviços e blocos construtivos que podem ser usados nos aplicativos. Ainda em fase beta (Community Technology Preview), o serviço só aceita aplicativos construídos com o .NET Framework. Neste ano, deve ganhar suporte a outros tipos de aplicativos.

O Linux da nuvem
Dos sistemas operacionais alternativos da nova geração, o eyeOS sobressai como principal candidato a ser o Linux da nuvem. Esse projeto de software livre foi iniciado em 2005 pelo catalão Pau Garcia-Milà, então com 17 anos. Com o tempo, foi conquistando uma ampla comunidade de desenvolvedores, que já se espalha por nove países. Rodando sobre Apache e PHP, o eyeOS não é um sistema operacional de verdade, já que não interage diretamente com o hardware. Mas é uma plataforma para armazenar dados, desenvolver e rodar programas. O sistema vem com 15 aplicativos e 35 utilitários prontos. E qualquer interessado pode baixar um kit de ferramentas e criar os próprios programas.

Segundo Garcia-Milà, o eyeOS já teve meio milhão de downloads, sendo 40 mil no Brasil. “Temos uma comunidade grande o bastante para garantir a continuidade do sistema”, disse ele a INFO. “Isso vai nos permitir sobreviver à concorrência do Google e da Microsoft. Seremos a alternativa livre”, prevê. Garcia-Milà diz que o eyeOS vem sendo usado em escolas em vários países. Em algumas delas, os alunos interagem o tempo todo com o eyeOS, sem tomar conhecimento do sistema operacional que roda no micro. Isso explica a inclusão de um browser, item exótico num sistema ao qual o acesso já feito por meio de um navegador.

Fonte: Info Professional

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Projetos &TI André Dourado on 12 mar 2009

Construindo projetos enquanto a empresa continua seu dia a dia…

Esse filme de um comercial de televisão já tem algum tempo e é muito mencionada em treinamentos de metodologia de gerenciamento de projetos, em relação a implantação de projetos enquanto o resto da empresa continua em seu dia a dia normal.

A propaganda se chama “Airplane” e é da empresa de consultoria EDS.

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Carreira &TI André Dourado on 11 mar 2009

Saiba como conquistar a simpatia dos recrutadores

Além de não enviar currículos como spams em e-mails genéricos, candidatos não podem ser arrogantes, discutir com os consultores de carreira, agir de forma desesperada e parecer despreparados

Meridith Levinson, CIO USA
Publicada em 11 de março de 2009 às 17h54

Recentemente, a CIO publicou um artigo tratando das atitudes que candidatos a vagas de emprego têm que aborrecem os recrutadores. Entre elas, estava mandar currículos via e-mail como spam, telefonar em busca de novidades sobre seu caso todo dia, entre outros.

Em conversas com empresas de recrutamento, no entanto, ficam claras algumas outras atitudes que podem agradar – ou desagradar – os responsáveis pelo recrutamento e seleção de altos executivos. Acompanhe algumas dicas para, na hora de buscar um novo emprego, não errar.

1. Não seja arrogante: qualquer um pensaria que o conselho “seja cortês com o recrutador” é desnecessário, mas as histórias de candidatos que nunca ouviram falar em cortesia multiplicam-se. Muitos especialistas em carreira afirmam que os profissionais de TI, em geral, têm um perfil mais arrogante e, em alguns casos, isso beira a falta de educação.

2. Não discuta com o recrutador: outra recomendação que parece óbvia, mas não é. David Valentine, presidente e fundador da ValTech Recruiting, uma pequena empresa de executive search especializada em TI, deu um bom exemplo de como os candidatos devem ser orientados a não ‘bater boca’ com seus recrutadores. Em certa ocasião, ao conversar com um possível contratado para um cargo de gerência-sênior, perguntou ao profissional sobre contatos de seus antigos empregos, para pedir referência. Grosseiramente, o ex-futuro-gerente-sênior respondeu que não gostaria que seus ex-chefes perdessem tempo falando com um coach e começou a discutir com Valentine. É claro que ele não foi o escolhido para a vaga.

3. Não aja de forma desesperada: siga as mesmas regras usadas em relacionamentos amorosos – não ligue demais, não desperte pena nas pessoas e não pareça emocionalmente abalado. Marc Lewis, CEO da organização de recrutamento de altos executivos Leadership Capital Group, alertou que o desespero dá idéia de fraqueza e nenhuma empresa contratará alguém que julgue fraco.

4. Não ache que o trabalho do recrutador é fácil: e, assim, que ele tem todo o tempo para você. Os consultores de carreira acumulam, sim, muito trabalho, com agendas realmente apertadas e que precisam ser respeitadas na hora da entrevista.

5. Prepare-se para conversar com recrutadores: da mesma maneira como faz em uma entrevista de emprego. É sempre importante parecer informado e preparado e, só assim, o coach poderá formar uma boa impressão se você, logo de cara.

Fonte: CIO

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