Arquivo Mensalsetembro 2009
Humor &TI &Tech &web André Dourado on 27 set 2009
Sé falássemos frases em 140 caracteres como no Twitter
Como seria a vida se só falássemos usando no máximo 140 caracteres, como acontece no Twitter.
Projetos &TI André Dourado on 25 set 2009
Treinamento em Vídeo: Excelência em Projetos com o Microsoft Project com Ricardo Vargas
O Ricardo Vargas liberou no YouTube uma série de 8 vídeos com o treinamento “Excelência em Projetos com o Microsoft Project”, que apresenta por um processo simples e interativo, os conceitos básicos do gerenciamento de projetos utilizando o Microsoft Project.
Seguem os vídeos:
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Parte 4:
Parte 5:
Parte 6:
Parte 7:
Parte 8:
Ricardo Viana Vargas é especialista em planejamento, gerenciamento e controle de projetos. Atualmente atua como presidente da Macrosolutions, uma empresa de consultoria de gerenciamento de projetos no Brasil com mais de 20 perfis complexos de projetos do Brasil e América Latina, abrangendo um portifólio de investimentos de mais de $5 bilhões. Ricardo Vargas é membro do PMI desde 1997, e atualmente ocupa a posição de diretoria do Board do PMI. Participou da revisão do PMBOK®, Project Management Body of Knowledge (PMBOK® Guide), e foi membro da equipe do projeto de atualização do PMBOK® Guide em 2004. Também foi presidente do Comitê de Verificação de Tradução para língua portuguesa do PMBOK® Guide 2004.
Carreira &web André Dourado on 24 set 2009
As empresas de recrutamento vão selecionar cada vez mais pelas redes sociais
Gilberto Guimarães (redacao.vocesa@abril.com.br) 24/09/2009
Segundo um estudo apresentado pela empresa de consultoria e pesquisa Digital Jobs nesta quinta-feira em Paris, as empresas de recrutamento vão aumentar o uso de redes sociais digitais nos próximos anos.
Os pesquisadores entrevistaram diretores de RH e funcionários de grandes e médias empresas e descobriram que hoje 82% deles acreditam que as redes sociais são uma maneira eficaz de encontrar emprego. No entanto, apenas 5% efetivamente foram contratados por intermédio das redes. A pesquisa aponta ainda que esse percentural deve aumentar para 20% até 2011.
O estudo também revela que 92% dos profissionais qualificados estão presentes nas redes sociais e 25% desses utilizam os recursos pelo menos uma vez ao dia. Isso, no entanto, não é sinônimo de bom uso. Apenas 14% das companhias participantes da pesquisa têm um código de conduta estabelecido para o uso dessas ferramentas virtuais. No entanto, o RH e os empregados são unânimes: querem ter um código de uso para proteger a imagem e estratégias de negócios das empresas e a vida privada dos trabalhadores.
Fonte: Você S/A
Agile &Scrum &TI André Dourado on 23 set 2009
Ken Schwaber renuncia à presidência da Scrum Alliance
Message from the Board of Directors
On September 15, Ken Schwaber resigned as President and Chair of the Board of Directors of the Scrum Alliance. Tom Mellor was elected President and Chair of the Board by the Board members. Kenexpressed to the Board his intentions to remain active in the Scrum community. The Board expresses its appreciation to Ken for his service and leadership. Additionally, Jim Cundiff is no longer Managing Director of the Scrum Alliance and a search is underway for a new managing director. The Board anticipates filling the position in the very near future. Questions can be directed to Jodi Gibson at jgibson@scrumalliance.org
posted by Anand Shah (22 Sep 09)
Fonte: Scrum Alliance
Agile &Humor &TI André Dourado on 21 set 2009
Vídeo divertido sobre o mundo ágil
O pessoal da ThoughtWorks fez um vídeo divertido sobre o mundo ágil, fazendo uma versão da canção “My Favourite Things” (via @paulocaroli):
Fonte: Blog Locaweb
Humor &Propaganda &TI André Dourado on 19 set 2009
Viral da marca de antivírus Kaspersky
Muitos são os casos de palestrantes que sofreram a fúria de algum indivíduo ou até mesmo de uma platéia inteira. Agora com o palestrante deste vídeo passaram dos limites. Até uma vaca jogaram no pobre coitado. Pena que não dá para entender o que ele fala, já que o vídeo é russo.
Brincadeiras a parte, este vídeo pode ser uma tentativa de viral da marca de antivírus Kaspersky. Diga-se de passagem o melhor antivírus do mercado, segundo testes promovidos por publicações especializadas.
Fonte: Sedentário & Hiperativo
CIO &ERP &TI André Dourado on 19 set 2009
O ERP representa um problema para muitos CIOs, diz estudo
O analista da Forrester Research elenca as quatro principais causas dos problemas com os sistemas de gestão e que aumentam a insatisfação dos usuários
CIO/EUA
Publicada em 17 de setembro de 2009 às 14h00
Quando se fala em herança, imediatamente as pessoas imaginam algo de valor que vai ser passado de uma geração para outra. No caso dos líderes de TI, esse mesmo termo refere-se a equipamentos e sistemas instalados na companhia e que o CIO precisa administrar quando ele assume o cargo.
Em um recente relatório, a consultoria norte-americana Forrester Research conclui que a maioria dos gestores da área de tecnologia da informação admite que lidar com os ERPs (sistemas de gestão empresarial) implementados por seus antecessores representa um desafio.
“Com o passar dos anos, as pessoas que cuidaram da implementação do sistema deixam a companhia, se aposentam ou morrem”, cita o analista chefe da consultoria George Lawrie. Ainda segundo ele, isso faz com que boa parte dos requerimentos do ERP se perca, o que dificulta o trabalho da TI e gera conflitos com as áreas de negócio.
Para complicar ainda mais a situação, enquanto os gastos com ERP crescem a uma taxa média de 6,9% ao ano, aumenta a insatisfação dos usuários com os sistemas, de acordo com o relatório da Forrester.
Com o intuito de mapear esse cenário, Lawrie cita as quatro principais causas dos problemas com os sistemas de gestão e que tiram o sono dos CIOs:
Descompasso de expectativas – Para o analista, as demandas do negócio são mais rápidas do que o tempo necessário para remodelar os processos no sistema de gestão.
Múltiplos gestores e fornecedores do ERP – Entre os profissionais que participaram do estudo da Forrester, muitos deles citaram que existe uma multiplicidade de padrões dos sistemas implementados nas matrizes e nas subsidiárias, inclusive com fornecedores diferentes. “Isso até faz sentido se pensarmos que cada mercado tem necessidades distintas, por outro lado, cria um sério problema para as equipes de suporte e gera uma significante duplicação de ambientes”, acrescenta.
Problemas de governança – Menos de 5% das companhias que implementam o ERP criam business cases (casos de negócio) para a implementação do sistema e, rigorosamente, checam se têm seguido os indicadores principais de performance. A maior parte ainda se baseia em documentos informais.
Excesso de modificações atrapalha a atualização – As corporações que tiveram de realizar mudanças significativas no ERP tem sérios problemas para adotar a nova versão do software. “O principal entrave é identificar um grupo de pessoas que conheça as razões que levaram às mudanças no sistema e, ao mesmo tempo, tenham uma capacidade real de entendimento da nova versão do software que deve ser implementada”, considera Lawrie.
Fonte: CIO
CIO &TI André Dourado on 19 set 2009
MIT prevê a sobrevivência de três perfis de CIOs no futuro
Para o pesquisador-sênior do instituto, Peter Weill, tanto os profissionais técnicos quanto aqueles voltados às estratégias de negócio terão espaço na liderança de TI nos próximos anos
Patrícia Lisboa, repórter CIO
Publicada em 16 de setembro de 2009 às 10h05
O papel dos gestores de TI varia de acordo com a infraestrutura e a cultura da companhia na qual eles atuam. Esta foi uma das constatações de um recente estudo realizado pelo Centro para Pesquisas em Tecnologia da Informação do MIT (Massachusetts Institute of Technology). O levantamento fez uma análise de qual vai ser o futuro dos CIOs e, a partir daí, separou os sobreviventes nesse setor em três grandes grupos:
• Focados em serviços de TI: os profissionais que se encaixam nessa segmentação tendem a se dedicar exclusivamente a satisfazer o cliente interno e suportar as operações da organização. De forma geral, esses executivos devem ter espaço em setores mais conservadores.
Segundo o pesquisador-sênior do Centro para Pesquisas em Tecnologia da Informação do MIT, Peter Weill, esses profissionais possuem formação clássica na área de Ciência da Computação e Engenharia de Sistemas.
“Mesmo sem muito conhecimento das áreas de negócios, esses CIOs se destacam por suportar operações críticas e que não podem, em hipótese alguma, ficar indisponíveis”, explica o especialista, que complementa: “Muito se discute sobre o desaparecimento dos profissionais técnicos, mas na realidade eles ainda são determinantes para muitas organizações.”
• Voltados aos processos de negócios: encaixam-se nessa categoria os gestores que passam a maior parte do tempo em contato com as áreas de negócios para entender as estratégias da organização. E, só depois de um mapeamento, eles começam a idealizar os projetos, sempre pensando nos objetivos de cada departamento e nos resultados da organização.
De acordo com Weill, esses CIOs podem acumular funções como a direção da área de operações da companhia, uma vez que incorporam as demandas do negócio e têm conhecimentos suficientes para saber como a tecnologia pode saná-las. “Na maioria dos casos, esses gestores são oriundos de escolas de Administração de Empresas, Economia e até Marketing”, diz o especialista.
• Direcionados ao cliente final: esses CIOs atuam principalmente de olho na experiência do consumidor, desenvolvendo plataformas que transformem a própria tecnologia em diferencial competitivo da organização. É comum encontrar gestores com esse perfil em empresas como Amazon, e-Bay e Google – as quais têm TI no DNA e são enxergadas no mercado por iniciativas inovadoras.
“Nessa categoria, os profissionais técnicos voltarão a reinar”, diz Weill, ao explicar que a diferença entre esses gestores e aqueles mais tradicionais, voltados aos serviços de tecnologia, é que nesse caso, eles terão o perfil dos profissionais da Geração Y (conceito que engloba as pessoas nascidas entre o final da década de 70 e o início dos anos 90).
Para chegar a essa conclusão, o instituto ouviu cerca de 228 CIOs e 1.353 gestores de TI provenientes de 26 países (incluindo o Brasil). “O principal resultado é que todos terão seu lugar, desde que saibam escolher qual o tipo de CIO desejam ser”, conclui Weill.
Fonte: CIO
Desenvolvimento &Rails &TI André Dourado on 18 set 2009
Os problemas do pensamento do Visual Studio (e outras IDEs)
Post do Fábio Akita, onde ele traduz a palestra entitulada “O Visual Studio estraga nossas mentes?“, apresentada no NYC .NET Developer’s Group, em 20 de Outubro de 2005 por Charles Petzold. Concordo em grande parte com o que foi colocado:
De tempos em tempos alguém me pergunta algo do tipo “Que IDE você usa para programar em Ruby?” E todos ficam surpresos ou frustrados quando eu digo “Nenhum, apenas um editor de textos competente.” Parece que a maioria dos programadores de Visual Basic, Delphi, Java, C#, VB.NET, simplesmente não conseguem sair do dogma dos IDEs com IntelliSense.
Eu, felizmente, comecei a programar dBase numa era onde o máximo em editor de textos era o Wordstar. No DOS eu usei EDLIN e depois o Edit que vinha nos DOS acho que 5.0. Quando fui programador Clipper no começo da década de 90, meu editor favorito era o Norton Editor. Somado a ferramentas como Sidekick, eu tinha a estação de desenvolvimento mais poderosa que se poderia querer: um editor de textos e só.
Quando o Java surgiu, um IDE com capacidades de auto-complete eram obrigatórias. Em .NET a mesma coisa, e pelas mesmas razões. Aqui eu traduzo a palestra entitulada O Visual Studio estraga nossas mentes?, apresentada no NYC .NET Developer’s Group, em 20 de Outubro de 2005 por Charles Petzold. Ele faz uma longa análise dos fundamentos de porque um programador viciado nos dogmas impostos pelo Visual Studio está se tornando um programador ruim.
Atualmente, eu programo apenas Ruby (e outras coisas como Javascript de vez em quando) apenas no Textmate, um competente editor de textos, reminiscente de inspirações em Emacs e Vim, outros dois excelentes editores. E não sinto falta de Eclipses, Netbeans ou qualquer coisa desse tipo e, obviamente, nenhuma falta do Visual Studio. Ah sim, precisar de auto-complete só mostra uma coisa: que as APIs estão sendo muito porcamente desenhadas ultimamente, tornando-as ridiculamente longas!
Recomendo ler o artigo inteiro, pois só traduzi as partes relevantes ao meu ponto. Vamos à tradução:
PS: Vale a pena descrever o paradoxo: não dá para efetivamente ser produtivo em .NET sem Visual Studio, em Java sem Eclipse/Netbeans/etc ou ObjC sem XCode. Isso é um fato. Na prática mesmo, a solução não é fazer C# em Notepad. Esse é o ponto a se pensar
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O post completo pode ser encontrado no link: http://akitaonrails.com/2009/09/17/tradu–o-os-problemas-do-pensamento-do-visual-studio-e-outras-ides
Agile &Desenvolvimento &TI André Dourado on 14 set 2009
O Segredo Obscuro do Agile: Agile tem tudo a ver com micro-gerenciamento!
Mike Cohn elaborou uma interessante idéia da qual concordo, mas que pode parecer uma heresia para muitos agilistas: Agile tem tudo a ver com micro-gerenciamento!!!
Sim, isso mesmo, provavelmente alguns devem ter iniciado uma fogueira para queimar os excelentes livros do Mike Cohn sobre gestão e estimativas ágeis em projetos e sobre user stories. Mas antes de riscar o fósforo deixe a idéia ficar mais clara
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Diversas práticas básicas dentro de métodos ágeis estão lá para suportar o micro-gerenciamento das pessoas. Exemplos:
- O Daily Stand-up Meeting (Reunião diária de 15 minutos em pé) é um micro-gerenciamento diário do planejamento da iteração. Ele garante que todos estão fazendo ou farão aquilo que deveriam.
- A Integração Contínua é colocada para que, no instante em que um desenvolvedor cometa um erro e quebre um build, todos fiquem sabendo rapidamente.
- A programação em pares garante que os desenvolvedores não percam o foco, não façam goldplating e que limpem e refatorem continuamente o código.
Mas quem faz esse micro-gerenciamento todo? Aí vem o ponto importante: a equipe faz um auto-microgerenciamento! Isso é bem diferente de um gerente micro-gerenciar. Quando a equipe faz seu próprio micro-gerenciamento ela só tem benefícios e realiza o nirvana da auto-organização.
Fonte: José Papo Weblog
Olá! Desde que coloquei o site 

