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CIO & Carreira & TI André Dourado on 24 fev 2010
O CIO vai sumir… Vem aí o CDO – Chief Delivery Officer
por Daniel Domeneghetti em 24 de Fevereiro de 2010 às 10:06 am para o HSM
O Chief Delivery Officer nascerá da fusão do COO (Chief Operation Officer) com o CIO (Chief Information Officer). Com que fundamentos digo isso? Basicamente porque percebo que no futuro próximo, para a maioria das empresas, eles terão a mesma prerrogativa de funções, com custos sobrepostos…
Explico: com a evolução da TI e dos Processos para praticamente uma única dimensão (principalmente por conta dos ERPs, CRMs, etc) – e com o renascimento do papel de enabler do CTO (Chief Technology Officer), impulsionado pelas ondas de Cloud, Outsourcing, Convergência, Segurança, Conectividade Multiformato, TIVerde, ITaaS e Virtualização, dentre outras, e que agora deverá cuidar de infra-estrutura em geral (segurança, conectividade, hardware, eletricidade, facilidades, máquinas, etc), os papéis do COO e do CIO tenderão a se confundir fortemente, se consolidando em conduzir processos (geralmente embasados em tecnologia) e (ajudar) a entregar a performance esperada pela empresa em seus diversos negócios.
Vale lembrar que conduzir processos cada vez mais será pilotar a performance da empresa, tanto sob a ótica de negócios e informações, como dos sistemas e aplicativos TI. E isso será ainda mais verdade, se considerarmos o impacto das diversas normatizações e compliances impostas à gestão de processos e TI (temperadas por Modelos de Governança e Metodologias de Qualidade e Gestão).
Ou seja, hoje o gestor de operações (COO) e o gestor de informações derivadas da tecnologia (CIO) gerenciam praticamente a mesma coisa: processos de negócios que entregam informações vitais para o negócio, uma vez que meio e mensagem (processo e informação) praticamente se tornam a mesma coisa com as tecnologias digitais e plataformas integradas de gestão, como BI, CRM e ERP.
Então fica a pergunta: o que vai acontecer com o CIO, que, em sua maioria, vem perdendo o domínio do budget para as áreas de negócios (*62% dos Top 1000 perderam parte ou a totalidade do budget de aplicativos de negócios em 2010), que responde ao CIO, que controla custos mais que performance e resultados (*56% das 1000 maiores no país) e que raramente é visto com papel estratégico (em apenas *31% das 1000 maiores há este reconhecimento)
*Dados de pesquisa exclusiva da E-Consulting Corp. de 2009, com as principais empresas do país.
Fonte: HSM
Carreira & TI André Dourado on 24 fev 2010
Três motivos para investir na carreira em TI
Mesmo que já tenham atingido o C-level, os CIOs ainda têm oportunidades de ganhar o status dos executivos estratégicos e criar projetos para gerar receitas e aumentar produtividade
CIO/EUA
Publicada em 22 de fevereiro de 2010 às 08h05
De acordo com dados da consultoria Forrester Research, a demanda por profissionais de tecnologia deve crescer bastante até o ano de 2016. No entanto, o que parece uma notícia maravilhosa,é encarado com desconfiança pelos gestores de TI.
Isso porque, muitos deles, ao ouvir o discurso de que o CIO precisa ser voltado ao negócio e a perceber a velocidade com que as ações da área vêm sendo terceirizadas, questionam-se se ainda vale a pena investir nessa carreira – ou se toda a evolução possível já foi atingida.
A resposta é sim, os CIOs ainda têm espaço para evoluir nas organizações e, para tanto, precisam entender quais são as principais tendências do setor para os próximos anos e, então, preparar-se para enfrentá-las.
• Os negócios dependerão cada vez mais da tecnologia – muitas funções operacionais de tecnologia serão “comoditizadas” nos próximos anos e essa realidade levará à TI a oportunidade de se tornar uma área de tecnologia de negócios.
Ou seja, um departamento consultor e não mais controlador de budgets e projetos tecnológicos de cada segmento das companhias. Pelo conceito de Business Technology (BT) os executivos de negócio gerenciam cada vez mais os recursos de tecnologia sem a interferência direta da TI.
E, se esse cenário parece negativo a alguns, é porque deve ser melhor analisado. Com a interferência total sobre os investimentos tecnológicos das áreas de negócios, os CIOs terão uma visão global das iniciativas que estão sendo desenvolvidas na companhia e isso os dará o status de executivos estratégicos à organização.
• A TI assumirá mais responsabilidades – na medida em que a área de tecnologia tem a visão global do negócio, deverá participar de iniciativas de planejamento estratégico da empresa, reestruturação de processos de trabalho, entre outros. Nesse contexto, passará a entender a engrenagem corporativa e poderá sugerir projetos visando a geração de receita e aumento da produtividade.
• Capacitação técnica será necessária – mesmo com a necessidade de entender sobre os meandros do negócio, os CIOs ainda serão cobrados por conhecimentos específicos e técnicos de tecnologia. Isso porque sem essa bagagem é impossível avaliar e prestar a consultoria aos projetos realizados pelas áreas de negócios.
Fonte: CIO
Carreira & TI André Dourado on 15 fev 2010
Executivo cria metodologia para acelerar a recolocação profissional
Henry Hirschek, que acaba de ser contratado como diretor de TI da NextG Networks, utilizou seu site pessoal, um blog e o LinkedIn para reduzir o caminho até potenciais empregadores
CIO/EUA
Publicada em 12 de fevereiro de 2010 às 08h00
Depois de 11 meses em que deixou a posição de CIO da rede norte-americana de academias de ginástica Club One, Henry Hirschel foi contratado como diretor de TI da fabricante de soluções para telecom NextG Networks. A história do executivo poderia ser mais uma de tantas no mercado se ela não tivesse uma peculiaridade: Hirschel criou uma metologia para acelerar seu processo de recolocação profissional.
Com o intuito de reduzir a ansiedade natural que um executivo desempregado tem quando dispara seu currículo no mercado e não recebe o retorno, ele decidiu utilizar a internet – por meio de seu site pessoal, blog e LinkedIn – para monitorar o interesse de potenciais empregadores. O principal objetivo era identificar quem estava checando seus dados na Web e, com isso, descobrir se alguma das empresas para as quais ele tinha se apresentado estava interessada nele.
Outra estratégia foi permanecer em evidência na internet. Para tanto, Hirschel criou uma disciplina de sempre manter seu blog e seu site atualizado com textos interessantes e participar ativamente das comunidades no LinkedIn. Com isso, segundo ele, em pouco tempo, as ferramentas de busca na internet passaram a citar seus conteúdos sempre que as pessoas digitavam termos como “Henry Hirschel”, “balanced scorecard” e “melhoria de processos”.
Também como resultado de sua maior participação no LinkedIn, o executivo conta que conseguiu expandir sua rede de contatos, uma vez que mais pessoas demonstrarm interesse em fazer parte do seu círculo de amigos virtuais e ele passou a investir em um relacionamento mais intenso com esses profissionais.
“A rede de contatos realmente é o meio mais eficaz de se recolocar no mercado”, afirma Hirschel. Prova disso é que ele foi informado da vaga na sua companhia atual por uma executiva que conheceu em uma rede social. Ela estava pleiteando o cargo de diretora de recursos humanos na NextG Networks e, durante a entrevista de emprego, a responsável pela seleção a informou de todas as outras posições em aberto na organização. Quando soube que o posto de diretor de TI estava vago, logo lembrou de Hirschel, entrou em contato com ele, que enviou o currículo à empresa e, depois de algumas etapas de processo seletivo, foi contratado em 14 de dezembro de 2009.
Meridith Levinson
Fonte: CIO
Carreira & Humor André Dourado on 12 fev 2010
Diferença entre a sala do CHEFE e a SUA sala…
Post visualizado 54 vezes.Blog & CIO & Carreira & TI André Dourado on 02 fev 2010
Os cuidados que os profissionais devem ter com blogs pessoais
Para especialista da Forrester, altos executivos só devem manter página na web se forem bons redatores, estiverem dispostos a atualizá-la constantemente e contarem com o apoio da companhia na qual trabalham
CIO/EUA
Publicada em 02 de fevereiro de 2010 às 10h15
A adoção das mídias sociais como ferramentas de trabalho e comunicação com funcionários, clientes e outros stakeholders deixou de ser considerada uma moda passageira e passou a fazer parte da pauta de discussão de executivos de todo o mundo.
No caso dos CIOs, de acordo com a diretora de pesquisa sobre liderança em TI da consultoria Forrester Reasearch, Sheryn Leaver, mais do que perfis no Twitter, LinkedIn e Facebook, é comum encontrar muitos desses profissionais mantendo blogs próprios, por meio dos quais discutem questões como tecnologia, carreira e outras questões.
De acordo com a especialista, isso se dá por dois motivos: o primeiro deles é a familiaridade de tais executivos com novos recursos tecnológicos; e o segundo, o fato de os CIOs possuírem poucas oportunidades de se comunicar com diversas pessoas ao mesmo tempo – tirando as apresentações corporativas, é claro.
Sharyn destaca que muitos gestores até empenham esforços para captar audiência e estabelecer vínculos de comunicação em seus blogs, mas na maioria das vezes, não o fazem da forma correta. “Assim, acabam perdendo tempo na criação dos posts e ficando frustrados depois ao ver os resultados da iniciativa e os poucos acessos gerados”, explica ela.
Segundo a especialista, isso se deve ao fato de que na maioria das vezes o conteúdo publicado não é de interesse geral, as atualizações não são feitas regularmente ou o próprio CIO não tem boa capacidade de comunicação. Para evitar qualquer frustração, ela aconselha que os executivos só assumam o compromisso de ter um blog de acordo com algumas condições.
• Sentir realmente a necessidade de comunicação por meio da palavra escrita e saber se é bom nisso ou não. Para tanto, é aconselhável que o executivo submeta seus textos à aprovação de alguém que entenda de regras gramaticais redação.
• Estar disposto a atualizar o blog pelo menos uma vez por semana. Na internet as pessoas procuram novidades e, quando uma página permanece estática por mais de sete dias, perde grande parte de sua audiência.
• Checar se a organização na qual atua concorda com a iniciativa do executivo de manter um blog. Isso porque, mesmo que o gestor aborde temas pessoais na página, como membro do C-level de uma organização, sua opinião passa a estar vinculada com a imagem da empresa – queira ele ou não.
• Disponibilizar espaços para comentários e discussão por meio do blog. Alem disso, é preciso que o executivo esteja atento à repercussão de seus posts e utilize as críticas e elogios que receber como forma de melhorar a própria imagem perante o público.
Fonte: CIO
Carreira & TI André Dourado on 01 fev 2010
Seis estratégias para subir na carreira
Saiba como lidar com chefes que falham na gestão de equipes e não conseguem desenvolver futuros talentos.
Por Computerworld/EUA
01 de fevereiro de 2010 – 07h00
Os gerentes de TI, em geral, são vistos como especialistas na função que exercem, com forte perfil técnico. No entanto, quando o assunto é gerenciar pessoas e traçar um plano de carreira para as equipes, a maioria falha. De que forma, então, é possível chegar a eles e mostrar suas ambições profissionais?
Para o executivo Eric P. Bloom, que ocupou posições em empresas como Monster Worldwide, Independence Investments e Fidelity Investments, a saída é ter uma postura proativa. Ele lembra da história de um profissional que queria trabalhar na área de programação, mas tinha dificuldades em ocupar espaço na empresa, já que seu gerente não era forte no desenvolvimento da equipe. Foi quando decidiu ir à luta.
No momento em que seus colegas encontraram erros em novos programas, ele percebeu o quanto poderia ajudar nas correções. Nesse processo, acabou se tornando um bem precioso tanto aos olhos de seu gerente quanto aos da pessoa que coordenava a equipe de programação da companhia.
Bloom, agora fundador e presidente da empresa de gestão Mecânica Manager LLC, com sede em Massachusetts (EUA), afirma que a história reflete bem a realidade de muitos líderes de TI que não conseguem identificar talentos e ajudar no desenvolvimento de suas equipes. “O fato é que eles foram promovidos porque eram tecnicamente bons, mas não necessariamente porque tinham fortes habilidades interpessoais ou perfil de liderança”, avalia.
Pode ser que você se depare com um chefe legal e ao mesmo tempo pouco ou nada preparado para ajudar sua equipe a progredir. A boa notícia é que a menos que você esteja em uma organização sem perspectivas de futuro, certamente conseguirá entrar em grandes projetos, ter a chance de ser notado e, em algum momento, receber uma promoção sem interferência de chefe direto.
O que fazer para chegar lá pode ser simples. Computerworld traçou seis estratégias que podem ajudá-lo a crescer profissionalmente, quando seu chefe não lhe ajuda.
1. Seja claro sobre o que você pode oferecer
A maioria das pessoas não consegue mostrar o valor pode criar para a empresa. Sempre que possível deixe claro que competência você possui e como ela pode ser aplicada para ajudar na obtenção de resultados. Ser visto como alguém que faz a diferença pode levá-lo a futuro candidato a promoções.
2. Peça o que você deseja
Mesmo que seu gestor não tenha demonstrado apoio até o momento, você deve sentar-se frente à frente com ele e expor suas ambições. Deixe que ele saiba que você precisa dele e esteja pronto para ouvir que seu chefe precisa de você. Esteja preparado também para articular o que você pode fazer por ele e como suas habilidades podem ajudar a organização. Não esqueça que seu chefe é a pessoa mais próxima a se tornar um defensor seu.
3. “Comprometa-se” com o sucesso do seu chefe
Pode parecer estranho, se você está sobrecarregado e insatisfeito. Mas se quiser ter sucesso, fixe sua mente no comprometimento com o sucesso de seu chefe. Assim, você se torna parte do trabalho dele e tem a chance de apontar saídas para erros ou problemas com fornecedores. Assim você se destacará pelo potencial que possui.
4. Faça conexões
Quanto mais você construir relacionamentos em toda a organização, melhor posicionado estará na hora de ser considerado para futuras oportunidades. Não comece por olhar para fora de seus interesses, mas aprenda a tentar conhecer um pouco mais sobre as outras pessoas que estão ao seu redor na empresa. Sempre que possível, almoce com alguém que você conheceu recentemente.
5. Faça o trabalho que você quer eventualmente
“Se você quiser se destacar, vá em frente, demonstre o que você é capaz de fazer”, diz o vice-presidente de marketing da AT&T, Von Wright. “Você precisa fazer o trabalho que quer e para isso tem que começar a fazê-lo hoje mesmo”, aconselha.
Por exemplo, se você é um gerente sênior da área de tecnologia, mas pretende levar os projetos às equipes responsáveis pela definição das estratégias, arregace as mangas traduzindo os projetos em métricas de negócio.
Claro que estar de olho em uma promoção não descarta a tarefa de continuar cumprindo com todas as suas obrigações. Mas você estará usando suas competências para esforços que no futuro podem ser reconhecidos na hora da empresa destacá-lo para a uma nova função, a qual você deseja ocupar um dia. “Você não pode perder a oportunidade de demonstrar suas habilidades na frente de líderes que não são, necessariamente, o seu chefe”, diz.
6. Acredite e mantenha a esperança
Tanto Wright quanto outros especialistas em carreira aconselham a agir como se já fosse o profissional pronto que você quer se tornar. Se o seu chefe não é solidário aos seus esforços, tenha fé, acredite que alguém será. “Todo bom líder está sempre procurando as pessoas certas”, afirma Wright. “E, quando perto de pessoas que têm as qualidades certas, começará a trabalhar para conseguir que o indivíduo se destaque na equipe”.
Fonte: Computerworld
Carreira & Curriculo & TI André Dourado on 25 jan 2010
Mercado de TI busca profissionais com inglês fluente
Empresas de Tecnologia da Informação enfrentam dificuldades de recrutar profissionais que falam o idioma fluentemente, por isso Englishtown cria curso com conteúdo específico para esta área
Considerada um diferencial no mercado de trabalho, a fluência no inglês é essencial na área de Tecnologia da Informação (TI). Antigamente, as empresas de TI priorizavam a especialização técnica de seus profissionais. Hoje, com a globalização do mercado e o intercâmbio comercial entre os países, dominar uma língua estrangeira, especialmente o inglês, é fundamental. No entanto, recrutar profissionais que tenham esta qualificação é um desafio para as empresas da área.
De olho neste mercado, a Englishtown oferece um conteúdo específico para a área de TI. No curso, além de aprender o idioma, o aluno tem contato com termos técnicos da área e vivencia a experiências da rotina da área de tecnologia. Segundo a consultoria brasileira de TI, TOPMIND, é comum, neste mercado, que as empresas prospectem clientes em outros países. No entanto, elas não conseguem suprir suas necessidades de contratação de pessoal devido à dificuldade em encontrar profissionais preparados. Além disso, boa parte dos programas e softwares de tecnologia exige a compreensão do inglês. Sendo assim, o idioma é tão necessário na área operacional, quanto na executiva.
Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a fluência no inglês é um imperativo para que o mercado brasileiro seja competitivo. “A oferta de profissionais com fluência em inglês é fundamental para a competitividade de um País no que se refere aos serviços de TI. Porém, no Brasil, o número de trabalhadores bilíngües ainda é insatisfatório”, diz o executivo. Por outro lado, o cenário é animador para os profissionais que dominam o idioma. Estimativa aponta que aqueles que falam inglês ganham 25% a mais do que os profissionais que não têm fluência no idioma, segundo a TOPMIND.
Fonte: www.englishtown.com.br
Carreira & Gartner & TI André Dourado on 22 jan 2010
Gartner prevê 4 novos perfis de profissionais na TI
De acordo com relatório, por uma pressão das empresas, os CIOs deverão ter 40% de suas equipes provenientes de outras áreas da companhia ou sem experiência em tecnologia
Redação da CIO Brasil
Publicada em 20 de janeiro de 2010 às 08h00
Por conta de um envolvimento cada vez maior da TI com questões relacionadas ao negócio, o CIO precisará diversificar sua atual equipe. A constatação faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Gartner e no qual são identificados quatro novos perfis de profissionais que devem ser incorporados à área de tecnologia da informação, mas que não têm conhecimentos técnicos.
O relatório do Gartner faz uma previsão de que, até o final de 2010, 40% das pessoas que se reportam à área de TI – seja de forma direta ou indireta – terão um foco bastante direcionado ao negócio ou não apresentarão um perfil tecnológico.
Focados em questões legais
Segundo o Gartner, 20% das duas mil maiores companhias do mundo devem incorporar a seus organogramas a função de gestor de suporte legal. O número fica bem acima dos 5% registrados em 2005.
As atribuições desse profissional contemplam a criação de políticas para a estruturar parcerias, a adequação operacional a normas regulatórias e a mediação das relações entre as áreas de TI e departamento jurídico. Em vez da contratação desses profissionais, as empresas podem optar pelo treinamento de executivos de segurança da informação em legislação.
Focados em arquivos digitais
Arquivistas digitais serão necessários para organizar e preservar arquivos digitais corporativos para fins legais e regulatórios. De acordo com as expectativas do Gartner, até 2012, 15% das empresas terão em seus quadros de pessoal funcionários responsáveis pelo arquivamento eletrônico de documentos. Em 2009, a presença desses profissionais não foi detectada em nem 1% das companhias.
Quanto ao perfil de quem pode ocupar essa posição, estão pessoas com formação em biblioteconomia ou antigos funcionários já em fase de aposentadoria.
Focados em gestão das informações de negócio
Com base em pesquisa realizada pelo Gartner de junho a agosto de 2009, 20% dos gestores de negócios classificaram como “pobres” as informações que recebem dos departamentos de TI. Assim, os CIOs cada vez mais serão cobrados por, dentro de suas equipes, criar uma área específica para gestão de dados.
Ainda de acordo com a consultoria, até 2013, 20% das organizações já devem ter criado essa função.
Focados na arquitetura de dados corporativos
Assim como acontece na TI, as áreas de negócios também precisarão de profissionais responsáveis por questões como taxonomia, modelos de documentos e templates de apresentação. No entanto, a principal atribuição desse colaborador será de desenvolver maneiras para a utilização dos dados – estruturados ou não – armazenados nos data centers da companhia. Em alguns casos, o arquiteto de informação pode ser a mesma pessoa que assumiu a gestão dos dados.
Fonte: CIO
CIO & Carreira & Curriculo & TI André Dourado on 17 jan 2010
CIOs estão menos preocupados com alinhamento entre TI e negócios
Os dados do estudo ‘The State of the CIO 2010′ mostram também que, neste ano, aumentou o número de gestores com perfil operacional
CIO/EUA
Publicada em 15 de janeiro de 2010 às 09h05
linhar TI e negócios continua a ser a principal preocupação dos CIOs. Contudo, o estudo The State of the CIO 2010 – levantamento realizado com 594 líderes da área de tecnologia da informação de médias e grandes empresas de todo o mundo – mostra que, nos últimos dois anos, caiu de 82% para 64% o volume de gestores que apontaram essa como sua principal atividade.
Para o vice-presidente da área de TI e comunicação da agência de viagens BCD Travel, Hilton Sturisky, uma das justificativas para que os profissionais se sintam menos pressionados a alinhar tecnologia e negócios está no fato de que, nos últimos anos, eles passaram a não olhar apenas para dentro da organização e começaram a se preocupar também com os clientes.
A percepção de Sturisky se confirma no The State of the CIO. O estudo deste ano mostra que dos 62% de executivos que tiveram de postergar ou cancelar projetos de TI, a maioria cita que a ação foi motivada pelo fato de que a iniciativa não traria resultados em termos de aumento de vendas e receita para a organização.
A crise financeira também teve efeitos diretos na postura dos gestores de tecnologia, os quais tiveram de se envolver mais com atividades operacionais do que antes. Enquanto que, no estudo de 2009, 52% dos CIOs usavam a maior parte do tempo para atividades relacionadas à transformação, neste ano, essa porcentagem caiu para 45%. Por outro lado, cresceu de quase 30% para 34% o volume de executivos que passaram a dedicar a maior parte do dia a iniciativas consideradas operacionais.
(Kim S. Nash)
Fonte: CIO
Carreira & Curriculo André Dourado on 12 jan 2010
Saiba como se preparar para uma entrevista de emprego em inglês
Há maneiras de evitar possíveis engasgos na hora de se apresentar. G1 preparou dicas que ajudam no preparo. Confira.
Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo
Quem está com o inglês um pouco “enferrujado” ou não domina completamente o idioma sabe: passar por uma entrevista de emprego na língua estrangeira dá aquele friozinho na barriga. Segundo especialistas, não adianta mentir na hora de colocar o nível do inglês no currículo, pois o entrevistador descobrirá a verdade. Há, porém, maneiras de se preparar e evitar possíveis engasgos, treinando com antecedência como se apresentar no idioma.
De acordo com coordenador de processos pedagógicos da rede de escolas de inglês CNA, Jaime Cará Júnior, é importante que o candidato treine os termos em inglês da área de atuação. Conhecer sobre a empresa e saber como falar sobre a companhia em inglês é outra questão importante.
Uma linguagem rica em adjetivos e sem gírias também é bem vista, afirma o especialista. De acordo com Cará Júnior, as entrevistas em inglês costumam fazer com que os candidatos se expressem na língua e não apenas respondam as perguntas com “Yes, I do” e “No, I don’t” (que significa sim e não).
Mesmo que o candidato responda uma frase curta, o entrevistador forçará a pessoa a se expor, seja fazendo uma nova pergunta, seja pedindo para ele explicar melhor a situação.
Por isso, quando treina com antecedência, o candidato consegue dar respostas mais completas e evita futuras perguntas do entrevistador, afirma Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico da rede de escola de idiomas Cultura Inglesa. “O candidato não é pego de surpresa”, diz.
Segundo Lizika, outro benefício de estudar em casa é que o candidato vai à entrevista seguro e corre menos riscos de travar na hora de falar em inglês. Segundo ela, mesmo que o profissional não tenha um idioma afiado, ele pode causar boa impressão só pelo fato de estar tranqüilo e ter boa desenvoltura. “O ideal é não ter medo de estar enferrujado e mostrar confiança. A primeira impressão é a que fica”.
Por no papel
Cará Júnior, da CNA, indica ainda que o candidato treine escrevendo sobre si mesmo, sobre o trabalho e sobre experiências profissionais em inglês. “Ao escrever, a pessoa terá a necessidade de usar certas palavras e estruturas que não seriam lembradas ao falar”, explica. Segundo ele, a escrita já é uma forma de estudar. “Não adianta abrir o livro de inglês e achar que está estudando. É preciso ter foco”, diz.
Procurar rotas diferentes para explicar situações também é uma forma de não travar na hora da entrevista. Se o candidato não lembra como dizer determinada estrutura, o ideal é dizer a mesma coisa de maneira mais simples, fazendo-se compreensível.
Tempos verbais
Segundo Cará Júnior, é importante atentar-se aos tempos verbais. Se a pergunta é sobre planos e objetivos, é importante lembrar quais são as expressões usadas para falar sobre o futuro. Se a questão é sobre experiências profissionais, vale relembrar as estruturas usadas para falar sobre o passado. Responder as perguntas em voz alta e olhando para espelho são dicas para treinar a pronúncia.
Seleção
De acordo com Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, empresa que seleciona jovens para programas de trainee e estágio, os selecionadores costumam pedir que os candidatos falem de seu histórico profissional, façam uma apresentação e digam sobre a profissão que escolheram. “A entrevista não sai muito disso”, diz.
Ela afirma que é valido o candidato treinar antes da entrevista, uma vez que, quanto mais se preparar para a seleção, mais chances o profissional terá. “Ao treinar, o candidato ficar mais tranqüilo e na hora mostra o inglês que tem. Ele deve se preparar para falar sobre ele”, diz.
Na Cia de Talentos, porém, os candidatos passam por testes online de inglês antes de serem chamado para entrevista, o que já seleciona pessoas que têm o nível desejável para a vaga.
Interesse
De acordo com Cará Júnior, a partir do nível intermediário de inglês o candidato já consegue participar de uma entrevista no idioma, desde que seja um bom aluno.
O importante, porém, segundo os especialistas, é nunca mentir o nível e sempre mostrar interesse em aprender. Renata, da Cia de Talentos, diz que um candidato ganha pontos se, ao assumir que não tem um bom inglês, demonstrar ter vontade de aprimorar o idioma. “Se a vaga não exige o inglês com urgência, o candidato pode ser considerado”, disse.
Fonte: G1
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