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Carreira &Curriculo &TI André Dourado on 25 jan 2010

Mercado de TI busca profissionais com inglês fluente

Empresas de Tecnologia da Informação enfrentam dificuldades de recrutar profissionais que falam o idioma fluentemente, por isso Englishtown cria curso com conteúdo específico para esta área

Considerada um diferencial no mercado de trabalho, a fluência no inglês é essencial na área de Tecnologia da Informação (TI). Antigamente, as empresas de TI priorizavam a especialização técnica de seus profissionais. Hoje, com a globalização do mercado e o intercâmbio comercial entre os países, dominar uma língua estrangeira, especialmente o inglês, é fundamental. No entanto, recrutar profissionais que tenham esta qualificação é um desafio para as empresas da área.

De olho neste mercado, a Englishtown oferece um conteúdo específico para a área de TI. No curso, além de aprender o idioma, o aluno tem contato com termos técnicos da área e vivencia a experiências da rotina da área de tecnologia. Segundo a consultoria brasileira de TI, TOPMIND, é comum, neste mercado, que as empresas prospectem clientes em outros países. No entanto, elas não conseguem suprir suas necessidades de contratação de pessoal devido à dificuldade em encontrar profissionais preparados. Além disso, boa parte dos programas e softwares de tecnologia exige a compreensão do inglês. Sendo assim, o idioma é tão necessário na área operacional, quanto na executiva.

Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a fluência no inglês é um imperativo para que o mercado brasileiro seja competitivo. “A oferta de profissionais com fluência em inglês é fundamental para a competitividade de um País no que se refere aos serviços de TI. Porém, no Brasil, o número de trabalhadores bilíngües ainda é insatisfatório”, diz o executivo. Por outro lado, o cenário é animador para os profissionais que dominam o idioma. Estimativa aponta que aqueles que falam inglês ganham 25% a mais do que os profissionais que não têm fluência no idioma, segundo a TOPMIND.

Fonte: www.englishtown.com.br

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Carreira &Gartner &TI André Dourado on 22 jan 2010

Gartner prevê 4 novos perfis de profissionais na TI

De acordo com relatório, por uma pressão das empresas, os CIOs deverão ter 40% de suas equipes provenientes de outras áreas da companhia ou sem experiência em tecnologia

Redação da CIO Brasil
Publicada em 20 de janeiro de 2010 às 08h00

Por conta de um envolvimento cada vez maior da TI com questões relacionadas ao negócio, o CIO precisará diversificar sua atual equipe. A constatação faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Gartner e no qual são identificados quatro novos perfis de profissionais que devem ser incorporados à área de tecnologia da informação, mas que não têm conhecimentos técnicos.

O relatório do Gartner faz uma previsão de que, até o final de 2010, 40% das pessoas que se reportam à área de TI – seja de forma direta ou indireta – terão um foco bastante direcionado ao negócio ou não apresentarão um perfil tecnológico.

Focados em questões legais
Segundo o Gartner, 20% das duas mil maiores companhias do mundo devem incorporar a seus organogramas a função de gestor de suporte legal. O número fica bem acima dos 5% registrados em 2005.

As atribuições desse profissional contemplam a criação de políticas para a estruturar parcerias, a adequação operacional a normas regulatórias e a mediação das relações entre as áreas de TI e departamento jurídico. Em vez da contratação desses profissionais, as empresas podem optar pelo treinamento de executivos de segurança da informação em legislação.

Focados em arquivos digitais
Arquivistas digitais serão necessários para organizar e preservar arquivos digitais corporativos para fins legais e regulatórios. De acordo com as expectativas do Gartner, até 2012, 15% das empresas terão em seus quadros de pessoal funcionários responsáveis pelo arquivamento eletrônico de documentos. Em 2009, a presença desses profissionais não foi detectada em nem 1% das companhias.

Quanto ao perfil de quem pode ocupar essa posição, estão pessoas com formação em biblioteconomia ou antigos funcionários já em fase de aposentadoria.

Focados em gestão das informações de negócio
Com base em pesquisa realizada pelo Gartner de junho a agosto de 2009, 20% dos gestores de negócios classificaram como “pobres” as informações que recebem dos departamentos de TI. Assim, os CIOs cada vez mais serão cobrados por, dentro de suas equipes, criar uma área específica para gestão de dados.

Ainda de acordo com a consultoria, até 2013, 20% das organizações já devem ter criado essa função.

Focados na arquitetura de dados corporativos
Assim como acontece na TI, as áreas de negócios também precisarão de profissionais responsáveis por questões como taxonomia, modelos de documentos e templates de apresentação. No entanto, a principal atribuição desse colaborador será de desenvolver maneiras para a utilização dos dados – estruturados ou não – armazenados nos data centers da companhia. Em alguns casos, o arquiteto de informação pode ser a mesma pessoa que assumiu a gestão dos dados.

Fonte: CIO

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Carreira &CIO &Curriculo &TI André Dourado on 17 jan 2010

CIOs estão menos preocupados com alinhamento entre TI e negócios

Os dados do estudo ‘The State of the CIO 2010′ mostram também que, neste ano, aumentou o número de gestores com perfil operacional

CIO/EUA
Publicada em 15 de janeiro de 2010 às 09h05

linhar TI e negócios continua a ser a principal preocupação dos CIOs. Contudo, o estudo The State of the CIO 2010 – levantamento realizado com 594 líderes da área de tecnologia da informação de médias e grandes empresas de todo o mundo – mostra que, nos últimos dois anos, caiu de 82% para 64% o volume de gestores que apontaram essa como sua principal atividade.

Para o vice-presidente da área de TI e comunicação da agência de viagens BCD Travel, Hilton Sturisky, uma das justificativas para que os profissionais se sintam menos pressionados a alinhar tecnologia e negócios está no fato de que, nos últimos anos, eles passaram a não olhar apenas para dentro da organização e começaram a se preocupar também com os clientes.

A percepção de Sturisky se confirma no The State of the CIO. O estudo deste ano mostra que dos 62% de executivos que tiveram de postergar ou cancelar projetos de TI, a maioria cita que a ação foi motivada pelo fato de que a iniciativa não traria resultados em termos de aumento de vendas e receita para a organização.

A crise financeira também teve efeitos diretos na postura dos gestores de tecnologia, os quais tiveram de se envolver mais com atividades operacionais do que antes. Enquanto que, no estudo de 2009, 52% dos CIOs usavam a maior parte do tempo para atividades relacionadas à transformação, neste ano, essa porcentagem caiu para 45%. Por outro lado, cresceu de quase 30% para 34% o volume de executivos que passaram a dedicar a maior parte do dia a iniciativas consideradas operacionais.

(Kim S. Nash)

Fonte: CIO

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Carreira &Curriculo André Dourado on 12 jan 2010

Saiba como se preparar para uma entrevista de emprego em inglês

Há maneiras de evitar possíveis engasgos na hora de se apresentar. G1 preparou dicas que ajudam no preparo. Confira.

Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo

Quem está com o inglês um pouco “enferrujado” ou não domina completamente o idioma sabe: passar por uma entrevista de emprego na língua estrangeira dá aquele friozinho na barriga. Segundo especialistas, não adianta mentir na hora de colocar o nível do inglês no currículo, pois o entrevistador descobrirá a verdade. Há, porém, maneiras de se preparar e evitar possíveis engasgos, treinando com antecedência como se apresentar no idioma.

De acordo com coordenador de processos pedagógicos da rede de escolas de inglês CNA, Jaime Cará Júnior, é importante que o candidato treine os termos em inglês da área de atuação. Conhecer sobre a empresa e saber como falar sobre a companhia em inglês é outra questão importante.

Uma linguagem rica em adjetivos e sem gírias também é bem vista, afirma o especialista. De acordo com Cará Júnior, as entrevistas em inglês costumam fazer com que os candidatos se expressem na língua e não apenas respondam as perguntas com “Yes, I do” e “No, I don’t” (que significa sim e não).

Mesmo que o candidato responda uma frase curta, o entrevistador forçará a pessoa a se expor, seja fazendo uma nova pergunta, seja pedindo para ele explicar melhor a situação.

Por isso, quando treina com antecedência, o candidato consegue dar respostas mais completas e evita futuras perguntas do entrevistador, afirma Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico da rede de escola de idiomas Cultura Inglesa. “O candidato não é pego de surpresa”, diz.

Segundo Lizika, outro benefício de estudar em casa é que o candidato vai à entrevista seguro e corre menos riscos de travar na hora de falar em inglês. Segundo ela, mesmo que o profissional não tenha um idioma afiado, ele pode causar boa impressão só pelo fato de estar tranqüilo e ter boa desenvoltura. “O ideal é não ter medo de estar enferrujado e mostrar confiança. A primeira impressão é a que fica”.

Por no papel

Cará Júnior, da CNA, indica ainda que o candidato treine escrevendo sobre si mesmo, sobre o trabalho e sobre experiências profissionais em inglês. “Ao escrever, a pessoa terá a necessidade de usar certas palavras e estruturas que não seriam lembradas ao falar”, explica. Segundo ele, a escrita já é uma forma de estudar. “Não adianta abrir o livro de inglês e achar que está estudando. É preciso ter foco”, diz.

Procurar rotas diferentes para explicar situações também é uma forma de não travar na hora da entrevista. Se o candidato não lembra como dizer determinada estrutura, o ideal é dizer a mesma coisa de maneira mais simples, fazendo-se compreensível.

Tempos verbais

Segundo Cará Júnior, é importante atentar-se aos tempos verbais. Se a pergunta é sobre planos e objetivos, é importante lembrar quais são as expressões usadas para falar sobre o futuro. Se a questão é sobre experiências profissionais, vale relembrar as estruturas usadas para falar sobre o passado. Responder as perguntas em voz alta e olhando para espelho são dicas para treinar a pronúncia.

Seleção

De acordo com Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, empresa que seleciona jovens para programas de trainee e estágio, os selecionadores costumam pedir que os candidatos falem de seu histórico profissional, façam uma apresentação e digam sobre a profissão que escolheram. “A entrevista não sai muito disso”, diz.

Ela afirma que é valido o candidato treinar antes da entrevista, uma vez que, quanto mais se preparar para a seleção, mais chances o profissional terá. “Ao treinar, o candidato ficar mais tranqüilo e na hora mostra o inglês que tem. Ele deve se preparar para falar sobre ele”, diz.

Na Cia de Talentos, porém, os candidatos passam por testes online de inglês antes de serem chamado para entrevista, o que já seleciona pessoas que têm o nível desejável para a vaga.

Interesse

De acordo com Cará Júnior, a partir do nível intermediário de inglês o candidato já consegue participar de uma entrevista no idioma, desde que seja um bom aluno.

O importante, porém, segundo os especialistas, é nunca mentir o nível e sempre mostrar interesse em aprender. Renata, da Cia de Talentos, diz que um candidato ganha pontos se, ao assumir que não tem um bom inglês, demonstrar ter vontade de aprimorar o idioma. “Se a vaga não exige o inglês com urgência, o candidato pode ser considerado”, disse.

Fonte: G1

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Carreira &Curriculo André Dourado on 03 jan 2010

TV Ideal – Pergunte ao Headhunter – Oportunidades em SP Capital

No programa “Pergunte ao Headhunter” da extinta TV Ideal, o headhunter Carlos Melo avalia as oportunidades de carreira na cidade de São Paulo.

Será que é nesta grande metrópole que se encontram os melhores empregos e qual a tendência em relação ao desenvolvimento de carreira.

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Carreira &Curriculo André Dourado on 27 dez 2009

Pesquisa aponta as áreas que mais requisitaram o profissional maduro em 2009

RIO – O ano de 2009 mostrou que os profissionais acima de 40 anos têm seu espaço no mercado de trabalho e que há muitas oportunidades para esse perfil. Este ano, mais de 167 mil candidatos desta faixa etária tiveram seu currículo visualizado pelas empresas usuárias do Curriculum.com, site de recrutamento e seleção. Atualmente, segundo pesquisa coordenada pelo site, 183 mil candidatos com mais de 40 anos estão empregados.

Os dez setores que mais requisitaram o profissional desta faixa etária, segundo a pesquisa do Curriculum.com, foram: indústria metalúrgica; indústria alimentícia (alimentos e bebidas); comércio varejista; indústria automobilística; bancos e instituições financeiras; empresas de auditoria, gestão e assessoria empresarial; comércio atacadista; construção civil; empresas de logística: transportes, distribuição e armazenagem; e indústria química (farmacêuticas e cosméticos). O indivíduo com este perfil também tem encontrado oportunidades em consultoria empresarial, informática e tecnologia da informação, assim como em hospitais e estabelecimentos da área de saúde ou em escolas e demais instituições de ensino em geral.

Rodolfo Ohl, diretor do site MonsterBrasil.com, também especializado em recrutamento e seleção on-line, concorda que houve um aumento da procura por profissionais maduros e enfatiza que, em geral, em todos os setores onde há escassez de mão-de-obra, encontram-se oportunidades para profissionais com mais de 40 anos. As áreas de TI e Engenharia, diz Ohl, são exemplos disso. Ele lembra que há casos de profissionais que já estavam aposentados, mas que voltaram ao mercado de trabalho ao receberem propostas atraentes nessas áreas.

Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com, afirma que profissionais com idade mais avançada que demonstrem energia são a melhor opção quando se deseja unir experiência com foco de atuação. Por isso, em geral, são os mais procurados para cargos de liderança, como os de média e alta gerência, que exigem sólida experiência.

- Os resultados comprovam que há muito espaço para esse tipo de candidato no mercado e que o preconceito com relação a pessoas acima da casa dos 40 é cada vez mais um preconceito. Se esses profissionais se mantiverem ativos e com vontade de aprender, eles podem oferecer experiências valiosas para as demandas atuais das empresas – diz Abrileri, lembrando que, estar atualizado e conectado às novas tecnologias, principalmente com a internet, é fator essencial para se recolocar no mercado, tenha o profissional 20, 30, 40 anos ou mais.

Fonte: O Globo

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Carreira &Gestão André Dourado on 25 dez 2009

Torne-se líder em sete passos

Postado por Alexandre Silva
para o Blog Gravata Solta em 22 de dezembro de 2009

Conversando com alguns amigos, eles sugeriram que eu escrevesse sobre um tema que é essencial para qualquer tipo de empresa, estou falando sobre liderança. Existe milhares de livros sobre o assunto e enorme quantidade de sites que abordam o mesmo tema.

Poderia aqui comentar sobre vários autores e o que eles dizem a respeito, porém vou falar da minha experiência pessoal e o que aprendi com amigos, colegas de trabalho, com as equipes e empresas que tive a oportunidades de trabalhar.

Durante muito tempo trabalhei como vendedor e já de certa forma exercia em alguns momentos o papel de líder, mesmo que informalmente, sentia que minhas ações influenciavam alguns membros da equipe. Depois de vários anos na função resolvi mudar de empresa, junto com esta mudança veio a posição de supervisor de vendas e uma equipe de 18 pessoas para liderar.

Confesso que esta migração foi traumática, pois uma coisa é você ser responsável pelo seu resultado através do seu próprio esforço e outra coisa é você ter que contar com a boa vontade de um grupo de pessoas.

Bem, antes de dar continuidade quero fazer uma observação, grupo de pessoas é uma coisa e equipe é totalmente diferente:

  • Grupo de pessoas: Várias pessoas que trabalham na mesma empresa, porém cada um se preocupa com o seu próprio resultado;
  • Equipe: Várias pessoas que trabalham na mesma empresa e que além de se preocuparem com os seus resultados individuais, também estão preocupados e compromissados com o resultado total, estas pessoas se ajudam mutuamente.

Bem, voltando a liderança das 18 pessoas, foi um sufoco, pois cada um tinha um estilo de trabalho, cada um utilizava uma ferramenta de controle própria e a impressão que eu tinha é que eu era um intruso. Tentava ajudar de todas as formas mas naquele momento não tive a capacidade de me tornar um líder, fui apenas chefe, ou seja o grupo me respeitava hierarquicamente, tinham medo de serem demitidos.

Depois de algum tempo mudei de empresa novamente, desta vez tive uma equipe menor para conduzir eram apenas 10 pessoas, com o aprendizado da primeira experiência me saí um pouco melhor, mas mesmo assim me considerava chefe e não líder. Tive alguns problemas com os membros do grupo, demiti outros, porém entreguei o resultado. Para a empresa estava ok, pois o resultado vinha em primeiro lugar.

Depois de alguns anos mudei novamente de empresa e mais uma vez tinha uma equipe sob minha responsabilidade, cheguei com o mesmo tratamento da empresa anterior, porém comecei a notar que nesta empresa resultado e pessoas tinham o mesmo peso, notei que existia um tratamento diferenciado por parte dos gestores inclusive do meu próprio líder.

Depois de algum tempo percebi que dava para mudar o tratamento e atingir resultados, pois o meu líder agia desta forma e conseguia atingir os números, a partir daí mudei o meu tratamento e posso listar 7 passos do que você precisa a fazer para se tornar um líder:

  1. Trate todos com respeito – Até aí não tem novidade, pois acredito que você já faça isto;
  2. Ganhe respeito através dos exemplos e dos conhecimentos adquiridos – Mostre para a equipe que você conhece o seu negócio, visite clientes junto com os membros da sua equipe, ajude naquilo que for capaz;
  3. Seja transparente – Você já ouviu aquela frase que tudo que é combinado não é caro? então, coloque isto em prática, combine todos os direitos e deveres de cada um e cumpra-os, passe para seu time qual é a meta da empresa, das demais áreas e como eles podem participar para que a empresa a tinja o resultado, isto é mostrar o valor de cada um dentro da equipe e da empresa;
  4. Seja amigo dos membros da sua equipe – Aqui vem aquela pergunta: Como separar amizade dos negócios? Quando você é um lider amigo, você já conseguiu transmitir onde existe esta divisa, certamente não terá problemas com isso;
  5. Seja Coach – Ensine o seu pessoal, não esconda nada, treine todos como se fossem ocupar a sua posição no dia seguinte, a maioria quer ser desenvolvido.
  6. Promova seu pessoal – Quando a promoção é dentro do seu negócio não há problemas, mas quando você pensa em liberar o seu colaborador para ir para um outro departamento ou equipe….vem aquele pensamento: treinei, ensinei, agora que está pronto terei que abrir mão…lembre-se que você trabalha para a empresa e se você for fornecedor de pessoas qualificadas o mérito é seu, e quando você olha para dentro da equipe, esta ação não tem preço, pois eles sabem que podem contar com você da mesma forma que você conta com eles;
  7. Trate como gostaria de ser tratado – este é o resumo dos tópicos acima;

Posso assegurar que seguindo os modelos acima você irá conseguir se transformar num líder, como também construirá uma equipe, junto com isto sempre vêm embutido os resultados esperados.

Se você ainda está com dúvidas, tente, na pior das hipóteses você fará grandes amigos.

Fonte: Gravata Solta

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Carreira &Desenvolvimento &TI André Dourado on 21 dez 2009

Saiba como buscar trabalhos temporários na área de TI

Os profissionais que procuram uma colocação em tecnologia podem contar com portais que funcionam como bancos de currículos e propostas de trabalho online.

Por CIO/EUA
21 de dezembro de 2009 – 09h00

Em agosto de 2008, Nathan Wenneker decidiu apostar na contratação dos serviços do site norte-americano e que deve começar a operar fora dos Estados Unidos em 2010 Elance – o qual funciona como um banco de currículos e propostas de trabalho online, no qual profissionais anunciam suas habilidades e capacitações e empresas divulgam oportunidades profissionais temporárias. A ideia do desenvolvedor de aplicações não era a de conseguir um emprego, e sim de complementar sua renda fixa com trabalhos como freelancer.

Wenneker é só um exemplo dos mais de 20 mil profissionais de TI que se cadastram em portais como o Elance todo mês. Apenas em novembro deste ano, o site oDesk, que realiza os mesmos tipos de serviços, contabilizou cerca de 14 mil novas assinaturas. Isso porque muitas das pessoas que trabalham com tecnologia da informação estão desempregadas ou sofreram reduções de salários e benefícios durante 2009.

“Para quem está em busca de recolocação ou simplesmente de uma renda extra, esses sites são muito atraentes”, afirma o dono de uma pequena empresa de desenvolvimento de aplicativos para iPhone e que oferece seus serviços por meio do Elance, Nick Dalton. Ele complementa: “Essa é uma ótima maneira de divulgar o trabalho sem investir em ações de marketing.”

Muitas são as oportunidades para os profissionais de TI no mercado, no entanto, a dificuldade encontrada por eles é justamente de saber como fazer com que suas qualificações cheguem às mãos das empresas contratantes. De acordo com o CEO do Elance, Fabio Rosati, as contratações por meio do site aumentaram 40% em 2009 se comparadas ao ano anterior. “Hoje mais de 60 mil companhias buscam colaboradores temporários no portal”, diz ele.

Enquanto isso, o CEO concorrente oDesk, Gary Swart, confronta afirmando que seu site já contabiliza mais de 85 mil organizações contratantes. “Além disso, registramos mais de 70 mil contratações este ano”, afirma o executivo, que completa: “Isso porque hoje as empresas estão desesperadas em busca de mecanismos que as permitam fazer mais com menos e a contratar funcionários temporários é uma das formas de se chegar a esse objetivo.”

No entanto, os candidatos a ocupar postos sazonais devem saber como aproveitar ao máximo as funcionalidades oferecidas pelos sites para otimizar os resultados da divulgação dos currículos. Para isso, os CEOs de ambas as empresas montaram um “guia” de como criar perfis atraentes aos contratantes.

Fonte: Computerworld

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Carreira &Gestão André Dourado on 09 dez 2009

Sucesso é uma jornada contínua

Em seu estilo tipicamente franco, Richard St. John nos lembra que o sucesso não é uma via de mão única, mas uma jornada constante. Ele usa a história da ascenção e queda do seu negócio para ilustrar uma lição valiosa — quando nós paramos de tentar, nós fracassamos.

Para ver as legendas em português, clique em “View Subtitles” e escolha “Portuguese (Brazil)”.


Fonte: TED

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Carreira &TI André Dourado on 08 dez 2009

Saiba onde estarão as vagas na área de TI em 2010

Com retomada da economia, headhunters e empresas apontam quais as principais oportunidades oferecidas. Analistas em SAP e BI devem liderar o volume de posições no próximo ano.

Por Andrea Giardino, da Computerworld
08 de dezembro de 2009 – 06h00

Com a retomada dos projetos após o momento de turbulência, a guerra por talentos na área de TI promete esquentar novamente em 2010. De acordo com Fernando Mantovani, diretor da empresa de recrutamento de executivos Robert Half, oportunidades é que não vão faltar para profissionais bem preparados, certificações e inglês.

Perfil que há muito tempo vem sendo exigido pela indústria e pouco se encontra. “Há um ‘gap’ de formação grande e, a cada ano que passa, as organizações buscam profissionais mais completos”, diz. Se o cenário continuar como está, corre-se o risco de um apagão de talentos nos próximos dois anos, alerta o executivo.

A maior parte das vagas estará ligada a projetos de ERP, segundo afirma Mantovani. No entanto, destaca para uma mudança na forma como as empresas pretendem investir seus orçamentos na compra de versões novas ou substituição dos sistemas de gestão. “Algumas trocaram os projetos de longo prazo para vários de curto prazo.

Para Maurício Lubachescki, gerente de educação da SAP Brasil, a expectativa da fabricante é que haja níveis de crescimento similares aos que aconteceram há dez anos, quando houve uma explosão dos projetos de ERP por conta do bug do milênio. Na sua opinião, esse clima de otimismo deve-se ao fato do mercado viver uma forte demanda reprimida. “Assistiremos a um novo e surpreendente ‘boom’ no mercado”, destaca.

Cesar Castelli, presidente da Tata Consultance Service (TCS), braço de tecnologia do grupo indiano Tata, afirma que até o final do ano fiscal, que termina em março de 2010, a empresa pretende incorporar ao seu quadro de funcionários mais 100 pessoas, além das 100 já contratadas no começo de 2009 para dar suporte à demanda. “As contratações serão mais focadas em profissionais de nível técnico, de preferência com experiência em delivery”, diz. “Continuamos buscando candidatos que dominem o inglês e alguma linguagem ou programas específicos como Java, SAP ou Oracle”.

Na provedora de soluções de tecnologia Smart Solutions, as grandes oportunidades em 2010 serão para especialistas em Business Intelligence (BI). Hoje, um dos maiores problemas da empresa é encontrar profissionais disponíveis no mercado; uma raridade. A companhia conta com 14 vagas em aberto e também busca profissionais que atuem com BPM (gerenciamento de processos de negócios.

Gerentes de projetos, analistas de sistemas, profissionais ligados à internet e segurança da informação também estarão em alta no próximo ano, ressalta Daniel Schwebel, gerente da área de tecnologia da informação da consultoria Page Personnel, que atua em cargos de suporte à gerência.

Fonte: Computerworld

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