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Gestão & Itil & TI André Dourado on 27 jan 2009
Empresa oferece exame de ITIL em português
Bruno Ferrari, de INFO Online
27/01/2009
SÃO PAULO – A empresa de consultoria e treinamento Brunise iniciou cursos e exames de certificação ITIL V3 Foundation e ITIL V3 Foundation Bridge em português.
A Brunise acaba de ser homologada pela APMG- US, órgão oficial responsável pela disseminação do ITIL no mundo. Segundo Luis Mathô, responsável pelo desenvolvimento de negócios das Américas na APMG- US, o órgão tem reparado no grande interesse por parte de profissionais e empresas que buscam uma maneira de aplicar boas práticas de TI.
Segundo a Brunise, não existem pré-requisitos para a realização dos exames, salvo a comprovação da certificação ITIL V2 Foundation para a certificação do ITIL V3 Foundation Bridge. Mas a recomendação é que o candidato passe por um treinamento antes de realizar os exames, que podem ser feitos online ou em papel.
Receberão o certificado e o pin emitidos pela APMG-US, os candidatos que obtiverem pelo menos 65% de acertos no exame. Para mais informações, consulte o site da Brunise.
Fonte: Info Corporate
Gestão & Itil & TI André Dourado on 11 dez 2008
Líderes pra quê?
Professor da FGV diz que culto à liderança é modismo e que chefes têm pouca influência sobre o desempenho
Por Gabriel Penna

Hermano Thiry-Cherques, da FGV-RJ: “Para lidar com modismos, gerentes devem ser mais céticos e desenvolver os fundamentos”
Quem disse que as empresas só funcionam com líderes inspiradores ou carismáticos? Segundo o pesquisador e escritor Hermano Roberto Thiry-Cherques, de 58 anos, gestores e companhias investem em modelos de liderança sem ter provas de sua eficácia. “Existem e sempre existiram organizações que obtêm êxito sendo dirigidas formalmente, com hierarquias convencionais”, diz. Professor titular na Escola de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, Hermano argumenta que não há evidências empíricas de que a presença do líder melhore os resultados do negócio.
O culto à liderança, diz ele, é um modismo. Mestre em filosofia e doutor em engenharia, Hermano coordena dois núcleos de estudos na FGV. São eles, o Laboratório de Produtividade do Trabalho e o Núcleo de Ética nas Organizações. Em suas pesquisas, já ouviu cerca de 20 000 executivos. Crítico implacável dos modismos gerenciais, o professor diz que os gerentes têm de investir nos fundamentos da sua atividade.
Você concorda com o professor? Deixe aqui sua opinião
O senhor diz que não há dados que demonstrem que as empresas precisam de grandes líderes para sobreviver. Por que diz isso?
Porque existem e sempre existiram organizações que obtiveram êxito sendo dirigidas formalmente, com hierarquias convencionais, por gente séria, mas sem carisma. É possível que haja dirigentes e líderes que irradiem exemplos e inspirem decisões, mas não há evidências de que modifiquem formas de comportamento ou de que transfiram valores. O culto a pessoas, bem como a sua demonização, depende de quem interpreta, e não dos atos e pensamentos do líder em questão.
O discurso e os investimentos das empresas em prol do desenvolvimento de líderes são um modismo?
É claro que é possível dar condições às pessoas com perfis psicológicos compatíveis com o “espírito de liderança” de realizarem seu potencial. Mas ninguém pode afirmar como se formam líderes. Muito menos sustentar que é possível alterar personalidades em uma direção determinada. É uma ingenuidade acreditar que os perfis das pessoas podem ser criados ou moldados mediante adestramento, observância de máximas ou declamação de mantras.
Em torno desse culto à liderança orbitam altos executivos, autores, palestrantes, escolas. Há muito charlatanismo nessa onda?
Sim, como em todas as áreas da esfera do gerenciamento, onde circula muito dinheiro. O fato é que nas pesquisas do Laboratório de Produtividade não encontramos evidências empíricas de que os líderes infundam condutas. Como ocorre com políticos nas eleições ao tentar transferir votos, os efeitos da liderança demonstram ser fortuitos e ocasionais.
Cite exemplos de outros modismos gerenciais da atualidade.
Existem vários. Para não comprar briga com todo mundo ao mesmo tempo, citarei apenas um: o da responsabilidade social. Isso surgiu da incapacidade do Estado de cumprir com suas atribuições. As empresas fazem para blindar sua imagem e, em geral, deixam o trabalho na mão do marketing.
E a sustentabilidade, que hoje é repetida como se, de uma hora para outra, não fosse possível tocar um negócio sem ela?
Na forma como está sendo tratada, sem conhecimento científico, sem fundamentação específica, é, sim, um modismo. Infelizmente, porque o assunto é de extrema relevância e existem acadêmicos de alto nível trabalhando no tema.
Como um gerente deve lidar com tantos modismos?
O importante é estar informado sobre as reais necessidades da empresa e as lacunas na própria formação. Deve-se buscar dominar os fundamentos — como métodos quantitativos, modelagem de projetos — antes do que as técnicas específicas. É como no vôlei: recepção, saque, bloqueio e ataque primeiro, depois as estratégias e táticas de jogo.
Quais são os riscos para profissionais que questionam essas crenças?
Declarar que o rei está nu é, e sempre foi, uma atitude de alto risco. Conheço gerentes que perderam o emprego porque se recusaram a aplicar técnicas da moda, que evidentemente não funcionariam na circunstância em que eram propostas. Técnicas como a reengenharia, por exemplo, que afinal acabaram saindo de moda rapidamente. A atitude mais conveniente é a do ceticismo pirrônico aliado ao silêncio obsequioso.
Quais seriam os modelos gerenciais alternativos?
Existem muitos modelos de gestão de pessoas. Não há evidência empírica, por exemplo, de que o trabalho sem líderes, tanto formalizado, sistemático, individualizado quanto em grupos autogeridos, é menos produtivo. Pelo contrário, a individualização do trabalho é tendência majoritária nas culturas organizacionais de alto desempenho do século 21. Seja como for, quando se fala em desempenho no trabalho, os fatores decisivos são a arregimentação de profissionais, a instrução assistida, a integração informacional e o controle dos resultados em tempo real.
Há um executivo que o senhor admire pela visão gerencial?
O Brasil é rico em executivos bem formados e com talentos excepcionais. Chegamos a exportar gente para grandes corporações internacionais. Seria injusto apontar um. O que posso afirmar é que os executivos que admiro são os que não se deixam levar, os desassombrados. O mundo contemporâneo, com a crise econômica internacional, se parece com um trem fantasma: a cada curva, um susto. Por isso, o que conta hoje é a serenidade, a cabeça fria. Afinal, as ondas passam, as organizações ficam.
Fonte: Você S/A Online
Itil & SOA & TI André Dourado on 02 dez 2008
SOA e ITIL
02/12/2008, 3:42 pm
ITIL é um conjunto de boas práticas para gerenciar infraestrutura de TI. Bastante difundida no Brasil, a versão 3 já terá uma boa documentação em Português até o final deste ano de 2008 (veja este link do ITSMF Brasil).
O que isto tem a ver com arquitetura orientada a serviços (SOA)? Tudo. Serviços que podem estar geograficamente dispersos, requerem inevitavelmente, um cuidado e atenção maior do pessoal de suporte e segurança (firewall etc).
O cenário atual não é um conjunto controlado e conhecido de servidores, típico das aplicações monolíticas. Agora temos um ou mais barramentos de integração (ESBs), conectando sistemas legados (alguns em mainframes), com serviços dispersos, internamente e externamente em fornecedores/clientes ou datacenters em algum lugar do mundo (cloud computing!), enfim…
Esta nova realidade requer um gerenciamento mais eficaz da infraestrutura na qual estão hospedados estes serviços. Do contrário vamos ter um “caos” e, injustamente, SOA pode acabar como “culpada”.
Para evitar esta situação, mais do que nunca, a equipe de integração/arquitetura deve envolver o pessoal de suporte desde o início dos projetos.
É recomendado que o pessoal de infra, por sua vez, conheçam um pouco da idéia que está por trás dos “serviços dispessos em qualquer lugar do mundo” e saibam que existem boas práticas para lidar com esta nova realidade. ITIL é uma delas.
Se você tem interesse no assunto, recomendo fortemente a leitura deste artigo.

Fonte: SOA, Simples Assim!
Itil & Notícias & TI André Dourado on 23 nov 2008
Polícia Militar de SP é primeiro caso mundial de uso do ITIL 3.0
Responsável pela movimentação de 4 milhões de informações diárias e a segurança de 645 municípios do Estado, a instituição tem a meta de garantir o controle de sua infra-estrutura de TI.
Tatiane Seoane, do COMPUTERWORLD
Publicada em 20 de novembro de 2008 às 09h00
Disposta a melhorar a eficiência da área de tecnologia da informação e assegurar o controle em relação à demanda de 4 milhões de informações diárias, a PMESP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) aderiu a biblioteca de melhores práticas ITIL 3.0.
De acordo com o itSMF Brasil (capítulo brasileiro do fórum internacional de ITIL), este é o primeiro caso de sucesso da nova versão da biblioteca em todo o mundo.
“Alguém pode morrer se a área de TI falhar”, enfatiza o major Roberval Ferrari França, responsável pelo projeto dentro da organização. A PMESP é responsável pela segurança de 645 municípios do Estado e conta com 93 mil policiais militares pelas ruas.
Contudo, o major relembra que convencer a diretoria da PMESP sobre o projeto não foi uma tarefa fácil. “Tivemos que demonstrar em números os benefícios que poderíamos usufruir com o ITIL 3.0”, conta.
Entre as principais expectativas com o sistema de gestão estão o incremento em 10% a disponibilidade da TI e reduzir em também 10% os custos com o departamento.
A área de tecnologia do órgão possui orçamento anual de 280 milhões de reais. Além disso, 174 profissionais possuem certificado e/ou capacitação ITIL, dentro do total de 290 colaboradores da área de TI.
A infra-estrutura robusta da PMESP conta com data center, rede de comunicação de dados, rede de rádio e de telefonia e 26 sistemas desenvolvidos internamente.
Com início em dezembro do ano passado, a implementação do ITIL 3.0 foi baseada no PMBOK (Project Management Body of Knowledge – um conjunto de práticas de gerenciamento de projetos) tem conclusão prevista para o fim de 2009. “Porém, é possível que ocorra um atraso de até quatro meses”, informa o major.
De acordo com ele, o governo do Estado de São Paulo irá investir 2 bilhões de reais em segurança nos próximos anos.
Fonte: CIO
Cobit & Itil & TI André Dourado on 12 out 2008
COBIT e ITIL resolvem o problema de TI ?
Por: Sérgio Lozinsky
Tenho notado uma preocupação crescente das empresas em adotarem “boas práticas” de TI. Como uma resposta a isso, há uma profusão de cursos que se propõem a certificar profissionais nos padrões globais de COBIT e ITIL, visando habilitá-los a implementarem os processos de TI de acordo com as recomendações desses modelos.
Penso que ninguém discorda que é recomendável aplicar esses e outros padrões globais de processos de TI buscando aprimorar a forma como a área de TI trabalha. Mas para algumas pessoas fica aquela sensação de “ISO 9000” – é necessário colocar o carimbo de certificação para que todos vejam que sua empresa está atenta às novidades e tendências, mas na essência não foi isso que resolveu ou resolverá o problema.
Há vários aspectos mais subjetivos – a cultura da empresa, o momento econômico do negócio, o momento do mercado, o perfil do pessoal de TI, o “jeito” do usuário, o grau de atendimento dos sistemas atuais às necessidades do negócio – que podem e devem ter uma influência sobre como TI precisa reestruturar-se para entregar o melhor serviço possível.
Para uma empresa que pretende utilizar as “melhores práticas” em TI seria recomendável desenvolver um diagnóstico que permitisse “conhecer-se melhor”, e a partir daí definir a forma mais adequada de adotar os padrões globais. A idéia não é criar o “seu” COBIT ou o “seu” ITIL, mas identificar o que realmente pode fazer diferença e o que simplesmente agrega controle, mas pouco benefício. Mais do que isso, reconhecer que essas práticas precisam renovar-se à medida que a dinâmica do mercado afeta os negócios.
Sérgio Lozinsky é bacharel em Engenharia de Sistemas pela PUC/RJ. Atuou em empresas como a IBM, PricewaterhouseCoopers e Result Systems. Desenvolveu ampla gama de projetos na América Latina, relacionados à estratégia, arquitetura e governança de TI, seleção e implementação de sistemas, shared service centers, inovação e SOA. Hoje é vice-presidente e líder da prática de TI para a América do Sul da Booz Allen Hamilton
Fonte: IT Web
Olá! Desde que coloquei o site 

