Arquivos por CategoriaJava
Humor &Java &TI André Dourado on 13 ago 2010
Lady Java…
Clip para o JavaZone 2010, parodiando a música de Lady Gaga.
.NET &Humor &Java &TI André Dourado on 13 ago 2010
A saga .NET x Java em um drama familiar…
Post visualizado 87 vezes.Java &TI André Dourado on 25 ago 2009
Novo vídeo promocional do Java
O novo vídeo promocional da tecnologia Java: “Java + You”
Lembram do antigo: “Java is Everywhere”
Fonte: Twitter do Odlaniger
Desenvolvimento &Java &TI André Dourado on 24 jul 2009
Desenvolvedor Java está em alta no mercado
Carreira é promissora na indústria de tecnologia; salários variam de R$ 3 mil a R$ 6 mil.
Por Andrea Giardino, da Computerworld
24 de julho de 2009 – 07h00
Uma das carreiras mais promissoras no mercado de tecnologia da informação (TI) no País é a de desenvolvedor Java. Desde que a linguagem de programação ganhou força, com a explosão da internet, em 2000, a oferta de vagas vem crescendo ano após ano.
Ávidas por especialistas na tecnologia, muitas empresas têm enfrentado dificuldade em encontrar gente qualificada, embora estima-se que no Brasil existam mais de 70 mil profissionais. “O problema é que o volume de profissionais disponíveis no mercado é bem menor do que a demanda”, explica o gerente da divisão de tecnologia da empresa de recrutamento Michael Page, Ricardo Basaglia. “A área de desenvolvimento em Java se mantém aquecida, mesmo diante da crise”.
Com salários que vão de três mil reais a seis mil reais, esses profissionais são valorizados pela indústria de TI e por consultorias. Muitos, inclusive, acabam bastante assediados pela concorrência que enfrenta essa falta de talentos. É o caso do arquiteto em Java, Daniel Quirino, 26 anos, que atua na empresa de serviços Tata Consultancy Services (TCS), braço de TI do grupo indiano Tata.
Logo que saiu da faculdade, em 2005, começou a receber convites de emprego que continuam até hoje. “As universidades formam poucos profissionais e mesmo estes ainda não estão aptos a assumir determinados cargos”, afirma. Graduado em Ciências da Computação pela Universidade de São Carlos, Quirino mexe com programação desde os 10 anos, quando suas empreitadas eram apenas um hobby. “As perspectivas de carreira são muito boas e interessantes, da mesma forma que os salários estão competitivos”, diz.
De acordo com o gerente de RH da CPM Braxis, Alexandre Ullmann, das 385 vagas que a companhia possui em aberto, boa parte é para desenvolvedores ou programadores Java. “Buscamos trazer gente júnior e treiná-los para entender nossa cultura”, afirma. Essa estratégia visa preparar os profissionais a ocupar cargos seniores da prestadora de serviços de tecnologia. Mesmo assim, a empresa ainda encontra dificuldades pela escassez de força de trabalho disponível e pela falta de inglês fluentes da maioria dos profissionais.
Fonte: IDG Now
.NET &Desenvolvimento &Java &TI André Dourado on 16 jul 2009
As diferenças entre um arquiteto de software e um projetista Java EE/.NET
Muitas vezes um arquiteto é confundido com um desenvolvedor sênior ou projetista especialista. Um arquiteto, entretanto, não é um projetista especialista de uma tecnologia. O arquiteto de software é apenas outro papel, com outras atribuições e outras funçoes, conforme podemos observar dentro das escolas de renome de arquitetura de software no mundo, como por exemplo o SEI SAT .
Um arquiteto é um papel generalista. Um projetista é um especialista para um determinado domínio (ex: Java EE ou .NET). A figura abaixo, adaptada do trabalho de Gerrit Muller, explora esta dicotomia.

Resumimos abaixo as principais diferenças abaixo entre estes papéis, que muitas vezes são confundidos sob a mesma alcunha do “arquiteto” dentro do mercado Brasileiro.

Fonte: Arkhi
Java &Notícias &TI André Dourado on 05 jun 2009
Java Store: Conheça a Loja da Sun!
Sexta-feira, Junho 05, 2009

A Sun Microsystems entrou oficialmente na onda das lojas de aplicativos apresentando a sua Java Store.
Segundo a fabricante, a loja deve funcionar como vitrine para ajudar mais de 800 milhões de usuários de tecnologias Java para desktop a entrar em contato com novos aplicativos.
Além de dar visibilidade aos aplicativos, a loja deve facilitar os downloads, introduzindo a tecnologia de arrastar e soltar.
Os consumidores interessados em testar o serviço podem se cadastrar para participar do beta no endereço http://store.java.com. Já os desenvolvedores que queiram submeter aplicativos à loja podem fazê-lo pelo site Java Warehouse.
Criada em JavaFX, a Java Store será enviada automaticamente aos usuários via Java Runtime Environment (JRE).
Fonte: Blog do Ligeirinho
.NET &Desenvolvimento &Java &TI André Dourado on 30 mai 2009
O caminho do meio do arquiteto Java e do arquiteto .NET
Postado por Marco Mendes para o Blog do Marcos Mendes
em 30 de Maio de 2009
No Budismo, o caminho do meio (madhyamā-pratipad, em sânscrito) é a prática de ensinamentos que nos afastem das vaidades, extremismos e nos guiem a uma busca por mais sabedoria, moralidade e raciocínio.
No mundo Java e .NET, o caminho do meio possui o mesmo conceito. Gostaria de compartilhar, neste contexto, uma interessante leitura sobre experiências de diversos arquitetos de software que guardam uma espantosa coincidência com as idéias e conceitos do caminho do meio.
Esta lições estão coletadas no excelente e sucinto livro 97 Things Every Software Architect Should Know, escritas por diversos arquitetos de todo o mundo e compiladas por Richard Monson-Haefel.
Dentro das 97 dicas presentes neste livro, gostaria de destacar três:
- Não coloque seu resumè a frente dos seus requisitos. Este pequeno texto discute porque bons arquitetos primeiro entendem o problema e o contexto de negócio antes de propor a tecnologia preferida do seu currículo. A lição é clara: não leve a sua tecnologia Java ou .NET preferida para o seu cliente antes de entender claramente o problema.
- Simplifique a complexidade essencial, diminua a complexidade acidental. A complexidade essencial diz respeito a complexidade inerente a um problema. A complexidade acidental diz respeito a efeitos colaterais introduzidos por escolha de tecnologias complexas e soluções estado da arte. Exemplos são o uso de EJBs, servidores como o BizTalk, servidores de transações distribuídas ou modelos complexos de orientação por objetos para problemas simples que não necessitam deste tipo de solução. A lição novamente é clara: não introduza complexidade acidental para aprender uma nova tecnologia. É responsabilidade do arquiteto gerir bem o dinheiro do projeto, da sua empresa e do seu cliente. Não brinque com o dinheiro alheio por vaidade.
- Arquitetura é sobre equilíbrio. A arquitetura deve equilibrar aspectos técnicos e aspectos de negócio (condutores de negócio). “Arquitetos Java e .NET” que se esquecem de olhar para o negócio estão violando o caminho do meio. Estão buscando apenas um meio de satisafazer seus egos no uso de soluções “elegantes” e criar novos desafios técnicos que apenas eles precisam.
Um “arquiteto Java” e um “arquiteto .NET”, portanto, irá se tornar um melhor arquiteto se não ficar cego pelas palavras “Java” e “.NET” e colocar no seu cardápio porções de liderança técnica e práticas de alinhamento ao negócio.
Fonte: Blog do Marco Mendes
Java &Negócios &TI André Dourado on 29 abr 2009
Google de mãos dadas com o Java
Há pouco mais de um ano, o Google anunciava a criação da App Engine com suporte à plataforma Java. A App Engine permite que empresas e desenvolvedores criem aplicações que rodam dentro da infraestrutura do Google. Até então, a empresa americana disponibilizava a App Engine apenas para programação em Python. No início do mês, veio o anúncio do suporte ao Java.
Durante uma conferência realizada hoje na sede da companhia no Brasil, localizada em São Paulo, Andrew Bowers, gerente de produtos do Google, fez uma rápida apresentação da ferramenta. Rápida mesmo. Por meio de um plugin que vem integrado ao Eclipse, ambiente de desenvolvimento, Bowers levou cerca de 10 minutos para construir uma aplicação de guest book, ainda que com algumas partes pré-feitas, e publicá-la na web.
O objetivo do Google ao expandir a App Engine para a plataforma Java foi contemplar um número maior de desenvolvedores, já que a linguagem é bem mais popular que o Phyton. De acordo com Bowers, já são mais de 150 mil desenvolvedores que criaram aplicações em Java, que utilizam a infraestrutura do Google.
“Nosso objetivo foi manter os padrões já estabelecidos pelo Java. Não tínhamos a intenção de criar o nosso próprio Java”, afirma o executivo. Segundo ele, como o universo de aplicativos é muito grande, houve algumas funcionalidades que não foram contempladas no primeiro anúncio. Por isso, no início do mês, a empresa americana anunciou quatro novos recursos para os desenvolvedores.
As 4 novidades
O primeiro deles foi o suporte a cron. O programa usado por programadores Unix permite criar uma agenda para execução de comandos e scripts de forma automática. Com isso, é possível criar rotinas para tarefas regulares, sem necessidade de um monitoramento intensivo.
A importação e a exportação de dados é outro dos novos recursos. Antes limitada, a funcionalidade permite agora aos desenvolvedores transferir dados em lotes de gigabytes por meio de uma ferramenta nativa.
A inclusão de tempo de execução Java (runtime) integra o Google Web Toolkit, além do já citado plugin para o Eclipse. Juntas, as ferramentas tornam a gravação de aplicativos em Ajax, do cliente para o servidor, mais ágil.
Por fim, a possibilidade de acessar dados locais que estão protegidos por firewall direto da nuvem. O recurso, chamado de Secure Data Conector, garante que as informações presentes em banco de dados fiquem devidamente protegidas.
Leia também: Nova linguagem com suporte no Google App Engine
Fonte: Info Professional
.NET &Desenvolvimento &Java &TI André Dourado on 18 abr 2009
Java x .NET
Essa é uma das respostas do Márcio Tierno no grupo UML-FATEC, sobre a eterna discussão sobre qual a melhor plataforma de desenvolvimento: Java ou .NET.
Sei que esse assunto de quem é melhor Java x .NET é quase como discutir sobre religião. Mas o problema sobre produtividade no desenvolvimento de software é uma questão de foco, ou melhor, o problema não é tecnológico e sim estratégico.
“Um pouco de números para tentar dar um pouco de prumo a essa discussão:
1 – 80% dos negócios do mundo rodam em cima de programas COBOL. Nem Java nem .NET vão decidir o futuro da humanidade, portanto.
2 – Nunca vi um sistema que não pudesse ser implementado em qualquer linguagem que seja. Portanto, a discussão Java x .NET não se decide na esfera técnica.
3 – Produtividade – não é criando grids para acesso direto a tabelas que se mede produtividade, mas sim no tempo total que leva para uma idéia sair da cabeça do usuário de negócios até se transformar em um sistema rodando no ambiente de produção, testado, aprovado e homologado. Numa “competição” Java x .NET, é certo que ambas as tecnologias chegariam empatadas “na margem de erro” caso se considerasse todo o ciclo de vida de um sistema.
4- Ainda em produtividade, só de 15% a 20% do tempo é gasto efetivamente em implementação. O grosso do esforço é gasto em levantamento de requisitos e testes.
Por falar em produtividade, só 30% do tempo do programador é gasto em desenvolvimento de fato, em média. O resto é perdido em debugging ou reescrevendo requisitos que foram mal-entendidos (e mal-explicados, por conseguinte). Pare e pense na sua rotina diária e veja se vc discorda desses números.
Assim, 20% X 30% = 60% do tempo total de um projeto em desenvolvimento REAL. Supondo que uma das duas tecnologias fosse 50% MAIS PRODUTIVA do que a outra (e nenhuma delas o é), o impacto final seria de 3% sobre o tempo total do projeto. Quase indetectável.
Assim, o desafio proposto perde a validade em si. Até porque ninguém vai sair “convertido” de um evento desses. Agora, um desafio de ponta a ponta, num prazo de algumas semanas, por exemplo, esse sim teria valia. Mas já não seria mais um desafio Java x .NET, mas, talvez, um desafio MDA x AMD (tipo Together) x Agile (S. Ambler), por exemplo.
4 – Decisões estratégicas – Há uns 20 anos, mais ou menos , o Natural/ADABAS ganhou um grande mercado do COBOL, porque era muuuito mais produtivo e fácil de mexer. Hoje quem tem Natural/ADABAS quer morrer, porque a Software AG está cobrando os tubos (zilhões de dólares) pela renovação das licenças e a tecnologia é “imigrável”. Paralelo com .NET, proprietário como Natural/ADABAS. Erro estratégico.
Outro exemplo: há 30 anos, C prometia ser o que Java promete hoje. Se alguém algum dia teve um sistema de negócios escrito em C, então deve ter uma boa história de migração urgente para contar. Paralelo com Java, “assembleísta” como C. Outro erro estratégico.
Então, amigos, tecnologicamente falando, Java e .NET se equivalem.
Não consigo imaginar um sistema corporativo (que é o que interessa, afinal) que possa ser feito em um, mas não no outro. Ou que saia muito mais rápido em um do que no outro.
Portanto, o cerne da questão é estratégico, não tecnológico.
E todos os xiitas são gentilmente deixados de lado nessas discussões.
De minha parte, entre Java e .NET, fico com arquitetura de software, MDA e Governança de TI.
Na guerra entre as partes, prefiro vender a munição.
Márcio Tierno (mtierno.rm): é atualmente responsável por toda a divisão de testes funcionais da Inmetrics. Atua na área há 16 anos, tendo trabalhado em empresas como Compuware do Brasil, IBM, Rational Software, BCP Telecomunicações, entre outras. Cursou Ciência da Computação na Unicamp, é certificado ITIL Foundations e Rational Requirements Mngt. Marcio já prestou consultoria e ministrou dezenas de treinamentos em Ger. de Projetos, Requisitos e demais disciplinas de desenvolvimento para empresas como Serpro, Xerox, BankBoston, Banco Itaú, Banco Votorantim, Cargill, Porto Seguro e outras de grande porte, no Brasil e no exterior.
Desenvolvimento &Java &TI André Dourado on 09 abr 2009
Nova linguagem com suporte no Google App Engine
Em: 09 de Abril de 2009

A Google com a sua plataforma de computação na nuvem, chamada Google App Engine, anunciou o suporte para desenvolvimento na linguagem Java. É um grande avanço para esta plataforma que até então só oferecia suporte em Python. Não é um menosprezo meu em relação ao Python, muito pelo contrário, acho uma linguagem poderosa. Porém, Java possui uma participação importante no mercado corporativo e é a chance que o Google possui de brigar frente-a-frente com a plataforma Azure da Microsoft.
Veja o anúncio oficial: Seriously this time, the new language on App Engine: Java™
Fonte: Aquele blog de SOA
Olá! Desde que coloquei o site 

