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Negócios &TI André Dourado on 15 mai 2009

A Apple responde à campanha da Microsoft

A Apple respondeu à série de comerciais da Microsoft que mostram os Macs como laptops caros e inacessíveis. Os personagens PC e Mac estão de volta, desta vez dividindo a cena com uma mulher. Como os consumidores dos filmes da Microsoft, ela vai dizendo o que deseja em um laptop – e o personagem PC vai eliminando os colegas que tinha reunido para que ela escolhesse um deles. No final, nem mesmo o PC permanece. É que a consumidora tinha pedido um computador que não tivesse problemas com vírus, não travasse e não desse dor de cabeça. Clique no link abaixo para ver. O filme chama-se ‘Elimination’ e foi criado pela TBWAMedia Arts Lab:

O filme da campanha da Microsoft:

Fonte: Blue Bus

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Gestão &Negócios &TI André Dourado on 04 mai 2009

Dez dicas para implementar um plano de contingência

Dentre as ações que os CIOs devem tomar para manter as operações funcionando diante de uma crise, estão a atualização de todos os contatos, treinamento de funcionários para trabalho remoto e teste das aplicações baseadas na web

Redação do COMPUTERWORLD
Publicada em 04 de maio de 2009 às 08h10

Com o crescimento do registro de casos com diagnóstico positivo da gripe suína, aumenta também a necessidade de um plano de continuidade de negócios que garanta, efetivamente, a operação da companhia em qualquer circunstância ou adversidade.

As discussões trazidas à tona pela epidemia podem ser boas oportunidades para os departamentos de TI renovarem seus projetos de contingência e reconquistarem a confiança dos seus clientes internos. Seguem dez dicas de como desenvolver ou reativar um plano para continuidade de operações:

1- Fique calmo
Adote o comportamento que quer ver nos seus funcionários. Continue a ser produtivo e aumente seus estoques de água engarrafada e higienizador para mãos. “O que os líderes de TI devem fazer é manter o negócio rodando normalmente, mas melhorar as práticas de higiene pessoal”, afirma Richard De Lotto, analista principal para bancos e indústria financeira do Gartner. “Outras pessoas vão seguir o exemplo dado por altos executivos”, diz.

2- Envolva todo o time de executivos no planejamento de continuidade de negócios
Se preparar para uma pandemia não é uma questão de tecnologia, mas de negócios. “A tecnologia da informação não precisa estar à frente desse processo porque trata-se de mais do que fazer backup dos dados”, explica David Potterton, vice-presidente de pesquisa global da IDC Financial Insigths. “Líderes seniores de negócios é que precisam estar à frente da questão. Você precisa entender qual é o seu sistema mais importante e isso é uma questão de negócios, não de tecnologia.

3- Atualize e teste seus contatos
Muitas empresas passaram por cortes nos últimos seis meses. Por isso, as listas de funcionários e as formas de contatá-los podem estar desatualizadas. Renove a lista e teste seu sistema de ligações de emergência. “Você precisa de um canal confiável de comunicação conhecido por todos”, diz De Lotto. “Pode ser um número que o funcionário ligue para ver ser precisa ir trabalhar, ou um sistema automatizado para mensagens de voz”, explica o analista.

Ligue para os proprietários dos imóveis onde estão localizados seus data centers e tenha certeza que terá acesso total às instalações em locais afetados pela gripe. É provável que seja preciso estabelecer um site remoto ou trocar de data center. Se a operação for terceirizada, inclua os fornecedores em seu plano de contingência. “Um centro pode necessitar de trabalho extra, ou você pode precisar evacuar uma área. Existem muitos cenários a serem considerados”, relata Potterton.

5- Teste seus planos e sistemas para trabalho remoto
Muitas empresas confiam na possibilidade dos seus empregados trabalharem de casa para continuar operando durante uma crise de gripe. Entretanto, os sistemas de acesso remoto precisam estar prontos para um grande número de pessoas conectadas ao mesmo tempo. Especialistas recomendam um teste no qual seja permitido a um número significativo de funcionários trabalhar remotamente por um dia. Talvez seja preciso disponibilizar mais portas para sistemas de acesso remoto.

“Tenha certeza que tem alta disponibilidade para todos os seus sistemas de acesso remoto”, recomenda Phil Hochmuth, analista sênior do Yankee Group. “Certifique-se, também de ter um sistema secundário de acesso em caso de falha. É preciso prover o maior número de portas possível”, afirma.

6- Tenha certeza que funcionários importantes contam com acesso banda larga
Acesso discado não basta para funcionário que precisam usar aplicações corporativas por um período grande de tempo. Pessoas importantes na corporação devem ter banda larga, móvel de preferência. “No pior cenário, alguém pode precisar trabalhar enquanto se move de uma área para outra”, diz Hochmuth. O analista recomenda a compra de links móveis de várias operadoras.

7- Teste suas aplicações baseadas na web
Tenha certeza que o e-mail e outras aplicações baseadas na web estejam atualizados. “As aplicações web devem ter o mesmo nível de serviço das versões tradicionais”, diz Hochmuth. “Identifique alguns usuários de alta intensidade e faça alguns testes com eles. Ao mesmo tempo, pegue alguns usuários novos e veja quanto é difícil para eles usarem o acesso remoto”, aconselha o analista. Outra ideia é usar aplicações web voltadas para o mercado consumidor, como Google Docs e Skype, como backup.

8- Treine seus funcionários
Identifique quais aplicações são críticas e precisam continuar rodando em qualquer situação e quem pode garantir isso. Treine seus funcionários para que haja pessoas com as habilidades e certificações corretas em número suficiente para manter os sistemas de missão crítica funcionando. Isso é especialmente importante em mercados regulados, como o financeiro, nos quais os profissionais precisam de certificação para lidar com dados de clientes. “Tenha pessoas certificadas por toda a organização, assim é possível manter as portas abertas”, aconselha De Lotto.

9- Desenvolva um plano de degradação
Considere que terá de rodar sua operação por 13 semanas com apenas 60% do pessoal, recomenda De Lotto. “Saiba o que você não vai fazer para poder rebaixar sem problemas o nível de operação”, afirma. Também crie linhas sucessórias, assim é possível saber quem vai comandar o departamento caso o chefe fique doente. Determine quem vai ficar no comando e garanta acesso aos dados para este profissional.

10- Cuide do seu pessoal
A reação correta para uma pandemia ou outro desastres é saber, primeiro, se seus funcionários estão bem. Depois, preocupe-se com a continuidade dos negócios. “As empresas precisam pensar primeiro nos funcionários. A tendência é olhar para equipamentos e instalações, e não para a força de trabalho”, diz Potterton. As companhias também precisam entender que seus funcionários vão cuidar de si próprio primeiro, depois de seus familiares e, então, pensarão em seus empregos e clientes.

Fonte: CIO

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Java &Negócios &TI André Dourado on 29 abr 2009

Google de mãos dadas com o Java

Há pouco mais de um ano, o Google anunciava a criação da App Engine com suporte à plataforma Java. A App Engine permite que empresas e desenvolvedores criem aplicações que rodam dentro da infraestrutura do Google. Até então, a empresa americana disponibilizava a App Engine apenas para programação em Python. No início do mês, veio o anúncio do suporte ao Java.

Durante uma conferência realizada hoje na sede da companhia no Brasil, localizada em São Paulo, Andrew Bowers, gerente de produtos do Google, fez uma rápida apresentação da ferramenta. Rápida mesmo. Por meio de um plugin que vem integrado ao Eclipse, ambiente de desenvolvimento, Bowers levou cerca de 10 minutos para construir uma aplicação de guest book, ainda que com algumas partes pré-feitas, e publicá-la na web.

O objetivo do Google ao expandir a App Engine para a plataforma Java foi contemplar um número maior de desenvolvedores, já que a linguagem é bem mais popular que o Phyton. De acordo com Bowers, já são mais de 150 mil desenvolvedores que criaram aplicações em Java, que utilizam a infraestrutura do Google.

“Nosso objetivo foi manter os padrões já estabelecidos pelo Java. Não tínhamos a intenção de criar o nosso próprio Java”, afirma o executivo. Segundo ele, como o universo de aplicativos é muito grande, houve algumas funcionalidades que não foram contempladas no primeiro anúncio. Por isso, no início do mês, a empresa americana anunciou quatro novos recursos para os desenvolvedores.

As 4 novidades
O primeiro deles foi o suporte a cron. O programa usado por programadores Unix permite criar uma agenda para execução de comandos e scripts de forma automática. Com isso, é possível criar rotinas para tarefas regulares, sem necessidade de um monitoramento intensivo.

A importação e a exportação de dados é outro dos novos recursos. Antes limitada, a funcionalidade permite agora aos desenvolvedores transferir dados em lotes de gigabytes por meio de uma ferramenta nativa.

A inclusão de tempo de execução Java (runtime) integra o Google Web Toolkit, além do já citado plugin para o Eclipse. Juntas, as ferramentas tornam a gravação de aplicativos em Ajax, do cliente para o servidor, mais ágil.

Por fim, a possibilidade de acessar dados locais que estão protegidos por firewall direto da nuvem. O recurso, chamado de Secure Data Conector, garante que as informações presentes em banco de dados fiquem devidamente protegidas.

Leia também: Nova linguagem com suporte no Google App Engine

Fonte: Info Professional

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Negócios &TI André Dourado on 24 abr 2009

Oracle compra a Sun: um pouco dos bastidores

Por Davi Carvalho para o Blog SOA, Simples Assim!
em 24/04/2009

A compra da Sun pela Oracle ainda vai render muitos artigos, notas em blogs, provavelmente cases em MBAs, artigos em revistas etc.

Por enquanto, é a notícia mais hot além da atual crise financeira mundial.

Vamos a alguns fatos que venho coletando desde Segunda, 20/04/09, quando foi anunciada a compra.

Existem rumores que a negociação iniciou-se na Quinta (16/04) e foram concluidas no Domingo (19/04). Bastante rápido. O valor da transação envolve cifras da ordem de US$ 7,4 bilhões que vai para um valor líquido de aquisição de US$ 5.6 bilhões (US$ 9.50 / ação).

Duas semanas antes a IBM havia baixado sua oferta de US$ 10,00 / ação para US$ 9.40. Vou listar alguns fatos que ajudam a explicar os motivos que levaram a Sun a recusar a oferta da IBM e a aceitar a do Mr. Ellison:

1. Lawrence J. Ellison, Oracle’s chief executive (CEO), estava de olho na plataforma Java da Sun. Nas palavras dele em uma tradução livre:

…de longe é o maior ativo de software que já adquirimos.

2. De todas as instalações do banco de dados da Oracle no mundo, a grande maioria (ainda não sei o percentual), já roda em servidores e sistema operacionais da Sun (Solaris).

3. Com a Sun, a Oracle pode competir com a IBM, H.P. Agora eles podem oferecer o serviço completo. Nas palavras de Gordon Haff, um analista da empresa Illuminata:

…Oracle is transforming itself into a soup-to-nuts information technology vendor.

4. Ambas nasceram e se estabeleceram no Vale do Silício. De fato, Larry Ellison (CEO Oracle) e Scott McNealy (um dos fundadores da Sun), são amigos. Em 2003, em mais uma das crises da Sun, McNealy brincou em um evento dizendo que tinha as chaves do iate e Ellison. O CEO da Oracle retrucou que precisava sair correndo para trocar as fechaduras. Nesta época havia um boato que a Sun seria vendida para a empresa do Mr. Ellison. Pessoalmente acho que elas tem culturas semelhantes, apesar dos fundadores terem histórias de vida diferentes. McNealy é graduado em economia por Harvard e MBA em negócios por Stanford. Ellison começou a carreira desenvolvendo um banco de dados para a agência secreta americana, cujo nome advinhem, era Oracle.

5. McNealy não gosta da IBM. Acha despezível algumas práticas de negócio da “big blue” e que faltaria um entrosamento no alto comando. Os “engomadinhos” da IBM não iriam entender a cultura dos ripongas e nerds da Sun. Neste ponto concordo com o fundador da Sun

6. McNealy e Ellison estão propensos a assumir mais riscos (diferente da IBM). Se a “big blue” tivesse comprado a Sun, provavelmente iríamos ver a IBM empreender um enorme esforço no sentido de provar que “seus” produtos seriam melhores que a da empresa adquirida

Perguntas que não querem calar:

a) O que vai acontecer com o MySQL adquirido recentemente pela Sun? Veja “Is the Sun/Oracle Deal Good for MySQL Customers?“. Quando a Sun adquiriu o MySQL em Janeiro/2008 muitos líderes de projeto/desenvolvedores do banco de dados deixaram a empresa. Agora com a aquisição pela Oracle, é provável que outros tantos irão. Isto poderia definir o fim de uma das referência em banco de dados open-source. Detalhes aqui.

b) E o OpenOffice? Thanks God, já temos vários forks desta suite open-source. Utilizada por milhões de usuários no mundo inteiro, incluindo governos e escolas que não podem bancar com os custos absurdos das suites pagas, eu espero sinceramente que a Oracle continue apoiando o grupo da Sun que mantém o desenvolvimento de partes do “core” deste produto.

c) Você gostaria de ficar dependente de um único fornecerdor como a Oracle? Provavelmente não, correto?

E aqui no Brasil?

Segundo reportagem do Valor Econômico desta Quarta (22/Abr/09), com a aquisição a Oracle passaria da 11a. posição para a 5a. colocação no ranking nacional de companhias de tecnologia da informação, com um faturamento de R$ 1,3 bilhão, resultado que tira a Microsoft do pódio das 5 maiores. A nova lista seria IBM, Hewlett-Packard (HP), Positivo, Itautec e Oracle.

Ambas empresas são forte no país. Os mercados de Telecom (área onde atuo) e Governo, são quase um nincho de mercado para a Sun. Isto explica porque quase 20% dos negócios globais da Sun estão nos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).

Por fim, veja abaixo a previsão de Larry Ellison em 29/09/2005, quando do anúncio da Siebel:

No industry remains in this fragmented form. The railroad industry didn’t, the automobile industry didn’t, nor will the computer industry. There’ll be far fewer companies. For example, there aren’t that many auto companies in the world. There doesn’t need to be, nor will there be thousands of software companies.

Não é que ele tinha razão?

Fonte: SOA, Simples Assim!

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Negócios &TI André Dourado on 22 abr 2009

Como Bill Gates mudou o mundo

Um computador na casa de cada pessoa do mundo. Se hoje isso parece algo possível – mesmo que ainda longe da realidade – quando Bill Gates começou a trabalhar era apenas um sonho louco. É o que mostra o documentário da BBC, “Money Programme” exibido pelo canal por assinatura GNT com o título “Como Bill Gates mudou o mundo”.

No programa, Gates, seus colegas de trabalho, rivais e funcionários são entrevistados. Não são apenas belas histórias. O espectador ficará sabendo, por exemplo, dos bastidores do processo que ele enfrentou por concorrência predatória. E também o que dizem seus rivais. A administração de sua fundação beneficente também faz parte do programa. O nerd mais famoso do mundo jura que não pretende deixar sua fortuna para seus filhos. Será?

Parte I:

Parte II:

Parte III:

Parte IV:

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Negócios &TI André Dourado on 20 abr 2009

Oracle compra Sun por US$ 7,4 bilhões

Publicada em 20 de abril de 2009 às 09h41
Atualizada em 20 de abril de 2009 às 10h55

Rogil – Após negociação com IBM, Sun é comprada pela Oracle em negócio que pagará US$ 9,5 por ação.

A Oracle comprou a Sun Microsystems por 7,4 bilhões de dólares, impulsionando a desenvolvedora de softwares corporativos no setor de hardware e fazendo com que a Sun seja a mais recente operação de TI englobada pela empresa comandada por Larry Ellison.

A Oracle pagará 9,5 dólares por ação em dinheiro para a Sun, de acordo com a Oracle, aumento de 42% em relação ao preço do seu fechamento na sexta-feira (17/04). Excluindo débitos, a aquisição é avaliada em 5,6 bilhões de dólares.

A aquisição da Sun segue outras compras feitas pela Oracle no setor de tecnologia nos últimos anos, como Siebel, PeopleSoft e BEA Systems.

O acordo é anunciado após a Sun ter se afastado de uma negociação com a IBM há algumas semanas.

Ainda que houvesse boatos sobre uma possível aquisição por parte da Oracle, a empresa nunca tinha tido uma participação nos setores de sistema operacional para servidores ou hardware.

A Oracle afirmou que o acordo com a Sun deve trazer mais receita à companhia no primeiro ano após a compra do que as aquisições da BEA Systems, PeopleSoft e Siebel juntas.

A Sun deverá contribuir com 1,5 bilhão de dólares ao lucro operacional da Oracle no primeiro ano após a fusão, número que deverá ultrapassar a marca dos 2 bilhões de dólares no segundo ano, anunciou a Oracle.

Fonte: IDG Now

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Negócios &Open Source &TI André Dourado on 24 mar 2009

Pesquisa: crise pode acelerar adoção do Linux nas empresas

São Paulo – Estudo global realizado pela IDC revela que mais da metade dos entrevistados planejam acelerar a adoção do Linux este ano.

Por Redação do COMPUTERWORLD
24 de março de 2009 – 07h11

A IDC concluiu na última semana um estudo global, realizado com o patrocínio da Novell, que revelou um aumento nas aquisições de Linux ocorridas em virtude da recessão econômica global. Quanto mais as empresas procuram cortar custos e agregar valor, mais são atraídas pela economia que o Linux pode oferecer.

Mais da metade dos executivos de TI pesquisados planejam acelerar a adoção do sistema operacional em 2009. Além disso, mais de 72% deles disseram que estão avaliando seriamente ou já decidiram aumentar a adoção do Linux no servidor em 2009, com mais de 68% reivindicando o mesmo para o desktop. O estudo foi feito com cerca de 300 executivos de TI de setores como manufatura, serviços financeiros, varejo e agências governamentais de todo o mundo.

A pesquisa revelou os principais fatores do crescente interesse em Linux. A principal razão que motivou os executivos a migrarem para Linux foi econômica e relacionada à redução contínua de custos de suporte. Como resultado, mais de 40% dos participantes da pesquisa disseram que planejam implantar fluxos de trabalho adicionais em Linux nos próximos 12 ou 24 meses e 49% indicaram que o Linux será sua principal plataforma nos próximos cinco anos. Notavelmente, entretanto, aqueles que continuam hesitantes em adotar Linux citaram falta de suporte de aplicação e fraca interoperabilidade com Windows e outros ambientes como sua principal preocupação.

Outras constatações da pesquisa:

- 67% dos pesquisados afirmaram que interoperabilidade e gerenciamento entre Linux e Windows são dois dos fatores mais importantes na escolha do sistema operacional.

- o setor de varejo mostrou o maior potencial de aceleração na adoção de Linux já que 63% dos pesquisados planejam um aumento no desktop e 69% consideram o mesmo no servidor. A área governamental ficou para trás.

- quase 50% dos pesquisados planejam acelerar a adoção de Linux no desktop, especialmente para funções de escritório básicas, usuários técnicos de estações de trabalho e educação superior/K-12.

- aproximadamente metade dos entrevistados afirmou que sua migração para a virtualização está acelerando suas adoções de Linux. 88% deles planejam avaliar, implantar ou aumentar a utilização do uso de software de virtualização no sistema operacional Linux nos próximos 12 ou 24 meses.

- do ponto de vista regional, Ásia e Pacífico são as que mais adotam Linux: 73% dos entrevistados disseram que gostariam de aumentar a implantação de Linux no servidor e 70% nos desktops. Nas Américas, 66% dos entrevistados afirmaram que estão avaliando ou já decidiram ampliar a adoção de Linux no desktop e 67% no servidor.

- a crise econômica teve seu maior impacto nas Américas, nos serviços financeiros e governo. Mais de 62% dos entrevistados disseram que seus orçamentos sofreram cortes ou que estão apenas investindo no que é necessário.

“A crise tende a acelerar o uso de tecnologias emergentes, aumentar a adoção de soluções eficientes e punir soluções que não apresentam custo competitivo”, afirmou Al Gillen, vice-presidente de software e sistema do IDC. “Esta pesquisa confirma que usuários de Linux o enxergam favoravelmente, e essa percepção coloca o Linux em uma posição competitiva para emergir dessa recessão como uma solução mais fortalecida”.

A pesquisa foi realizada em fevereiro de 2009. Foram entrevistados mais de 300 profissionais de TI que supervisionam as compras de Linux e outros sistemas operacionais para saber suas opiniões. Para participar, as organizações deveriam ter mais de 100 funcionários. Dentre os participantes, 55% tinham Linux como sistema de servidor em uso, 39% Unix e 97% Windows. Os pesquisados tinham os cargos de CIOs, vice-presidentes, diretores, gerentes, funcionários e consultores de TI. Os entrevistados foram pré-avaliados por analistas locais e responderam a pesquisa pela internet.

Um white paper da IDC com o resumo dos resultados da pesquisa pode ser acessado em www.novell.com/idc

Fonte: Computerworld

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Blog &Negócios &TI André Dourado on 14 fev 2009

Revolucionários, mas não rentáveis

Por Luiza dalmazo
Publicado em 13/02/2009 – 20:29

Os blogs surgiram em 1997. Doze anos depois há mais de 133 milhões de blogs no mundo indexados no Technorati, pesquisador especializado nos chamados diários online. Eles já provaram sua importância. Recebem 77,7 milhões de visitantes únicos diariamente só nos Estados Unidos. Presidentes de empresas criaram blogs para falar de suas estratégias e se relacionar com os clientes. Surgiram companhias para rastrear os principais blogueiros e administrar os anúncios na web direcionados para o canal.

Na semana passada, entretanto, o jornalista Dan Lyons, que ficou famoso pela autoria do blog Fake Steve Jobs, questionou a viabilidade econômica desse modelo. ´´Durante dois anos eu estive obsessivo com a ideia de transformar o blog em um negócio´´, escreveu. Mas no dia em que sua identidade foi desvendada após uma notícia do jornal The New York Times, recebeu 500 mil visitantes no site e ganhou 100 dólares por isso. Naquele mês, ganhou 1 039 dólares após mais de 1 milhão de visitas. Mesmo depois de acordos para ganhar mais com anúncios, nunca foi o suficiente para que pudesse abandonar seu trabalho ´oficial´.

O relato traz de volta um questionamento importante: apesar da inegável relevância quando se trata de conteúdo, será que eles terão viabilidade econômica? A média anual de receita com anúncios nos EUA é de 200 dólares, segundo o Technorati. Mais: 46% dos blogueiros não têm propagandas em seus sites. Dos que lucram com a prática, só 28% tem um espaço no site para isso — a maioria ganha por cliques recebidos depois de buscas.

No Brasil, pouco mais de 2 milhões de pessoas exercem a prática, de acordo com o indexador de blogs em língua portuguesa Blogblogs. Como somos um mercado menos maduro e só 25% dos lares nacionais têm computador, os blogueiros brasileiros sofrem mais. A matéria de Larissa Santana na revista Exame mostra que alguns conseguem viver disso, mas os retornos vêm principalmente em forma de mimos que as empresas mandam para agradar os chamados ´formadores de opinião´.

Fonte: Portal EXAME

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