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	<title>ADSystems - Agile Development Blog &#187; Opinião</title>
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	<description>agilidade, scrum, tecnologia, costumes, humor, vídeos, cinema, música...</description>
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		<title>Steve Ballmer: dúvidas rondam permanência do CEO da Microsoft</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 11:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Dourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Com base no histórico de 13 anos do executivo foi possível mapear as razões pelas quais ele deve permanecer ou sair da empresa em 2010. Por CIO/EUA 29 de dezembro de 2009 &#8211; 14h41 Depois que a revista norte-americana Newsweek previu que Steve Ballmer deve deixar a posição de CEO da Microsoft em 2010, esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com base no histórico de 13 anos do executivo foi possível mapear as razões pelas quais ele deve permanecer ou sair da empresa em 2010.</strong></p>
<p><em>Por CIO/EUA<br />
29 de dezembro de 2009 &#8211; 14h41</em></p>
<p>Depois que a revista norte-americana Newsweek previu que Steve Ballmer deve deixar a posição de CEO da Microsoft em 2010, esse assunto tem merecido acaloradas discussões no mercado de tecnologia. Para piorar, o executivo não fez parte da recente lista dos 100 melhores presidentes eleitos pela Harvard.</p>
<p>Em janeiro, Ballmer completa 13 anos na Microsoft. Foi uma década de ganhos e perdas para a gigante do software. No período, a antiga dominação da marca perdeu espaço para novos modelos computação baseada na web e na mobilidade, criados por Google, Rim, Apple, Salesforce.com, entre outros.</p>
<p>Enquanto isso, as ações da Microsoft despencaram 50% durante a presença de Ballmer no cargo. Além disso, o público geral parece não gostar muito dele.</p>
<p>O executivo, como a Newsweek escreveu, “perdeu todas as grandes chances do mercado tecnológico durante a última década. Mas, ao mesmo tempo, é um erro dizer que Ballmer é um fracasso total como CEO. De várias formas, ele teve de jogar com as cartas que lhe foram dadas por Bill Gates, conforme as novas tecnologias foram surgindo em torno dele.&#8221;</p>
<p>Na verdade, em 2009, Ballmer fez muito para se redimir. Ele conseguiu cortar os gastos ao demitir 5.000 funcionários, orquestrou uma parceria de busca com o Yahoo (em vez de gastar 50 bilhões de dólares para comprá-lo) e supervisionou o lançamento do Windows 7.</p>
<p>Devido ao seu histórico positivo e negativo na Microsoft, há três razões para ele deixar a empresa e três razões para ficar nela.</p>
<h2>Três razões para Ballmer sair da Microsoft em 2010</h2>
<p></br></p>
<p><strong>As ações da Microsoft caíram muito</strong><br />
As ações da Microsoft caíram cerca de 50% durante a ocupação de Ballmer, atrapalhando não só outras companhias de tecnologia, mas até mesmo as médias industriais da Dow Jones. Os cortes nos gastos e o aumento das vendas corporativas do Windows 7 vão ajudar, mas Ballmer precisa encontrar novos meios para manter o Wall Street feliz em 2010.</p>
<p><strong>Ballmer deixou a Microsoft atrasar nas novas tecnologias</strong><br />
As críticas ao Windows Vista foram uma grande distração que prejudicou Ballmer, começando em 2007. Desde então, o Google tem continuado a avançar nas buscas, e a Apple dominou com MP3 players e serviços de música online, além de um fenômeno chamado iPhone. O sistema móvel Windows Mobile está quase morrendo e o Zune, apesar de ser um respeitável tocador de mídia, teve um investimento em marketing tão fraco que está beirando o esquecimento.</p>
<p>A pressão também é alta no serviço de buscas Bing. Ballmer está comprometido às pesquisas online. Ele planeja gastar entre 5,5 bilhões de dólares e 11 bilhões de dólares com o Bing durante os próximos cinco anos, além da parceria com o Yahoo.</p>
<p><strong>Ballmer deixou o Vista acontecer</strong><br />
O lançamento de sucesso do Windows 7 ofuscou as visões negativas do Windows Vista. Mas apesar do sistema ter sido abandonado, ele não foi esquecido e seu nome será sempre associado ao homem que o comandou: Steve Ballmer. As primeiras reclamações da lentidão do sistema e incompatibilidades de drivers e aplicativos gerou uma raiva e um sarro que nunca pararam. Mesmo depois das correções com os service packs, O Vista ainda era muito lento para sua época.</p>
<h2>Três razões para Ballmer ficar na Microsoft em 2010</h2>
<p></br></p>
<p><strong>O momento Windows 7</strong><br />
Ballmer também pode ser associado a uma história mais feliz sobre o Windows: o sucesso do Windows 7. Depois de mais de um ano em desenvolvimento, o Windows 7 se saiu bem com reviews positivos e um otimismo por parte dos consumidores e corporações. O sistema é tão flexível quanto o Vista foi rígido e se adapta melhor aos variados tipos de computadores no mercado atual. Se as vendas de PCs aumentarem em 2010, como previu o Gartner, Ballmer pode ter grande sucesso.</p>
<p><strong>A empresa está melhor depois dos cortes</strong><br />
Ninguém gosta de ouvir sobre cortes, mas Ballmer e sua equipe executiva conseguiram demitir 5000 funcionários em 2009, algo que foi bem visto pelos investidores e acionistas da companhia. e efficient.</p>
<p>Ballmer pode ser conhecido como o homem que cortou a gordura da Microsoft em 2009 e trabalhou uma companhia mais concentrada e focada em 2010.</p>
<p><strong>O amigo Bill Gates teria de demiti-lo</strong><br />
Steve Ballmer e  Bill Gates são amigos de infância, desde os anos 70, durante seus dias de Harvard até os dias em que um computador pessoal era apenas uma ideia. Gates já demonstrou que tem muita fé em Ballmer ao torná-lo CEO.</p>
<p>Demitir Ballmer seria uma consequência das próprias escolhas de Gates. E para mandar embora uma amizade de mais de 30 anos, ela teria de ser um desastre. Apesar do que muitos pensam de Ballmer, ele não é tão ruim. Mas se os acionistas continuarem reclamando sobre a liderança de Ballmer, Gates terá de tomar uma decisão difícil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/12/29/steve-ballmer-duvidas-rondam-a-permanencia-do-ceo-da-microsoft/">Computerworld</a></p>
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		<title>A falsa dicotomia: generalista versus especialista</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 15:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Dourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ronaldo Melo Ferraz 22 de Outubro de 2008 &#8211; 21:57 Um papo semi-presente na área de TI é a velha dúvida: generalista ou especialista? Como em essencialmente qualquer carreira em que a dicotomia é possível, há sempre uma grande questão em torno do que decidir quando se pensa em um plano para o futuro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Ronaldo Melo Ferraz<br />
22 de Outubro de 2008 &#8211; 21:57</em></p>
<p>Um papo semi-presente na área de TI é a velha dúvida: generalista ou especialista? Como em essencialmente qualquer carreira em que a dicotomia é possível, há sempre uma grande questão em torno do que decidir quando se pensa em um plano para o futuro.</p>
<p>De um lado, especialistas justificam sua escolha em termos de melhores salários, pouco rotatividade, maior reconhecimento. Do outro lado, os generalistas justificam com maior estabilidade, menos rotina, maior amplitude de oportunidade. Sempre há uma certa tensão entre as duas versões do profissional de TI e como qualquer dicotomia, geralmente a verdade é uma coisa inteiramente diferente.</p>
<p>No tempo que eu tenho de carreira, o que eu observo é que a dicotomia é inteiramente falsa. Se existe o bom profissional, não há como o mesmo ser especialista ou generalista. Em um área como a nossa, onde a velocidade de transformação é enorme, medida em meses e semanas ao invés de décadas e anos, qualquer coisa que não seja a fusão dos dois conceitos é simplesmente impensável.</p>
<p>Ironicamente, algumas das raízes dessa separação refletem, ou talvez até tenham sua origem, na antiga disputa entre consultores e empreendedores–centrada, por sua vez, na igualmente inválida dicotomia entre engenheiros e artesãos. Como a maioria das comparações feitas para explicar o desenvolvimento de software, as analogias passam longe de explicar a realidade.</p>
<p>Recentemente, a popularização de frameworks e linguagens fora do mainstream como Rails/Ruby e Django/Python permitiu uma rara observação de como qualquer separação explícita geralmente é de aplicação limitada.</p>
<p>Um caso usual é tomar um profissional que trabalha com uma dessas tecnologias, que está tentando sair do comum em seu trabalho, seja como forma de criar uma nova carreira ou mudar sua empresa para obter uma carreira mais interessante, e por via dessa necessidade forja uma aliança entre áreas díspares como gerência, design, usabilidade, programação e outras (às vezes acumulando todas essas funções sobre si mesmo) e usar isso como exemplo de que o generalizado é melhor do que o especializado.</p>
<p>O mesmo erro é tomar uma disciplina como medicina e usar para ilustrar a outra proposição. Enquanto o exemplo do parágrafo anterior é um erro ao assumir que o mesmo é um exemplo de arte, o segundo é um erro em assumir que “engenharia” é uma metáfora inteiramente válida para o desenvolvimento de software.</p>
<p>A realidade é que, como em qualquer área, o nosso grau de proficiência é inteiramente dependente do âmbito do que estamos fazendo no momento e das circunstâncias transitórias em que esse trabalho se exprime. A especialização, nesse sentido, vem mais como força da acumulação de experiência do que de uma escolha explícita.</p>
<p>Um desenvolvedor é um engenheiro? Sim. É um artista? Também. Por extensão, a mesma pergunta pode ser feita para a dicotomia inicial. É um generalista? Sim. É um especialista? Também.</p>
<p>Isso é o que Dave Thomas fala quando explica sobre o Dreyfus model. Você vai de um lado do espectro ao outro e às vezes está em vários pontos em várias áreas. Quando isso é considerado, a dicotomia cai imediatamente por terra.</p>
<p>Em última instância, como a maioria das preocupações similares, o único resultado da eterna discussão é o gasto de tempo e calorias que poderiam ser postos para melhor uso em projetos mais interessantes. Na próxima vez que alguém quiser discutir isso com você, dê de ombros e ignore. Você não estará perdendo nada de valor para sua carreira futura.</p>
<p>Atualização: A propósito, acabaram de chamar a minha atenção que o <a href="http://www.nomedojogo.com/" target="_blank">Carlos Brando</a> e o <a href="http://www.akitaonrails.com/" target="_blank">Fábio Akita</a> fazem essencialmente o mesmo ponto no <a href="http://www.nomedojogo.com/2008/10/22/rails-podcast-brasil-episodio-34-especial-rails-summit/" target="_blank">Rails Podcast Brasil #34</a> (a partir dos 37 min). Desnecessário dizer, concordo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://logbr.reflectivesurface.com/2008/10/22/a-falsa-dicotomia-generalista-versus-especialista/" target="_blank">Superfície Reflexiva</a></p>
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		<title>Business Intelligence &#8211; Um novo hábito, O problema do aculturamento das ferramentas e do processo de BI</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 00:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Dourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Patricia Helena da Silva Publicado em: 04/10/2007 Temos percebido no processo de pós-implantação de um projeto de BI que os usuários têm basicamente duas reações: A primeira de que como eles puderam sobreviver até hoje sem uma ferramenta adequada e sem um Data Warehouse. A segunda de que eles têm vontade de jogar tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: Patricia Helena da Silva<br />
Publicado em: 04/10/2007</em> </p>
<p>Temos percebido no processo de pós-implantação de um projeto de BI que os usuários têm basicamente duas reações: </p>
<p>A primeira de que como eles puderam sobreviver até hoje sem uma ferramenta adequada e sem um Data Warehouse. A segunda de que eles têm vontade de jogar tudo fora e voltar para as velhas fórmulas do Excel; </p>
<p>Não tenho nada contra, gosto muito do aplicativo, porém é triste ouvir em um treinamento a famigerada pergunta: “A ferramenta exporta para Excel?”. </p>
<p>E a segunda reação não acontece apenas quando o projeto é mal elaborado ou quando a ferramenta é ruim, acontece quando tudo foi muito bem sucedido e as ferramentas estão a todo vapor. O problema é A Nova Cultura. </p>
<p>Um relatório há cinco anos atrás era extraído da seguinte maneira: o solicitante pedia ao departamento de TI, que gerava uma query enorme, exportava para o Excel e compartilhava na rede com os usuários. Esse era o cenário mais comum nas empresas. </p>
<p>Quando os usuários se apoderaram de uma ferramenta e por trás dela havia todo um DW desenvolvido a pedido do usuário ele perdeu a figura do Analista de TI que o auxiliava no processo de extração, ou seja, não havia necessidade do entendimento. </p>
<p>Mas porque a dificuldade se os recursos são simples? Falta de mão de obra bi-lateral. Não temos analistas de negócios especializados em ferramentas e não temos pessoas especializadas na ferramenta que conheçam o negócio. O problema nasce, mais uma vez, na concepção do projeto. </p>
<p>Os Stakeholders do projeto fazem a escolha minuciosa de quais consultorias irão executar o projeto, mas se perdem no dever de casa: Quem irá auxiliar no dia a dia? </p>
<p>Esse cenário aconteceu no Boom! Dos ERP’s. Todos precisavam implementar, rápido, mas quem iria suportar? Hoje, as empresas amadureceram o conceito e tem mantido células ou departamentos inteiros para suportar suas aplicações integradas. Esperamos o mesmo para que os sistemas de BI venham cumprir o seu papel e a empresa possa ganhar uma nova cultura de utilização dos conceitos e das ferramentas de BI. </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.linhadecodigo.com/ArtigoImpressao.aspx?id=1482" target="_blank">Linha de Código</a></p>
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