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	<title>ADSystems - Agile Development Blog &#187; SOA</title>
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	<description>agilidade, scrum, tecnologia, costumes, humor, vídeos, cinema, música...</description>
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		<title>Rede de lojas Renner parte para computação em nuvem</title>
		<link>http://blog.adsystems.com.br/2009/11/08/rede-de-lojas-renner-parte-para-computacao-em-nuvem/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 15:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Dourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Rede de varejo adotou solução do Google e planeja, aos poucos, migrar mais soluções para o conceito de cloud computing por Felipe Dreher &#124; InformationWeek Brasil em 13 de outubro de 2009 Em fevereiro de 2009, a rede Lojas Renner começou a migrar aplicações para cloud computing. “Temos algumas soluções já funcionando e outras em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rede de varejo adotou solução do Google e planeja, aos poucos, migrar mais soluções para o conceito de cloud computing</strong></p>
<p><em>por Felipe Dreher | InformationWeek Brasil<br />
em 13 de outubro de 2009</em></p>
<p>Em fevereiro de 2009, a rede Lojas Renner começou a migrar aplicações para cloud computing. “Temos algumas soluções já funcionando e outras em piloto”, revela Leandro Fachin Balbinot, diretor de TI da rede de varejo, listando como exemplo do que roda em nuvem a ferramenta de controle de projetos corporativos e alguns portais com para compartilhamento interno de informações.</p>
<p>A estratégia de computação em nuvem da companhia nasceu em novembro do ano anterior com a identificação da necessidade de criar um portal de colaboração. Os três meses seguintes foram dedicados à aprovação das iniciativas e definição da arquitetura a ser utilizada.</p>
<p>A avaliação do conceito considerou parâmetros que passaram por escalabilidade e flexibilidade da solução, custo por licença, velocidade de implantação e independência &#8211; uma vez que os usuários ganham certa autonomia para lidar com a tecnologia, liberando a equipe de TI para atividades mais necessárias. “A alternativa mais adaptável seria do Google”, revela Balbinot, dizendo que o projeto entrou em produção em junho, promovendo colaboração entre áreas da empresa através de canais formais e redes sociais.</p>
<p>Os sistemas do fornecedor rodam sobre uma camada de soluções de transações internas da corporação. “Isso permite criar fluxos de trabalho com pessoas de outras áreas da empresa, flexibilizando a automatização de processo”, conta. Aos poucos mais coisas vão para nuvem. De acordo com o executivo, e-mail, agenda e mensageria estão sendo migrados para o conceito.</p>
<p>O CIO revela que todo o trabalho foi conduzido de forma a garantir segurança ao acesso das informações. “Fizemos vários testes para ter certeza de que não teríamos problema”, conta, citando cuidados tomados para não colocar aplicações de missão crítica no modelo. “Todas as informações voláteis, que não precisam de armazenagem histórica ou analítica complexa, ficam na nuvem”, revela o executivo, mencionando a existência de uma conexão segura entre Google e rede interna para mover as ações de negócio. Essa conversa entre os sistemas tem como suporte um software de BPM da Oracle.</p>
<p>Balbinot aponta para um fato que precisa ser dimensionado e considerado na migração para cloud: a velocidade das aplicações são, geralmente, mais lentas do que os softwares que rodam dentro da empresa. Mesmo assim, o diretor menciona que o impacto do projeto na infraestrutura tecnológica das Lojas Renner foi “muito pequeno”, uma vez que o poder de processamento encontra-se nos data centers do Google.</p>
<p>“O que tivemos que colocar, nesse início de projeto, foi o planejamento de provisão de usuários para controle de acesso e a parte de conexão segura. Feito isso, é um trabalho muito mais de arquitetura de computacional normal para conectar o sistema de acordo com o que ele precisa”, reflete o executivo, sem mencionar quantas licenças foram adquiridas ou funcionários inseridos na aplicação.</p>
<p>Um dos pontos que facilitou a incursão pela nuvem da rede de varejo reside numa TI baseada em arquitetura orientada a serviços (SOA) o que, na visão do diretor, permite uma conexão capaz de viabilizar modelos tecnológicos híbridos.</p>
<p>O sucesso obtido na experiência até o momento faz com que as Lojas Renner planeje novas tecnologias rodando em cloud. “Tudo que não for estratégico ou crítico, olharemos para migrar num futuro próximo”, arrisca, salientando que aplicações de rotina tendem a ir mais rapidamente para a nuvem. “Pegar uma aplicação interna específica é mais delicado”, avalia o CIO, vislumbrando que as empresas que já possuem uma TI robusta montada partirão aos poucos para o modelo, enquanto empresas nascentes tendem a &#8211; em alguns casos &#8211; até descartar a hipótese de adquiriremparques próprios.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://cwconnect.computerworld.com.br/cloudcomputing/2009/10/13/rede-de-lojas-renner-parte-computacao-em-nuvem/">CWConnect</a></p>
 <img src="http://www.adsystems.com.br/blog2/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=1729" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Debate: SOA está morto?</title>
		<link>http://blog.adsystems.com.br/2009/01/14/debate-soa-esta-morto/</link>
		<comments>http://blog.adsystems.com.br/2009/01/14/debate-soa-esta-morto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 10:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Dourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Postado por Dilip Krishnan &#038; Boris Lublinksy, traduzido por Douglas Masson em 13 Jan 2009 11:16 AM Anne Thomas Manes escreveu um obitu&#225;rio para SOA, alegando que: SOA encontrou seu falecimento em 1&#186; de Janeiro de 2009, quando foi eliminado pelo impacto da recess&#227;o econ&#244;mica. SOA &#233; sobreviveu por sua descend&#234;ncia: mashups, BPM, SaaS, Cloud [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Postado por <strong>Dilip Krishnan &#038; Boris Lublinksy</strong>, traduzido por <strong>Douglas Masson</strong>  em 13 Jan 2009 11:16 AM </em></p>
<p>Anne Thomas Manes escreveu um <a href="http://apsblog.burtongroup.com/2009/01/soa-is-dead-long-live-services.html" target="_blank"> obitu&aacute;rio para SOA</a>, alegando que:</p>
<blockquote><p> SOA encontrou seu falecimento em 1&ordm; de Janeiro de 2009, quando foi eliminado pelo impacto da recess&atilde;o econ&ocirc;mica. SOA &eacute; sobreviveu por sua descend&ecirc;ncia: mashups, BPM, SaaS, Cloud Computing e todas as outras abordagem de arquitetura que depende de &ldquo;servi&ccedil;os&rdquo;. </p></blockquote>
<p>Ela continua:</p>
<blockquote><p>Depois de ter sido considerada a salvadora da TI, SOA transformou-se em uma experi&ecirc;ncia fracassada &mdash; pelo menos para a maioria das empresas. SOA deveria reduzir custos e aumentar a agilidade em uma escala maci&ccedil;a. Salvo em situa&ccedil;&otilde;es raras, SOA falhou em entregar seus benef&iacute;cios prometidos. Depois de investir milh&otilde;es, sistemas de TI n&atilde;o s&atilde;o melhores do que antes. Em muitas empresas, as cosias est&atilde;o piores: custos est&atilde;o elevados, projetos demoram mais tempo e sistemas est&atilde;o mais fr&aacute;geis do que nunca. As pessoas que controlam as finan&ccedil;as j&aacute; est&atilde;o cansadas disso. Com o or&ccedil;amento apertado de 2009, a maioria das empresas cortou fundos para suas iniciativas SOA.</p></blockquote>
<p>Embora SOA tenha sido inicialmente adaptada principalmente por t&eacute;cnicos, sua base &eacute; mais neg&oacute;cios do que problemas t&eacute;cnicos. Mas eles foram introduzidos (e muitas vezes executados) pelos t&eacute;cnicos e vendedores, que estavam mais interessados nas tecnologias SOA (venda de software) do que no seu impacto sobre os neg&oacute;cios:</p>
<blockquote><p>As pessoas esqueceram o objetivo do SOA. Eles estavam muito envolvidos em debates bobos de tecnologia (ex:, &ldquo;qual &eacute; o melhor ESB?&rdquo; ou &ldquo;WS-* versus REST&rdquo;) e eles esqueceram a coisa mais importante: arquitetura.</p></blockquote>
<p>Uma incapacidade de mostrar um r&aacute;pido ROI levando tomadores de decis&otilde;es de neg&oacute;cio de v&aacute;rias empresas para longe do SOA:</p>
<blockquote><p>A esteria do SOA transformou-se em desilus&atilde;o SOA. Empres&aacute;rios deixaram de acreditar que SOA entregar&aacute; benef&iacute;cios espetaculares. &ldquo;SOA&rdquo; transformou-se em uma palavra m&aacute;. Ela precisa ser retirada do nosso vocabul&aacute;rio.</p></blockquote>
<p>Isso significa um enorme retrocesso da ind&uacute;stria de TI:</p>
<blockquote><p>O fracasso do SOA &eacute; tr&aacute;gico para as ind&uacute;strias de TI. As empresas necessitam desesperadamente fazer melhores arquiteturas para seus portf&oacute;lios de aplica&ccedil;&otilde;es. Orienta&ccedil;&atilde;o a Servi&ccedil;o &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o para integra&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida de dados e processos de neg&oacute;cios, isso permite a situa&ccedil;&atilde;o dos modelos de desenvolvimento, tais como mashups, e &eacute; fundador da arquitetura para SaaS e cloud computing.</p></blockquote>
<p>Ent&atilde;o o que vem agora? De acordo com Anne:</p>
<blockquote><p>Embora o termo &ldquo;SOA&rdquo; esteja morto, a exig&ecirc;ncia da arquitetura orientada a servi&ccedil;os est&aacute; mais forte do que nunca.</p></blockquote>
<p>Sua sugest&atilde;o &eacute; parar de falar sobre o SOA e come&ccedil;ar a falar sobre servi&ccedil;os (embora ela n&atilde;o esteja clara sobre a sua defini&ccedil;&atilde;o deste termo, deixando assim margem para interpreta&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&otilde;es erradas).</p>
<p>O post muito obviamente despertou rea&ccedil;&otilde;es entre alguns lideres nesta &aacute;rea.</p>
<p><a href="http://weblog.infoworld.com/realworldsoa/archives/2009/01/burton_group_as_1.html" target="_blank">David Linthicum</a> analisou o que deu errado, para parafrasear:</p>
<ul>
<li>Falta de arquitetos qualificados que entendem SOA.</li>
<li>Grandes empresas de consultoria focando mais em t&aacute;ticas e horas fatur&aacute;veis do que resultados</li>
<li>Os vendedores centralizaram demais na venda e n&atilde;o o bastante na solu&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Anunciar que o SOA &eacute; uma panac&eacute;ia para todos os males de TI</li>
</ul>
<p><a href="http://blogs.zdnet.com/service-oriented/?p=1243" target="_blank">Joe McKendrick</a> observa que o SOA &eacute; um estilo de arquitetura e n&atilde;o um produto:</p>
<blockquote>
<p>Sucesso do SOA &eacute; parte de um processo transformador que muda a forma como as organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o administradas e a forma de fazer neg&oacute;cios. Algumas organiza&ccedil;&otilde;es parecem s&oacute; &ldquo;entender isso&rdquo; depois de um tempo. Para muitas empresas, no entanto, o que eles v&ecirc;em como SOA &eacute; mais uma arquitetura JBOWS (Just a Bunch of Web Services). SOA &eacute; tecnologia e filosofia. A combina&ccedil;&atilde;o de tecnologias e abordagens empregadas para trabalhar na dire&ccedil;&atilde;o que mudar&aacute; SOA. H&aacute; alguns anos, web services foi visto como o caminho, ontem era o REST e web ou enterprise 2.0, agora &eacute; o cloud computing. A beleza do SOA &eacute; que ela foi concebida para ser independente das tecnologias ou protocolos subjacentes.</p>
</blockquote>
<p><a href="http://www.miko.com/?p=48" target="_blank">Miko Matsumura</a> ap&oacute;ia a sugest&atilde;o da Anne para alterar a terminologia, mas enfatiza o fato de que o conceito do SOA, especialmente a dimens&atilde;o dos neg&oacute;cios do SOA certamente sobreviver&aacute;:</p>
<blockquote><p>Eu acredito que utilizar o SOA como um termo certamente diminuir&aacute;, mas as estrat&eacute;gias de endere&ccedil;ar os problemas fundamentais ter&aacute; de continuar evoluir para fora do &ldquo;c&iacute;rculo&rdquo; do SOA. Ao mesmo tempo em que SOA est&aacute; morto, SOA tamb&eacute;m &eacute; inevit&aacute;vel &ndash; mas pode vir com um nome diferente. O DNA das grandes empresas exigir&aacute; interfaces para separar apropriadamente  o &ldquo;o que&rdquo; dos requisitos do &ldquo;como&rdquo; da implementa&ccedil;&atilde;o e o padr&atilde;o de design do SOA ser&aacute; o &uacute;nico que compreender&aacute; a vis&atilde;o de longo prazo da plataforma enterprise, multienterprise e &ldquo;cloud&rdquo;. Qualquer termo como SOA tem de experimentar o hype cycle que vai desde a m&iacute;stica ling&uuml;&iacute;stica, implementa&ccedil;&atilde;o, experimenta&ccedil;&atilde;o e eventualmente um grau da esteria de nomenclatura. SOA tem particularmente uma grande agenda e portanto um monte de pessoas abra&ccedil;aram isso na esperan&ccedil;a de que o SOA poderia ser seu salvador. Sinceramente eu vejo o mesmo tipo de padr&atilde;o no &ldquo;cloud&rdquo;, o que quer dizer que n&atilde;o &eacute; facilmente definido por um termo t&eacute;cnico, mas um conjunto de interesses pol&iacute;ticos vinculados a um conjunto de id&eacute;ias e realiza&ccedil;&otilde;es.</p></blockquote>
<p>Ele tamb&eacute;m adverte contra mais de uma rea&ccedil;&atilde;o, que &eacute; t&atilde;o comum na recente hist&oacute;ria da TI:</p>
<blockquote><p>Temor sobre a economia deveria pegar um assento traseiro no projeto de se tornar a mudan&ccedil;a que n&oacute;s precisamos. A era da rea&ccedil;&atilde;o emocional knee-jerk pode esperar ser relegado para 2008 (ou talvez no primeiro semestre de 2009) e n&oacute;s podemos caminhar juntos tanto para a re-vis&atilde;o quanto para reconstru&ccedil;&atilde;o da nossa infra-estrutura. Para compreender a grande vis&atilde;o n&oacute;s precisamos de cada uma e todas as pessoas tornem-se a mudan&ccedil;a que precisamos.</p></blockquote>
<p><a href="http://service-architecture.blogspot.com/2009/01/in-recession-its-even-more-about.html" target="_blank">Steve Jones</a> interpreta a declara&ccedil;&atilde;o da Anne como:</p>
<blockquote><p>Fornecedores est&atilde;o correndo do SOA como eles empurraram para voc&ecirc; coisas suficientes e agora eles querem empurrar toda a sua descend&ecirc;ncia: mashups, BPM, SaaS, Cloud Computing&hellip; A realidade &eacute; que de fato s&atilde;o os servi&ccedil;os que mais importam nesta fase do que em qualquer outra. Isto n&atilde;o significa que SOA est&aacute; morto, isso significa que a f&uacute;ria do marketing do T-SOA tem avan&ccedil;ado j&aacute; que n&atilde;o  ESBs e ferramentas Web Service n&atilde;o vendem mais. O que fica &eacute; o fato de que SOA, assim como seus servi&ccedil;os s&atilde;o o ponto de partida para SOA e n&atilde;o dessas tecnologias bonitas&hellip; Se voc&ecirc; adotar uma nova tecnologia sem que tenha uma mentalidade de servi&ccedil;o ent&atilde;o voc&ecirc; criar&aacute; um grau de desordem que far&aacute; aquela em que consultores e vendedores engordaram com EAI, parecer um problema trivial. Fazer Spaghetti dentro do seu firewall em grandes aplica&ccedil;&otilde;es &eacute; uma coisa, faz&ecirc;-lo atrav&eacute;s da internet e com milhares de pequenas aplica&ccedil;&otilde;es &eacute; completamente uma escala diferente do problema.</p></blockquote>
<p>Steve ent&atilde;o elabora a defini&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, promovendo uma abordagem de &ldquo;primeiro neg&oacute;cio&rdquo; e definindo-os como uma funcionalidade que pode ser exposta para o uso de outros:</p>
<blockquote><p>&hellip;voc&ecirc; precisa identificar seus servi&ccedil;os, entender o valor do neg&oacute;cio que eles fornecem, entender o custo do modelo para entregar esse valor e decidir sobre a abordagem da tecnologia adequada.</p></blockquote>
<p>Nick Gall, por outro lado, <a href="http://ironick.typepad.com/ironick/2009/01/long-live-the-web.html" target="_blank">discorda</a> com a forma com que Anne conduziu (&quot;longa vida aos servi&ccedil;os&quot;):</p>
<blockquote><p>Isto &eacute; pensamento de servi&ccedil;os, como convencionalmente entendido, que levou a confus&atilde;o em que n&oacute;s nos encontramos: fragmenta&ccedil;&atilde;o causada pelas interfaces de entidade especifica (servi&ccedil;os). Eu diria em no entando &quot;viva longa a web&quot;. Eu estou chocado que no post a Anne nem sequer menciona a web!</p></blockquote>
<p>Ele cita como exemplo de sucesso o Google, Amazon, at&eacute; mesmo o Salesforce e atribue a eles, a maior parte da alavancagem da arquitetura web, comunidade web e modelos de neg&oacute;cios web &quot;Web-orientation &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para a r&aacute;pida integra&ccedil;&atilde;o dos dados e processos de neg&oacute;cios, ele permite a modelos de desenvolvimento espec&iacute;ficos para cada situa&ccedil;&atilde;o, tais como mashups e &eacute; a arquitetura fundadora do SaaS e cloud computing&quot;.</p>
<p>E finalmente em uma vis&atilde;o similar, uma explos&atilde;o do passado de 2005 da <a href="http://www.pluralsight.com/community/blogs/dbox/archive/2004/12/29/4113.aspx" target="_blank">previs&atilde;o</a> de Don Box, que embora n&atilde;o relacionado nesta discuss&atilde;o, parece sugerir o mesmo: <blackquote>O termo SOA ser&aacute; espancado at&eacute; a morte e a industria de software investir&aacute; ou reciclar&aacute; alguns termos iguais para substitu&iacute;-lo.</blackquote> Certifique-se de checar o <a href="http://apsblog.burtongroup.com/2009/01/soa-is-dead-long-live-services.html" target="_blank">post</a> original da Annes.</p>
<p>Parece &oacute;bvio que mudando o nome provavelmente n&atilde;o corrigir&aacute; os problemas atuais do SOA, mas pode-se argumentar que com uma reorienta&ccedil;&atilde;o na arquitetura e nos aspectos de neg&oacute;cio, SOA v&aacute; para a frente. O que voc&ecirc; acha? SOA est&aacute; morto ou  vivo e saltitante?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infoq.com/br/news/2009/01/is-soa-dead" target="_blank">InfoQ</a></p>
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		<title>SOA e ITIL</title>
		<link>http://blog.adsystems.com.br/2008/12/02/soa-e-itil/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 18:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Dourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Itil]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[02/12/2008, 3:42 pm ITIL é um conjunto de boas práticas para gerenciar infraestrutura de TI. Bastante difundida no Brasil, a versão 3 já terá uma boa documentação em Português até o final deste ano de 2008 (veja este link do ITSMF Brasil). O que isto tem a ver com arquitetura orientada a serviços (SOA)? Tudo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>02/12/2008, 3:42 pm </em></p>
<p>ITIL é um conjunto de boas práticas para gerenciar infraestrutura de TI. Bastante difundida no Brasil, a versão 3 já terá uma boa documentação em Português até o final deste ano de 2008 (veja este link do <a href="http://www.itsmf.com.br/itsmf/site/segunda.asp" target="_blank">ITSMF Brasil</a>).</p>
<p>O que isto tem a ver com arquitetura orientada a serviços (SOA)? Tudo. Serviços que podem estar geograficamente dispersos, requerem inevitavelmente, um cuidado e atenção maior do pessoal de suporte e segurança (firewall etc).</p>
<p>O cenário atual não é um conjunto controlado e conhecido de servidores, típico das aplicações monolíticas. Agora temos um ou mais barramentos de integração (ESBs), conectando sistemas legados (alguns em mainframes), com serviços dispersos, internamente e externamente em fornecedores/clientes ou datacenters em algum lugar do mundo (cloud computing!), enfim…</p>
<p>Esta nova realidade requer um gerenciamento mais eficaz da infraestrutura na qual estão hospedados estes  serviços. Do contrário vamos ter um “caos” e, injustamente, SOA pode acabar como “culpada”.</p>
<p>Para evitar esta situação, mais do que nunca, a equipe de integração/arquitetura deve envolver o pessoal de suporte desde o início dos projetos.</p>
<p>É recomendado que o pessoal de infra, por sua vez, conheçam um pouco da idéia que está por trás dos “serviços dispessos em qualquer lugar do mundo” e saibam que existem boas práticas para lidar com esta nova realidade. ITIL é uma delas.</p>
<p>Se você tem interesse no assunto, recomendo fortemente a leitura <a href="http://soa.sys-con.com/node/702159/print" target="_blank">deste artigo</a>.</p>
<p><center><img src="http://www.adsystems.com.br/imagens/blog/itil.jpg" alt="" /></center></p>
<p>Fonte: <a href="http://soasimples.com/blog/?p=364" target="_blank">SOA, Simples Assim!</a></p>
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