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Carreira & Curriculo & TI André Dourado em 25 jan 2010

Mercado de TI busca profissionais com inglês fluente

Empresas de Tecnologia da Informação enfrentam dificuldades de recrutar profissionais que falam o idioma fluentemente, por isso Englishtown cria curso com conteúdo específico para esta área

Considerada um diferencial no mercado de trabalho, a fluência no inglês é essencial na área de Tecnologia da Informação (TI). Antigamente, as empresas de TI priorizavam a especialização técnica de seus profissionais. Hoje, com a globalização do mercado e o intercâmbio comercial entre os países, dominar uma língua estrangeira, especialmente o inglês, é fundamental. No entanto, recrutar profissionais que tenham esta qualificação é um desafio para as empresas da área.

De olho neste mercado, a Englishtown oferece um conteúdo específico para a área de TI. No curso, além de aprender o idioma, o aluno tem contato com termos técnicos da área e vivencia a experiências da rotina da área de tecnologia. Segundo a consultoria brasileira de TI, TOPMIND, é comum, neste mercado, que as empresas prospectem clientes em outros países. No entanto, elas não conseguem suprir suas necessidades de contratação de pessoal devido à dificuldade em encontrar profissionais preparados. Além disso, boa parte dos programas e softwares de tecnologia exige a compreensão do inglês. Sendo assim, o idioma é tão necessário na área operacional, quanto na executiva.

Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a fluência no inglês é um imperativo para que o mercado brasileiro seja competitivo. “A oferta de profissionais com fluência em inglês é fundamental para a competitividade de um País no que se refere aos serviços de TI. Porém, no Brasil, o número de trabalhadores bilíngües ainda é insatisfatório”, diz o executivo. Por outro lado, o cenário é animador para os profissionais que dominam o idioma. Estimativa aponta que aqueles que falam inglês ganham 25% a mais do que os profissionais que não têm fluência no idioma, segundo a TOPMIND.

Fonte: www.englishtown.com.br

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Carreira & Gartner & TI André Dourado em 22 jan 2010

Gartner prevê 4 novos perfis de profissionais na TI

De acordo com relatório, por uma pressão das empresas, os CIOs deverão ter 40% de suas equipes provenientes de outras áreas da companhia ou sem experiência em tecnologia

Redação da CIO Brasil
Publicada em 20 de janeiro de 2010 às 08h00

Por conta de um envolvimento cada vez maior da TI com questões relacionadas ao negócio, o CIO precisará diversificar sua atual equipe. A constatação faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Gartner e no qual são identificados quatro novos perfis de profissionais que devem ser incorporados à área de tecnologia da informação, mas que não têm conhecimentos técnicos.

O relatório do Gartner faz uma previsão de que, até o final de 2010, 40% das pessoas que se reportam à área de TI – seja de forma direta ou indireta – terão um foco bastante direcionado ao negócio ou não apresentarão um perfil tecnológico.

Focados em questões legais
Segundo o Gartner, 20% das duas mil maiores companhias do mundo devem incorporar a seus organogramas a função de gestor de suporte legal. O número fica bem acima dos 5% registrados em 2005.

As atribuições desse profissional contemplam a criação de políticas para a estruturar parcerias, a adequação operacional a normas regulatórias e a mediação das relações entre as áreas de TI e departamento jurídico. Em vez da contratação desses profissionais, as empresas podem optar pelo treinamento de executivos de segurança da informação em legislação.

Focados em arquivos digitais
Arquivistas digitais serão necessários para organizar e preservar arquivos digitais corporativos para fins legais e regulatórios. De acordo com as expectativas do Gartner, até 2012, 15% das empresas terão em seus quadros de pessoal funcionários responsáveis pelo arquivamento eletrônico de documentos. Em 2009, a presença desses profissionais não foi detectada em nem 1% das companhias.

Quanto ao perfil de quem pode ocupar essa posição, estão pessoas com formação em biblioteconomia ou antigos funcionários já em fase de aposentadoria.

Focados em gestão das informações de negócio
Com base em pesquisa realizada pelo Gartner de junho a agosto de 2009, 20% dos gestores de negócios classificaram como “pobres” as informações que recebem dos departamentos de TI. Assim, os CIOs cada vez mais serão cobrados por, dentro de suas equipes, criar uma área específica para gestão de dados.

Ainda de acordo com a consultoria, até 2013, 20% das organizações já devem ter criado essa função.

Focados na arquitetura de dados corporativos
Assim como acontece na TI, as áreas de negócios também precisarão de profissionais responsáveis por questões como taxonomia, modelos de documentos e templates de apresentação. No entanto, a principal atribuição desse colaborador será de desenvolver maneiras para a utilização dos dados – estruturados ou não – armazenados nos data centers da companhia. Em alguns casos, o arquiteto de informação pode ser a mesma pessoa que assumiu a gestão dos dados.

Fonte: CIO

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CIO & Carreira & Curriculo & TI André Dourado em 17 jan 2010

CIOs estão menos preocupados com alinhamento entre TI e negócios

Os dados do estudo ‘The State of the CIO 2010′ mostram também que, neste ano, aumentou o número de gestores com perfil operacional

CIO/EUA
Publicada em 15 de janeiro de 2010 às 09h05

linhar TI e negócios continua a ser a principal preocupação dos CIOs. Contudo, o estudo The State of the CIO 2010 – levantamento realizado com 594 líderes da área de tecnologia da informação de médias e grandes empresas de todo o mundo – mostra que, nos últimos dois anos, caiu de 82% para 64% o volume de gestores que apontaram essa como sua principal atividade.

Para o vice-presidente da área de TI e comunicação da agência de viagens BCD Travel, Hilton Sturisky, uma das justificativas para que os profissionais se sintam menos pressionados a alinhar tecnologia e negócios está no fato de que, nos últimos anos, eles passaram a não olhar apenas para dentro da organização e começaram a se preocupar também com os clientes.

A percepção de Sturisky se confirma no The State of the CIO. O estudo deste ano mostra que dos 62% de executivos que tiveram de postergar ou cancelar projetos de TI, a maioria cita que a ação foi motivada pelo fato de que a iniciativa não traria resultados em termos de aumento de vendas e receita para a organização.

A crise financeira também teve efeitos diretos na postura dos gestores de tecnologia, os quais tiveram de se envolver mais com atividades operacionais do que antes. Enquanto que, no estudo de 2009, 52% dos CIOs usavam a maior parte do tempo para atividades relacionadas à transformação, neste ano, essa porcentagem caiu para 45%. Por outro lado, cresceu de quase 30% para 34% o volume de executivos que passaram a dedicar a maior parte do dia a iniciativas consideradas operacionais.

(Kim S. Nash)

Fonte: CIO

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CIO & Humor & TI André Dourado em 14 jan 2010

Os oito perfis de profissionais que atuam na área de TI

Uma visão divertida das pessoas que hoje compõem a equipe comandada pelos CIOs e os motivos que as levam a ser consideradas diferentes dentro da organização

Computerworld/EUA
Publicada em 13 de janeiro de 2010 às 12h30

De forma geral, os profissionais da área de TI são vistos como um grupo à parte dentro da organização. Os assuntos com os quais eles lidam e a dificuldade de se comunicar com o restante da organização faz com que a equipe comandada pelo CIO se afaste do resto da companhia.

Como forma de mapear hoje o perfil das pessoas que optam pela área de TI, o Computerworld criou um guia divertido e que pode ajudar o gestor de TI a identificar e entender melhor os profissionais de sua equipe.

1. O terno vazio
Cargos: Gerente de TI e analista de negócios
Perfil: Contratado para ser uma ligação entre a gestão de alto nível e os técnicos. Atua como um intermediário durante as visitas de clientes. Decorou a maioria das siglas importantes e domina a arte de assentir conscientemente em reuniões e, em seguida, navegar pela Wikipedia para descobrir sobre o que se estava falando. Em alguns casos, pode ter um diploma ou certificado de alguma instituição online duvidosa.

Hobbies: Controlar os novatos
Último livro lido: “O Manifesto ClueTrain”
Maior realização: Perder propositalmente jogos de golfe para os demais executivos da companhia
Traços marcantes: Imitações baratas de roupas
Ídolo: Michael Dell
É parecido com: Michael Scott (Steve Carrel) da série de TV “The Office”

2. O assustador administrador de sistemas
Cargos: Administrador de rede e administrador de bancos de dados.
Perfil: A companhia não funciona sem sua presença – e esse profissional sabe disso. Felizmente, ele gosta mais de lidar com máquinas do que com pessoas, então o restante da empresa pode ficar tranquilo e confiante, porque ele gasta mais tempo do que o necessário para manter os sistemas ativos.

Hobbies: Ganhar certificados, escrever subrotinas de segurança para redes em código binário para proteger dados do setor
Último livro lido: “O Livro Completo de Truques Sujos” (Get Even: The Complete Book of Dirty Tricks, en inglês)
Maior realização: Manteve toda a rede refém ao se recusar a fornecer as senhas para o “Terno Vazio”
Traços marcantes: Algemas e um macacão laranja
Ídolo: Terry Childs (ex-administrador de redes nos EUA que ganhou notoriedade ao bloquear o acesso a uma rede em São Francisco, Estados Unidos)
É parecido com: Terry Childs

3. A barricada humana
Cargos: Desenvolvedor de software, arquiteto empresarial e administrador de sistemas.
Perfil: Independentemente do projeto ou tarefa apresentados, a “barricada humana” sempre responde da mesma forma: não é possível. A resposta é seguida por uma lista dolorosamente detalhada de todas as razões pelas quais o projeto custará muito, terá baixo rendimento ou não poderá ser integrado no tempo necessário. E, é claro, foi uma má ideia desde o começo.

Hobbies: Reclamar
Último livro lido: “Odeio Esse Lugar: O Guia da Vida para o Pessimista” (I Hate This Place: The Pessimist’s Guide to Life, em inglês).
Maior realização: Não ter realizado nada desde 1979
Traços marcantes: Camisesta com gola polo, calça cáqui e ainda carrega uma régua de cálculo
Ídolo: O personagem Eeyore – o burrinho do desenho animado o “Ursinho Pooh”
Mais se parece com: O androide paranóico Marvin, de “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy”

4. O zangão irritado do suporte
Cargo: Técnico de suporte
Perfil: Contratado para andar de mesa em mesa consertando computadores de pessoas que parecem não valer o seu tempo. Fará o que você pedir e nada a mais. Sabe mais do que você em relação a computadores – algo que ele consegue provar em todas as conversas – mas não está interessado em compartilhar informações úteis.

Hobbies: Armas, tiroteios e atos de violência aleatórios
Último livro lido: “Qual a Cor do Seu Paraquedas?” (What Color is Your Parachute?, em inglês)
Maior realização: Morte tripla jogando Halo
Traços marcantes: Carranca permanente e tênis Nike de 1982
Ídolo: William “D-fens” Foster (Michael Douglas) em “Um Dia de Fúria”
Mais se parece com: Milton Waddams (Stephen Root) em “Office Space”

5. O Supernerd
Cargos: Engenheiro de softwares e programador sênior.
Perfil: Inteligente, lógico e anti-social ou, em outras palavras, o que a maioria das pessoas pensa de um profissional de TI. O Supernerd pode ser classificado como introvertido, com pensamento intuitivo e julgador de caráter. Se ele precisar se comunicar com seres de inteligência inferior (exemplo: você), prefere fazer isso por e-mail.

Hobbies: O que são essas coisas chamadas hobbies?
Último livro lido: “Código: A Linguagem Oculta de Hardware e Software de Computadores” (Code: The Hidden Language of Computer Hardware and Software, em inglês)
Maior realização: Reescrever completamente e analisar cada linha do código de um sistema sem ninguém ter percebido
Traços marcantes: Algumas vezes confunde a vida real com Second Life ou digita no ar sem perceber
Ídolo: Mr. Spock
Mais se parece com: Dr. Sheldon Cooper (Jim Parsons), da série de TV “The Big Bang Theory”

6. O fã de sistemas operacionais
Cargos: Help desk, técnico de suporte, programador.
Perfil: Há apenas um caminho verdadeiro – e, mais importante, apenas um sistema operacional verdadeiro – para essa pessoa. Todos aqueles que não acreditam nisso são tolos, cujas necessidades tecnológicas serão ignoradas. Apesar de, na maioria dos casos, associados aos produtos da Apple, algumas vezes também gostam das plataformas Windows ou até mesmo Linux. Todas as conversas terminam com justificativas sobre as razões pelas quais o sistema operacional dele é melhor, apesar da companhia não utilizá-lo.

Hobbies: Retrucar comentários de artigos online que criticam o sistema operacional de sua escolha
Último livro lido: Nenhum; apenas lê blogs sobre o seu sistema operacional favorito
Maior realização: Crackear o iPhone, manter-se aliado ao Windows Vista, controlar todas as editorias da Ubuntu wiki
Traços marcantes: Botões de orelha branca, camiseta original estilo Microsoft Bob, um pinguim empanado
Ídolos: Steve Wozniak, Bill Gantes, Linus Torvalds
Mais se parece com: Steve Ballmer

7. O promessinha
Cargos: Outbound de vendas, desenvolvedor de negócios
Perfil: Não há nada que essa pessoa não diga para fechar um negócio. Você quer recursos que o produto original não tem? Fechado. Se precisa de algo em seis meses, o “promessinha” conseguirá em três. É claro, ele não tem que entregar nada – esse é um trabalho para os desenvolvedores. Atrasos, gastos excessivos e recursos extras serão a dor de cabeça de outra pessoa.

Hobbies: golfe, Michelob Ultra
Último livro lido: “A Arte da Guerra” (Sun Tzu)
Maior realização: Fechar um negócio de software corporativo de milhões de dólares usando uma versão de demonstração baixada da internet
Traços marcantes: Sorriso de vendedor de carros usados.
Ídolo: Blake (Alec Baldwin) em “O Sucesso a Qualquer Preço”
Mais se parece com: Jack Donaghy (Alec Baldwin) em “30 Rock”

8: O vulto
Cargos: Desconhecidos
Perfil: Não é problema meu, não é meu trabalho, não é culpa minha – esse é o slogan do Vulto que, de alguma forma, consegue ocupar espaço no departamento de TI (e receber um pagamento) sem preenchê-lo. Ninguém sabe ao certo o que o Vulto faz, sempre porque ele ou ela se tornou um expert em não fazer quase nada. Com o tempo, o Vulto pode receber responsabilidades de gestões, para depois evoluir para a “barricada humana”.

Hobbies: Vender hardware não usado pela empresa no eBay durante o almoço
Último livro lido: “Ninjutsu: A Arte da Invisibilidade” (Ninjutsu: The Art of Invisibility, em inglês)
Maior realização: Tirar um mês de férias sem que o chefe percebesse
Traços marcantes: Nenhum
Ídolo: Sargento Schultz (John Banner) em “Hogan’s Heroes”
Mais se parece com: Uma célula não identificada na folha de pagamento

(Dan Tynan)

Fonte: CIO

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Carreira & Curriculo André Dourado em 12 jan 2010

Saiba como se preparar para uma entrevista de emprego em inglês

Há maneiras de evitar possíveis engasgos na hora de se apresentar. G1 preparou dicas que ajudam no preparo. Confira.

Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo

Quem está com o inglês um pouco “enferrujado” ou não domina completamente o idioma sabe: passar por uma entrevista de emprego na língua estrangeira dá aquele friozinho na barriga. Segundo especialistas, não adianta mentir na hora de colocar o nível do inglês no currículo, pois o entrevistador descobrirá a verdade. Há, porém, maneiras de se preparar e evitar possíveis engasgos, treinando com antecedência como se apresentar no idioma.

De acordo com coordenador de processos pedagógicos da rede de escolas de inglês CNA, Jaime Cará Júnior, é importante que o candidato treine os termos em inglês da área de atuação. Conhecer sobre a empresa e saber como falar sobre a companhia em inglês é outra questão importante.

Uma linguagem rica em adjetivos e sem gírias também é bem vista, afirma o especialista. De acordo com Cará Júnior, as entrevistas em inglês costumam fazer com que os candidatos se expressem na língua e não apenas respondam as perguntas com “Yes, I do” e “No, I don’t” (que significa sim e não).

Mesmo que o candidato responda uma frase curta, o entrevistador forçará a pessoa a se expor, seja fazendo uma nova pergunta, seja pedindo para ele explicar melhor a situação.

Por isso, quando treina com antecedência, o candidato consegue dar respostas mais completas e evita futuras perguntas do entrevistador, afirma Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico da rede de escola de idiomas Cultura Inglesa. “O candidato não é pego de surpresa”, diz.

Segundo Lizika, outro benefício de estudar em casa é que o candidato vai à entrevista seguro e corre menos riscos de travar na hora de falar em inglês. Segundo ela, mesmo que o profissional não tenha um idioma afiado, ele pode causar boa impressão só pelo fato de estar tranqüilo e ter boa desenvoltura. “O ideal é não ter medo de estar enferrujado e mostrar confiança. A primeira impressão é a que fica”.

Por no papel

Cará Júnior, da CNA, indica ainda que o candidato treine escrevendo sobre si mesmo, sobre o trabalho e sobre experiências profissionais em inglês. “Ao escrever, a pessoa terá a necessidade de usar certas palavras e estruturas que não seriam lembradas ao falar”, explica. Segundo ele, a escrita já é uma forma de estudar. “Não adianta abrir o livro de inglês e achar que está estudando. É preciso ter foco”, diz.

Procurar rotas diferentes para explicar situações também é uma forma de não travar na hora da entrevista. Se o candidato não lembra como dizer determinada estrutura, o ideal é dizer a mesma coisa de maneira mais simples, fazendo-se compreensível.

Tempos verbais

Segundo Cará Júnior, é importante atentar-se aos tempos verbais. Se a pergunta é sobre planos e objetivos, é importante lembrar quais são as expressões usadas para falar sobre o futuro. Se a questão é sobre experiências profissionais, vale relembrar as estruturas usadas para falar sobre o passado. Responder as perguntas em voz alta e olhando para espelho são dicas para treinar a pronúncia.

Seleção

De acordo com Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, empresa que seleciona jovens para programas de trainee e estágio, os selecionadores costumam pedir que os candidatos falem de seu histórico profissional, façam uma apresentação e digam sobre a profissão que escolheram. “A entrevista não sai muito disso”, diz.

Ela afirma que é valido o candidato treinar antes da entrevista, uma vez que, quanto mais se preparar para a seleção, mais chances o profissional terá. “Ao treinar, o candidato ficar mais tranqüilo e na hora mostra o inglês que tem. Ele deve se preparar para falar sobre ele”, diz.

Na Cia de Talentos, porém, os candidatos passam por testes online de inglês antes de serem chamado para entrevista, o que já seleciona pessoas que têm o nível desejável para a vaga.

Interesse

De acordo com Cará Júnior, a partir do nível intermediário de inglês o candidato já consegue participar de uma entrevista no idioma, desde que seja um bom aluno.

O importante, porém, segundo os especialistas, é nunca mentir o nível e sempre mostrar interesse em aprender. Renata, da Cia de Talentos, diz que um candidato ganha pontos se, ao assumir que não tem um bom inglês, demonstrar ter vontade de aprimorar o idioma. “Se a vaga não exige o inglês com urgência, o candidato pode ser considerado”, disse.

Fonte: G1

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Carreira & Curriculo André Dourado em 03 jan 2010

TV Ideal – Pergunte ao Headhunter – Oportunidades em SP Capital

No programa “Pergunte ao Headhunter” da extinta TV Ideal, o headhunter Carlos Melo avalia as oportunidades de carreira na cidade de São Paulo.

Será que é nesta grande metrópole que se encontram os melhores empregos e qual a tendência em relação ao desenvolvimento de carreira.

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Agile & Scrum & TI André Dourado em 02 jan 2010

Excelente software de Kanban

Para quem procura um software interessante e fácil de usar, para colocar seu quadro Kanban no ar, experimente o “LeanKit Kanban”.

Se você tem um único quadro e apenas 5 pessoas no time, ele é gratuito. Para um maior número de pessoas no time e múltiplos quadros, o software passa a ter custos a partir de US$ 19,00 mensais. Há ainda uma versão community disponível.

O site onde o software pode ser encontrado: http://www.leankitkanban.com

Alguns filminhos demonstrando seu uso:

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Notícias & Opinião & TI André Dourado em 02 jan 2010

Steve Ballmer: dúvidas rondam permanência do CEO da Microsoft

Com base no histórico de 13 anos do executivo foi possível mapear as razões pelas quais ele deve permanecer ou sair da empresa em 2010.

Por CIO/EUA
29 de dezembro de 2009 – 14h41

Depois que a revista norte-americana Newsweek previu que Steve Ballmer deve deixar a posição de CEO da Microsoft em 2010, esse assunto tem merecido acaloradas discussões no mercado de tecnologia. Para piorar, o executivo não fez parte da recente lista dos 100 melhores presidentes eleitos pela Harvard.

Em janeiro, Ballmer completa 13 anos na Microsoft. Foi uma década de ganhos e perdas para a gigante do software. No período, a antiga dominação da marca perdeu espaço para novos modelos computação baseada na web e na mobilidade, criados por Google, Rim, Apple, Salesforce.com, entre outros.

Enquanto isso, as ações da Microsoft despencaram 50% durante a presença de Ballmer no cargo. Além disso, o público geral parece não gostar muito dele.

O executivo, como a Newsweek escreveu, “perdeu todas as grandes chances do mercado tecnológico durante a última década. Mas, ao mesmo tempo, é um erro dizer que Ballmer é um fracasso total como CEO. De várias formas, ele teve de jogar com as cartas que lhe foram dadas por Bill Gates, conforme as novas tecnologias foram surgindo em torno dele.”

Na verdade, em 2009, Ballmer fez muito para se redimir. Ele conseguiu cortar os gastos ao demitir 5.000 funcionários, orquestrou uma parceria de busca com o Yahoo (em vez de gastar 50 bilhões de dólares para comprá-lo) e supervisionou o lançamento do Windows 7.

Devido ao seu histórico positivo e negativo na Microsoft, há três razões para ele deixar a empresa e três razões para ficar nela.

Três razões para Ballmer sair da Microsoft em 2010


As ações da Microsoft caíram muito
As ações da Microsoft caíram cerca de 50% durante a ocupação de Ballmer, atrapalhando não só outras companhias de tecnologia, mas até mesmo as médias industriais da Dow Jones. Os cortes nos gastos e o aumento das vendas corporativas do Windows 7 vão ajudar, mas Ballmer precisa encontrar novos meios para manter o Wall Street feliz em 2010.

Ballmer deixou a Microsoft atrasar nas novas tecnologias
As críticas ao Windows Vista foram uma grande distração que prejudicou Ballmer, começando em 2007. Desde então, o Google tem continuado a avançar nas buscas, e a Apple dominou com MP3 players e serviços de música online, além de um fenômeno chamado iPhone. O sistema móvel Windows Mobile está quase morrendo e o Zune, apesar de ser um respeitável tocador de mídia, teve um investimento em marketing tão fraco que está beirando o esquecimento.

A pressão também é alta no serviço de buscas Bing. Ballmer está comprometido às pesquisas online. Ele planeja gastar entre 5,5 bilhões de dólares e 11 bilhões de dólares com o Bing durante os próximos cinco anos, além da parceria com o Yahoo.

Ballmer deixou o Vista acontecer
O lançamento de sucesso do Windows 7 ofuscou as visões negativas do Windows Vista. Mas apesar do sistema ter sido abandonado, ele não foi esquecido e seu nome será sempre associado ao homem que o comandou: Steve Ballmer. As primeiras reclamações da lentidão do sistema e incompatibilidades de drivers e aplicativos gerou uma raiva e um sarro que nunca pararam. Mesmo depois das correções com os service packs, O Vista ainda era muito lento para sua época.

Três razões para Ballmer ficar na Microsoft em 2010


O momento Windows 7
Ballmer também pode ser associado a uma história mais feliz sobre o Windows: o sucesso do Windows 7. Depois de mais de um ano em desenvolvimento, o Windows 7 se saiu bem com reviews positivos e um otimismo por parte dos consumidores e corporações. O sistema é tão flexível quanto o Vista foi rígido e se adapta melhor aos variados tipos de computadores no mercado atual. Se as vendas de PCs aumentarem em 2010, como previu o Gartner, Ballmer pode ter grande sucesso.

A empresa está melhor depois dos cortes
Ninguém gosta de ouvir sobre cortes, mas Ballmer e sua equipe executiva conseguiram demitir 5000 funcionários em 2009, algo que foi bem visto pelos investidores e acionistas da companhia. e efficient.

Ballmer pode ser conhecido como o homem que cortou a gordura da Microsoft em 2009 e trabalhou uma companhia mais concentrada e focada em 2010.

O amigo Bill Gates teria de demiti-lo
Steve Ballmer e Bill Gates são amigos de infância, desde os anos 70, durante seus dias de Harvard até os dias em que um computador pessoal era apenas uma ideia. Gates já demonstrou que tem muita fé em Ballmer ao torná-lo CEO.

Demitir Ballmer seria uma consequência das próprias escolhas de Gates. E para mandar embora uma amizade de mais de 30 anos, ela teria de ser um desastre. Apesar do que muitos pensam de Ballmer, ele não é tão ruim. Mas se os acionistas continuarem reclamando sobre a liderança de Ballmer, Gates terá de tomar uma decisão difícil.

Fonte: Computerworld

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CIO & Gestão & TI André Dourado em 01 jan 2010

Livro retrata o caminho para uma TI de sucesso

O ‘World Class IT’, escrito por Peter A.High, apresenta uma série de métricas para que o CIO consiga analisar o progresso das iniciativas para criar um departamento realmente eficiente

CIO/EUA
Publicada em 30 de dezembro de 2009 às 08h00

Nada de tendências tecnológicas, como cloud computing (computação em nuvem) ou redes sociais, o recém-lançado livro World Class IT (ainda sem tradução para português), escrito pelo consultor Peter A. High, provê sólidos conselhos para o CIO transformar a gestão da TI para que ela consiga contribuir de forma efetiva para o sucesso dos negócios.

Além de questões práticas relacionadas a maximizar o tempo de vida dos sistemas e alinhar a TI às estratégias corporativas, o livro ensina como os CIOs deveriam lidar com essas questões do ponto de vista de pessoas e do desenvolvimento de uma infra-estrutura de TI mais confiável.

Ao longo do livro, o autor fornece ainda uma série de métricas que o gestor de TI pode usar para avaliar seu progresso ao longo das iniciativas. Essas ferramentas representam uma das partes mais valiosas da obra, especialmente para os departamentos de TI que hoje ainda sofrem para provar sua performance.

Vale destacar que High afirma que a jornada para transformar a TI tradicional em um departamento de classe mundial pode demandar diversos anos e isso tende a deixar muitos CIOs desanimados.

Fonte: CIO

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Carreira & Curriculo André Dourado em 27 dez 2009

Pesquisa aponta as áreas que mais requisitaram o profissional maduro em 2009

RIO – O ano de 2009 mostrou que os profissionais acima de 40 anos têm seu espaço no mercado de trabalho e que há muitas oportunidades para esse perfil. Este ano, mais de 167 mil candidatos desta faixa etária tiveram seu currículo visualizado pelas empresas usuárias do Curriculum.com, site de recrutamento e seleção. Atualmente, segundo pesquisa coordenada pelo site, 183 mil candidatos com mais de 40 anos estão empregados.

Os dez setores que mais requisitaram o profissional desta faixa etária, segundo a pesquisa do Curriculum.com, foram: indústria metalúrgica; indústria alimentícia (alimentos e bebidas); comércio varejista; indústria automobilística; bancos e instituições financeiras; empresas de auditoria, gestão e assessoria empresarial; comércio atacadista; construção civil; empresas de logística: transportes, distribuição e armazenagem; e indústria química (farmacêuticas e cosméticos). O indivíduo com este perfil também tem encontrado oportunidades em consultoria empresarial, informática e tecnologia da informação, assim como em hospitais e estabelecimentos da área de saúde ou em escolas e demais instituições de ensino em geral.

Rodolfo Ohl, diretor do site MonsterBrasil.com, também especializado em recrutamento e seleção on-line, concorda que houve um aumento da procura por profissionais maduros e enfatiza que, em geral, em todos os setores onde há escassez de mão-de-obra, encontram-se oportunidades para profissionais com mais de 40 anos. As áreas de TI e Engenharia, diz Ohl, são exemplos disso. Ele lembra que há casos de profissionais que já estavam aposentados, mas que voltaram ao mercado de trabalho ao receberem propostas atraentes nessas áreas.

Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com, afirma que profissionais com idade mais avançada que demonstrem energia são a melhor opção quando se deseja unir experiência com foco de atuação. Por isso, em geral, são os mais procurados para cargos de liderança, como os de média e alta gerência, que exigem sólida experiência.

- Os resultados comprovam que há muito espaço para esse tipo de candidato no mercado e que o preconceito com relação a pessoas acima da casa dos 40 é cada vez mais um preconceito. Se esses profissionais se mantiverem ativos e com vontade de aprender, eles podem oferecer experiências valiosas para as demandas atuais das empresas – diz Abrileri, lembrando que, estar atualizado e conectado às novas tecnologias, principalmente com a internet, é fator essencial para se recolocar no mercado, tenha o profissional 20, 30, 40 anos ou mais.

Fonte: O Globo

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