Feed Artigos Comentários


Carreira &CIO &TI André Dourado em 06 jul 2010

Pesquisa: redes sociais viram ferramenta para recrutamento de profissionais

Especialista cita os quatro motivos que têm motivado o crescimento da demanda por esses ambientes para busca de talentos

IDG News Service
Publicada em 30 de junho de 2010 às 15h22

Este ano, 92% dos profissionais que atuam na área de recursos humanos pretendem utilizar as redes sociais para contratação. O dado faz parte de uma pesquisa internacional divulgada nesta quarta-feira (30/6) pela Jobvite, empresa norte-americana que atua no mercado de soluções para recrutamento.

A pesquisa indica que esses profissionais consideram as redes sociais como canais interessantes para a seleção de candidatos de qualidade. Um benefício que tem impulsionado o crescimento no número de corporações que pretendem usar os ambientes colaborativos para buscar profissionais.

Do lado dos profissionais, seguem quatro razões que justificam o uso das redes sociais como forma de se tornar mais atraente para possíveis empregadores:

1. As empresas que mais crescem no mercado oferecem oportunidades nas redes sociais

As corporações que estão contratando mais pessoas em um menor período de tempo “são aquelas que estão mais agressivas no recrutamento social”, diz o CEO da Jobvite, Dan Finnigan.

“As companhias com mais oportunidades de emprego estão buscando profissionais melhores e mais capacitados por meio do recrutamento em redes sociais”, complementa.

2. Tenha acesso primeiro às oportunidades

Os resultados da pesquisa da Jobvite mostram que os empregadores preferem usar sites de redes sociais para o recrutamento, porque, além de ser facilmente acessível, ainda é uma ação barata e fácil. Twittar uma nova vaga que precisa ser preenchida não custa um centavo, por exemplo.

3. Empregadores usam cada vez mais LinkedIn, Facebook e Twitter

De acordo com levantamento da Jobvite:

  • 73% dos entrevistados usam sites de redes sociais ou sites de mídia social durante o recrutamento.
  • 92% usam ou planejam recrutar candidatos por meio de redes sociais em 2010
  • 78% usam o LinkedIn para processos seletivos, 55% usam o Facebook (15% superior ao ano de 2009) e 45% usam o Twitter (32% superior ao ano de 2009).
  • Um terço dos entrevistadores sempre verifica o perfil dos candidatos nas mídias sociais
  • 58% dos entrevistados têm obtido sucesso com a contratação por meio de sites de redes sociais.

4. Mudanças nos métodos de divulgação das vagas

Além disso, o investimento nos tradicionais métodos de seleção está caindo. Segundo a pesquisa da Jobvite, 36% dos entrevistados dizem que planejam gastar menos com anúncio de vagas em placas, enquanto 38% gastará menos com empresas tercerizadas de contratação.

Ao todo foram entrevistados 825 prossionais de RH e apenas 3% deles são clientes da Jobvite.
(Meridith Levinson)

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 406 vezes.

Carreira &Humor André Dourado em 22 jun 2010

O Consultor (velha mas muito boa…)

Um pastor de ovelhas estava cuidando de seu rebanho, quando surgiu, pelo inóspito caminho, uma Pajero 4×4 toda equipada.
Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapatos moderníssimos
bicolores, que disse:
- Senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?
- Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.
Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta, via celular, à Internet, baixa uma base de dados, entra no site da NASA, identifica a área do rebanho por satélite, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa uma tabela do Excel com execução de macros personalizada, e depois de três horas, diz ao velho:
- O senhor tem 1.324 ovelhas, e quatro podem estar grávidas.
O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido, poderia levar a ovelha.
O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero.
Quando estava saindo, o velho perguntou:
- Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a ovelha?

Duvidando que acertasse, o cara concorda.
- O senhor é Consultor, diz o velhinho! . . …
Incrível! Como adivinhou?
- Quatro razões:
- Primeiro, pela frescura;
- Segundo, veio sem que eu o chamasse;
- Terceiro, me cobrou para dizer algo que já sei.
- Quarto, nota-se que não entende porra nenhuma do que está falando:
- Devolve já o meu cachorro!

| Tagged ,
Post visualizado 354 vezes.

Humor &TI André Dourado em 09 jun 2010

ROI (Retorno do Investimento) de Software…

Fonte: Geek and Poke

| Tagged ,
Post visualizado 381 vezes.

Carreira &Curriculo André Dourado em 04 jun 2010

As 13 perguntas mais clássicas de entrevista de emprego

Saiba como responder as questões mais cabulosas durante uma entrevista de emprego

Talita Abrantes, de EXAME.com
03/06/2010 | 11:52

São Paulo – A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.

“Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador”, diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.

Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

1.Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.

“Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação”, afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.

De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa de Carreira do grupo Veris, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.

2.Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.

Nesse contexto, por exemplo, “o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa”, exemplifica Irene. Ou, “admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa”, diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.

3.Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.

“O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções”, diz Irene. “E, a partir disso, saber contar muito bem sua história”.

4.Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. “Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada”, afirma Irene.

5.Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.

6.Quais seus pontos fortes?
Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. “Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades”, afirma Priscila.

7.Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?
Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. “Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito”, afirma Priscila.

Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. “Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize”, diz Priscila.

8.Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. “Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem”, diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.

9.Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. “Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar”, diz Priscila.

10.Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. “Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem”, explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.

11.Qual sua pretensão salarial?
A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. “Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entneder todos os desafios do cargo”, explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.

12.Quais seus planos para o futuro?
Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.

13.Por que devo contratar você?
Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. “O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer”, diz Baccetti, da 2 GET.

Fonte: Exame.com

| Tagged ,
Post visualizado 301 vezes.

Carreira &CIO &TI André Dourado em 30 mai 2010

40% dos executivos querem mudar de emprego em 6 meses

Analista da Robert Half avalia que esse cenário reflete o aquecimento do mercado e o bom momento da economia brasileira

Redação CIO Brasil
Publicada em 27 de maio de 2010 às 08h00

Uma recente pesquisa realizada pela empresa de recrutamento de profissionais Robert Half detectou que 40% dos executivos brasileiros em posições de média e alta gerência pensam em mudar de emprego nos próximos seis meses.

Ainda de acordo com o levantamento, entre esses profissionais interessados em trocar de emprego, 36% mudariam de empresa se recebessem uma oferta mais interessante de trabalho. E apenas 4% deixariam a organização por conta de qualquer oportunidade.

O estudo, que ouviu 3 mil profissionais em 13 países, mostra que, no mundo, a média de profissionais que planejam mudar de emprego nos próximos seis meses é de 30%. E, no geral, o índice brasileiro é o segundo mais alto, só perdendo para a França, onde a porcentagem chega a 45%.

Na análise sobre o estudo no País, o diretor da Robert Half Brasil, Fernando Mantovani, atribuiu essa intenção dos executivos de mudar de emprego ao aquecimento do mercado e à recuperação da economia nacional. Além disso, ele alerta que as empresas locais terão de investir mais na retenção dos profissionais.

Por fim, a pesquisa também avaliou se esses profissionais estavam propensos, ou não, a mudar de emprego no último ano, durante a crise financeira internacional. E 71% dos entrevistados no mundo – 65% no Brasil – afirmam que não analisaram qualquer possibilidade de trocar de empresa nos últimos 12 meses.

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 357 vezes.

Carreira &CIO &TI André Dourado em 23 mai 2010

Estudo: experiência é o melhor caminho para a liderança

Levantamento revela ainda que 76% dos profissionais de TI que tiveram a oportunidade de conduzir um grande projeto classificam a experiência como crítica para suas carreiras

CIO/EUA
Publicada em 05 de maio de 2010 às 08h00

A experiência prática em gerenciar projetos que envolvam diversas áreas de negócio representa o melhor caminho para quem quer assumir uma posição de liderança. Pelo menos, essa é a constatação de uma pesquisa realizada pela revista CIO norte-americana, a partir de entrevistas com 100 profissionais de TI que estão em busca de uma posição mais alta na organização.

No levantamento, 76% dos profissionais que tiveram a oportunidade de conduzir um grande projeto de TI classificaram a experiência como crítica para suas carreiras. Por outro lado, 52% dos entrevistados se sentem pouco satisfeitos com as oportunidades de desenvolvimento oferecidas pela empresa para formação de líderes. Além disso, eles avaliam que o coaching interno (37%) ou externo (53%) é importante para aumentar a oportunidade de uma promoção.

Outra constatação é que os aspirantes a líderes empresariais enfrentam muitos obstáculos para conseguir evoluir em seus cargos. Entre os motivos apontados, 39% dos entrevistados disseram que não têm tempo para se dedicar ao desenvolvimento de suas carreiras e 19% afirmam não existir apoio por parte da organização. No entanto, 54% acreditam que poderão chegar a cargos mais altos dentro da própria área de TI em até cinco anos, enquanto 29% esperam ter outros papéis de liderança corporativa.

Segundo o diretor-executivo da fabricante de semicondutores de chips Applied Materials, Simon Dunning, o maior desafio para os aspirantes a líderes é estar em um lugar no qual possam realmente crescer profissionalmente. “É uma faca de dois gumes: ele precisa de oportunidades para crescer, mas também deve ser bem-sucedido ao abraçar as oportunidades. Se houver apenas uma falha, ela poderá destruir um ciclo que está em crescimento”, alerta.

Para os entrevistados, ter bom relacionamento nos negócios (78%), saber mudar o comando durante um evento (75%) e ter a capacidade de lidar com o perfil dos executivos (67%) estão entre as habilidades de liderança mais importantes para ser um CIO de sucesso. Na lista de competências mais citadas também aparece promover a inovação dentro da empresa (49%) e sempre se basear no planejamento estratégico (44%).

Carolyn Johnson e Joab Jackson

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 326 vezes.

Carreira &CIO &TI André Dourado em 23 mai 2010

Relatório mostra competências necessárias a um bom CIO

Imagem do excelente CIO é a de um líder empresarial com visão estratégica, experiência e capacidade de investir em TI para impulsionar negócios sustentáveis

CIO/EUA
Publicada em 20 de abril de 2010 às 16h59

Excelentes CIOs assemelham-se a ótimos CEOs. Esta foi uma das conclusões de uma análise realizada pela consultoria em recursos humanos Egon Zehnder International (EZI), com base em avaliações de mais de 25 mil executivos do C-level – incluindo CEOs, CFOs, CIOs e COOs. Confira a versão completa do estudo em PDF.

Para realizar o levantamento, os executivos consultados avaliaram as competências de cada uma das posições em uma escala que varia de um a sete, a qual foi traduzida como ‘excelente’, ‘bom’ e ‘mediana’.

No caso específico dos CIOs, os pontos considerados como ‘excelentes’ são os mesmos citados para os CEOs, exceto em duas questões que não foram apontadas nos líderes de TI: conhecimento de mercado e foco no cliente.

A imagem que se tem de um excelente CIO é a de um líder empresarial com visão estratégica, alguém com a experiência e a capacidade de investir em tecnologia para impulsionar negócios sustentáveis. Ainda segundo o relatório, o bom líder da área de TI também é capaz de tornar a tecnologia como parte integrante do negócio.

Já na lista dos CIOs medianos aparecem os profissionais que hoje tem uma postura de ‘chefes’, ou seja, atuam para supervisionar e prestar os serviços de TI.

Perfis diversos

O estudo também indica que existem combinações específicas de competências para cada nível de liderança. Por exemplo, os CIOs mais estratégicos se diferem dos demais pela capacidade de desenvolvimento organizacional, gestão de pessoas e liderança de equipe. Ao mesmo tempo, esses executivos não perdem a experiência prática que foi tão importante para alcançar a performance em suas funções anteriores, mas agora precisam engajar um grupo de pessoas por meio de sua experiência no lugar de perseguirem metas.

De acordo com a EZI, conforme o líder de TI avança para o ‘C-level’ há uma mudança radical, que vai além da capacidade de liderar equipes, e segue na direção de competências mais estratégicas, como habilidade para lidar com mudanças, atributos voltados ao negócio e orientação comercial.

Ainda no relatório, a consultoria dá dicas de qual o roteiro para o desenvolvimento profissional do CIO:

Comece cedo: Embora disparidades entre os níveis não sejam intransponíveis, aprimorar competências leva tempo. Não há nenhuma razão para adiar a aquisição de conhecimento de mercado, por exemplo, ou de qualquer outra competência de nível executivo (C-level), embora isso possa não se tornar fundamental durante sua trajetória. Começar cedo pode diminuir consideravelmente esse caminho.

Mire alto: Você deve se comparar não apenas ao CIO excelente, mas ao presidente excepcional, que possui o mais alto grau de combinação das competências exigidas de um líder empresarial. Um líder de TI que é capaz de desenvolver as mesmas habilidades/competências que o presidente será um membro mais valioso da equipe sênior de liderança e, potencialmente, irá além do papel tradicional da liderança de TI.

Assuma o controle: A crença dos executivos que buscam profissionais no mercado é que as pessoas devem conscientemente gerenciar suas carreiras e seu desenvolvimento. Você não pode esperar que o seu empregador, necessariamente, saiba qual a trilha correta para sua carreira. Com um roteiro claro do caminho para futuro, pode buscar as oportunidades de desenvolvimento adequadas.

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 344 vezes.

Carreira &CIO &TI André Dourado em 23 mai 2010

O sucesso profissional depende da capacidade de autopromoção

Especialistas alertam que os profissionais precisam traçar uma estratégia para comunicar resultados positivos para as diversas áreas da companhia

CIO/EUA
Publicada em 18 de maio de 2010 às 08h00

Os profissionais da área de tecnologia da informação, de forma geral, têm uma dificuldade em se autopromover. “As pessoas em TI apresentam uma tendência a se focar apenas em fatos e não exagerar as oportunidades de falar sobre as contribuições que trazem à companhia”, afirma a consultora em comunicação de negócios e autora do livro ‘Self-Promotion for Introverts’ (Autopromoção para Introvertidos, em português), Nancy Ancowitz. Ela defende, no entanto, que a autopromoção representa algo fundamental para o sucesso na carreira.

Alguns CIOs começaram a prestar mais atenção a isso. A percepção aumentou quando muitos deles descobriram que ao não divulgar ações bem-sucedidas da área de TI acabavam esquecidos pelo resto da empresa. Como reflexo, o orçamento do departamento de tecnologia acabava cortado, muitos perdiam oportunidades de carreira e até eram demitidos pela companhia, mesmo quando desempenhavam bem suas funções. “A autopromoção é uma parte das tarefas necessárias para ter sucesso”, diz Nancy.

Os especialistas informam ainda que maioria das pessoas acredita que qualquer iniciativa de divulgação do próprio trabalho representa uma atitude egocêntrica. No entanto, o especialista em comunicação no trabalho Peggy Klaus explica que existem formas adequadas de comunicar bons resultados sem o profissional parecer exagerado ou pretensioso.

A autopromoção deveria ser “uma atitude recíproca entre você e as pessoas que estão engajadas com você”, pontua Nancy. Ela lembra que existem oportunidades de fazer isso de forma adequada como, por exemplo, quando você está no elevador com o presidente do conselho, durante um almoço com o chefe ou durante um café. Mas o segredo para aproveitar esses momentos é estar bem preparado.

Klaus aconselha que o CIO tenha sempre em mãos uma lista com os recentes sucessos da TI, obstáculos que foram contornados e elogios de clientes e de outras áreas de negócio. Além disso, deve pegar os itens principais dessa lista e transformá-los em uma história, que precisa ser contada em 30 segundos a até, no máximo, três minutos.

Os especialistas citam também que os profissionais devem identificar quais as informações que impressionarão mais cada um dos interlocutores. O responsável pelo marketing, por exemplo, ficará feliz em saber que um projeto de TI foi divulgado em uma revista de grande circulação. Já o CEO gostará de ser informado de como a atualização do sistema de gestão ajudou a trazer resultados para o negócio.

Nancy alerta também que o profissional precisa estar atento aos efeitos que essa comunicação pode ter nos diversos interlocutores. “A redução de custos proporcionada por um projeto de outsourcing pode ser um problema se isso representou a demissão de pessoas”, exemplifica a especialista.

Por fim, a consultora destaca que o meio de comunicação pode fazer a diferença na hora de divulgar o sucesso.“O CEO provavelmente preferirá um e-mail, enquanto o CFO tende a gostar mais de conversas olho no olho”, pontua Nancy, que explica: “Tenha uma estratégia clara para falar com seus diversos públicos.”

Por fim, Klaus lembra que qualquer profissional gosta de ouvir boas notícias. Assim, contar uma vitória pode representar algo muito mais interessante do que procurar o chefe apenas para relatar problemas.

Stephanie Overby

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 315 vezes.

CIO &ERP &TI André Dourado em 09 abr 2010

Como as mudanças no mercado de ERP afetam os CIOs

Os gestores de TI pressionam a indústria a rever os contratos de manutenção e as funcionalidades dos sistemas
CIO/EUA

Publicada em 07 de abril de 2010 às 08h00

As receitas da indústria de ERP com novas licenças tiveram uma queda de aproximadamente 24% no último ano, de acordo com a consultoria Forrester Research. Isso significa que os fornecedores iniciaram 2010 sedentos por novos negócios e estão dispostos a oferecer acordos tentadores para os CIOs que estão em busca de melhorias nos sistemas ou que desejam instalar soluções completamente novas para tirar proveito das mais recentes ferramentas.

Os gestores de TI precisam redobrar a atenção e fazer as escolhas de forma cautelosa, já que um bom acordo de ERP pode não ser algo comum no mercado.
Steve Stanec, vice-presidente de sistemas de informação da Piggly Wiggly Carolina, uma cadeia de supermercados norte-americana com 105 lojas, conta que os executivos devem deixar de lado os tradicionais scripts para a compra dos sistemas, nos quais, após longas negociações, os fornecedores abriam mão de parte do valor do software em troca de contratos de longo prazo. “Os executivos precisam estar preparados para não cair nas mesmas armadilhas do passado”, diz Stanec.

Comprar e instalar um ERP nunca foi algo fácil. Em 1990, durante um julgamento, advogados relataram casos inusitados de disputas entre fornecedores e clientes que acabaram destruindo algumas das companhias. Sem dúvidas, os projetos de gestão empresarial contribuíram para que muitos CIOs desenvolvessem problemas de saúde. Mas, ao longo dos anos, existe uma pressão para que a indústria resolva velhos problemas e faça com que os sistemas multimilionários tragam valor para as organizações.

A saída encontrada por muitos executivos para resolver parte dos problemas é criar regras claras para os projetos, e só fazer modificações no software em último caso. A fabricante de móveis para escritório Haworth, por exemplo, usará uma ferramenta fornecida pela iRise para controlar a implementação do ERP que será instalado na maioria dos escritórios da companhia em quatro continentes. A ferramenta simula como o sistema será enxergado pelos funcionários, o que permitirá acostumá-los com as mudanças antes da finalização do processo.

Também como parte do projeto, a CIO da Haworth, Ann Harten, optou por adotar uma aplicação para compensação de vendas da Vertex, uma vez que o novo sistema ­ fornecido pela SAP ­ não suporta o complicado sistema que a empresa utiliza para remunerar sua força-de-vendas. Mas a executiva destaca que uma das principais peculiaridades da implementação é que a companhia optou por não fazer qualquer customização no código fonte do ERP. “A ideia é simplificar a adoção da tecnologia e tornar as futuras atualizações mais simples”, relata Ann.

O ERP do futuro vai ser o mais básico possível, concorda o CIO da Kennametal, Steve Hanna. Manter um exército de desenvolvedores voltados a criar novas funcionalidades para o sistema retarda os projetos e cria obstáculos para a área de TI. Hanna conta que nenhuma das 6.446 customizações que a empresa já realizou desde que o sistema de gestão foi adotado garantiu que a empresa tirasse vantagem de novas funcionalidades fornecidas pelo provedor da solução.

Por conta disso, o executivo diz que, apesar dos 54 milhões de dólares pagos em 2009 para que integradores e consultores ajudassem a Kennametal a migrar para a mais recente versão do ERP, o CIO não está satisfeito com a solução.
Assim, o plano de Hanna para este ano é colocar o SAP em uma versão o mais básica possível. Com o apoio do CEO de sua companhia, ele planeja mudar todos os processos internos de negócio do grupo, com o intuito de adaptá-los aos padrões previstos pelo sistema original oferecido pela fabricante ­ em vez de continuar adaptando a solução às suas necessidades.

A Kennametal também irá cuidar da implementação sozinha. A empresa contratou a IBM para realizar uma consultoria a respeito da definição de requerimentos e para identificação de processos de negócio que precisam ser modificados para se adequar aos processos previstos pelo SAP.

Kim S. Nash

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 479 vezes.

CIO &Gestão &TI André Dourado em 23 mar 2010

Solução de problemas urgentes consome 59% do tempo dos gestores

Levantamento aponta que as atividades estratégicas recebem apenas 16% do trabalho dos gestores. O índice representa menos da metade do valor considerado adequado (35%) pelos consultores da ProGeps Consult

Redação CIO Brasil
Publicada em 23 de março de 2010 às 08h00

Levantamento realizado pela consultoria da gestão e projetos ProGeps Consult aponta que os profissionais em posição de gestão dedicam 59% do tempo de trabalho a ações voltadas a solucionar problemas urgentes, também conhecidas como ‘apagar incêndios’.

O documento aponta que entre as atividades emergenciais que mais consomem o tempo dos executivos, em 29% dos casos os profissionais precisam solucionar problemas do departamento e em 30% das ocasiões isso acontece devido a demandas administrativas – como reuniões, checagem de e-mails e telefonemas.

Em contrapartida, o levantamento mostra as ações estratégicas e que podem gerar resultados diretos para a organização concentram apenas 16% do tempo dos profissionais. Um índice que representa menos da metade do que seria considerado adequado (35%) pelos consultores da ProGeps Consult. Além disso, só 1% das horas trabalhadas pelos executivos são destinadas a treinamento de equipes.

A principal consequência desse cenário, segundo a pesquisa, é a de que a produtividade média alcançada pelas equipes é de 60% do total que, de fato, deveria ser. Ou seja, há um desperdício de cerca de 40% no potencial produtivo das empresas, sendo que de 5% a 10% dessas falhas constituem perdas irrecuperáveis para as organizações.

O estudo teve como base informações colhidas pela ProGeps Consult, a partir de uma pesquisa com profissionais que ocupam cargos de gestão em empresas atuantes em todo o Brasil.

Fonte: CIO

| Tagged , ,
Post visualizado 375 vezes.

«« Página Anterior - Próxima Página »»