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Agile &Curriculo &Projetos &TI André Dourado em 26 out 2009

Pesquisa no site Catho: Scrum/Agile x PMI/PMP

Essa pesquisa não faz parte de nenhum estudo sério, ou ao menos tem a intenção de ser algo que possa ser tomado como referência para qualquer coisa.

Apenas hoje fiquei curioso, qual seria o retorno de pesquisa em um site de colocação profissional das palavras: scrum, agile, pmi e pmp.

Seguem os resultados:

Scrum

Agile

PMI

PMP

PMI e Scrum

O link utilizado para a pesquisa foi: http://v.catho.com.br/buscar/empregos/?tipoBusca=palavra_chave&perfil_id=4

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Carreira &Curriculo André Dourado em 08 set 2009

O funil da seleção

Conheça os processos de recrutamento mais utilizados e veja como se comportar

Um bom currículo não garante emprego, mas, sim, a oportunidade de participar de um processo seletivo. Se você preencher os requisitos básicos para determinada vaga, são grandes as chances de ser chamado para uma conversa particular. Os processos seletivos variam de empresa para empresa. Normalmente, incluem três etapas: dinâmica de grupo, entrevista e, se você for bem nessas duas, um bate-papo decisivo com o gestor, o dono da vaga. Mesmo que você seja indicado, terá de passar por pelo menos uma dessas fases. Ajuste o comportamento e boa sorte!

DINÂMICA DE GRUPO

A dinâmica de grupo é defendida por muitos especialistas em recursos humanos como um instrumento eficiente de observação do comportamento humano. Nela, vários candidatos são colocados diante das mais diversas situações e suas reações são avaliadas por um ou mais observadores da empresa contratante. É uma forma de testar a capacidade de adaptação da pessoa, verificar como ela interage com o outro e, em alguns casos, como ela age sob pressão. A prática da dinâmica é voltada, principalmente, para trainees, analistas e profissionais da área de vendas.

Algumas dicas para passar pela dinâmica de grupo sem traumas:

1. Procure entender as características do cargo para o qual está se candidatando. Você terá uma ideia do que se espera observar na dinâmica: criatividade, liderança ou colaboração.
2. Elabore previamente uma apresentação com suas principais características. Faça também uma versão reduzida, para falar em 60 segundos.
3. Procure demonstrar que tem como contribuir para o objetivo proposto.
4. Nem tente ser o centro das atenções nem se omita. “Participe e deixe o outro participar”, diz Sílvia Nogueira, da consultoria Ricardo Xavier.
5. “Não seja nem o primeiro a falar nem o último”, diz Paulo Pontes, diretor da Michael Page.
6. Em vez de só ficar pensando no que falar, preste atenção na pessoa que conduz a dinâmica e nos candidatos. Isso dará a munição que precisa.

ENTREVISTA

A entrevista é provavelmente a etapa mais importante dentro de um processo de seleção. É a oportunidade que você tem de se “vender”, mostrar por que é a pessoa certa para o cargo. Atenção: não exagere na dose. Senão, em vez de passar a imagem de um profissional preparado, pode ser tachado de arrogante. O segredo está no equilíbrio. “Se o candidato é muito lacônico, corre o risco de mostrar pouco conhecimento. Se fala demais, pode passar uma imagem de prepotência”, afirma Pérola Lucente, coordenadora da área de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier. Seja objetivo nas respostas. A entrevista serve para você complementar as informações que estão no currículo. Se o selecionador perguntar sobre os resultados alcançados em seu último emprego, cite fatos. Por exemplo: uma ideia sua que tenha ajudado a aumentar o lucro da empresa.

Para estar afiado na hora da entrevista, siga algumas instruções:

1. Selecione, previamente, as melhores histórias do seu passado profissional. Elas devem conter exemplos de criatividade, capacidade de resolução de problemas e de aprendizado.
2. Dificuldades fazem parte da trajetória profissional. Os entrevistadores gostam de candidatos realistas. Se lhe perguntarem sobre fracassos, conte. Mas diga o que aprendeu com eles.
3. Se você foi demitido do emprego anterior, não minta em relação a isso nem demonstre opiniões negativas relativas à empresa onde estava. Falar mal de chefes anteriores 5 não pega bem.
4. Elabore uma lista curta de questões. Pergunte quais serão suas responsabilidades, os planos da empresa, como seu desempenho será avaliado. Tal atitude é uma demonstração de interesse.
5. Prepare-se para responder a perguntas acerca de seus pontos fracos; que situação difícil encontrou na carreira e como teve de lidar com ela.
6. Fique atento aos sinais dados pelo entrevistador. Se ele estiver lhe interrompendo muito, por exemplo, é porque está querendo mais objetividade de sua parte.
7. Pergunte ao entrevistador, ao final do encontro, que impressão ele teve de você. “Isso revela humildade e vontade de crescer”, diz Paulo Pontes, diretor-geral da Michael Page.

BATE-PAPO COM O GESTOR

Se você chegou até aqui, parabéns! Está na reta final. Conversar com o gestor da área, aquele que poderá ser seu chefe direto, é o último passo para ser admitido em uma empresa. As consultorias e departamentos de RH indicam, normalmente, três finalistas. A disputa é dura nessa fase. Você concorrerá com pessoas à altura de seu talento. Ao contrário das etapas anteriores, não há muito o que fazer, a não ser comportar-se de maneira natural. Os critérios de escolha tornam-se subjetivos e fogem ao controle do candidato. Empatia, por exemplo, é uma das qualidades mais destacadas. Há outras. Vai depender de quanto o gestor vai com a sua cara. Não se desmotive se ficar de fora.

IMAGEM É TUDO

A primeira impressão é a que fica, já diz o dito popular. Cientificamente, bastam dois segundos de contato para que o entrevistador forme, a partir da aparência, uma opinião a seu respeito. Por isso, capriche no visual para o dia da entrevista. Célia Leão, consultora de etiqueta empresarial, sugere modelos de roupa masculina e feminina que são verdadeiros curingas para encarar um teste de emprego com estilo:

Mulheres

Um vestido em tom sóbrio, na altura do joelho, é uma boa alternativa ao terninho básico. Invista em acessórios elegantes e, para arrematar, escarpim preto de salto médio e bolsa de couro também média e preta. Evite decotes e excesso de perfume e de maquiagem.

Homens / social

Azul-marinho é símbolo de poder. Aposte num terno bem cortado dessa cor e camisa branca. Quanto à gravata, a regra é: ela deve ter a cor da camisa ou do terno (sem prendedor!). O sapato é preto, de amarrar e, para ser considerado social, tem de ter sola de couro.

Homens / casual

Em empresas mais informais, como as de varejo, o terno é dispensável. Adote um visual mais descontraído, como calça de sarja cáqui, camisa branca (com duas dobras no punho) e mocassim marrom. Mas não abuse do despojamento: tênis e mochila seguem vetados.

Fonte: Você S.A.

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Carreira &Curriculo André Dourado em 26 ago 2009

Você S.A. – Como ter sucesso na entrevista de emprego

Aprenda a resposta certa para as perguntas mais complicadas dos recrutadores

Bruno Vieira Feijó (redacao.vocesa@abril.com.br) 12/08/2009

As entrevistas de emprego estão mais complicadas. Um estudo da consultoria Korn/Ferry, especializada em recrutar diretores e presidentes no mundo inteiro, concluiu o que, na prática, headhunters e candidatos já sentem na pele: as entrevistas de trabalho não são mais meras comprovações de competências técnicas e realizações passadas.

Elas caminham para se tornar avaliações comportamentais, em que o candidato é avaliado desde o primeiro contato telefônico. “Como o entrevistador está mais rigoroso, o candidato precisa estar muito bem preparado para ver, em poucos minutos, sua vida profissional ser detalhada minuciosamente”, diz Rodrigo Araújo, sócio-diretor da Korn/Ferry no Brasil. Se passar pelo contato telefônico, o profissional terá uma conversa pessoal, na qual serão recordadas as fases mais complicadas da carreira — aquelas que envolvem arrependimentos, pontos fracos e decisões equivocadas. “Não é para constranger, mas para conhecer quem está por trás daquele estereótipo de candidato ideal, que permeia quase todos os currículos recebidos atualmente”, diz Lucia Costa, sócia-diretora da Mariaca, consultoria em gestão de capital humano. O objetivo é descobrir se a inteligência emocional do candidato ou seu estilo social combinam com o da vaga e o da empresa pretendida.

De acordo com os especialistas, ainda são poucos os executivos que ficam a vontade para falar sobre si mesmo ou sobre experiências adquiridas em situações delicadas. Por isso, a VOCÊ S/A separou algumas perguntas que exigem raciocínio complexo e mostra como você deve se portar em cada uma delas para ter sucesso numa entrevista de emprego.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Quais foram as críticas profissionais que você já recebeu que mais lhe surpreenderam?”
> ELE QUER TESTAR: Autenticidade, sinceridade e humildade em reconhecer falhas.
> COMO AGIR: “Escolha episódios que lhe chamaram atenção, mas nada que coloque em dúvida seu desempenho para a vaga em questão. Acrescente o que aprendeu e como você encara cada falha como uma oportunidade para se aperfeiçoar”, diz Marcelo Abrileri, presidente do site Curriculum.com.br.
> ATENÇÃO: Evite respostas que disfarçam um ponto positivo como se fosse negativo (por exemplo: “Era exigente demais, perfeccionista ou workaholic”). Elas passam a ideia de artificialidade.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Como você descreveria a cultura corporativa das últimas empresas por onde passou?”
> ELE QUER TESTAR: Lealdade e capacidade de se adaptar a diferentes tipos de gestão.
> COMO AGIR: “Faça um paralelo sobre o jeito de cada empresa trabalhar. Ao falar do que gostava e não gostava, seja honesto, mas apele para dados de conhecimento geral”, diz Lucia Costa, da Mariaca. “Diga, por exemplo: ‘Empresas alemãs são mais rígidas e burocráticas hierarquicamente, e eu me ressentia por mais agilidade. Por outro lado, gostava da estabilidade’.”
> ATENÇÃO: Não seja crítico e sarcástico em relação a chefes e empresas. Quem está sendo avaliado é você, não seus antigos patrões.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Conte algumas histórias sobre você em ‘ação’”
> ELE QUER TESTAR: Como você se vira na adversidade (sob pressão e prazos curtos).
> COMO AGIR: “Em qualquer entrevista, seu objetivo é convencer o recrutador de que você dá conta do recado”, diz Rodrigo Araújo, da Korn/Ferry. Conte iniciativas em que você foi o responsável, quais os desafios que esperava e o que realmente encontrou. E depois mostre os resultados: como esses obstáculos foram superados e de que forma isso o deixa pronto para futuros obstáculos.
> ATENÇÃO: Seja objetivo. Contar “um pouco” significa contar em três minutos no máximo.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Como você gerencia pessoas com pontos de vista diferentes dos seus”
> ELE QUER TESTAR: Talento para liderar um time.
> COMO AGIR: Cite projetos em que houve divergências de opinião e como você conseguiu ajudar todos a chegar a um consenso. “Por trás da pergunta, o examinador quer saber se você é sensível ao ponto de captar o que cada funcionário tem para oferecer de melhor”, diz Marcelo Abrileri, do Curriculum.com.br.
> ATENÇÃO: Aqui está sendo medido seu eventual grau de autoritarismo e como você impõe suas ideias.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Que opinião seus subordinados têm de você? E seus chefes?”
> ELE QUER TESTAR: Aptidão para ouvir e transmitir feedback.
> COMO AGIR: “Se você já passou por avaliações do tipo 360o, fica mais fácil saber o que chefes e colegas pensam”, diz Lucia, da Mariaca. “Senão, prove que você se preocupa em obter a opinião da equipe.”
> ATENÇÃO: Ninguém vence sozinho. Exalte a importância de todos que trabalham com você.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Como você se vê daqui a cinco anos?”
> ELE QUER TESTAR: Capacidade de enxergar e se planejar no longo prazo.
> COMO AGIR: “Não há problema em abrir suas aspirações para o futuro, mas evite citar nomes de empresas (principalmente das concorrentes) e cargos específicos”, diz Lucia, da Mariaca.
> ATENÇÃO: Passe a noção de que você está à procura de uma empresa com a qual possa estabelecer uma ligação duradoura.

QUANDO O HEADHUNTER DIZ: “Qual é seu maior arrependimento na carreira?”
> ELE QUER TESTAR: Capacidade de compartilhar aprendizados de experiências, até mesmo as decepcionantes.
> COMO AGIR: “Diga a verdade, mas também o que você teria feito de forma diferente se pudesse voltar no tempo e como tem aplicado esse aprendizado em outras situações”, diz Rodrigo Araújo, da Korn/Ferry.
> ATENÇÃO: Não se faça de vítima, alegando que as circunstâncias da época eram injustas, por mais que fossem.

Fonte: Você S.A.

Leia Também: Como responder às perguntas mais comuns em entrevistas de emprego

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Carreira &Curriculo &TI André Dourado em 06 fev 2009

Entrevista de emprego: prepare-se para responder quatro questões

Os processos seletivos para a escolha de CIOs variam de acordo com a vaga e a companhia contratante. Entretanto, os profissionais precisam estar capacitados a responder a perguntas estratégicas

Patrícia Lisboa, da CIO
Publicada em 06 de fevereiro de 2009 às 12h47

Além do preenchimento de formulários online, de passagens por processos seletivos rigorosos e da obrigatoriedade de um bom currículo, na busca por um posto como CIO, os executivos de TI têm de estar preparados para entrevistas presenciais com recrutadores.

Não é novidade que, para tal ocasião, o candidato deve estar vestido apropriadamente, aparentar segurança no que diz e passar uma imagem de credibilidade. Entretanto, tais passos não são suficientes se os profissionais não estiverem preparados para responder às perguntas feitas pelos entrevistadores.

Segundo o sócio da empresa de recrutamento Korn/Ferry Jairo Okret, as questões abordadas em entrevistas de seleção variam de acordo com a vaga pleiteada, entretanto, algumas perguntas são consideradas básicas e feitas praticamente em todas as conversas.

Conheça e esteja preparado para elas:

  • Já participou e/ou gerenciou projetos de grande impacto para a companhia? Se sim, quais foram e como foi sua atuação?
  • Qual é sua experiência em iniciativas de negócio que tenham impacto na área de tecnologia? E em iniciativas de tecnologia que tenham impacto no negócio?
  • Já participou de grupos multifuncionais (com profissionais de diversos segmentos da empresa)? Como foi sua atuação?
  • Como reage a trabalhar sob pressão?

Fonte: CIO

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TI André Dourado em 07 jan 2009

5 dicas para criar um bom currículo para a área de TI

Profissionais de TI têm a fama de escrever currículos inadequados. Saiba quais são os principais erros cometidos pelos candidatos e crie o currículo ideal.

Por InfoWorld/EUA
07 de janeiro de 2009 – 10h00

Currículos da área de tecnologia estão se empilhando muito rápido nas mesas dos recrutadores. Mais do que nunca, é importante ter um currículo que se destaque da multidão. Infelizmente, os profissionais de TI têm a fama de produzir currículos muito complicados de se entender.

No mercado aquecido do ano passado, até dava para se safar com um currículo pobre. No ambiente turbulento que vivemos, no entanto, um currículo bem escrito e formatado pode fazer toda a diferença para você garantir seu sustento diário.

A Infoworld preparou uma lista com cinco dicas essenciais para que o profissional de tecnologia elabore um currículo de destaque.

1 – Deixe os detalhes de lado.
“O problema número 1 com a maioria dos currículos técnicos é que eles são muito longos”, diz Martha Heller, diretora administrativa e recrutadora da firma de recrutamento ZRG. É muito comum, afirma, recebermos currículos de seis páginas que poderiam ter duas. Três páginas é o limite, mas somente se o profissional tiver ao menos uma década de experiência e conquistado muitos bons resultados.

Os profissionais de TI tendem a escrever grandes currículos porque entendem o valor de documentação e dos detalhes. O pensamento é de que o trabalho existirá somente se ele estiver bem documentado. Há também o temor de que a tecnologia importante para o potencial empregador deva ser somente o minicomputador DEC PDP-11, no qual o profissional trabalhou nos anos 1980, mas não mencionou no currículo. Dirigido por esse medo descabido, os profissionais de TI mais nervosos engordam seus currículos com todos os detalhes técnicos desde o surgimento dos computadores.

O conselho de Heller é ficar mais tranqüilo e resumir tudo. “Com o ritmo das mudanças da tecnologia, não há nenhuma forma de aquela tecnologia com a qual você não lida desde 1985 ajude a encontrar um emprego agora. Deixe fora do seu currículo”, diz.

2 – Não escreva um objetivo.
“Não coloque um objetivo no currículo”, diz Carole Schlocker, que dirige o iSpace, uma firma de recrutamento em TI. “Ninguém liga para o que você quer. As empresas querem saber o que você pode fazer por elas”, afirma.

Uma forma comum de iniciar um currículo seria algo como “Objetivo: usar meus conhecimentos técnicos em um ambiente empresarial abrangente para crescer com a organização e ajudá-la a ser competitiva e lucrativa”.

Em vez do objetivo, tente abrir o currículo com um resumo das qualificações em, no máximo, quatro tópicos. Veja um exemplo de como fazê-lo:

- Mais de 10 anos trabalhando com aplicações Oracle, personalizando-as para organizações globais;
- Expertise específica nos seguintes módulos e versões Oracle: Procurement and Spend Analytics, Hyperion Financial Management.

Os dois tópicos são resumidos, evitam frases e palavras genéricas como “gerência de projetos”, “suporte a vendas”, “liderança”, “trabalho em equipe” e “excelente habilidades comunicativas”. Pequenos, os currículos não comportam estes termos que ficam sem sentido.

3 – Saiba os canais pelos quais se currículo passa.
Quando for fazer o currículo, pense nas mãos e nos locais pelos quais ele vai passar. A maioria dos currículos de profissionais de TI entram em um redemoinho. Podem ser procurados por palavras chaves em mecanismos de busca, parar na mão de um contratador ou recrutador não técnico ou mesmo chegar nas mãos de um CTO ou CIO. O desafio é escrever um currículo que seja eficiente para todos.

Em uma primeira etapa, seu currículo passa por um mecanismo de busca. Assim, você primeiro deve definir que tipos de acrônimos e palavras chaves têm maiores probabilidades de serem utilizadas. Pode ser uma tarefa árdua, mas, na dúvida, crie múltiplas versões de seu currículo, dependendo do objetivo.

Ao definir palavras-chave, pense nas suas variantes. Você deve preencher o currículo com Access, MS Access ou Microsoft Access? Todas dizem a mesma coisa, mas é difícil saber qual terá mais valor para a busca. “O seguro é utilizar pelo menos duas das três”, diz Schlocker. É bom lembrar que as palavras-chave quase sempre são definidas de acordo com a descrição da vaga que a pessoa solicitante passa aos recrutadores.

Outra questão importante é utilizar palavras-chave e acrônimos tanto na lista de habilidades técnicas quanto no corpo do currículo. Com isso, o candidato otimiza a busca e facilita a leitura por parte dos recrutadores, que conectará mais fácil os predicados do postulante e as características da vaga.

4 – Destaque somente as certificações adequadas.
Os gerentes de recrutamento estão com currículos até o pescoço e precisam separá-los em duas pilhas: os que servem e os que não servem. Certificações são uma forma bastante efetiva de realizar esse primeiro filtro. Certos ou errados, os recrutadores não-técnicos usam as certificações com freqüência para ajudá-los a avaliar as habilidades técnicas.

Certificações são quase tão importantes quanto experiência de trabalho. Mas ter a certificação correta pode contar pontos a favor do candidato. De acordo com pesquisa da Foote Partners com mais de 22.000 profissionais de TI, as certificações mais valiosas hoje estão em dois campos: arquitetura e segurança. Certificações da Microsoft e da Cisco também estão em alta.

5 – Saiba balancear a parte técnica com os negócios.
Descrever seus empregos anteriores de forma sucinta e eficiente é mais arte do que ciência. Não há regras específicas, mas algumas dicas podem facilitar isso. A descrição de empregos anteriores deve se iniciar com um tópico que dá uma visão geral sobre o que foi realizado. Veja o exemplo:

“Técnico especializado em serviços financeiros com experiência em redes de larga-escala com uptime excelente”

O corpo deve descrever detalhes técnicos que mostra o impacto da atuação do profissional nos negócios. Tanto o gerente de recrutamento quanto o CIO quer funcionários que entendem o papel da tecnologia nos negócios, principalmente em tempos de turbulência financeira. Os empregos mais recentes devem conter os maiores detalhes, enquanto os mais antigos requerem apenas o nome da empresa e o seu cargo.

Prefira números na hora de descrever as experiências passadas. Como um líder de administração de sistemas, por exemplo, quantas pessoas o candidato gerenciou? Se o postulante à vaga construiu uma rede de relacionamentos, deve pontuar o número de pessoas que ela reúne.

Pode soar bem dizer que você respondia diretamente ao CIO, mas o recrutador pode sentir-se enganado se descobrir que foi em uma empresa de cinco pessoas. “Habilidades técnicas, posição ocupada e realizações têm valor de acordo com o contexto da empresa na qual se trabalhava”, diz Heller.

Fonte: Computerworld

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TI André Dourado em 03 dez 2008

Exemplo de currículo de desenvolvedor

Bruno Ferrari, de INFO Online
1 de dezembro de 2008

Veja um dos modelos voltados aos profissionais da área de desenvolvimento

Há diversas dicas para quem vai montar um currículo voltado à área de TI. INFO Professional tem algumas delas na seção de Currículos, na nossa home. Uma das formas de aumentar suas chances na hora de concorrer a uma oportunidade em TI é se apresentar de uma maneira mais focada em relação aos seus concorrentes. E esse diferencial começa com um bom currículo específico para a área pretendida. Veja um dos modelos voltados aos profissionais da área de desenvolvimento:

Jorge dos Santos
Casado, brasileiro, 29 anos
Rua Botafogo, 1000 – Botafogo
CEP 01000-000 – Rio de Janeiro – RJ
Tel. residencial: (21) 555-0000
Celular: (21) 999-0000
E-mail: jorge@oooo.com

Objetivo
Atuar como desenvolvedor da linguagem XML em nível gerencial/diretoria.

Resumo profissional
Dez anos de experiência na área de desenvolvimento, com conhecimentos profundos das linguagens Visual Basic e XML. Coordenação estratégica e gerencial de equipe de desenvolvedores.

Experiência Profissional
Desde 1999 – CPM
Cargo: Gerente de desenvolvimento. Coordenação de equipe técnica de trinta desenvolvedores de XML.

1997/1999 – BRQ Informática
Cargo: Desenvolvedor em Visual Basic.
Participação na equipe que desenvolveu projetos dos sites AAA, BBB e CCC.

1996/1997 – XPTO Soluções
Cargo: Desenvolvedor em C++
Colaboração em projetos de sites. Desenvolvimento e programação.

Formação acadêmica
2001 – Microsoft Certified Solution Developer (MCSD) em Visual Basic.
2000 – Treinamento em XML pela Impacta Tecnologia.
1996/2000 – Graduado em Ciências da Computação pelo Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo.

Idiomas
Nível intermediário de inglês (aprendizado autodidata e em aulas particulares).

Informações adicionais
Desenvolvedor autodidata em C++.

Fonte: INFO Professional

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TI André Dourado em 03 dez 2008

Exemplo de currículo de profissional de infra-estrutura

Bruno Ferrari, de INFO Online
1 de dezembro de 2008

Veja uma boa forma de fazer seu currículo para a área de infra-estrutura

Há diversas dicas para quem vai montar um currículo voltado à área de TI. INFO Professional tem algumas delas na seção de Currículos, na nossa home. Uma das formas de aumentar suas chances na hora de concorrer a uma oportunidade em TI é se apresentar de uma maneira mais focada em relação aos seus concorrentes. E esse diferencial começa com um bom currículo específico para a área pretendida. Veja um dos modelos voltados aos profissionais da área de infra-estrutura:

José Carlos de Souza Jr.
Solteiro, brasileiro, 27 anos
Rua James Watt, 111 – Vila Olímpia
CEP 01000-000 – São Paulo – SP
Tel. residencial: (11) 5555-0000
Celular: (11) 9999-0000
E-mail: josecarlos@oooo.com.br

Objetivo
Atuar na implementação, manutenção e suporte de redes de alta velocidade

Resumo profissional
Sólida experiência na área de redes corporativas, com atuação em empresas de grande porte e destaque no mercado há mais de cinco anos. Capacidade de liderança (coordenação de equipe de engenheiros por dois anos), habilidade de negociação e visão estratégica. Dois anos de experiência internacional nos Estados Unidos e especialização no sistema operacional Windows 2000.

Experiência Profissional
Desde 1999 – TELEFÔNICA
Cargo: Gerente de engenharia Coordenação de equipe técnica de trinta pessoas, na implementação de redes de voz e dados para grandes clientes. Atuação em controle de tráfego, segurança, manutenção, LAN e WAN switching e redes de alta velocidade (Speedy/ADSL).

1997/1999 – ALCATEL
Cargo: Administrador de redes sr.
Participação na equipe que desenvolveu os projetos de cabeamento e integração de redes de diversos clientes, de médio e grande porte, no setor financeiro e de energia elétrica.

1996/1997 – BANCO AMERICAN CCFG
Cargo: Administrador de rede jr.
Colaboração no projeto e implementação da rede corporativa do banco. Atuação em integração de sistemas e dados.

Formação acadêmica
2001 – Cisco Certified Internetwork Expert (CCIE).
2000 – Treinamento e certificação CNA Novell Netware e MCSE Windows 2000 pela Impacta Tecnologia.
1996/1998 – Pós-graduado em Engenharia de Sistemas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
1992/1996 – Graduado em Engenharia da Computação pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Idiomas
Fluência em inglês (nível avançado para leitura, conversação e escrita).
Dois anos de residência no exterior (Nova York/NY – Estados Unidos – 1998/2000), em intercâmbio. Curso de inglês para estrangeiros na Universidade de Columbia, no mesmo período mencionado acima.

Informações adicionais
Experiência em Windows NT/2000, Novell Netware, redes de voz sobre IP/LAN switching/ADSL/ISDN/ ATM/frame relay.

Fonte: INFO Professional

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TI André Dourado em 11 nov 2008

Sua carreira em inglês

Françoise Terzian – da INFO
6 de novembro de 2008

Um currículo bem escrito em inglês pode ser o passaporte para um emprego numa empresa global

Você sonha trabalhar no quartel-general de um grande fabricante de produtos de tecnologia ou numa empresa de software do Vale do Silício? Se seu primeiro passo para realizar esse sonho foi visitar o site de RH dessas empresas ou de recrutadores internacionais e anexar seu currículo-padrão — aquele que vive armazenado há meses em seu PC — cuidado! Você pode ter sido precipitado. Quem pretende ser convidado para uma entrevista de emprego numa empresa americana deve ter como maior preocupação acertar a mão no inglês. O currículo é a primeira apresentação do profissional à companhia contratante. Daí a importância de o documento ser adequado ao mercado a que se destina. Então, para passar pelo primeiro crivo, o recrutador, é preciso fazer um currículo para americano ver.

THE BOOK IS ON THE TABLE
Para começar, nada de escrever um livro. Como no caso do currículo em português, o tamanho máximo recomendado é de duas páginas, com texto direto e sem firulas. “Um recrutador recebe, em média, 500 currículos por dia. Se ele não consegue encontrar as informações de que precisa num currículo mal elaborado, feio e confuso, as chances de descartá-lo são grandes”, diz Ricardo Basaglia, gerente da divisão de tecnologia da agência de recrutamento de executivos Michael Page International.

Traduzir o currículo do português para o inglês, sem adaptá-lo aos padrões internacionais, pode ser o primeiro erro de quem busca uma vaga no exterior. Um currículo com inglês recheado de erros gramaticais, de concordância ou ortografi a, causa má impressão. É preciso ser sincero na proficiência da língua. Só existe inglês básico, intermediário, avançado ou fluente. Inglês técnico é uma categoria inexistente, que deve ficar fora do currículo.

Deal? Estamos entendidos? Então, comece a estruturar seu currículo seguindo as dicas de especialistas em recursos humanos ouvidos pela INFO.

NÃO ASSUSTE O RECRUTADOR
No topo do texto, ponha seu nome completo, endereço, telefone e e-mail. E só. Os recrutadores americanos saltam da cadeira quando deparam com currículos contendo informações que consideram muito pessoais. Por exemplo, idade, estado civil, filhos, religião ou uma foto 3 x 4. Nos EUA, a lei protege os candidatos a emprego contra qualquer tipo de discriminação, e pega mal incluir esses dados.

Dá para fazer pior? Dá. Imagine descrever longamente sua experiência profissional em várias empresas brasileiras. O problema é que essas companhias são desconhecidas do público americano, incluindo os recrutadores que lêem os currículos. Outro vacilo é privilegiar a descrição das funções em vez de destacar as principais conquistas que o candidato obteve em cada emprego.

DO THE RIGHT THING
Como dizia Spike Lee no filme homônimo, faça a coisa certa. Após se apresentar, descreva suas intenções. Depois mostre quais são as qualificações acadêmicas e profissionais que comprovam que você merece uma chance. Seja sucinto e direto.

Por exemplo, diga que seu objetivo é trabalhar numa empresa de internet, com foco em determinado setor e com uma vaga de certo níve profissional. “Em seguida, faça um resumo das suas qualificações. Em um ou dois parágrafos, defina sua carreira dizendo, por exemplo, que é um profissional de TI com foco no ramo farmacêutico, experiente na gestão de pessoas e em técnicas de treinamento”, diz Robert Andrade, especialista no recrutamento de profissionais de TI da consultoria americana Robert Half.

O profissional com perfil técnico deve detalhar suas habilidades, como o conhecimento de diferentes linguagens de programação, tecnologias que domina, habilidades em integração e histórico de desenvolvimento de sistemas e projetos.

Você tem um blog? Divulgue-o no currículo, desde que seja uma página de cunho corporativo ou profissional, afirma Basaglia. O blog deve ser atualizado com freqüência para não passar a idéia de um profissional preguiçoso, sem conteúdo ou com falta de planejamento.

VOCÊ É VERY GOOD?
Vale dar atenção ao tópico de formação acadêmica, que é muito valorizada pelos americanos. Comece pelos cursos mais recentes, como MBA ou pós-graduação. Por fi m, informe a faculdade de graduação. Em todos, escreva o nome da instituição, o nome do curso, o período e a cidade. “Se você ficou entre os dez melhores da turma, recebeu um diploma com mérito ou ganhou uma bolsa de estudos, destaque isso. Os americanos valorizam as classificações acadêmicas”, afirma Giselle Bettanio Zaha, sócia da A2Z, empresa de recrutamento e seleção de executivos.No trecho sobre experiência profissional descreva as empresas onde trabalhou (da última à primeira), começando pelo nome, posição ocupada, período em que trabalhou, principais responsabilidades e projetos conduzidos. Andrade sugere usar sempre verbos de ação no texto. Por exemplo, criar, realizar, desenvolver, ampliar, aumentar (as vendas, o desempenho da equipe) e diminuir (os custos, o turnover).

Por fim, as empresas americanas valorizam atividades extracurriculares, como o trabalho voluntário em projetos sociais ou a participação do candidato em organizações profissionais. Também gostam de saber se ele pratica esportes, mostra preocupação com a qualidade de vida ou tem um hobby. “Mesmo se for algo exótico, como um colecionador de fliperamas antigos. Isso sugere ao recrutador algo sobre o estilo pessoal do candidato e até pode fazê-lo simpatizar com o currículo”, diz Giselle. Good luck!

RÉSUMÉ PASSO A PASSO
1. As informações pessoais do candidato devem ser breves. Nada de colocar idade, estado civil, religião ou foto

Rafael Enrico de Souza
Brazilian, mobile: + 55 (11) 9999-8888
E-mail: rafael@provedor.com.br

Academic Background
Master of Science in Software Engineering / POLI-USP (2006);
Bachelor degree in Computer Science / PUC-SP (2000).

2. É fundamental descrever o conhecimento técnico em detalhes. Isso destacará seu currículo dos demais concorrentes

Main Qualifications
• Software developer with ten years of professional experience in consulting, software and internet companies, also having worked as a freelancer consultant and being a business owner;
• Solid knowledge of tools, platforms and frameworks for Web solutions development, such as application servers like WebSphere, JServ, Apache Tomcat e JBoss, technologies for interface development like HTML, XML Applets, and frameworks like Struts, Spring and Hibernate;
• Great knowledge of COBOL and C++ languages. Good skills on web systems development using HTML/DHTML, JavaScript, ASP/COM, TCL, Vignette, PHP and Perl. Experience with Windows (9x/NT/2000/XP), UNIX (Solaris, Linux, AIX) and Mac OS X;
• Development of algorithms, complexity analysis and data structures;
• Large experience on architecture of J2EE (Java) systems, with different servers (BEA Weblogic, JBoss, Tomcat) and frameworks/support tools (EJB, Struts, Hibernate, Ant, Eclipse);

3. É importante mostrar as responsabilidades do profissional na empresa em que trabalhou e os objetivos alcançados

Professional Background

Asterion (jul/2006 to present) — Canadian company focused on telecommunication services with revenues around US$ 4,5 billion and 5500 employees.
POSITION: SYSTEMS ENGINEER / INFORMATION ARCHITECT
MAIN RESPONSIBILITIES:
• Responsible for modeling Web systems and its relations with other projects, developing components of the application using UML stereotypes and object oriented programming. Also responsible for developing the base architecture.

Espyte (oct/2003-jun/2006) – North American company focused on telecommunication with revenues around US$ 12 billion and 4100 employees.
POSITION: IT CONSULTANT
MAIN RESPONSIBILITIES:
• Department structuring, hiring analysts and adopting methodologies;
• Assist partners on product implementation projects;
• Training instructor in partner empowerment courses.

4. O recrutador americano provavelmente não conhece as empresas brasileiras, então mostre a ele a importância da companhia

Pólux (1998-2003) – National leader in services and systems development with revenues around US$ 1 million and 500 employees.
POSITION: SYSTEMS ANALYST/ PROGRAMMER.
MAIN RESPONSIBILITIES:
• Accounting and administrative systems development, using Clipper;
• Maintenance and documentation of administrative and insurance systems (Clipper);

5. Não existe inglês técnico. A classificação estabelecida nos EUA vai do básico ao fluente

Languages
• Portuguese – Native Language
• English – Fluent
• Spanish – Intermediate

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TI André Dourado em 02 nov 2008

Internautas usam vídeo-currículo como diferencial na busca de emprego

FERNANDO ANTUNES
colaboração para a Folha Online
27/10/2008 – 19h47

Apesar de ainda ser pouco conhecido, o vídeo-currículo vem ganhando adeptos entre os que querem mostrar logo no primeiro contato uma forma diferente de se expressar. Especialistas em recursos humanos afirmam que a ferramenta é uma forma interessante de apresentação, principalmente para vagas em empresas que valorizam a inovação e a tecnologia.

“Sem dúvida, é um diferencial”, afirma a especialista em recursos humanos e professora do curso de Administração da Universidade Ibirapuera, Teresinha Covas Lisboa.

A gerente de conteúdo do site Canal RH, Marisa Torres, diz que páginas na internet voltadas para a apresentação de vídeos, como o YouTube, impulsionaram a utilização do vídeo-currículo como uma ferramenta de contratação.

A empresa de Torres fornece desde maio do ano passado a possibilidade das informações profissionais em vídeo. Atualmente, 2.162 currículos estão cadastrados no site, sendo que apenas 22 são em formato de vídeo.

“[O vídeo-currículo] ainda é muito novo e ainda tem uma resistência natural, pois o vídeo é mais conhecido como entretenimento”, explica. Para ela, a vantagem do vídeo-currículo é que o selecionador já tem uma primeira impressão da pessoa sem precisar marcar uma entrevista.

Simples

As apresentações não precisam contar com grandes produções e podem ser feitas em câmeras de vídeos, fotográficas ou até por celulares. “O modelo é caseiro. O selecionador vai entender que não é uma coisa profissional.”

Ela não recomenda que sejam enviados arquivos de vídeos muito pesados por e-mail para não travar a caixa de mensagem do selecionador. Uma alternativa é hospedar o vídeo em algum site, como o YouTube, e enviar o link no próprio currículo convencional.

Na hora de gravar o vídeo, a professora recomenda ao candidato o mesmo caminho traçado em um currículo comum: ser objetivo, destacando os últimos empregos e as especializações, sempre considerando o cargo para o qual pretende concorrer.

“Demonstrar as habilidades e competências para a função almejada, sem excessos, é sempre uma boa tratativa. Evite usar muitos adjetivos, a prolixidade e cuidado com a falta de informações sobre os cargos anteriormente ocupados. Isso pode denotar que você quer ocultar algum aspecto”, explica.

Fonte: Folha Online

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Carreira &Curriculo André Dourado em 10 out 2008

Como responder às perguntas mais comuns em entrevistas de emprego

Autor: Mario Faccioni – yahoo grupos

1. Me fale sobre você
Esta é clássica. Ocorre em toda entrevista, provavelmente para definir seu rumo e te fazer falar. É fácil se perder ao responder. Não conte sua vida inteira. Focar-se em aspectos importantes da sua educação, vida profissional e situação atual são suficientes.

2. Por que você está procurando emprego (ou por que deixou o último)
Deveria ser uma pergunta fácil de responder, mas pode acabar te complicando. Provavelmente você está procurando um emprego novo (ou um emprego) para alavancar sua carreira, permitindo que você cresça como pessoa e profissional. Não é bom falar de dinheiro nesta hora, pois você pode soar como mercenário. Se você foi demitido em um downsizing, permaneça calmo e seja breve sobre o assunto. Se você foi simplesmente demitido, tenha uma boa explicação. Em ambos os casos, permaneça sempre calmo.

3. Conte-me o que sabe sobre esta empresa
Faça a lição de casa antes de ir para a entrevista. Não importa se você é candidato a gerente ou limpador de janelas, conheça algo sobre a empresa na qual está se candidatando. Ela esteve ultimamente nos noticiários? Quem são as pessoas desta empresa das quais você deve ter ouvido falar? Pesquise sobre a empresa e vá para a entrevista parecendo alguém preparado e genuinamente interessado nela e no emprego.

4. Por que você quer trabalhar aqui?
Esta pergunta está diretamente relacionada com a anterior. Qualquer pesquisa feita anteriormente te levará à conclusão do porquê trabalhar nesta empresa. Pense na resposta a esta pergunta antes da entrevista, mencione seus objetivos atingidos até agora e destaque os futuros objetivos e planos para a carreira.

5. Qual sua experiência relevante?
Espera-se que ao se candidatar a alguma vaga, o candidato tenha algumas experiências para relatar. Esta é a hora de falar delas. Mas se você está mudando de carreira ou tentando algo diferente do normal, talvez suas experiências não sejam as mais indicadas para o cargo pretendido. Nesta hora é necessário um pouco de criatividade para fazê-las se ajustarem às necessidades do cargo pleiteado. Apesar de tudo, habilidades são habilidades e é preciso mostrar porque habilidades em atendimento ao consumidor seriam ótimas para o cargo de marketing.

6. Se seus antigos empregadores estivessem aqui, o que eles diriam sobre você?
Esta não é a hora de ser totalmente sincero. Esqueça os fatos ruins e concentre-se nos bons. Diga coisas como “Eles sempre disseram que eu trabalhava duro” ou “O Zé, meu antigo chefe, dizia sempre que eu era o melhor cara que ele conheceu para resolver os problemas que surgiam”.

7. Você já fez algo para melhorar sua formação?
Aqui vale tudo, desde que relacionado ao emprego pretendido. Aulas noturnas, hobbies e esportes podem ser mencionados.

8. Onde mais você se candidatou?
Esta é uma boa hora de se mostrar disponível, sem dar a entender que está se oferecendo por todas as empresas da cidade. Assim, seja honesto e mencione algumas outras empresas nas quais se candidatou. O que o entrevistador quer saber é se você está em uma procura séria por emprego e se está aberto a opções.

9. Como você trabalha sobre pressão?
Há varias formas de responder a esta pergunta, mas todas as respostas devem ser positivas. Você pode trabalhar bem, você pode crescer ao estar sob pressão e você pode adorar trabalhar sobre pressão. NUNCA diga que não trabalha bem desta forma. Este é o primeiro passo para ser reprovado na entrevista.

10. O que te motiva a fazer um bom trabalho?
A resposta a esta pergunta nunca é dinheiro, mesmo que, na realidade, seja. Você deve estar motivado por objetivos de vida nobres. Você quer reconhecimento por um trabalho bem feito. Você quer fazer cada vez melhor em seu trabalho. Você quer ajudar os outros ou ser um líder em seu ramo de atividade.

11. Qual sua maior qualidade?
Esta é a chance de se destacar. Você está sendo inquirido a responder porque é um bom empregado e não perca esta oportunidade. Diga que seu desempenho melhora sob pressão, que é um ótimo motivador, que adora resolver problemas ou é alguém com uma extraordinária percepção aos detalhes. Se você é campeão de Winning Eleven ou Guitar Hero, guarde isto para você.

12. Qual seu maior defeito?
Se você for completamente honesto, estará dando um tiro na cara. Se você disser que não tem nenhum defeito, estará mentindo. Esta é uma questão muito difícil, mas políticos sabem respondê-la muito bem. Eles dizem coisas como “Estou muito comprometido com meu trabalho e não passo muito tempo com minha família”. Não diga isto. Quando esta pergunta for feita, responda algo pequeno relativo a trabalho, mas algo que você já está melhorando. Por exemplo, “Algumas vezes me disseram que me atenho muito a detalhes e acabo perdendo o foco no projeto como um todo. Então, passei a dedicar algum tempo a analisar o projeto inteiro para poder avaliar meu progresso.”

13. Vamos falar sobre salário. Em quanto você está pensando?
Corra! Este é um truque feito nas entrevistas. Mesmo que você saiba a faixa salarial do emprego ao qual está se candidatando, responder esta pergunta antes do entrevistador é o mesmo que mostrar as suas cartas. Você quer receber o máximo possível, e a empresa quer te pagar o mínimo que você aceita receber. Antes de chegar à entrevista, descubra quanto uma pessoa com sua experiência está recebendo, em média, por um emprego como este. Você pode querer responder “Bem, é algo no qual tenho pensado bastante e creio que alguém com a minha experiência deve receber algo entre X e Y” ou então “No momento, estou mais interessado em saber o quanto este emprego poderá adicionar à minha carreira”. Pelo menos, esta última resposta pode fazer você ganhar um pouco de tempo. Mas se você tiver um valor específico em mente, diga-o. Em geral, pessoas bem informadas erram por pouco.

14. Você trabalha bem em equipe?
A menos que seu QI seja o de uma ameba, você deve responder sim a esta pergunta. É a única resposta. Que empresa vai querer um funcionário que seja um solitário? Uma boa estratégia nesta hora é dizer como você se comporta no trabalho em equipe. Assim, fica fácil de dizer que você é um líder natural.

15. Conte-me uma sugestão sua que tenha sido implementada.
Aqui, é importante focar-se na palavra “implementada” . Não há nada errado em ter milhares de idéias, mas o que interessa se o único lugar onde elas estão é seu caderno de notas? Melhor ainda, é preciso que a idéia tenha gerado um bom resultado. De que adianta ela ter sido implementada e ter levado a empresa à falência? Esteja preparado com uma idéia sua que tenha sido implementada e que tenha gerado bons resultados.

16. Algo já te irritou nas pessoas com que você já trabalhou?
É claro que sua resposta a esta lista é tão grande quanto seu braço. Mas se você disser tudo isto, há o perigo de acharem que é difícil trabalhar com você. A melhor forma de responder a esta pergunta é pensar um pouco e dizer “Eu sempre trabalhei bem com meus colegas”.

17. Há alguém com que você nunca trabalharia?
Não. Bem, a não ser que estejam falando sobre assassinos, racistas, estupradores, ladrões ou algum outro pária social, você pode trabalhar com qualquer um. Caso contrário, você pode ser marcado como alguém que chato e difícil se disser “Eu não trabalho com fãs de Bruno e Marrone. Desculpe”.

18. Fale-me de problemas que você já teve com chefes anteriores.
Não caia nesta. O entrevistador está te testando para saber se você falará mal dos seus chefes antigos. Simplesmente responda esta pergunta com tato, diplomacia e, se necessário, uma grande amnésia. Recentemente, você não teve problema algum.

19. Você prefere trabalhar por dinheiro ou satisfação pessoal?
Não é uma questão muito justa. Nós adoraríamos ganhar dinheiro como o Sílvio Santos para fazer algo que gostássemos. É bom dizer que dinheiro é importante, mas NADA é mais importante para você que seu trabalho. Em caso contrário, você é só alguém procurando por um bom salário.

20. Você prefere que gostem de você ou que te temam?
A resposta correta é “Eu prefiro ser respeitado”. Você não quer ser temido, pois a maneira correta de motivar um time não é através medo. Também não quer ser o melhor amigo de todo mundo, pois será complicado tomar decisões difíceis e exigir o cumprimento dos prazos. Mas quando se é respeitado, não é necessário ser um tirano ou bunda-mole para ter o trabalho feito.

21. Você colocaria os interesses da empresa na frente dos seus próprios?
Outra pergunta capciosa. Se responder sim, você é alguém que não se preocupa com a família. Se responder não, não é alguém leal à empresa. Responda sim, porque você está, a esta altura, tentando ser o empregado perfeito, e empregados perfeitos não se importam em perder o jogo de futebol do filho para fazer hora extra.

22. Me explique porque devo te contratar.
Como você sabe, “Porque sou ótimo” ou “Porque eu preciso de um trabalho” não são respostas boas. Esta é a hora de dar uma lista das suas habilidades e talentos que se encaixam perfeitamente para a vaga pretendida. Também não é a hora de depreciar os outros candidatos. Concentre-se em suas qualidades, e não nas falhas dos outros.

23. Você tem algo para me perguntar?
Esta também é uma das perguntas mais feitas em entrevistas. Ela está diretamente relacionada à pesquisa realizada por você antes de chegar à entrevista e te dá a chance de mostrar o quão preparado você está. Você provavelmente gostaria de perguntar sobre os benefícios oferecidos, se eles ainda não foram citados. Uma boa pergunta genérica é “Quando posso começar a trabalhar, se eu for contratado, é claro”. Também pode perguntar no que vai trabalhar e como isto afetará o restante da empresa. Sempre tenha questões prontas, pois errar aqui é uma ótima maneira de terminar a entrevista de forma lamentável.

Fonte: VIA6

Leia Também: Você S.A. – Como ter sucesso na entrevista de emprego

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