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TI André Dourado em 15 jan 2009

Clientes questionam início dos testes com Oracle Fusion

por Mary Hayes Weier Charles Babcock | InformationWeek
14/01/2009

VP da fabricante, Thomas Kurian, deu detalhes sobre o que esperar do produto que irá compilar softwares de mais de 40 companhias adquiridas

Desde 2005 a Oracle vem dizendo que trabalha no desenvolvimento da próxima geração de integração de aplicativos, chamado Fusion, que irá unir as melhores funções dos mais de 40 softwares provenientes das últimas aquisições. Clientes e analistas, no entanto, têm questionado a viabilidade do Fusion, já que a Oracle não divulga detalhes e nem um calendário de lançamento do produto.

Em entrevista concedida à InformationWeek EUA, o VP da Oracle Thomas Kurian, que lidera o desenvolvimento do Fusion, revelou novos detalhes do produto, indicando que uma versão está perto de sair e que os clientes começaram os testes ainda neste ano.

No briefing conseguido pela InformationWeek EUA, Kurian afirmou que o modo como o Fusion vem sendo desenhado significa que a compilação de informações será feita dentro de processos, os clientes terão a opção de implementar mais BI em conexão com seus aplicativos.

Além disso, Kurian informou que nenhum cliente será forçado a aderir ao Fusion. Os times de desenvolvimento de cada produto estão trabalhando em novas versões para os principais aplicativos, independente do time que cuida do Fusion.

Cerca de 450 clientes estão participando do desenvolvimento do Fusion e dando feedback para a Oracle, informou o executivo. A empresa deve lançar uma versão beta do aplicativo ainda este ano, adicionou.

Apesar de Kurian não discutir um calendário para a apresentação da versão final, a disponibilização de uma versão beta em 2009 significa que o produto completo deverá estar disponível entre 2010 e 2011.

O VP da Oracle afirmou que a empresa segue firme com esse plano e trabalha na construção de aplicativos que combina as melhores funcionalidade de diversos softwares comercializados atualmente, incluindo JD Edwards, PeopleSoft e Oracle E-Business Suíte. Os clientes vão adotar o Fusion e ganhar vantagens na integração dos aplicativos, segundo avaliou Kurian.

Business Intelligence

Do lado da funcionalidade, a maior mudança na primeira análise, é a integração de business intelligence, incluindo tecnologias da Hyperion, que foi adquirida pela Oracle, segundo explicou Kurian.

Seria uma “unificação das transações de processos e análises”. O Fusion também irá compartilhar uma interface modernizada que dará aos usuários um guia para melhor utilizar as ferramentas analíticas.

Há também a melhora sob o ponto de vista técnico. Usuários poderão customizar suas aplicações no Fusion, como definir atributos não incluídos no modelo original. Quando houver upgrade de algum aplicativo, a customização será automaticamente adicionada, confirmou Kurian. “Queremos tornar as aplicações menos monolíticas. Então, quando você tiver uma nova versão de determinado aplicativo, você pode fazer o upgrade e manter a customização”, completou.

Fonte: IT Web

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TI André Dourado em 14 jan 2009

Implementação de ERP:sucesso improvável

Pesquisa mostra que menos de 10% dos projetos são entregues no prazo. Mas esse é apenas um dos indicativos da alta probabilidade de problemas

Thomas Wailgum, CIO (EUA)
Publicada em 12 de janeiro de 2009 às 12h47

E se eu dissesse que seu próximo projeto de ERP tem apenas 7% de chance de ficar pronto no prazo, quase certamente custará mais do que você planejou e, mais provável ainda, trará resultados insatisfatórios.

Não bastasse, você tem um pouco mais de 50% de chance de os usuários de fato quererem usar o aplicativo.

Você estaria interessado? Seguiria com o desenvolvimento e lançamento de software?

De acordo com os resultados de uma pesquisa recém concluída, é exatamente isso que as empresas trabalhando na implementação de ERPs deveriam esperar. O resultado do novo estudo sobre ERP da Panorama Consulting Group mostra que 93% dos projetos de ERP levam mais tempo que o esperado para ficarem prontos.

Quase dois terços (59%) das implementações custam mais que o inicialmente planejado. E apenas 13% dos respondentes se considera “muito satisfeito” com o resultado.

Há muito mais dados no estudo, realizado com mais de 1,4 mil respondentes online que implementaram ERP nos últimos três anos.

Quase 40% dos respondentes disseram que “a falta de adesão dos funcionários” foi o maior desafio enfrentados pelos times responsáveis por projetos de ERP. Outro terço identificou a “falta de conhecimento em ERP” como outro grande problema.

E uma vez implementado o sistema, mais de metade (57%) dos participantes ainda tiveram problemas operacionais. Apenas 21% realizaram 50% ou mais dos benefícios previstos.

E agora, diante desses resultados. Tem certeza que vai levar seu projeto adiante

Fonte: CIO

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TI André Dourado em 10 jan 2009

CEO da SAP diz que SaaS não será plataforma popular

por Mary Hayes Weier | InformationWeek EUA
09/01/2009

Bill McDermott admite, no entanto, que a empresa está caminhando com o Business ByDesign e espera um update durante a Sapphire Conference

Bill Mc Dermot, CEO e presidente global de operações da SAP, já tem opinião formada sobre quando o software-as-a-service (SaaS) se tornará uma plataforma popular onde as empresas vão realizar suas principais operações: “nunca”. A afirmação foi feita durante uma entrevista concedida para a InformationWeek EUA.

As empresas precisam de um software onde elas possam construir os processos de seus negócios, explicou McDermott, e, por conta disso, o SaaS não oferece a possibilidade de um acordo para operações mais complexas, adicionou o executivo.

Como uma das maiores provedoras de aplicativos para empresas, é importante para os clientes entenderem como a SAP se comporta diante do SaaS, já que a indústria de software tem se movimentado na direção desta plataforma nos últimos anos. No entanto, tem sido difícil decifrar para onde a SAP está indo com o SaaS.

De alguma forma, a empresa tem de forma entusiasmada dado suporte a esse modelo de negócio – como quando fez o lançamento do Business ByDesing, voltado para empresas de menor a médio porte -, mas, recentemente, o co-CEO Leo Apotheker disse que era difícil fazer dinheiro com o SaaS.

Durante a entrevista, MCDermott indicou que a SAP ainda acredita em algumas formas de SaaS, mas não como um core business. Isso “não funcionaria”, afirmou. O executivo lembrou que a SAP levou 36 anos para construir um modelo onde companhias globais pudessem tocar seus negócios. “Essa fundamentação é importante para as empresas”, informou. “Elas gostam de ter o controle dos dados e não querem deixá-los nas mãos de outra pessoa”, complementou.

Apesar da visão crítica do executivo em relação ao SaaS, a SAP ainda acredita no Business ByDesign. O sistema é voltado para empresas que necessitam gerir de forma melhor seus dados, “mas não podem ter um ERP tradicional”. Além disso, o Business ByDesign tem chamado atenção de algumas companhias globais que olham para esse programa como uma boa plataforma ERP para algumas divisões satélites.

Lançado há mais de um ano, no entanto, apenas uma parcela dos clientes da SAP utiliza o produto, por isso os executivos da empresa reclamam da baixa lucratividade.

Fonte: IT Web

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TI André Dourado em 08 dez 2008

Controlar adota sistema de gestão com portal

Decision Report 05/12/2008

A Controlar, especializada em inspecção veicular, adotou um sistema de gestão empresarial integrado ao portal corporativo para otimizar os processos e agilizar o atendimento dos veículos movidos a diesel. O projeto foi desenvolvido pela GPTI, que utilizou o módulo Oracle Business Accelerator para agilizar a implementação da solução, antecipando três meses a conclusão do projeto, que durou 10 meses. O ERP adotado foi a versão Oracle E-Business Suite.

A solução integra todos os departamentos da empresa, incluindo sistemas de pagamentos e de agendamentos de inspeções, à plataforma de gestão, além de viabilizar cerca de 800 inspeções diárias feitas pela Controlar.

“Com a solução, auxiliamos a Controlar a atender e gerenciar os dados de todos os veículos movidos a diesel da cidade de São Paulo, o que representa cerca de 5% da frota municipal e aproximadamente 350 mil unidades, entre automóveis, ônibus e utilitários anualmente”, explica Gelson Yama, representante de vendas de aplicativos da GPTI.

O desenvolvimento da solução contou com duas equipes de especialistas da GPTI: uma de consultores e outra de desenvolvedores de linguagem Java. Os primeiros foram responsáveis por desenvolver e implementar produtos, enquanto a outra equipe se voltou para a formulação de estrutura web de agendamentos e pagamentos da inspeção veicular.

Fonte: Decision Report

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TI André Dourado em 04 dez 2008

E a escolha vai para…

Carlos Ossamu , da Info CORPORATE
17 de julho de 2008

Optar por um pacote de mercado para processos transacionais pode ser a melhor opção mas fazer sob medida dá o diferencial. Qual escolher?

O bom senso da TI aponta para o uso de pacotes prontos em processos transacionais e a opção por sistemas especializados para processos onde é importante ter um diferencial. Mas a decisão por um ou por outro nem sempre é fácil, pois existem diversas variáveis que devem ser levadas em conta, como a infra-estrutura tecnológica, a solução que se pretende implementar e a cultura organizacional. Conheça a opinião de seis CIOs sobre o assunto. São eles Adriano Aquino (Sab Company), Alceu Santucci Bravo (Sodexho), Cristiane De Lucas (Michelin), João Cumerlato (Norberto Odebrecht), Mendel Szlejf (Lojas Marisa) e Rubens Nascimento (Boehringer).

Adriano Aquino
Diretor de TI – Sab Company

“Até o ano passado, nossa preferência era pelo desenvolvimento interno. Agora, optamos pelo conceito de SOA e multisourcing, com fornecedores que são especialistas no que fazem. Não existe fornecedor que consiga fazer tudo bem. Cada um é bom em determinada área. O ERP da SAP, por exemplo, não atende todas as nossas necessidades. Ele não tem um módulo de comércio exterior, por isso usamos o da Softway. Na área de CRM, optamos pela Microsoft, uma vez que a plataforma é o Windows Server 2003; em web EDI a escolha foi a Sterling Commerce. Acredito que a estratégia de multisourcing, firmando parcerias com os melhores fornecedores, é hoje a vanguarda da tecnologia. Mas, para isso, é preciso trabalhar com o conceito de governança de TI e seguir as melhores práticas do Itil, como fazemos. A gestão dos fornecedores é ponto fundamental para o sucesso. Além de contratos de SLA, é preciso deixar claro quais são as responsabilidades das partes. Em caso de problema, isso evita jogo de empurra. A escolha de parceiros de ponta não aumenta os custos, pelo contrário, pode até baixar, pois as soluções serão mais aderentes e produtivas.”

Alceu Santucci Bravo
Diretor de TI – Sodexho

“Optar por pacotes integrados ou sistemas especializados não é uma decisão simples. A arquitetura de sistemas deve estar vinculada ao DNA da empresa. É preciso analisar o negócio, a cultura, o legado tecnológico e as soluções de mercado. Sempre que possível deve-se evitar a necessidade de integração de sistemas, pois sempre há riscos de falhas, delays na sincronização, manutenção quando há atualizações etc. Se houver um pacote pronto, integrado, funcional e que satisfaça as necessidades do negócio, tanto melhor e ele deve ser a escolha. Há algum tempo trabalhei no start up de uma empresa de telefonia celular e optamos por um ERP internacional, específico para esse segmento, com tudo integrado, de ponta a ponta. Mesmo com customizações, a implementação foi rápida e a empresa entrou redonda em operação. Numa outra empresa de telecom onde trabalhei, a decisão foi integrar sistemas best-of-breed e a empresa sofreu muito, com resultados bastante negativos, inclusive financeiros. Por outro lado, um sistema especializado pode trazer grandes benefícios. Atualmente na Sodexho estamos avaliando a adoção de um CRM. Somos uma empresa de serviços e queremos ser cada vez mais parceiros dos clientes. Apesar de termos um ERP, acreditamos que uma solução especializada é mais indicada.”

Cristiane De Lucas
CIO da Michelin para a América do Sul – Michelin

“Os pacotes globais são a melhor opção para todos os processos considerados commodities, como contabilidade, faturamento, folha de pagamento, gerência de estoque etc. Já para processos específicos, o melhor é optar por sistemas especializados, caso eles existam, ou pelo desenvolvimento interno sob medida. Aqui na Michelin usamos o ERP da JD Edwards, implementado em 2002. Na época, não havia um módulo de CRM, processo que considero commodity. Testamos as soluções da Vantive, da Clarify e da Siebel. A escolha recaiu sobre a última, que foi parametrizada para as necessidades da América do Sul. Vamos fazer uma atualização do ERP, que agora já traz um sistema de CRM. Não avaliamos ainda esse módulo, pois estamos satisfeitos com a solução da Siebel. Se na época a JD Edwards oferecesse a solução, talvez a tivéssemos usado. Na Michelin, consideramos os processos de chão de fábrica os mais específicos. Culturalmente, e também por recomendação da matriz, preferimos sempre o desenvolvimento interno nesse caso, que pode ser reutilizado em outras usinas. Soluções específicas ou não, o ideal é a empresa se adequar às aplicações oferecidas pelo mercado, minimizando as parametrizações.”

Mendel Szlejf
CIO das Lojas Marisa

“Se o pacote integrado atender plenamente às necessidades da empresa, esse sem dúvida é a melhor opção. Tudo nele já está testado, pronto e funcional, o que significa uma implementação mais rápida. Para os processos de back office, eles são os mais indicados. Por outro lado, em caso de processos específicos, optar pelo pacote e ter de fazer inúmeras customizações não é uma boa política. Além do trabalho inicial de adaptação, quando for necessária uma atualização, tudo o que foi realizado deverá ser refeito. Ao mesmo tempo em que há a facilidade e a rapidez de implementação, os pacotes também engessam o ambiente dentro de uma única plataforma. A escolha por um sistema especializado ocorre quando a necessidade não é suprida. Somos usuários do data warehouse/BI da MicroStrategy há dez anos. Na época, não tínhamos um ERP e tivemos de buscar um sistema especializado. Em junho deste ano concluímos a implementação do SAP, que traz um módulo de BI. Estamos aguardando a estabilização do sistema para avaliarmos esse mdulo e decidir se vale a pena adotá-lo. ”

João Cumerlato
Diretor de TI – Construtora Odebrecht

“Os pacotes de software são os mais indicados para aplicações transacionais em empresas que possuem administração centralizada. Para esse perfil, eles oferecem importantes vantagens, como a padronização dos processos e o ponto de contato com um único fornecedor. São ainda soluções testadas e baseadas em melhores práticas. Já para empresas que possuem administração descentralizada, que atuam em setores muito dinâmicos, os pacotes não estão entre as melhores opções. Os sistemas best-of-breed, por sua vez, são indicados para processos onde é importante ter um diferencial. Por outro lado, eles perdem por exigir um trabalho em integração com os sistemas existentes, customização e compatibilidade visual. Mas se essa for a opção da empresa, a TI existe para servir a área de negócios. Na Odebrecht, adotamos algumas soluções best-of-breed, mas o foco está no desenvolvimento sob medida. A companhia é descentralizada e cada projeto possui suas particularidades. Se os pacotes e os sistemas especializados têm a vantagem da rapidez na implementação, o desenvolvimento sob medida tem vida útil mais longa e atende plenamente as necessidades do negócio.”

Rubens Nascimento
Diretor de TI – Boehringer Ingelheim

“Não existe uma única solução que atenda 100% as demandas de uma empresa. Os pacotes são os mais recomendados para operações transacionais, pois foram construídos seguindo práticas já testadas. Há sistemas específicos, que são as melhores soluções para determinada aplicação. Por sermos uma multinacional, temos de seguir padrões estabelecidos pela matriz, dentro de uma estratégia global. Mundialmente, adotamos o BI da Cognos, mas desenvolvemos customizações que serviram de base para outras subsidiárias da Boehringer no mundo. No Brasil, existem aspectos legais e fiscais, por exemplo, que nos forçam a adotar soluções diferentes. Uma vantagem é que no segmento farmacêutico criamos um grupo de CIOs de cerca de 20 laboratórios. Trocamos experiências sobre soluções e fornecedores. Temos benchmarks para nos basear. Somos concorrentes, mas temos de competir no mercado e não na área de TI. Um fornecedor que prestou mau serviço para um laboratório, não significa que não poderá fornecer para nós, mas terá muito a explicar.”

Publicado originalmente na Corporate de Novembro de 2006

Fonte: INFO Corporate

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TI André Dourado em 02 dez 2008

Crise estimula projetos de ERP, CRM, virtualização e BI, diz IDC

A consultoria enfatiza que, por outro lado, os projetos de SOA sofrerão impacto negativo, bem como aqueles ligados à convergência.

Redação do COMPUTERWORLD
Publicada em 02 de dezembro de 2008 às 17h15

A crise econômica global deve acelerar os projetos de software relacionados a soluções que impactem no incremento das vendas e no melhor controle de desempenho e de custos, de acordo com a IDC. Nesse sentido, a consultoria aponta para uma possibilidade no aumento de projetos relacionados a CRM, ERP, BI e virtualização.

Para justificar a previsão, o analista da IDC no País Julio Pagani aponta que o segmento de CRM, por exemplo, deverá receber investimentos das empresas, em especial, nas funcionalidades relativas a vendas. Da mesma forma, o ERP tende a atrair a atenção das corporações, principalmente, em módulos associados a controle de custos e de despesas, bem como a funcionalidades de estoque, compras, gestão de ativos e performance financeira.

Ainda de acordo com a IDC, as soluções de BI (Business Intelligence) também terão oportunidades de negócios durante a crise global, uma vez que os gestores precisam ter um painel de indicadores para controlar o desempenho das operações.

Por fim, no caso da virtualização, a consultoria aponta que a turbulência enconômica tende a incrementar os projetos de virtualização, por conta da possível redução de custos e facilidade de gestão.

Em contrapartida, Pagani cita que a crise tende a afetar de forma negativa os projetos de SOA (arquitetura orientada a serviços), bem como as aplicações verticalizadas específicas para determinada indústria. Os projetos relativos à convergência, que englobam a integração de sistemas, também serão postergardos, estima o consultor.

Fonte: CIO

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TI André Dourado em 28 nov 2008

Oracle anuncia nova suíte de middleware orientada por eventos

Solução aprimorada resulta da rápida unificação de tecnologia BEA com o Oracle® Fusion Middleware, além de apresentar recursos para processamento de eventos complexos

Redwood Shores (EUA), Califórnia
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

· As empresas precisam responder rapidamente às condições do mercado em constante mudança. Para atender a essa necessidade, a Oracle acaba de anunciar uma nova versão do Oracle® Event Driven Architecture Suite (Oracle EDA Suite), componente do Oracle Fusion Middleware.

· A nova versão apresenta o Oracle Complex Event Processing 10g Release 3 (Oracle CEP 10g R3), antigo BEA WebLogic Event Server, uma plataforma completa e abrangente para processamento de eventos, que inclui um servidor de aplicação Java baseado na tecnologia OSGI, com a qual as empresas podem detectar, filtrar, analisar e correlacionar eventos de negócios distintos. Tudo isso incluindo, ainda, negociação de ações, inserção de pedidos e solicitação de serviços – para tomar decisões em tempo real.

· O Oracle CEP 10g R3 fornece um ambiente rico e de fácil utilização para o desenvolvimento de aplicativos de processamento de eventos, melhorando as operações de negócios. O software pode processar vários fluxos de eventos em tempo real, para detectar padrões e tendências.

· Dentre as melhorias apresentadas na nova versão do Oracle EDA Suite e do Oracle CEP estão cachê de eventos local e distribuído, incluindo forte integração aos serviços de cachê de dados distribuído do Oracle Coherence; gravação e reprodução de eventos; console de administração para visualização; recursos de cluster e ampliação das ferramentas de desenvolvimento Java.

· O Oracle EDA Suite 10g Release 3 é a mais recente de uma série de ofertas que integram tecnologia da Oracle e da BEA Systems, o que demonstra o rápido progresso da Oracle na unificação do software de ambas as empresas.

Fonte: Oracle Woman

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TI André Dourado em 24 nov 2008

Parceiros da SAP oferecem 75 vagas para estagiários e trainees

Por Redação do Computerworld
Publicada em 21 de novembro de 2008 às 13h23
Atualizada em 21 de novembro de 2008 às 13h24

São Paulo – Seleção ocorre erograma tem início em 2009 nos Estados de São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Goiânia.

Parceiros da SAP têm 75 vagas para estagiários e trainees certificados em soluções da empresa. As oportunidades são para cidades em cinco Estados do País: São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Goiânia.

As vagas serão oferecidas aos alunos certificados na academia SAP Business All-in-One, treinamento de capacitação técnica no aplicativo para gestão de negócios de médias empresas. Os processos de seleção serão abertos a partir do final do mês de novembro e elaborados de acordo com a política interna de cada uma das empresas que integram a parceria com a SAP.

Os programas de estágio e trainee terão início em 2009, com duração prevista de seis meses. Os participantes poderão ser efetivados e há chances de reembolso do investimento feito no curso. O valor da bolsa-auxílio varia de parceiro para parceiro.

Os canais participantes da iniciativa são: Apply (Recife), Gplux (Rio de Janeiro e Belo Horizonte), HB (São Paulo, Campinas, São José dos Campos, Brasília, Goiânia, Fortaleza e Curitiba) e Unisinos (Porto Alegre).

Fonte: IDG Now

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ERP &iPhone &OEBS André Dourado em 14 nov 2008

Software de aprovações no Oracle Applications disponível para o iPhone

O time Oracle do programa “Applications Unlimited” liberou a mais nova aplicação para o iPhone da Apple: Oracle Business Approvals for Managers.

Esta aplicação gratuita possibilita que gestores atuem sobre itens que requerem sua atuação no OEBS, relacionados a: relatórios de despesas, requisições de compra, frequência de empregados e ofertas de vagas de emprego. Os gestores podem através da aplicação móvel, avaliar as pendências de aprovação, solicitar maiores informações e aprovar ou rejeitá-las.

A aplicação provê acessos opcionais a relatórios analíticos relacionados ao tipo de aprovações que estão sendo visualizadas. Esta configuração recupera dados do Oracle Business Inteligence Enterprise Plus (OBIEE) ou do Oracle Business Intelligence Applications. A segurança da comunicação é grantida por uma conexão SSL e também pode opcionalmente ser integrada com o Oracle Identity Management Components.

A aplicação têm os seguintes pré-requisitos:

  • Oracle E-Business Suite Release 12 versão 12.0.4 ou superior
  • Oracle SOA Suite 10.1.3.3 ou superior
  • Oracle Business Intelligence Enterprise Edition Plus (se você desejar utilizar a opção de relatórios OBIEE)

Embora a aplicação em si seja gratuita e esteja disponível no Apple iTunes Store, o Oracle Business Approvals for Managers requer o licenciamento de um produto chamado Oracle Business Approvals Connector for Manager. Este conector provê uma integração segura com OEBS R12 usando a Oracle SOA Suite e as tecnologias opcionais OBIEE. O conector pode ser licenciado diretamente pela Oracle.

Fonte: Oracle E-Business Suite Technology

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TI André Dourado em 12 nov 2008

Antigo executivo da Oracle, John Wookey, vai assumir alta posição da SAP

Wookey, antigo vp de desenvolvimento de aplicações da Oracle, está assumindo posição no pior rival da empresa, a SAP, segundo uma fonte próxima ao assunto.

Por IDG News Service, EUA
11 de novembro de 2008 – 11h54

O antigo vice-presidente de desenvolvimento de aplicações da Oracle, John Wookey, vai assumir uma posição executiva na rival SAP, disse fonte próxima ao tema.

Um porta-voz da SAP se negou a confirmar a notícia. “Nós sempre informamos os nossos funcionários antes sobre as notícias da empresa. Não temos nada a dizer sobre isso até termos comunicado oficialmente os nossos funcionários,” disse o porta-voz da SAP Saswato Das.

A Oracle não respondeu a mensagem pedindo comentários sobre a notícia.

John Wookey foi uma figura importante na estratégia do Fusion, que pretende combinar as melhores funções de todas as aquisições feitas pela Oracle em uma nova suíte.

A sua saída da empresa em outubro de 2007 gerou dúvidas sobre o status do projeto Fusion, mas os motivos que o levaram a sair não foram divulgados.

Wookey tentou manter-se silencioso após deixar a Oracle, talvez pela falta de um acordo. Ainda não está clara qual a posição na SAP que o antigo vice-presidente da Oracle vai assumir. Ele não foi encontrado para comentar a notícia.

“John leva a sua experiência em ERP tanto dos seus dias na Oracle quanto na Ross Systems. Estamos pensando se a contratação é um sinal de que a SAP está tentando emular a estratégia Oracle Apps Unlimited, chefiada por John”, disse por e-mail China Martens, analista do 451 Group.

Fonte: Computerworld

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